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quarta-feira, 25 de junho de 2014

"STF ATENDERÁ TUDO O QUE OS MENSALEIROS DIRCEU, DELÚBIO E GENOÍNO PEDIREM": AS PREVISÕES DE ASTROGILDO COSMOS PARA OS MENSALEIROS DO PT. STF pode atender pedidos dos condenados por corrupção.

"VEJO UM FUTURO SORRIDENTE PARA OS MENSALEIROS DO PT"

Por meio dos nossos contatos em Brasília, conseguimos um tempinho para uma consulta rápida com um dos maiores astrólogos do mundo, Astrogildo Cosmos, para satisfazer a curiosidade dos leitores do blog.

A pergunta dirigida a ele foi: "Os mensaleiros serão atendidos em seus desejos pelo pelo STF?"

Para lembrar aos amigos, José Dirceu, José Genoíno, e Delúbio Soares, todos grandes chefões do PT, cumprem pena por corrupção e outros crimes no Presídio da Papuda (não é a Dilma, é o nome da prisão mesmo) por alguns anos. Os crimes foram ligados ao que se chamou Mensalão, um dos maiores escândalos de corrupção da República. 

E à época do julgamento alguns ministros disseram que a meta final do Mensalão seria, não só a corrupção, mas a compra de apoio de legisladores para com a tentativa de um golpe de Estado no Brasil.  Algo parecido com o que Chávez fez na Venezuela. Levar o país a uma ditadura

Astrogildo olhou para a centenária bola de cristal, fez alguns gestos lentos com as mãos sobre a peça, como se estivesse fazendo uma limpeza e disse firme:

"Dirceu, Soares e Genoínio poderão trabalhar fora, apesar da decisão de Joaquim Barbosa e das leis que imperam no País". Joaquim Barbosa, que deixou a relatoria do processo do Mensalão, com base na legislação vigente disse que os mensaleiros não poderiam sair para trabalhar por que ainda não cumpriram um sexo de suas penas de condenação. Pura aritmética.Mas o STF, conforme seus ministros, tem um olhar muito próprio sobre as leis que deveria garantir e aplicar. 


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Às vezes fica a impressão de que os ministros, especialmente os nomeados pelos governos petistas, gostariam de ser legisladores. 

José Genoíno, que fez uma operação cardíaca há tempos, e foi considerado curado por três ou quatro juntas médicas (do Congresso, do Judiciário, e outras) continua insistindo que está doente, dando a impressão de que escolherá morrer a qualquer momento. Ele, que não é bobo, quer voltar para casa e cumprir sua pena ao lado da família.

Astrogildo Cosmos conclui: "Essa foi uma das consultas mais fáceis que já me fizeram. Os mensaleiros poderão trabalhar fora e Genoíno, aquele que se imagina um herói do Araguaia" voltará para casa. E todos deveriam agradecer a sábia decisão do ministro Barroso (o novo relator do Mensalão) e o novo presidente do STF, o ministro Levandowski." 

Apenas por educação, é claro.  

MAGO E BOLA DE CRISTAL:


BINGO!!!!!!!!!!


     

sexta-feira, 20 de junho de 2014

O TERROR VOLTA A SÃO PAULO, UM ANO DEPOIS. Chegando mais perto das eleições fica claro que a muita gente no Brasil interessa o caos, a insegurança, a desordem, especialmente em São Paulo. Degradar a Democracia e o Estado de Direito é o caminho para a servidão, a estrada para o totalitarismo. A volta ao normal, depois, é sempre muito difícil.





Um ano após as quebradeiras e depredações de junho de 2013, no que não vejo senão a mais pura manifestação do terrorismo urbano, o MPL resolve celebrar os tais deploráveis acontecimentos, o que resultou em mais depredações e quebradeira em São Paulo na última quinta-feira (19).

O pior é que a destruição, desta vez, contou com a lamentável inoperância ou ingenuidade da Polícia Militar de São Paulo que fez um trato com o MPL: o movimento seria responsável pela segurança da tal celebração. Resultado da brincadeira: segundo algumas fontes, mais de 3 milhões de reais em patrimônio destruído de diversas empresas. 

Tentando usar a imaginação, só consegui formular a hipótese  de que a PMSP, ou autoridades acima, na linha de comando, teria confiado na organização do MPL para expor o movimento caso houvesse violência.

É só uma hipótese absurda, claro, pois seria impensável imaginar que alguma autoridade permitisse de propósito atos de terrorismo só para provar que terroristas são terroristas.

Assim, de fato, só nos resta pensar que as autoridades ficaram meio tontas, ingênuas, levemente displicentes. A PMSP, no caso das tais “celebrações”, deveria ter acompanhado de perto e feito a intervenção quando, como sempre acontece, as ditas manifestações pacíficas transformam-se, como num passe de mágica, em violência explícita, brutal e sem limites.

Não discordo de que as pessoas possam organizar manifestações. É um direito do povo. Mas, até um ano atrás, as manifestações tinham roteiro marcado e eram garantidas pelo acompanhamento da polícia. Desde junho de 2013 as manifestações enlouqueceram e passaram a pipocar pelo Brasil, sem controle.

Meia dúzia param uma estrada, vinte pessoas param avenidas em horário de tráfego intenso, prejudicando dezenas de milhares, impunemente. A minoria da baderna impõe fortes castigos aos que querem trabalhar em paz.

