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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

CASCAVEL, PR, O CRIME DA BR 163. MORREU THIELE DOS SANTOS FACCO, A GAROTA QUE LUTOU MAIS DE 100 HORAS PELA VIDA, MAS QUE NÃO VENCEU A MORTE. O suspeito, Adilson Ferreira da Costa, com quem ela viveu três anos, mandou que rezasse ajoelhada, antes de receber uma bala no rosto. Ele está preso. (videos)




THIELE DOS SANTOS FACCO LUTOU COM A MORTE
Thiele, lamentavelmente, representa todas as vítimas de crimes bárbaros cometidos por idiotas ciumentos; sujeitos mal resolvidos - ou canalhas extremados - que se recusam a ouvir um “não”.

Sei que me repito, mas é inevitável relembrar o fabuloso Nelson Rodrigues e sua frase imortal: “Se não podes ser minha, não serás de mais ninguém”. Mas a frase poderia expressar apenas um desejo de que a ex-amada amante nunca mais fosse feliz com alguém; mas não, ela representa aquilo que há de mais brutal, profundo, animalesco no coração de muitos assassinos: o desejo da humilhação, de domínio, da aniquilação total do outro, a morte. A morte eterna.

Há poucas informações na imprensa sobre a história de Thiele dos Santos Facco, 23 anos. Sabemos que era do Rio Grande do Sul e, por alguma razão, a vida a levou para Cascavel, no Oeste paranaense. Para estudar, para trabalhar?

Cidade rica, grande, uma das maiores do Paraná. Ali, na encruzilhada de duas estradas importantes, a BR 272 e a BR 163 cresceu Cascavel, que conheci em 1968, ainda com as largas avenidas de barro vermelho, sem asfalto.
A ESTRADA, REPRESENTANDO A VIDA, NO FINAL DE "TEMPOS MODERNOS". HAPPY END.

As estradas. Ah!, as estradas. Eles levam e trazem cargas, pessoas e sonhos. A BR 272  corre de leste a oeste, indo em direção ao Paraguai; a BR 163 de norte a sul, indo de Cuiabá (MT) até o Rio Grande do Sul, de onde partiu Thiele.

O que é o destino, a vida, a sorte (ou o azar?); Thiele foi baleada às margens da BR 163, perto de uma plantação de soja. Provavelmente a mesma estrada que a levou a Cascavel anos atrás.

Leio nas incompletas matérias da imprensa que Adilson Ferreira da Costa, 30 anos, que viveu com Thiele por 3 anos, foi preso domingo pela polícia de Cascavel em um sítio onde estava escondido.

ESCAPAR DA MORTE É DIFÍCIL


 DOR DE ERENITA FÁTIMA DOS SANTOS, MÁE DE THIELE

    

Quando as parcas, as auxiliares da Morte, resolvem sobre o destino de alguém, é difícil escapar. O caso de Thiele é um triste exemplo. Quem consegue escapar, de imediato,um tiro à queima-roupa, no rosto, cuja bala saiu pela nuca? Pouquíssima gente, com certeza. Mesmo assim Thiele conseguiu isso.

Pois se há Justiça divina, por estranho que possa parecer, ela foi feita, não a Thiele, ao fim das contas, pois agora ela está morta; mas a garota conseguiu lutar com a morte por mais de 100 horas e, nesse tempo, antes de passar por várias operações, teve tempo de contar, ela mesma, a quem a socorreu, a história do crime. Isso colocará o agora seu assassino na cadeia.

Por ironia, a pobre moça teve que fingir-se de morta para que o suspeito a abandonasse caída na beira da estrada. Como a bala atravessou do rosto à nuca e ela caiu, o sujeito imaginou que ela estivesse morta.

O que faz a polícia pensar em crime premeditado (embora por motivos passionais) foi que Adilson, na sexta-feira (25), antes de dar um tiro em Thiele a teria torturado para que ela passasse alguns bens para ele, um deles um automóvel Astra que foi encontrado na casa de um parente dele.


THIELE E ADILSON. QUANDO ERAM FELIZES?


Depois disso, ela mesmo contou a uma mulher que a atendeu na beira da estrada, ele a levou até perto de uma plantação, a mandou ajoelhar-se e rezar, pela última vez!

E ele foi capaz, mesmo, de puxar o gatilho.

Mais tarde ele foi até a loja em que Thiele trabalhava perguntando por ela, como se a procurasse. O delegado acredita que ele estaria pretendendo criar um álibi, e apresentar-se como inocente.

Mas, embora Thiele visse a morrer no dia 29, após algumas operações, pode ela mesma contar o que aconteceu.

Assim, Thiele escapou da morte uma vez, o que a permitia ajudar no esclarecimento do crime, mas não resistiu ao destino traçado pelas parcas, morreu às margens da BR 163, uma das estradas que ligam o Paraná ao Rio Grande do Sul.

Estradas, além de ligar lugares, também carregam sonhos, e simbolizam a vida.

Ao longo do tempo uma das metáforas mais fortes é considerar a vida como uma estrada pela qual viajamos. Há muitas paisagens à beira da estrada. Há estradas retas e estradas cheias de curvas; trajetos acidentados; trajetos interrompidos, como a da viagem de Thiele na Terra.