POLÍCIA ACUADA
A imprensa e os críticos das ações policiais parecem ter especial prazer em acusar a violência da repressão, quando a violência da repressão é isso mesmo: repressão. As manifestações, para a imprensa são sempre pacíficas; por algum motivo, sempre por culpa de desconhecidos invasores, repentinamente transformam-se em tsunamis de destruição.

Alguém está exagerando e precisa ser reprimido. Deixar a destruição correr solta chega a ser criminoso. Afinal, para que serve a polícia nestes casos? Garantir a manifestação, mas impedir crimes. Um cidadão comum com um martelo destruindo uma agência bancária numa segunda-feira à tarde não seria imediatamente preso?

O que torna diferente uma "manifestação" que se degenera na mais brutal onda de violência? Mas a imprensa e os críticos nunca acham que a manifestação pacífica e o seu desdobramento em violência são a mesma coisa. Sempre apontam o dedo para a violência da polícia; e do nada surgem dezenas de advogados defendendo criminosos que destroem a propriedade alheia e o patrimônio público.

Não é estranho que a violência que os “pacíficos” dizem sempre nunca querer ou esperar,  venha acompanhada de inúmeros advogados e defensores públicos. De onde saiu toda essa gente?



TERRORISMO
Este blog tem defendido que tais ações se encaixam, perfeitamente, naquilo que se define como guerrilha urbana, ou táticas de terrorismo urbano. O mais puro terrorismo. Só não vê quem não quer.

O terrorismo é praticado para criar o caos na sociedade, a desmoralização das autoridades, e o medo em todos. Utiliza a surpresa e visa danos contra o patrimônio ou contra a vida. Não é isso que temos visto em várias partes do Brasil, em especial em São Paulo?

Por que não temos uma lei contra o terrorismo? Porque muitos movimentos sociais, ora paparicados pelo Poder Central, seriam enquadrados por terrorismo devido às suas táticas violentas de invasão e destruição.

A esquerda não quer uma lei contra o terrorismo. A esquerda usa o terrorismo desde aos anos 60. Leiam o Mini Manual do Guerrilheiro Urbano, de Carlos Marighella, e entenderão de que se trata.

Como falar em celebração da destruição de junho de 2013? Como celebrar a quebra da civilização? Como celebrar o desrespeito à leis e à ordem? O Brasil, além da violência urbana que gera quase 60 mil mortes ao ano, está mergulhando em uma zona cinzenta em que se quebram os limites entre o certo e o errado, a ordem e a desordem.

Chegando mais perto das eleições fica claro que a muita gente no Brasil interessa o caos, a insegurança, a desordem, especialmente em São Paulo.

Degradar a Democracia e o Estado de Direito é o caminho para a servidão, a estrada para o totalitarismo. A volta ao normal, depois, é sempre muito difícil.       

AQUI, ÍNTEGRA DO MANUAL DO GUERRILHEIRO:



REJEIÇÃO A DILMA É MAIOR QUE A REJEIÇÃO DE CASILLAS, DA ESPANHA.

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PT FAZ CONVENÇÃO NESTE SÁBADO PARA ESCOLHER O ALEXANDRE PADILHA. PADILHA É O POSTE QUE LULA QUER ENFIAR NOS PAULISTAS.

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

PT, O FILHO PRÓDIGO, GASTÃO E INCORRIGÍVEL. "E vem aí a outra "conquista" desse filho pródigo da ingenuidade nacional - os Jogos Olímpicos de 2016. O PT é um filho pródigo incorrigível, que precisa ser mantido a quilômetros de distância dos recursos públicos". (PERCIVAL PUGGINA)



Filho pródigo e incorrigível
Percival Puggina
14 Junho 2014


Para o PT, cair em si significa fazer mais do mesmo. E vem aí a outra "conquista" desse filho pródigo da ingenuidade nacional - os Jogos Olímpicos de 2016.


No Evangelho de São Lucas, Jesus narra uma história que se tornou, provavelmente, a mais conhecida dentre todas as suas parábolas. Ela descreve a experiência de um filho que pede ao pai rico a antecipação de sua herança. Com a grana na mão, ele viaja para um país distante, cai na vida, afunda nos vícios, gasta tudo que tem e experimenta o sabor da mais irrecorrível miséria (vem daí o adjetivo pródigo, ou seja, esbanjador, gastador, associado a esse personagem). Gradualmente, porém, ele se arrepende, decide retificar sua conduta e retorna à casa do pai, a quem pede e de quem recebe efusivo perdão.

Tem muita razão o jornalista Eugênio Bucci, em artigo publicado no Estadão no dia 12 deste mês. Segundo ele, embora a presidente Dilma e os governistas acusem a oposição de explorar politicamente o evento da FIFA, foram os governos petistas que confundiram futebol com política e eleição desde que se dispuseram a oferecer o país para a realização da Copa de 2014.

É bom recordar. Logo no início, Lula faturou os abraços e as lacrimosas efusões de alegria perante a - assim proclamada - conquista. Depois, explorou as escolhas das sedes da Copa, aumentando em cinquenta por cento, sem necessidade alguma, os teatros em que ela se desenrolaria. Bastavam oito sedes, mas Lula quis 12 para faturar em mais quatro Estados os dividendos eleitorais que disso adviriam. 

Depois, junto com Dilma, aproveitou politicamente, anúncio por anúncio, as "obras da Copa" voltadas para mobilidade urbana, aeroportos e infraestrutura.

Custou a cair a ficha. Passaram-se seis anos inteiros, ao longo dos quais o governo petista reinou com a convicção de que poderia fazer o que bem entendesse no país. O PT se tornou o novo Príncipe de Machiavel, com a vantagem de estar com os cofres cheios de dinheiro para usos e abusos. 

O partido do governo se fundiu e confundiu com o Estado, com o governo, com a administração pública federal e com as empresas estatais. Como é fácil, na política, a vida dos endinheirados inescrupulosos!

Foi em junho do ano passado, quando entramos na contagem regressiva para os jogos da Copa, que a ficha começou a cair e a nação passou a compreender o quanto haviam sido absurdos e abusivos os custos, os gastos, as exigências e as concessões feitas pelo governo petista. 

O escandaloso contraste entre o "padrão FIFA" e a realidade social do país, a tenebrosa situação do sistema de saúde e a péssima qualidade do ensino público, levou o povo às ruas nos protestos de junho de 2013. E produziu a impressionante reação popular ante a presença da presidente Dilma no jogo inaugural da Copa.

No entanto, vale o alerta: no poder, o governo petista conta com o dinheiro de todos nós e nada - absolutamente nada! - sugere que vá  arrepender-se, ou mudar de conduta. Para o PT, cair em si significa fazer mais do mesmo. 

E vem aí a outra "conquista" desse filho pródigo da ingenuidade nacional - os Jogos Olímpicos de 2016. O PT é um filho pródigo incorrigível, que precisa ser mantido a quilômetros de distância dos recursos públicos.


TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:

quarta-feira, 18 de junho de 2014

TODAS AS MENTIRAS QUE CONTAM SOBRE AS ARMAS. A população brasileira recusou o desarmamento no referendo de 2005, com 64% dos votos contrários à proibição do comércio de armas e munições. O governo petista, em sua busca insaciável por poder absoluto, ignorou a decisão do povo e aprovou leis cada vez mais restritivas à posse de armas no Brasil. (Flávio Quintela).




ARMADOS E SEGUROS


Flavio Quintela

18 Junho 2014

Estatísticas dos Estados Unidos mostram que as vítimas armadas saem ilesas de tentativas de assalto numa proporção duas vezes maior que vítimas que se rendem completamente.


Imagine que você fosse um presidente ou primeiro-ministro de um país. Imagine também que você quisesse proteger seu poder e de seus sucessores de possíveis levantes e revoluções vindos da população. Afinal, se já aconteceu em outros lugares no passado, por que não aconteceria com você? Numa situação dessas você quer manter o uso da força letal com o Estado, através do exército e das polícias. 

E só há uma maneira de fazer isso: desarmar completamente a população.



Governos do mundo todo têm insistido na falácia de que é preciso desarmar as pessoas porque mais armas geram mais crimes. Sustentados por estudos superficiais e fraudulentos, e por uma miríade de apoiadores dos mais diversos tipos, eles seguem firmes no objetivo de monopolizar o uso da força e negar aos cidadãos o direito à defesa própria. 

Entre os que apoiam esse tipo de iniciativa estão uma maioria de pessoas sem nenhuma noção sobre o assunto, mas que acreditam nas informações disseminadas pela mídia e pelos governos, as quais acabam se tornando senso comum quando o assunto é armamento de civis; e há também os idiotas úteis que militam nos movimentos desarmamentistas, e que contribuem para dar poderes cada vez maiores e cada vez menos democráticos aos seus governantes.



Se você está entre essa grande massa de pessoas que jamais leu sobre esse assunto, mas que crê por “senso comum” que a posse e o porte de armas por civis é algo perigoso, por favor leia este artigo na íntegra. O que eu apresento aqui são apenas fatos, sem manipulações ou mentiras. Puramente fatos.



Os defensores do desarmamento de civis gostam de contar algumas mentiras, que não se sustentam com dados e estatísticas, mas somente com a repetição; afinal, como disse Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler, “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.” Para cada uma dessas mentiras há uma resposta verdadeira e lógica. Veja:

Mentira 1: a posse e o porte de armas geram cada vez mais violência

Verdade 1: o estudo da história dos países que garantem o direito do cidadão de possuir e portar armas mostra que não existe tal relação. A Inglaterra, por exemplo, teve por mais de duzentos anos uma redução acentuada de criminalidade, entre os séculos XVI e XIX, e durante todo esse período não havia restrição ao armamento da população. Foi somente no século XX, quando essas restrições passaram a existir, que a criminalidade voltou a subir. Nos Estados Unidos, onde cada estado tem sua legislação sobre o assunto, os estados que apresentam os menores índices de violência são justamente os que possuem as menores restrições à posse e ao porte de armas de fogo.

Mentira 2: as armas legalizadas que estão nas mãos da população acabam nas mãos de bandidos, que as utilizam em seus crimes


Verdade 2: menos de 1% das armas legalizadas acabam nas mãos de criminosos. As armas usadas nos crimes são, quase que em sua totalidade, armas ilegais trazidas por contrabandistas ou fornecidas por agentes corruptos da polícia e do exército, ambos controlados pelo governo. Estatísticas de lugares diversos como Brasil, Estados Unidos, Suíça, Canadá, Inglaterra e Alemanha mostram sempre a mesma realidade: criminosos não roubam armas de suas vítimas – eles roubam vítimas sem armas.