Podemos imaginar estradas retas e longas pelo deserto ou grandes montanhas que devem ser ultrapassadas, no horizonte, como o casal de Tempos Modernos (Filme de Charlie Chaplin). 
A VIDA DE THIELE:  TEMPESTADE NA ESTRADA

Ou estradas que, de um momento para outro, vêem o Sol desaparecer e surgir uma tempestade.

Às vezes, como no caso da estrada da vida de Thiele, a tempestade pode ser mortal.

RIP Thiele.

ADILSON PRESO




 A DOR DA FAMÍLA DE THIELE





DILMA LIMPA A MÃO SUJA (DE POVO) NA CALÇA. O nojinho da presidente. (VIDEO)









HALLOWEEN NO PAÍS DAS BANANAS. HALLOWBRAS E PETROWEEN E A VASSOURA TURBINADA.


WWW.SPONHOLZ.ARQ.BR

domingo, 27 de outubro de 2013

GRITO DA LIBERDADE. A LIBERDADE GRITA, DE DOR. ARTISTAS GLOBAIS FAZEM VÍDEO EM DEFESA DAS MANIFESTAÇÕES EM QUE CONFUNDEM SONHOS COM PESADELOS E CHAMAM BADERNEIROS E BANDIDOS DETIDOS DE "PRESOS POLÍTICOS". A população já está de saco cheio da violência dos Black Bloc e amiguinhos terroristas. (VIDEO)

O SONHO PACIFISTA DOS BLACK BLOC É O PESADELO DA SOCIEDADE. É ISSO QUE OS ARTISTAS DEFENDEM?


Artistas globais, que não sabem mais o que fazer com o dinheiro que ganham, deveriam comprar livros e estudar, ao invés de falarem besteiras sobre a imensa e criminosa destruição provocada por vândalos e Black Blocs, à qual se referem como se fossem garotos inocentes e sonhadores, “soltem esses meninos e essas meninas já, porque eles estão recuperando o mais humano do humano, que é o direito de sonhar", disse Wagner Moura. 

Estaria o ator confundindo os vândalos com os manifestantes comuns? Ou não há qualquer diferença?  

Os artistas deslumbrados acham que os que estão presos por destruição de propriedades públicas e privadas (400 agências bancárias destruídas, lixeiras, placas de sinalização pública, lojas de automóveis, cabines, catracas, dezenas de ônibus incendiados) são presos políticos? 

Os artistas, por ventura, não viram as tentativas de invasão e incêndio de edifícios públicos? Estavam dormindo, enquanto os bandidos sonhavam acordados?  Os que estão presos por tentativa de homicídio contra o coronel PM Rossi da PM paulista também devem ser libertados? Os que destruíram patrimônio que vale milhões devem ser soltos sem processo? Quem deverá pagar a conta dos prejuízos?

Ninguém está preso no Brasil por conta de opinião e nem de idéias políticas ou de qualquer outra natureza. Espalhar isso de de uma extrema covardia. Os artistas desmiolados questionam que o Estado defenda o interesse coletivo contra a ação de bandidos? Desde quando manifestações puramente pacíficas estão sendo reprimidas? O que ocorre é que os vândalos, alguns terroristas mesmo, estão promovendo o caos.

Não é verdade que a imprensa  esteja contra os manifestantes. Essa é uma tremenda inverdade. A imprensa está tendo imensa dificuldade em chamar bandidos de bandidos, preferem o eufemismo “ativistas”. A imprensa brasileira está absolutamente dominada pelo viés de esquerda e pela linguagem politicamente correta.

Sempre dizem que havia uma manifestação pacífica e que, ao acabar, seguiu-se uma violenta. Os violentos estão vindo misturados aos pacíficos, isto sim, diluídos em seu meio para quando chegar a hora fazer a baderna.

O que temos visto, especialmente por parte dos Black Blocs (mas há militantes de vários partidos de extrema esquerda  envolvidos – especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro – é uma pesada e gratuita destruição de bens públicos e privados. 

A isso os artistas globais chamam de ”sonhos”? Não passariam, assim, de uns porra-loucas irresponsáveis, que endossam as barbaridades cometidas por criminosos.

Claro que a violência tem aumentado, e é sempre a dos manifestantes, pois não encontram um basta do lado da polícia, pois esta está acuada pelas ongs de direitos humanos, por artistas globais que apóiam a zona geral,  políticos demagogos que estão de olho nas eleições de 2014. A polícia no Brasil não faz um décimo do que a polícia francesa, a ingles ou a alemã fariam numa mesma situação. Nas democracias deve haver o respeito à lei.

Os artistas falam em cadáveres? Quem quase nos deu um cadáver foram os Black Bloc, que não mataram, de forma sádica, covarde e cruel, o coronel Rossi da PM de São Paulo porque ele conseguiu escapar a tempo, milagrosamente.

Acredito, profundamente, que os tais artistas e supostos intelectuais que os apóiam confundem sonhos com pesadelo. Não posso crer que achem a destruição de bens públicos e privados, produto dos impostos coletivos, do trabalho do povo brasileiro, algo bom ou correto.

Quebrar o que é público é um dos maiores indicativos do grau de barbárie a que chegam algumas pessoas para quem os fins (políticos) justificam qualquer meio utilizado.  E, no caso brasileiro, ainda contam com o apoio de inocente (?) úteis do meio artístico. Manifestações pacíficas... são pacíficas, por definição.