Mentira 3: uma arma nas mãos de um cidadão tem mais chances de provocar danos do que benefícios

Verdade 3: em países onde a lei permite ao cidadão possuir armas, o número de mortes anuais devido a acidentes domésticos com essas armas não chega a 5% do número de mortes de inocentes por parte da polícia. Quando os números são de crianças mortas em acidentes com armas, fato que a mídia adora explorar, a coisa é ainda mais absurda: piscinas, produtos de limpeza, fogões e mesas de centro matam, por ano, 100 vezes mais crianças do que acidentes com armas legalizadas. Pesquisas feitas com criminosos condenados e presos mostram que em 90% das vezes o mero ato de sacar uma arma afugenta o criminoso e evita o crime, pois o bandido procura sempre a vítima mais fácil e a menor chance de ser pego. Essas mesmas pesquisas registram que os criminosos têm mais receio de encontrar uma vítima armada do que um policial.

Mentira 4: a melhor maneira de reagir a um ato de violência é fazer tudo o que o criminoso manda, dar tudo o que ele deseja, e se manter em posição de rendição


Verdade 4: estatísticas dos Estados Unidos mostram que as vítimas armadas saem ilesas de tentativas de assalto numa proporção duas vezes maior que vítimas que se rendem completamente. Mais do que isso, em lugares onde a população pode se armar as ocorrências de crimes de confronto são muito menores, pois o criminoso nunca sabe se vai encontrar um cidadão armado pela frente. Ou seja, os cidadãos que não querem ter uma arma acabam se beneficiando daqueles que se armam. Comparações de dados das polícias dos Estados Unidos e da Inglaterra mostram que os criminosos americanos preferem invadir casas vazias, por medo de encontrar o morador armado, enquanto na Inglaterra, onde a população foi totalmente desarmada no século XX, o número de casos de roubo com o morador em casa é 50% maior.

Mentira 5: o cidadão que se arma acaba usando sua arma para cometer crimes que não cometeria de outra maneira, como homicídios na família e no trânsito


Verdade 5: o Brasil possui um dos menores arsenais legalizados do mundo, e todos os dias pessoas são mortas no trânsito, com armas ilegais. As estatísticas das polícias estaduais americanas mostram que os casos de tiroteio com armas legalizadas são extremamente raros, dezenas de vezes menores que os casos envolvendo armas ilegais. Mais ainda, os homicídios são, em sua grande maioria, cometidos com armas disponíveis no momento, como facas, bastões, ferramentas, vasos, ferros de passar roupa, e com os clássicos mãos e pés. O número de mortes decorrentes de armas legalizadas não chega a 0,1% do total, seja em países que permitem que o cidadão se arme, seja nos que restringem o armamento, como o Brasil. A posse legalizada da arma não é a variável importante na equação da violência.

Mentira 6: as armas matam


Verdade 6: quem mata são as pessoas. 98% das armas legalizadas são disparadas apenas em estandes e locais apropriados para o tiro, e essa porcentagem se mantém em países com e sem restrições à posse e ao porte de armas por civis. Mesmo em lugares como os Estados Unidos, com sua população de 300 milhões de pessoas, e um arsenal civil de 310 milhões de armas, pode-se contar nos dedos o número de casos de assassinatos cometidos por cidadãos com suas armas legalizadas. Governos do mundo todo, em suas estratégias contra a violência, têm deixado claro que o vilão é sempre o mesmo: o comércio de drogas ilegais. No Brasil a taxa de assassinatos entre jovens de 15 e 29 anos é o dobro da média geral, porque é nessa idade que morrem os que se envolvem no tráfico de drogas, principalmente nas favelas controladas pelos traficantes. 

Estima-se que no Brasil mais de 85% dos crimes violentos, com exceção dos estupros (assassinato, assalto e roubo), estejam relacionados com o problema das drogas. Além disso, o suprimento de armas dos criminosos brasileiros é fruto da cooperação entre nosso crime organizado (PCC e Comando Vermelho) e as FARC, que fornecem rifles de assalto e outras armas de alto calibre.

William Blackstone, grande jurista inglês, disse uma vez que “O principal objetivo da sociedade é proteger os indivíduos no usufruto dos direitos absolutos, que lhes foram investidos pelas leis imutáveis da natureza.” Esses direitos são a segurança pessoal, a liberdade pessoal e a propriedade privada. Os legisladores dos séculos XVIII e XIX entendiam que o Estado jamais poderá atender o indivíduo em todos os momentos, e que é fundamental que se garanta ao cidadão a capacidade de proteger a si mesmo, sua família e suas posses. Essa capacidade só pode existir se cada pessoa obediente à lei tiver o direito de se armar. Novamente recorro a Blackstone:



“Devemos lembrar de que há muitos lugares onde a sociedade não pode estar, ou não pode estar a tempo. Nessas ocasiões um homem tem que se defender e defender aqueles que o acompanham. Não é de muito consolo que a sociedade chegue com grande atraso, recolha os pedaços, e puna o criminoso.”



A população brasileira recusou o desarmamento no referendo de 2005, com 64% dos votos contrários à proibição do comércio de armas e munições. O governo petista, em sua busca insaciável por poder absoluto, ignorou a decisão do povo e aprovou leis cada vez mais restritivas à posse de armas no Brasil. 

Estamos caminhando para a mesma situação da Venezuela, onde a população completamente desarmada tem sido assassinada a céu aberto pelas forças policiais de Maduro. Um tirano só consegue impor sua tirania a quem não pode se defender. Ao deixarmos o uso da força letal totalmente a cargo da polícia e do Estado estamos abrindo mão do direito mais básico do homem, aquele que está em nosso próprio instinto de sobrevivência: o de se defender.


Flavio Quintela é autor do livro “Mentiram (e muito) para mim”.

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:

QUEM AINDA ACREDITA NO PT?

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E AS PESQUISAS, TIA DILMA? "Tudo redondinho"...

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FESTA DE ARROMBA NA PAPUDA. MINISTRO BARBOSA DEIXA RELATORIA DO MENSALÃO. Mensalão, para os desinformados, foi o maior escândalo da República, chefiado por grandes petistas. Queriam, segundo ministro do STF, comprar votos de congressistas para dar um golpe bolivariano no Brasil.com

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terça-feira, 17 de junho de 2014

PENSAR, ATÉ UM BURRO PENSA. ASSASSINOS DA INTELIGÊNCIA. POR OLAVO DE CARVALHO. 'Quando um comunista esperneia contra o que chama de “contabilidade macabra”, tem, é claro, uma boa razão para fazê-lo. Contados os cadáveres, é impossível negar que o comunismo foi o flagelo mais mortífero que já se abateu sobre a humanidade. Diante disso, só resta apegar-se ao subterfúgio insano de que o macabro não reside em fazer cadáveres e sim em contá-los".

 
ASSASSINOS DA INTELIGÊNCIA

Olavo de Carvalho

17 Junho 2014


Pensar, até um burro pensa. O que distingue a espécie humana é sua capacidade de confrontar o pensado com o conjunto dos conhecimentos disponíveis e regular o curso do pensamento pela escala de credibilidade que vai do possível ao verossímil, ao provável ou razoável e, em certos casos, à certeza.

Aristóteles já ensinava isso.

Infelizmente, no Brasil, raros opinadores têm o senso dessas distinções. A maioria imagina que para pensar com proveito basta um pouco de lógica formal e algum domínio dos chavões mais caros ao coraçãozinho da platéia.

Em debate recente, o prof. Ígor Fúser, uma estrela do cast universitário esquerdista, assegurou que “não se pode julgar a maldade um regime pelo número das suas vítimas”. Dez minutos depois, desmentia-se fragorosamente ao alegar que a ditadura brasileira “perseguiu milhares de pessoas” e que o número de cristãos assassinados no mundo está muito abaixo dos cem mil por ano – subentendendo, portanto, que a ditadura foi um horror e que os matadores de cristãos nos países islâmicos e comunistas não são tão maus quanto se diz.

Mas o pior não é isso. Mesmo sem esses autodesmentidos grotescos, a afirmativa geral que os antecedeu – a mais comumente alegada por devotos comunistas empenhados em salvar a honra dos governos mais assassinos que o mundo já conheceu – é perfeitamente desprovida de sentido.

Para perceber isso basta medi-la com a escala de credibilidade.

Em política, admite-se universalmente, as certezas absolutas são raras ou inexistentes. O meramente possível reflete a liberdade da fantasia, o verossímil é apenas questão de opinião, gosto ou preferência. Não servem como argumentos. Resta a probabilidade razoável. Quem quer que argumente seriamente em política procura nos convencer de que a razão, com altíssima probabilidade, está do seu lado.

Acontece, para a tristeza dos tagarelas, que todo argumento de probabilidade depende eminentemente do elemento quantitativo que o fundamenta explícita ou implicitamente. Se digo que o candidato X vai vencer as próximas eleições com uma probabilidade de zero a cem por cento, não disse absolutamente nada. Tanto vale dizer que um governo é igualmente malvado se não matou ninguém ou se matou milhões de pessoas.

Quando um comunista esperneia contra o que chama de “contabilidade macabra”, tem, é claro, uma boa razão para fazê-lo. Contados os cadáveres, é impossível negar que o comunismo foi o flagelo mais mortífero que já se abateu sobre a humanidade. Diante disso, só resta apegar-se ao subterfúgio insano de que o macabro não reside em fazer cadáveres e sim em contá-los.

Somando à insanidade o fingimento, a proibição de contar tem de ser suspensa quando se fala de regimes “de direita”, donde se conclui que os quatrocentos terroristas mortos no regime militar – a maioria deles de armas na mão – são um placar muito mais hediondo e revoltante do que os cem milhões de civis desarmados que os heróis do comunismo assassinaram na URSS, na China, na Hungria, em Cuba etc.

O senso das quantidades e proporções é a exigência mais básica e incontornável não só da conduta honesta, mas da racionalidade em geral. Dissolvendo-o pouco a pouco na platéia, os fúseres da vida destróem não só a moralidade pública, mas as próprias condições elementares do funcionamento normal da inteligência humana.

se nas universidades brasileiras há uma quota de quarenta a cinqüenta por cento de alunos analfabetos funcionais, isso não se deve só a uma genérica “má qualidade do ensino”, mas ao fato de que há décadas o discurso comunista e pró-comunista onipresente espalha, nas mentes dos estudantes, doses maciças de estimulação contraditória e obstáculos cognitivos estupefacientes.  

Publicado na Folha de São Paulo.

REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:


Ilustração de:

BRASIL X MÉXICO. NEM DILMA E NEM LULA IRÃO O JOGO. FOGEM DO POVO COMO O DIABO FOGE DA CRUZ.

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O PT FEZ LISTA DE NEGRA DE JORNALISTAS E QUER AS SUAS CABEÇAS. ONDE ESTAMOS, EM CUBA? NA VENEZUELA? AQUI NÃO HÁ MAIS LIBERDADE DE IMPRENSA E DE EXPRESSÃO?

PRESTEM ATENÇÃO NESTE RECADO DO JORNALISTA REINALDO AZEVEDO.

O PT FEZ UMA LISTA NEGRA DE JORNALISTAS. O PT NÃO ACEITA CRÍTICAS, NÃO CONVIVE BEM COM A LIBERDADE DE IMPRENSA, DE PENSAMENTO E DE EXPRESSÃO.