O VÍDEO DOS ARTISTAS CONFUNDINDO SONHOS COM PESADELO DESTRUTIVO




DA FOLHA-UOL

LUCAS VETTORAZZO
DO RIO

Um grupo, encabeçado por atores globais como Wagner Moura, Camila Pitanga, Mariana Ximenes, Leandra Leal e Marcos Palmeira, divulgaram um vídeo nas redes sociais em apoio aos protestos de rua no país, contra a violência do Estado, contra prisões de manifestantes consideradas arbitrárias e contra o tratamento que a mídia em geral dá às manifestações. Pedem ainda a liberdade dos presos no âmbito das manifestações.

O vídeo de 5 minutos e 34 segundos de duração é intitulado "Grito da Liberdade 31/10" e intercala trechos de vários depoimentos. O título leva o mesmo nome de um movimento iniciado na semana passada no Rio por companhias artísticas independentes em apoio aos protestos no Estado.

O movimento "Grito da Liberdade" marcou uma manifestação para o dia 31 de outubro, às 15h, no Rio. O ato agora conta com o apoio de globais e outras personalidades, como o poeta Chacal, o juiz da 1ª Vara de Órfãos e Sucessões do Rio, João Batista Damasceno, e o coordenador geral do Instituto de Direito da PUC-Rio, Adriano Pilatti, que dão seus depoimentos no vídeo.

"Uma manifestação é um organismo vivo. Ali são acoplados diversos sentimentos. O governo, o Estado, tem que estar preparado para lidar com isso", afirma Wagner Moura.

A maior parte das críticas é direcionada à violência do Estado. "Essa violência absurda da polícia contra a população, botando todo mundo no mesmo balaio. São duzentas pessoas presas politicamente [no Rio]. Isso é uma loucura em 2013", afirma Marcos Palmeira.

O poeta Chacal critica a maneira como a polícia tem reprimido os manifestantes. "É um absurdo que no Brasil, no Rio de Janeiro, o dinheiro dos impostos seja devolvido à bala e à bomba", afirma.

A atriz Camila Pitanga questiona a escalada da violência nos protestos de rua e demonstra preocupação com as consequências dela no futuro.

"A violência vai chegar até que ponto? Vão precisar ter mortes? Porque porrada já tá rolando. Pessoas sendo machucadas já está rolando. Agora já têm prisões. Daí vai para onde?", diz.

Leandra Leal coloca parte da responsabilidade da violência na conta do Estado, ao afirmar que a violência é reflexo de governos que não dialogam com a população.

"Se o Estado tivesse preocupado em desenvolver políticas públicas em diálogo com a população. Se estivesse preocupado em entender o que está por trás dessas manifestações, quais são as pautas, a gente agora não estaria vivendo esse momento de violência", afirma.

MÍDIA

Há críticas à maneira como a mídia em geral retrata os protestos de rua e também como se refere aos manifestantes, muitas vezes classificando-os como vândalos. Alámo Facó, que faz parte do elenco da novela "Amor à Vida", da TV Globo, afirma que as pessoas que não estão na rua têm dúvida de como opinar sobre o que está acontecendo com base apenas no que leem e veem nos jornais.

"A própria imprensa taxando todos como criminosos [tem sua parcela de responsabilidade]", afirma Camila Pitanga logo após a fala de Facó. "As pautas não podem ser perdidas nem confundidas. Acho que a mídia tá manipulando essa visão do que que está acontecendo na rua", afirma Georgiana Góes, atriz que interpretou a personagem Fifi na mini-série "Saramandaia", da TV Globo, exibida no mês passado.

"Essa história contada seria inacreditável, mas é o que a gente está vivendo e vendo nas mídias que escolhem falar a verdade", afirma Gisele Fróes, que atuou na novela "A Vida da Gente", exibida pela TV Globo em março do ano passado.

PRESOS

Os artistas finalizam o vídeo pedindo a liberação de todos os manifestantes presos até agora e convocando a população para o ato da próxima quinta-feira (31). Marcos Palmeira fala em "anistiar os presos políticos". Chacal pede que "soltem esses meninos e essas meninas já, porque eles estão recuperando o mais humano do humano, que é o direito de sonhar".

O professor Adriano Pilatti, coordenador geral do Instituto de Direito da PUC-Rio, diz que a ameaça a democracia não está nos manifestantes e sim com quem faz a repressão.

"A ameaça à democracia, a ameaça à liberdade, a ameaça ao livre exercício do direito não está nos manifestantes. Está nos interesses escusos por trás da repressão"

DATAFOLHA MOSTRA QUE PAULISTANOS NÃO APÓIAM O TERRORISMO BLACK BLOC. Vamos lá, governador Alckmin, aja com rigor, fale diretamente com a população, não fique encastelado como um rato medroso.


 
BLACK BLOC, TEMPLÁRIOS DO MAL

Uma coisa são manifestações de rua em que setores da sociedade defendem alguma ideia ou ação; outra, bem diferente, é grupos organizados como facções criminosas espalharem o caos, a desordem, a destruição como se estivessem argumentando ou com o povo ou com as instituições.

A invasão do Instituto Royal, independente do que as pessoas possam pensar sobre o uso de animais em testes científicos, foi criminosa e obra de vândalos; a destruição que se vê ao fim de cada manifestação "pacífica", em São Paulo ou no Rio de Janeiro, também.