ISTO É MUITO GRAVE EM UMA DEMOCRACIA E NO ESTADO DE DIREITO.


AJUDEM A ESPALHAR: CHEFÃO DO PT PEDE ABERTAMENTE A CABEÇA DE JORNALISTAS NA PÁGINA DO PARTIDO. ESTOU NA LISTA. NÃO SEI O QUE FARÃO OS OUTROS. ESTOU ANUNCIANDO AQUI QUE VOU PROCESSAR O SR. ALBERTO CANTALICE POR CALÚNIA E DIFAMAÇÃO. CABE INDAGAR SE CHEFÃO PETISTA NÃO ESTÁ DANDO UMA ORDEM PARA QUE ESSAS PESSOAS SEJAM AGREDIDAS NAS RUAS. É PRECISO CUIDADO! ELE É DO PARTIDO A QUE PERTENCIA CELSO DANIEL!;



17/06/2014
às 6:15

AJUDEM A ESPALHAR: CHEFÃO DO PT PEDE ABERTAMENTE A CABEÇA DE JORNALISTAS NA PÁGINA DO PARTIDO. ESTOU NA LISTA. NÃO SEI O QUE FARÃO OS OUTROS. ESTOU ANUNCIANDO AQUI QUE VOU PROCESSAR O SR. ALBERTO CANTALICE POR CALÚNIA E DIFAMAÇÃO. CABE INDAGAR SE CHEFÃO PETISTA NÃO ESTÁ DANDO UMA ORDEM PARA QUE ESSAS PESSOAS SEJAM AGREDIDAS NAS RUAS. É PRECISO CUIDADO! ELE É DO PARTIDO A QUE PERTENCIA CELSO DANIEL!

DECIDI MANTER ESTE POST ANO ALTO DA PÁGINA. COMENTEM COM MODERAÇÃO E SERENIDADE, TUDO AQUILO QUE ESTE SENHOR QUE APARECE AÍ ABAIXO NÃO TEM. SOMOS DE OUTRA NATUREZA.
*
Alberto Cantalice, vice-presidente do PT, divulga no site do partido lista negra de jornalistas. Um assunto para a Justiça e para a Polícia Federal
Alberto Cantalice, vice-presidente do PT, divulga no site do partido lista negra de jornalistas. Um assunto para a Justiça e para a Polícia Federal
Os petistas, saibam os senhores, pedem a cabeça de jornalistas para seus respectivos patrões. O partido tem nas mãos instrumentos para fazê-lo: anúncios da administração direta e propaganda de estatais. Alguns cedem, outros não! Denunciei aqui a fala de um certo José Trajano na ESPN e AFIRMEI QUE ELE NÃO ESTAVA PENSANDO APENAS POR SUA CABEÇA. DEIXEI CLARO QUE ELE VOCALIZAVA PALAVRAS DE ORDEM DO PT. Muitos não acreditaram. Pois é…
A opinião do sr. Trajano sobre mim e sobre os demais que ele atacou (Augusto Nunes, Diogo Mainardi e Demétrio Magnoli) pode ser moralmente criminosa, mas não vai além disto: dolo moral. Ele tem o direito de achar a respeito dos meus textos o que bem entender. E eu tenho o direito de responder. Se ele se sente bem com o seu oficialismo de contestação, aí é problema dele.
É diferente, no entanto, quando um político acusa jornalistas de cometer um crime. Aí a coisa pega. O sr. Alberto Cantalice, vice-presidente do PT e “coordenador das Redes Sociais do partido” escreveu um artigo no site do PT em que se pode ler esta pérola.
 Cantalice acusação
Observem que os quatro da lista de Trajano estão também na de Cantalice, que vem ampliada. Não sei o que farão os outros. Sei o que eu farei. Estou anunciando aqui que vou processá-lo. E a razão é claríssima. Ele está me acusando se estimular a que outros “maldigam os pobres” e os discriminem em ambientes públicos. Se eu faço isso, então eu sou um criminoso. Violo um artigo da Constituição e da Lei 7.716, alterada pela Lei 9.459. Vale dizer: transgrido a Carta Magna do meu país e cometo um crime previsto em lei. ENTÃO O SR. CANTALICE VAI TER DE PROVAR O QUE DIZ. ELE VAI TER DE DIZER EM QUE ARTIGO E EM QUE MOMENTO EU PREGUEI A DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS POBRES.
Para esclarecer a questão constitucional e legal. Estabelece o Inciso XLI da Constituição:
“XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”.
Define a Lei 7.716, depois de alterada pela 9.459:
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
Pena: reclusão de um a três anos e multa.(Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
Como sabem os advogados, a discriminação por condição econômica tem sido considerada pelos juízes da mesma natureza das categorias acima previstas. Assim, o sr. Cantalice acusa esse grupo de jornalistas de cometer crimes que rendem até três anos de prisão. Vai ter de provar. Se não provar, incorre no crime de calúnia e difamação.
Atenção! Este senhor é o  “coordenador da redes sociais DO partido”, entenderam? Não é que ele seja o coordenador do partido para as redes sociais. Não!!! Levadas as palavras ao pé da letra, os petistas julgam já ter privatizado as redes sociais. Não deixa de ser verdade.
O sr. Cantalice vai mais longe, Ele descobriu que esse grupo de jornalistas — e vejam quanto poder ele nos confere — é responsável pela vaia que Dilma levou nos estádios. Também ele recorre à metáfora canina para nos designar. Leiam:
Cantalice acusação 2
Muito bem! Vocês sabem o que isso significa: quando o maior partido político do país, que tem, de fato, milhares de seguidores — alguns deles podem estar dispostos ao tudo ou nada — nomeia um grupo restrito de jornalistas como propagador do ódio, acusando-o, adicionalmente, de responsável por vaiais e xingamentos de que foi alvo a presidente Dilma, isso corresponde, me parece, a um convite a uma ação direta.
Não é segredo para ninguém que certo tipo de militância não precisa de palavras explícitas para agir. O sr. Cantalice está pondo em risco a segurança de profissionais da imprensa. Talvez queira isto mesmo: calar a divergência por intermédio da intimidação e do terror. Que este post sirva de alerta à Polícia Federal e ao Ministério Público. Evidentemente, nenhum de nós deve esperar a solidariedade e o protesto de entidades de defesa da categoria. Sabem por quê? Porque os respectivos comandos da maioria delas pensam a mesma coisa. Também elas acham que deveríamos ser proibidos de escrever o que escrevemos, de falar o que falamos, de pensar o que pensamos. IMAGINEM O QUE ACONTECERIA SE UM GRUPO OU UMA ENTIDADE CONSIDERADOS DE DIREITA TORNASSE PÚBLICA UMA LISTA DE DESAFETOS. O MUNDO VIRIA ABAIXO. O PT repete a tática da ditadura militar e resolveu espalhar no mural da rede os nomes e as fotografias dos “Procurados”. 
Bando de fascistas!
O petismo é a mais perfeita definição do que muitos chamam nos EUA de “fascismo de esquerda”. Qualquer pessoa que tenha lido o que escrevemos ou ouvido o que falamos sabe que pensamos coisas distintas sobre um monte de assuntos. Nunca nem mesmo conversei com Guilherme Fiúza, por exemplo. Duvido que Arnaldo Jabor queira papo comigo.
Com isso, estou deixando claro que não formamos um grupo. Pode ser que os petistas estejam acostumados a conversar com quadrilheiros disfarçados de jornalistas. Não é o caso.
Eu, sim, acuso o governo do seu partido, sr. Cantalice, de financiar com dinheiro público páginas na Internet e blogs cujo propósito é difamar a imprensa independente, as lideranças da oposição e membros do Poder Judiciário que não fazem as vontades do PT. E o senhor certamente não vai contestar porque é autodemonstrável.
O PT começou a sua trajetória no poder hostilizando a imprensa que não se limitava a prestar assessoria ao partido. Depois, passou a financiar o subjornalismo “livre como um táxi”. Aí tentou (e tenta ainda) criar mecanismos de censura. Agora, já chega ao ponto de estimular, ainda que de modo oblíquo, a agressão aos profissionais que não rezam segundo a sua cartilha. A esmagadora maioria da categoria vai silenciar — até porque alguns fazem esse mesmo trabalho em suas respectivas colunas, não é mesmo? Ok. Hoje, somos nós. Amanhã, chegará a vez de vocês. É simples assim. E é sempre assim.
Vaias
Eu sou responsável pelas vaias? Eu não! Quem estimulou as manifestações de rua em junho foi o PT. Eu sempre as critiquei. Ademais, sabem o que motiva vaia em estádio, meu senhor? Eu conto: roubalheira, safadeza, associação com o PCC.
Sem contar que quero encontrar cara a cara com esse sujeito num tribunal. Quero perguntar quais são as suas credenciais e sua origem para falar em nome do povo. Quero opor as minhas às suas. Quero lhe dizer que o governo que ele representa financiou, por exemplo, a ação de sem-terra e índios que resultou em policiais feridos em Brasília. Quero lhe dizer que seus aliados deram suporte a coisas como a “Mídia Ninja” na esperança de que os alvos seriam os adversários. O tiro saiu pela culatra, a despeito das intenções da turma.
O sr. Cantalice quer saber onde estão os responsáveis pela hostilidade a Dilma nos estádios? Comece por se olhar no espelho. O PT estimula a desordem. O PT estimula o desrespeito às leis. O PT estimula o desrespeito a qualquer hierarquia. O PT estimula o desrespeito até mesmo à organização familiar. O partido esperava escapar do clima que ele próprio criou?
De resto, se as hostilidades a Dilma foram um “gol contra” dos que não gostam dela e se a maioria “abominam” (sic) aquele comportamento, o sr. Cantalice deveria estar contente, não é mesmo? O PT está empenhado em fazer do limão uma limonada. Ao isolar o grupo dos “jornalistas do mal”, ameaça, na prática, todos os outros. É como se dissesse: “Comportem-se, ou vocês vão entrar na lista negra”. E, claro!, muita gente vai se comportar e ainda achar pouco!
É claro que fico preocupado quando lembro que o sr. Cantalice pertence ao partido de Celso Daniel. Terei, é certo, de tomar as devidas providências para a minha segurança. E acho que os outros devem fazer a mesma coisa.
Texto publicado originalmente às 22h09 desta segunda
Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ajudem-a-espalhar-chefao-do-pt-pede-abertamente-a-cabeca-de-jornalistas-na-pagina-do-partido-estou-na-lista-nao-sei-o-que-farao-os-outros-estou-anunciando-aqui-que-vou-processar-o-sr-alberto-cant/ 

domingo, 15 de junho de 2014

ALEXANDRE PADILHA VIVE NUMA BOLHA DE SABÃO. Inverte a lógica e diz que o Governador Alckmin (que lidera todas as pesquisas) é o adversário do PT, como se liderasse, com apenas 3% !!! A arrogância é uma das marcas mais fortes do petismo.






A entrevista de Alexandre Padilha, o candidato petista ao governo do Estado de São Paulo é bem sintomática, revelando o espírito arrogante que toma os petistas ao longo do tempo. Não é ele, com míseros 3% por cento nas pesquisas, empurrado pelo dono do  PT, Luis Inácio Lula da Silva, escolhido a dedo como o novo poste que Lula quer enfiar nos paulistas, que é adversário do governador Geraldo Alckmin, um dos melhores do País, é o governador que é apontado como seu adversário...

Após 12 anos de demagogia, populismo barato, gastança de dinheiro público desenfreada, desprezo pelas leis, pela Democracia, pelo Estado de Direito, pela verdade, endividamento público crescente e perigoso, destruição da segurança pública, avanço inimaginável dos crimes violentos e das drogas, avanço da corrupção, do avanço sobre o tesouro de empresas como o Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica fundos de pensão - conforme se lê na imprensa o tempo todo; os ataques à imprensa livre e aos adversários políticos. Além disso, nunca ates neste país um governo promoveu tanto a separação entre os brasileiros, espalhando o ódio e a inveja. Dividir para governar. O racismo, ao invés de ser eliminado é promovido por leis idiotas como as das cotas. 

Uma vez que a eleição está arriscada os líderes petistas voltam aos velhos argumentos e táticas de jogar elite contra povo, brancos contra negros e outras etnias;pobres contra ricos. Mas quem são os aliados do PT agora?: Fernando Collor de Mello, a família Sarney inteira, Renan Calheiros e outras famílias oligarcas do Nordeste.

Promoveram a Copa e a Olimpíada para faturar as eleições. Quando o processo lhes escapa das mãos ficam malucos e vomitam ódio.

Lendo as declarações do senhor Padilha fico com a impressão de que ele não era morador do Estado de São Paulo, não conhece a nossa economia, a nossa indústria, a nossa capacidade agrícola. Não conhece as estradas paulistas e o padrão de vida do Estado. 

Enquanto ministro estava, certamente, preocupado em ficar nos bastidores tramando trazer escravos médicos cubanos para o Brasil para faturar nas eleições. Isso se, dado o segredo de tal negócio obscuro, forem mesmo todos médicos. 

A arrogância dos petistas é tão grande que eles não acreditam ter que dar satisfações sobre tais contratos e escravos aos brasileiros. O SUS recuou muitos degraus, muitos passos; o Brasil não precisa de mai médicos, mas de melhor prevenção na Saúde Pública. 

Padilha - na sua desmemória - acha que o PT mudou o Brasil, como se nada existisse antes. Nem visão histórica tem. Com suas declarações sobre São Paulo demonstra não conhecer o principal estado do País.

Pensem bem, paulistas, no que é melhor para São Paulo    

GUTENBERG JOTA

JORNAL A TRIBUNA - SANTOS

Domingo, 15 de Junho de 2014 - 09h31



Eleições 2014

'Nosso adversário é o governador do Estado', diz Padilha
De A Tribuna On-line

Estadão Conteúdo

Pré-candidato do PT ao governo do Estado de São Paulo, Alexandre Padilha foi três anos ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff e, em 2009 e 2010, ministro das Relações Institucionais do governo do ex-presidente Lula. Com intenção de voto que varia de 3% a 4%, o pré-candidato do PT ao governo paulista, Alexandre Padilha, diz que vai lutar pelo 2º turno com foco em Geraldo Alckmin (PSDB), que tentará reeleição.

"Tenho um adversário só, que é o atual governador. Eu vou ficar muito feliz de ter o apoio do doutor Paulo Skaf no 2º turno", diz, em resposta a Paulo Skaf, candidato peemedebista, para quem a nova polarização no Estado ocorre entre PSDB e PMDB.

Padilha, que será confirmado candidato hoje em convenção, promete levar ao palanque o prefeito de São Paulo Fernando Haddad - o colega amarga alto índice de rejeição. E também mostra seu lado pragmático. "Sou petista desde adolescente, mas não acho que o PT é dono da verdade."

Por que mudar o Estado?

Depois de 20 anos governando o Estado de São Paulo, o PSDB perdeu a força, a energia. 

O sr. fala de 20 anos de PSDB, mas o PT já esta há 12 em Brasília, irá para 16 se a presidente Dilma for reeleita... 

A diferença é que o PT fez as mudanças necessárias no governo federal. O PT é o partido da mudança. Mudou o País, transformou. E São Paulo precisa mudar. Quando falo mudar, é mudar completamente o padrão de gestão. Até tirar a sede do governo de dentro do Palácio do Morumbi, colocar em outro lugar mais próximo do povo. O governador de São Paulo não é um monarca, não é um rei para estar encastelado no Palácio.

O sr. já rodou mais de 110 cidades com a caravana do PT e continua com 3% de intenção de votos. O que deu errado? 

Deu certo. A caravana não tinha nenhuma relação com ampliar porcentual de pesquisa, exposição. Se tivesse, ficava na capital na região metropolitana, nas cidades maiores.

Quais são suas duas principais propostas de campanha? 

O centro do projeto de desenvolvimento está na educação. Queremos acabar com a aprovação automática. Pegar cada uma das universidades públicas estaduais, as federais, e, em parcerias com elas, criar academias para professores. Precisamos fazer com que o metrô seja de fato metropolitano, ultrapasse o limite da cidade de São Paulo, chegue até Guarulhos, Taboão da Serra, ABC. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.