Uma coisa que a imprensa parece não querer ver é que há uma simbiose entre manifestações "pacíficas" e ação destrutiva como dos Black Blocs. Nunca há uma ação isolada dos Black Bloc. 

Em muitas manifestações, como as dos professores no Rio, os professores contavam com o apoio dos Black Blocs, portando não há como a imprensa escrever: "a manifestação foi pacífica, depois os Black Bloc quebraram tudo".

É sempre assim, é a lógica do terrorismo, e só não vê isso a imprensa e as autoridades covardes que não têm coragem de enfrentar os violentos para não parecerem conservadoras, reacionárias, de direita. Em todas as manifestações há um momento em que o "pacifismo"  acaba e começa o vandalismo. Portanto, a Polícia precisa fazer um pente fino antes do início da bagunça e do terror.

A população de São Paulo já está cheia, cansada do vandalismo e  do terror, agora só falta o Governo do Estado entender isso. É preciso que o governador Geraldo Alckmin enquadre o Ministério Público e exerça pressão contra a OAB e as ongs militantes que defendem atos de natureza terrorista. Parece que essa gente está mais preocupada em tirar vândalos da cadeia que com o bem estar da população que paga os impostos.




sábado, 26 de outubro de 2013

SECRETARIA DE SEGURANÇA E MINISTÉRIO PÚBLICO VÃO ENDURECER COM VÂNDALOS QUE DESTROEM SÃO PAULO. “Nós já mudamos a história do país com manifestações, de cara limpa e com caras pintadas, mas nunca com os rostos cobertos” (Major Mauro Lopes, Porta-voz da Polícia Militar de São Paulo)


Fogueira onde os vândalos queimam a democracia brasileira


Manifestante é preso por tentar matar coronel da PM

Sábado, 26/10/13 - 18:58

Por Rafael Iglesias


A Polícia Civil, a PM e o MP vão unir todos os casos relativos às manifestações em um único inquérito

Um suspeito de tentar matar um coronel da Polícia Militar e agredir um soldado, além de outros sete homens que danificaram o terminal de ônibus Parque Dom Pedro II utilizando coquetéis molotov foram presos em flagrante durante uma manifestação, na noite de sexta-feira (25), no centro de São Paulo. Três adolescentes também foram apreendidos.

Ao todo, 92 pessoas foram detidas para averiguação e conduzidas a quatro delegacias da região, conforme informou o diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), delegado Domingos Paulo Neto, durante coletiva de imprensa concedida no auditório do Gabinete da Secretaria da Segurança Pública (SSP), na tarde de sábado (26).

“A Polícia Civil, em parceria com a PM, vai reunir em uma única investigação todos os casos que envolvem protestos em São Paulo”, explicou. O chamado “inquérito-mãe” será conduzido pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

A integração dessas ocorrências faz parte de uma força-tarefa anunciada em 8 de outubro pelo secretário Fernando Grella Vieira, e tem o objetivo de conter a violência durante as passeatas. A medida é desenvolvida em parceria com o Ministério Público Estadual.

Suspeito de ferir coronel é preso

Entre as dezenas de pessoas levadas aos distritos policiais está o comerciário P.H.S.S., de 22 anos, reconhecido por policiais como o agressor do coronel Reynaldo Simões Rossi.

Uma equipe da 1ª Companhia do 2º Batalhão de Policiamento de Choque (BPChq) viu quando o suspeito deu pauladas, socos e chutes no oficial da PM, que é comandante do Policiamento de Área Metropolitana 1 (CPA/M-1 – região central).

Ontem, por volta das 21:30 horas, Rossi foi agredido violentamente e teve uma clavícula quebrada, além de ferimentos no rosto e na cabeça. “Ele tem um perfil conciliador e pretendia negociar com os manifestantes, mas acabou sendo agredido”, afirmou o porta-voz da PM, major Mauro Lopes. Eles também agrediram outro PM, que recebeu atendimento médico.

O coronel foi socorrido ao Hospital das Clínicas e liberado às 4 horas deste sábado (26), após realizar exames e receber doses de morfina para conter a dor. Ele passa bem. Durante o crime, o oficial teve seu radiotransmissor e sua pistola calibre ponto 40 roubados. Apenas o rádio foi recuperado até o final da tarde de sábado.

O indiciado estava acompanhado por um fotógrafo, de 22 anos, que foi liberado, mas será investigado. “O problema desse rapaz liberado e de todos os que foram levados à delegacia está começando, porque nós vamos individualizar a atuação de cada um através da investigação”, afirmou Domingos Paulo Neto. Com isso, o indiciamento será mais preciso e a Justiça deverá responder mais rápida e precisamente.

No 1º DP (Sé), o comerciário foi indiciado por tentativa de homicídio, roubo, lesão corporal e formação de quadrilha. Ele foi recolhido à carceragem do 2º DP (Bom Retiro), mas será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) do Belém, na segunda-feira (27).



Dez são detidos por dano ao patrimônio

Outros sete adultos foram presos e três adolescentes apreendidos pela Polícia Militar depois de depredarem agências bancárias e um terminal de ônibus, durante a passeata ocorrida na região central.

Os sete rapazes, com idades entre 18 e 23 anos, foram flagrados pela Força Tática do 11º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) enquanto quebravam catracas do Terminal Parque Dom Pedro II, por volta das 22 horas.

O grupo, que contava ainda com dois estudantes e um cobrador – todos com 16 anos –, ainda danificou pelo menos 15 caixas eletrônicos de agências de cinco bancos diferentes.

A equipe policial, que acompanhava o protesto, apreendeu nove mochilas com o grupo, além de uma câmera digital, diversas sacolas, um lenço vermelho e uma camiseta, além de sete celulares.

Um martelo para liberar o conteúdo do extintor de incêndio, seis pedras e 10 simulacros de balas de fuzil também foram apreendidos com os suspeitos, no cruzamento da Avenida do Estado com a Rua Wandenkolk.

Manifestantes atiraram pedras

Um policial militar da Força Tática, de 32 anos, foi atingido por uma dessas pedras encontradas com o grupo, mas não reconheceu quem atirou o objeto. A agressão o deixou com um ferimento no braço direito. O PM foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de lesão corporal cautelar e passa bem.

De acordo com os policiais militares, o estudante C.R.A., de 19 anos, e o ajudante de cozinha E.R., de 23, foram vistos lançando bombas de fabricação caseira durante a passeata. Eles responderão por atirar os explosivos.

O caso foi registrado no 8º Distrito Policial (Brás). Todos os adultos foram indiciados por dano qualificado ao patrimônio e formação de quadrilha. Eles ficarão detidos na carceragem do 2º DP (Bom Retiro), aguardando uma definição da Justiça, que poderá decretar a prisão preventiva. Os adolescentes serão encaminhados à Fundação Casa. Nenhum responsável por eles compareceu à delegacia.

Mais de cem foram presos em protestos

De acordo com o delegado Luis Francisco Segantin Junior, responsável pelo setor de inteligência da 1ª Delegacia Seccional (Centro), pelo menos 106 pessoas foram indiciadas e presas em passeatas desde junho.

“Todas essas informações constam num sistema integrado das polícias, que leva as informações de averiguados e acusados ao conhecimento de todos os órgãos de segurança”, afirmou. Além disso, as polícias fazem um monitoramento de investigados em meios digitais, como redes sociais e blogs.
A Delegacia Eletrônica também tem feito estudos e monitoramentos de redes sociais para evitar atos violentos e descobrir seus líderes. O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, já havia destacado que a internet é o principal meio de comunicação dos grupos criminosos e, por isso, é importante acompanhar o que acontece dentro da rede.

“Com essa união de esforços, a gente consegue proteger a nossa cidade”, destacou o major Mauro. “Nós já mudamos a história do país com manifestações, de cara limpa e com caras pintadas, mas nunca com os rostos cobertos”, ressaltou.

Segundo o oficial, é preciso que as polícias continuem acompanhando os eventos para garantir o direito da livre manifestação. “Mas de manifestações reais, sem violência.”

Por Rafael Iglesias

SITE DA SSPSP:

O VANDALISMO CRIMINOSO BLACK BLOC PASSOU DA CONTA EM SÃO PAULO. AFINAL, GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN, O SENHOR É O GOVERNADOR DOS PAULISTAS, OU UM RATO ASSUSTADO? O governador reage de forma pífia à agressão do Coronel PM Reynaldo Simões Rossi, e Dilma Rousseff, sem muito entusiasmo, manifestou solidariedade ao coronel. (Vídeo)



O CORONEL ROSSI FOI VIOLENTAMENTE AGREDIDO PELOS BLACK BLOC


DILMA ROUSSEFF LAMENTOU A AGRESSÃO, SEGUNDO A EBC

A Empresa Brasileira de Comunicação publicou matéria informando que a presidente Dilma Rousseff lamentou a brutal agressão sofrida pelo Coronel PM, na noite de sexta-feira, durante manifestação no Parque D. Pedro, em São Paulo.

Os agressores foram um bando de criminosos do Black Bloc que, além de agredirem covardemente o coronel, que ficou com uma clavícula fraturada e suspeita de fratura no crânio (estava apenas tentando negociar com os bandidos), ainda destruíram as instalações da estação de embarque,  arrebentando catracas eletrônicas, caixas eletrônicos e colocando fogo em ônibus.


A EBC NÃO TINHA OUTRA FOTO DA PRESIDENTE?

Na matéria da EBC, talvez por ser uma agência governamental, deve haver falta de imagens em pose séria da presidente, o que talvez tenha motivado o editor do material, na página oficial da EBC a usar uma foto de Dilma Rousseff sorridente, como se extraísse algum prazer do sofrimento do militar.

Aliás, desde que o vandalismo começou em junho, disfarçado de manifestações pacíficas, os criminosos de cara escondida já destruíram, apenas em SP e Rio de Janeiro, coincidentemente, apenas coincidentemente, estados os quais os petistas gostariam de governar, mais de 400 agências bancárias, e inúmeras instalações públicas e privadas, prejudicando grandemente o próprio povo, a quem dizem representar ou defender os interesses.

São apenas criminosos de rosto escondido, que desprezam a democracia, o estado de Direito, a leis, e o próprio sistema capitalista. Para essa gente o regime ideal é do tipo cubano, ou como a verdadeira merda instaurada na Venezuela chavista, ora governada pelo tiranete Nicolas Maduro.





Tenho idade suficiente para dizer que vivi os anos 60, e afirmo que, em 1964, por muito menos do que agora os Black Bloc estão fazendo, os militares derrubaram Jango Goulart, com apoio de grande parte da população e tomaram o governo, frustrando os comunistas que estavam de olho na cadeira de Jango.

GOVERNADOR É FRACO

Não gosto dos tucanos, pois não passam de uma espécie de petistas emplumados, tipo socialista light; contudo, a entregar o governo à curriola petralha ou ao candidato lulista, o ministro Padilha, o poste que Lula quer enfiar nos paulistas, fico com Geraldo Alckmin, pois ao menos o PSDB não tem pretensões totalitárias.

Mas não posso deixar de dizer que Alckmin é um fraco. Pressionado pelos politicamente corretos de seu partido e dos outros, pelas entidades simpáticas ao PT como a OAB (isso é cada vez mais nítido, pelas posturas assumidas), promotores públicos e ongs que dizem representar o povo, e a própria imprensa que está de forte namoro com o esquerdismo totalitário, o governador esbraveja, mas nada resolve.

Desde junho São Paulo passa por ondas de destruição e ódio, com imenso prejuízoà vida dos paulistanos, mas o governador é incapaz de convocar uma rede de emissoras de TV e conversar com o povo. Que faça isso antes de depois de cada manifestação que se diz pacífica e termina em vandalismo criminoso e que imponha a ordem.

Os trabalhadores paulistas e paulistanos, os cidadãos contribuintes, usuários dos serviços públicos, estão cansados do vandalismo criminoso, mas impacientes pela inoperância do governo diante do terrorismo que se impõe a cada dia.

Sim, o que vemos seria considerado terrorismo em qualquer democracia, e isso não seria tolerado pelas instituições, polícia e a própria população. Os paulistas estão demonstrando paciência e tolerância demais para com os criminosos.

Ou a ordem e a lei se impõem, e os criminosos são detidos e tirados de circulação, ou a situação vai ficar cada vez mais tensa, quanto mais próxima estiver a eleição de 2014.

Afinal, senhor Geraldo Alckmin, o senhor é um governador ou um rato assustado?

REAÇÃO PÍFIA

Segundo a imprensa, “O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), classificou como “covarde” a agressão ao coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi, espancado por vândalos mascarados na noite de sexta-feira, e defendeu uma mudança na legislação para endurecer o crime de ataque contra policiais.

Alckmin também afirmou que a PM abriu uma “ampla investigação” sobre o caso e confirmou que um dos suspeitos foi preso.

“As imagens covardes que vimos ontem do coronel Reynaldo sendo agredido mostram ações de vândalos e criminosos. Um dos agressores já foi indiciado por tentativa de homicídio e terá prisão preventiva decretada. Uma ampla investigação está em curso”, escreveu o governador em seu Twitter.

“Policiais são representantes do Estado, defensores da sociedade. Defendemos a mudança da lei federal para que o crime de agressão a policiais tenha agravante”, afirmou. “Desejo a mais rápida recuperação ao coronel Reynaldo Rossi e a outros policiais covardemente agredidos.”

O coronel Simões Rossi recebeu atendimento médico na madrugada deste sábado no Hospital das Clínicas e foi liberado. A agressão contra ele foi filmada.”

Veja a agressão ao coronel





  

ESTUDANTE CONSERVADOR DA UFSC ALERTA CONTRA O AVANÇO DO PROJETO COMUNISTA REVOLUCIONÁRIO NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. "É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina". (Antonio Pinho)

Carta aberta contra o socialismo na UFSC


Antonio Pinho

Caros alunos da UFSC,

Dirijo-me a vocês, estudantes da nova geração, porque a antiga, a de seus professores, está corroída até a alma pelo verme da desonestidade. A esperança de que a saúde intelectual e moral dessa nação melhore está em vocês. Espero que estas breves palavras tenham algum impacto em vocês, como um balde de água que se joga em alguém que antes dormia. Meu chamado a vocês é que ACORDEM para o grande perigo que nos rodeia.

Vejo um futuro negro a nossa nação. Vejo esse futuro sombrio se materializar velozmente ao meu redor. Continuando o atual processo destrutivo e revolucionário, o Brasil deixará de existir em duas ou três décadas, diluindo-se na “Pátria Grande” latino-americana, que está agora mesmo sendo construída pela esquerda. A Pátria Grande será um mega bloco comunista totalitário governado desde Havana, pelo Foro de São Paulo, no qual as atuais nações latino-americanas serão meras províncias de um grande e centralizado governo.

O Brasil entrará, portanto, muito em breve, para a lata de lixo da história. Dele só se terá uma breve lembrança, que lá houve uma ditadura terrível, que tendo matado 300 pessoas, foi pior que a ditadura de Fidel Castro que matou mais de 115 mil pessoas. O Brasil será uma nota de rodapé – muito vergonhosa – na história da construção da gloriosa Pátria Grande. Se continuarmos seguindo a estrada na qual caminhamos, este será, sem dúvida alguma, o ponto de chegada.

No meio disso tudo, há uma criminosa conivência de setores da UFSC pela destruição da cultura e da soberania nacional. Muitos cursos e centros de pesquisa das ciências humanas tornaram-se apenas instrumentos dóceis nesse processo revolucionário, caixas de ressonância de ideologias forjadas em Cuba e na Venezuela. Muito se falou do Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Outro Preto, mas a UFSC também tem o seu.

É o IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos), cujos membros são ligados a partidos comunistas e ao Foro de São Paulo. Esse grupo luta abertamente pela construção de um futuro comunista ao Brasil, e a sua destruição em favor da construção da Pátria Grande latino-americana. O símbolo do Foro está estampado em publicações do IELA. Se o Centro de Difusão do Comunismo foi fechado por fazer propaganda política com recursos públicos, o que é ilegal, o mesmo deveria ocorrer com o IELA, que promove eventos na UFSC como a Semana Paulo Freire ou as Jornadas Bolivarianas, eventos nos quais participam agentes do governo cubano e abertamente ligados ao Foro de São Paulo. 

O CDS – Centro de Desportos – da UFSC, no qual ocorre a semana Paulo Freire, bem que poderia se chamar Centro de Difusão do Socialismo (ainda hoje desconfio que a sigla CDS seja isso mesmo).
Como comunismo e perseguição cristã sempre andam de mãos dadas, os setores revolucionários da UFSC não poderiam ficar de fora. Os símbolos cristãos são ofendidos em meio à praça do campus, por estudantes do curso de Artes Cênicas. Ao mesmo tempo, nas salas de aula das ciências humanas, há a hegemonia do sentimento anticristão e do materialismo. O centro de psicologia dá andamento à destruição da moral quando praticamente só se interessa em pesquisar sobre sexualidade.

Os pedagogos da UFSC promovem concursos de cartazes “anti-homofobia” em escolas infantis de Florianópolis, que significa a destruição dos valores que as crianças aprendem em casa e na igreja, e a preparação das novas gerações à aceitação da legalização da pedofilia (a meta última do movimento gay é esta, e não apenas a legalização do casamento homossexual). As feministas se reúnem anualmente para propagar o ódio ao cristianismo e o fim da família tradicional num evento chamado “Fazendo o Gênero”. O curso de Direito faz apologia aberta ao governo genocida dos irmãos Castro ao organizar o “Cuba em Foco”.

É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina.   
   
Atenciosamente,
Antonio Pinho
Editor e articulista do blog UFSC Conservadora.

UFSC CONSERVADORA:

Recomendo a todos os jovens universitários preocupados com o futuro do Brasil a leitura dos textos do Blog da Juventude Conservadora da UNB, editado por Felipe Melo. Procurem seguir o exemplo dos blogs da UFSC Conservadora e o da UNB Conservadora. Há inimigos demais à espreita, nas sombras, solapando, dia a dia, as nossas já poucas liberdades. Eles estão sempre disfarçados de progressistas, de esquerda, de politicamente correto, de ecochatos, mas são um perigo para a democracia, pois juraram fidelidade no altar do Totalitarismo. E, no caso deste, todos são ligados consciente ou inconscientemente (como teleguiados) ao Foro de São Paulo, entidade absolutamente do Mal fundada por Fidel Cadtro e Lula, no início os anos 90.

BLOG DA JUVENTUDE CONSERVADORA DA UNB (EDITADO POR FELIPE MELO):





MULHER ENCONTRADA MORTA EM MALA EM SANTOS. A TRISTE HISTÓRIA DA PROFESSORA CLÁUDIA MACCHIONE DE SAMPAIO, 74 ANOS, ENCONTRADA MORTA NO BOQUEIRÃO. Há exatos 85 anos, no mês de outubro de 1928, foi descoberto no porto, também em uma grande mala, o corpo de Maria Mercedes Fea, assassinada pelo marido Giuseppe Pistone. Macchione foi morta supostamente pelo filho Carlos Macchione de Sampaio, 39 anos, tradutor, preso em flagrante.


IMAGEM DO VIDEO DE SEGURANÇA DO EDIFÍCIO. FILHO SUSPEITO LEVA A MALA PARA FORA, COMO SE FOSSE LIXO. DENTRO UM MENDIGO ENCONTROU O CORPO DA SENHORA CLAUDIA MACCHIONE (Rep. G1TVTribuna)


CLAUDIA MACCHIONE DE SAMPAIO
A avenida Conselheiro Nébias é uma das mais antigas e importantes vias de Santos, ligando o centro antigo à orla da praia. Já teve casarões magníficos, hoje é uma via comercial.

Na última quadra, perto do amado mar de Vicente de Carvalho, há um bloco maciço de edifícios de apartamento onde, um dia, no glorioso passado de Santos, existiu o famoso complexo de diversões chamado Miramar. 

Depois da demolição do Miramar, responsável pelas agradáveis lembranças de gerações de santistas, surgiram os edifícios de apartamento, geralmente de um quarto ou kitinetes, destinados a veranistas.


NO BLOCO À DIREITA FUNCIONOU O MIRAMAR


No interior desse bloco de edifícios é que existiu, durante muitos anos, um dos maiores cinemas do Brasil, o Caiçara, com mais de 1.200 lugares. Ali muita gente riu, chorou, sofreu, tomou sustos incríveis, enamorou-se,  com filmes como Psicose, de Hitchcok. E foi em um desses pequenos apartamentos que resolveu morar, um dia, Cláudia Macchione de Sampaio, no edifício de número 843.

E sua história tranqüila de professora aposentada termina, aos 74 anos, na madrugada deste sábado, com um final aterrador, como em um filme policial, ou numa reedição de Psicose.  

Perto das duas horas da madrugada um sujeito atento e curioso percebeu algo estranho, fora do comum, um outro sujeito sai de um edifício e olhando para os lados, com cautela. Ele deixa uma mala na calçada.

Não é a todo momento que alguém coloca lixo para fora, de madrugada, especialmente em uma mala de viagem. Mal sabia, o cidadão curioso, a surpresa que teria. Deixou passar um tempinho e foi até a mala, abrindo-a, para bisbilhotar o interior. O que, afinal, estavam jogando fora daquele modo?

Meu Deus! Uma pessoa! Uma pessoa morta!

Foi a última viagem de Cláudia Macchione de Sampaio. 

A polícia foi chamada e logo chegou ao apartamento de onde teria saído o sujeito que deixou a mala na calçada. Depois de alguma hesitação o morador acabou abrindo a porta e apresentando-se, segundo relatos da imprensa, já com as mãos na cabeça.

O sujeito era Carlos Macchione de Sampaio, 39 anos, tradutor, um dos filhos de Cláudia. Segundo informações, havia passado a morar com a mãe há não muito tempo. Segundo a imprensa, ele teria morado com a mãe no Canadá, há muitos anos, ocasião em que sofreu grave acidente de carro, tendo o cérebro afetado. 

Segundo a polícia, ele não faz tratamento psiquiátrico e nem é usuário de drogas; contudo, tinha um comportamento retraído e vivia bastante isolado.



A vida é cheia de mistério e surpresas.     

(GJ) 

MARIA FEA E O CRIME DA MALA

7 DE OUTUBRO DE 1928

Giuseppe Pistone e Maria Mercedes Fea conheceram-se em 1925 a bordo de um navio que seguia de sua terra natal, Itália, para Buenos Aires, Argentina. Ele, então com 31 anos de idade, buscava melhores condições de vida; ela, aos 20, ia visitar a mãe, que mudara-se para lá anos antes. Começaram a namorar e, quando Maria completou 21 anos, casaram-se, imigrando para o Brasil no navio Conte Biancamano.


MARIA FEA E PISTONE

Trabalhando na casa de salames e vinhos de seu primo Francesco Pistone em São Paulo, Giuseppe recebe deste uma proposta de sociedade. Sem o capital necessário, escreve um telegrama à sua mãe Marcelina Baeri, na Itália, pedindo um valor equivalente a 150,000 contos de réis, parte de uma herança deixada por seu pai. Mesmo diante da recusa da mãe, aceita a proposta do primo, pretendendo mais tarde extorqui-lo.

O crime

Maria Fea decidiu então escrever uma carta à sogra, revelando toda a verdade sobre os pedidos de dinheiro. Na manhã de 4 de outubro de 1928, Giuseppe descobre a carta. O casal briga, e Pistone sufoca a esposa com um travesseiro. Sem saber o que fazer com o corpo, decide ocultá-lo em uma mala, seccionando o joelho com uma navalha e quebrando o pescoço para que o cadáver coubesse na mesma. Usando endereços e nomes falsos, remete a mala à "Francesco Ferrero", em Bordeaux, França, através do navio Massilia.

No dia 7 de outubro de 1928 a mala é içada a bordo do navio, então atracado no Porto de Santos. Ao ser descarregada, sofre um pequeno impacto, que abre uma fresta na parte inferior e revela um forte mau cheiro. A mala é aberta, e o cadáver, em avançado estado de decomposição, descoberto. Junto a ele, além de algumas roupas da vítima (quinze pares de meia, duas almofadas, duas camisolas, duas saias comuns, uma saia com anágua, um chapéu) e a navalha utilizada no crime, estava um feto de uma menina, com aproximadamente seis meses de gestação. 

Desfecho

As investigações conduzem a polícia até Giuseppe que, preso, falou que apenas discutira com a mulher e ela morrera de um mal súbito. Após o resultado da autópsia (morte por sufocação ou esganadura) alegou ter cometido o crime por encontrar sua esposa com um amante no apartamento do casal, versão que manteve mesmo após o testemunho de vizinhos, que ouviram a briga na manhã de 4 de outubro.3 Em 15 de julho de 1931, é condenado a 31 anos de prisão, por homicídio e ocultação de cadáver.

Em 13 de junho de 1944, através de um decreto presidencial, sua pena é comutada para 20 anos de prisão. Pistone é colocado em liberdade condicional em 3 de agosto do mesmo ano, e sua pena é considerada cumprida em 5 de novembro de 1948.1 Consegue emprego em Taubaté, como zelador de um prédio. Volta a casar-se em 1949, vindo a falecer em 28 de junho de 1956.
A MALA DE MARIA FEA NO MUSEU DO CRIME


O corpo de Maria Fea foi sepultado no Cemitério da Filosofia em Santos, e seu túmulo desde então virou alvo de uma espécie de peregrinação religiosa, com fiéis atribuindo a ela diversos tipos de milagres.

A mala encontra-se atualmente em exposição no Museu do Crime, em São Paulo.
(Informações de Wikipédia)



FOTO DE MARIA FEA E PISTONE:




FOTO DA MALA DE MARIA FEA: