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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
domingo, 28 de setembro de 2014
terça-feira, 15 de outubro de 2013
OLAVO DE CARVALHO, LOBÃO E GRAÇA SALGUEIRO COMENTAM O GOLPE DOS TARADOS DA CENSURA. No Brasil não faltam malucos para censurar a imprensa, os que pensam diferente, as artes.
"Quem tem dúvidas sobre se os comunistas no poder querem controlar tudo, de alto a baixo, é muito burro" (Olavo de Carvalho, sobre a intenção de criação no Brasil de uma legislação para controlar a Internet)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
MARTA SUPLICY E A MORDAÇA NOS ASSUNTOS DE SEXO. PLC 122 cria áreas especiais para a Liberdade de Expressão. E a Constituição do Brasil? Será reescrita ou revogada?
A senadora, pelo noticiário, parece que está, sim, pensando em fazer os evangélicos e religiosos, em geral, e todos os demais os brasileiros de tolinhos.
Ela quer passar por cima da Constituição com suas propostas de alteração para o PLC 122, que trata de homofobia. O texto abaixo (de Júlio Severo), do WIKI Repórter, foi reproduzido do site Midia Sem Máscara.
POLÍTICA
Aperta-se a mordaça: Marta altera PLC 122
34 acessos - 1 comentários
Nesses termos, se o PLC 122 for aprovado, portais católicos e evangélicos, sites de
igrejas, pregações de pastores e padres postadas em blogs ou páginas na internet
que discordarem da prática homossexual poderão sofrer ações criminais.
A senadora Marta Suplicy anunciou que fez uma mudança fundamental no texto
do PLC 122. A divulgação foi feita durante o programa Cidadania da TV Senado
no dia 28 de Março, onde ela discursou a favor da agenda homossexual.
A alteração foi a introdução de um parágrafo que protege templos religiosos de
sofrer ações criminais por opiniões classificadas como "homofóbicas". O novo texto
deixa claro que o PLC 122 não se aplicará a templos religiosos, pregações ou
quaisquer outros itens ligados à fé, desde que não incitem a violência: "Eu tenho
também que proteger essa liberdade deles de poderem falar dentro de um templo",
afirma a senadora.
Muitíssimo obrigado, dona Marta, por nos dar o direito de falar pelo menos
dentro de nossos templos o que Deus fala na Bíblia sobre a homossexualidade!
Estamos emocionados com sua bondade! Obrigado por não nos proibir de falar
dentro de nossos templos.
De acordo com as novas imposições do PLC 122, os ativistas gays terão plena
liberdade de pregar a favor da homossexualidade dentro e fora de seus
grupos militantes, inclusive em escolas, TVs, rádios e outros lugares
públicos. Ah, e os cristãos terão essa mesma liberdade nos lugares
públicos? Claro que sim, desde que seja para elogiar o homossexualismo.
Se não quiserem elogiar, dona Suplicy lhes garante caridosamente liberdade
de expressão apenas no interior dos templos religiosos.
O novo texto do PLC 122 agora inclui o parágrafo: "O disposto no caput deste
artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na
liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do
artigo 5° (da Constituição)". Isto é, na prática, conforme reconheceu a própria
senadora, o novo texto exclui a mídia eletrônica dessa "liberdade de consciência".
Ela diz: "tomei o cuidado de que em mídia eletrônica não pode fazer isso.
Mas, dentro de um templo, se não incitar a violência, for alguma pregação
religiosa, de culto, de dogma, de fé..."
Nesses termos, se o PLC 122 for aprovado, portais católicos e evangélicos,
sites de igrejas, pregações de pastores e padres postadas em blogs ou páginas
na internet que discordarem da prática homossexual poderão sofrer ações
criminais, sendo julgados como "homofóbicos" seus respectivos autores e
presos por até 3 anos, além de obrigados a pagar multa.
Enquanto o PLC 122 não sai, salve tudo o que você puder do Blog Julio Severo,
pois a senhora Marta Suplicy está determinada a censurar toda opinião cristã que
não esteja confinada às quatro paredes de um templo religioso.
Júlio Severo - Mídia Sem Máscara
igrejas, pregações de pastores e padres postadas em blogs ou páginas na internet
que discordarem da prática homossexual poderão sofrer ações criminais.
A senadora Marta Suplicy anunciou que fez uma mudança fundamental no texto
do PLC 122. A divulgação foi feita durante o programa Cidadania da TV Senado
no dia 28 de Março, onde ela discursou a favor da agenda homossexual.
A alteração foi a introdução de um parágrafo que protege templos religiosos de
sofrer ações criminais por opiniões classificadas como "homofóbicas". O novo texto
deixa claro que o PLC 122 não se aplicará a templos religiosos, pregações ou
quaisquer outros itens ligados à fé, desde que não incitem a violência: "Eu tenho
também que proteger essa liberdade deles de poderem falar dentro de um templo",
afirma a senadora.
Muitíssimo obrigado, dona Marta, por nos dar o direito de falar pelo menos
dentro de nossos templos o que Deus fala na Bíblia sobre a homossexualidade!
Estamos emocionados com sua bondade! Obrigado por não nos proibir de falar
dentro de nossos templos.
De acordo com as novas imposições do PLC 122, os ativistas gays terão plena
liberdade de pregar a favor da homossexualidade dentro e fora de seus
grupos militantes, inclusive em escolas, TVs, rádios e outros lugares
públicos. Ah, e os cristãos terão essa mesma liberdade nos lugares
públicos? Claro que sim, desde que seja para elogiar o homossexualismo.
Se não quiserem elogiar, dona Suplicy lhes garante caridosamente liberdade
de expressão apenas no interior dos templos religiosos.
O novo texto do PLC 122 agora inclui o parágrafo: "O disposto no caput deste
artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na
liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do
artigo 5° (da Constituição)". Isto é, na prática, conforme reconheceu a própria
senadora, o novo texto exclui a mídia eletrônica dessa "liberdade de consciência".
Ela diz: "tomei o cuidado de que em mídia eletrônica não pode fazer isso.
Mas, dentro de um templo, se não incitar a violência, for alguma pregação
religiosa, de culto, de dogma, de fé..."
Nesses termos, se o PLC 122 for aprovado, portais católicos e evangélicos,
sites de igrejas, pregações de pastores e padres postadas em blogs ou páginas
na internet que discordarem da prática homossexual poderão sofrer ações
criminais, sendo julgados como "homofóbicos" seus respectivos autores e
presos por até 3 anos, além de obrigados a pagar multa.
Enquanto o PLC 122 não sai, salve tudo o que você puder do Blog Julio Severo,
pois a senhora Marta Suplicy está determinada a censurar toda opinião cristã que
não esteja confinada às quatro paredes de um templo religioso.
Júlio Severo - Mídia Sem Máscara
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/11983-aperta-se-a-mordaca-marta-altera-plc-122.html
Este é o link para o site do PLC 122, de Marta Suplicy, onde está a mudança proposta:
http://www.plc122.com.br/marta-suplicy-propor-novo-texto-plc122/
Caro cidadão, leia tudo com atenção e chegue às suas próprias conclusões
sobre se o projeto acaba ou não com a Liberdade de Expressão
domingo, 3 de abril de 2011
SÓ ALGUNS TÊM LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO BRASIL? POR ONDE ANDA A NOSSA CONSTITUIÇÃO? OU JÁ VIVEMOS NA GRANJA DE GEORGE ORWELL?
Já que o segredo de aborrecer é dizer tudo, então vamos lá. No Brasil, desde que se seja “um deles”, qualquer coisa pode ser dita. Como quem faz o barulho são os movimentos militantes e como os ditos-cujos pertencem todos ao “Partido”, mesmo as maiores bobagens — algumas francamente preconceituosas — passam por iluminações. Assistam a este vídeo do Apedeuta.
Vocês imaginam o que teria acontecido a um adversário do PT se tivesse dito algo parecido? omo as palavras foram ditas por Lula, então se entende que ele apenas está afirmando a importância que exerce a comida no embelezamento do povo. O outro vídeo já é um clássico.
Vivemos uma forma muito particular do “politicamente correto”. Não é que certas coisas não podem ser ditas de jeito nenhum! Por aqui, só certas pessoas têm pedigree democrático para dizê-las. A liberdade de expressão está se transformando num direito exclusivo da aristocracia de esquerda. Por isso ninguém vai importunar Lula, Matilde Ribeiro ou Luíza Barrios.
Por Reinaldo Azevedo
02/04/2011
02/04/2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
O CONTROLE DO VOCABULÁRIO LIMITA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E O PENSAMENTO
Texto originalmente publicado com o título abaixo.
Troca de palavras
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 8 de março de 2010
Não há instrumento de controle social mais eficiente do que a imposição de novas normas de linguagem, que limitam o pensamento e modelam a conduta das multidões e mesmo das elites sem que estas ou aquelas, no mais das vezes, cheguem sequer a perceber que estão sendo manipuladas.
Nas altas esferas do movimento comunista, o emprego desse instrumento foi adotado como estratégia prioritária de guerra cultural para a destruição da civilização do Ocidente desde pelo menos a segunda década do século XX, entrando numa etapa de aplicação maciça, em escala mundial, a partir dos anos 60.
Obsessivamente devotados aos fronts mais materiais e vistosos da luta anticomunista – a defesa da economia de mercado e das instituições democráticas formais –, os liberais e conservadores em geral não deram a mínima atenção a esse aspecto da luta cultural, chegando mesmo a fazer troça do “politicamente correto” como se fosse apenas uma extravagância inofensiva e passageira, denunciando como paranóico alarmista quem quer que visse aí alguma ameaça real. Como sempre acontece em tais circunstâncias, a afetação de superioridade serviu apenas para mascarar a fragilidade inerme da vítima que nega o perigo por medo de enfrentá-lo e assim deixa que ele cresça até o ponto em que toda veleidade de combatê-lo já se tornou inútil.
Hoje em dia, o controle esquerdista do vocabulário é um fato consumado, e aqueles que riam dele vinte anos atrás são os primeiros a submeter-se à autoridade postiça que prescreve limites à sua liberdade não só de expressão, mas até de pensamento.
Dentre outros inumeráveis decretos baixados por essa entidade, um que desperta na mídia e nas classes falantes em geral um reflexo de obediência automática é aquele que proíbe chamar de assassino o psicopata que matou com fria crueldade um garoto de seis anos. Por ser apenas nove anos mais velho que a vítima na ocasião do delito, esse monstro deve ser polidamente designado como “o jovem envolvido no crime”.
Quem imagine que se trata de mera questão de palavras, por ignorar que os nomes dados às coisas determinam nosso modo de vê-las e de lidar com elas, terá a ocasião de despertar do seu sono semântico ao saber que um juiz federal concedeu ao criminoso o direito de morar no exterior, com despesas pagas por você e por mim, porque o desgraçado se sentia, coitadinho, inseguro e mal querido no Brasil (v. http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/2/
moradia_no_exterior_apos_pena_por_morte_de_joao_helio_64829.html). Claro: se o fulano não é “um assassino”, e sim apenas “um jovem”, por que não conceder-lhe a afeição paterna, a ternura sem fim que o código moral hediondo do Estado brasileiro reserva aos membros mais violentos e brutais dessa faixa etária?
Nos EUA, o governo já reprime o uso do termo “terroristas” para designar os celerados que matam americanos e israelenses com vôos suicidas ou bombas em supermercados. Até a FoxNews, tida como “de direita”, passou a moderar gentilmente sua linguagem ao falar dessas criaturas, desde que o canal aceitou investimentos de um potentado árabe. “Assassinos”, em contrapartida, é como são rotulados por toda parte os onze heróis que, em boa hora, e sem pôr em risco a vida de mais ninguém, deram cabo de um autêntico assassino em massa, o líder da organização terrorista Hamas. Uma vez que a mídia universal subscreveu esse rótulo infamante, o salto da fala aos atos é instantâneo: aproveitando-se da gritaria geral, a Interpol, uma organização notoriamente pró-comunista a serviço do governo do Irã, mas que ainda posa aos olhos do público ignorante como instituição policial respeitável, desfechou uma caçada mundial aos onze, culpados tão somente de um ato de guerra contra um inimigo em guerra.
Mudar o valor e o peso das palavras é determinar, de antemão, o curso dos pensamentos baseados nelas e, portanto, das ações que daí decorram. Quem quer que consinta em adaptar seu discurso às exigências do “politicamente correto”, seja sob o pretexto que for, cede a uma das chantagens morais mais perversas de todos os tempos e se torna cúmplice do jogo de poder que a inspirou.
Extraído do site de Olavo de Carvalho (http://www.olavodecarvalho.org/index.html?index.htm)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
JUIZ DO PARÁ CENSURA JORNALISTA E AMEAÇA COM PENA DE PRISÃO.
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Há alguma coisa errada com o ensino do Direito, no Brasil. Embora as decisões judiciais possam ser contestadas nos tribunais, juízes brasileiros parecem agir de forma cada vez mais arbitrária.
Os estudantes de Direito parecem estar aprendendo noções que entram em choque com o fundamental no Estado de Direito, o respeito à Constituição e às leis. Os juízes podem decidir como quiserem, mas parece que estão querendo consertar o mundo, ou impedir que denúncias de crimes melhorem o ambiente geral da Sociedade.
Este assunto ainda poderia ser alvo de estudo em algum trabalho de pesquisa, pois ajudaria a esclarecer o que está havendo em nossas faculdades de Direito. Será que já há alguma disciplina que trate do Direito Achado na Rua, como costuma escrever o jornalista Reinaldo Azevedo?
AE - Agência Estado
O juiz da 4.ª Vara Federal do Pará Antonio Carlos Campelo intimou o jornalista Lúcio Flávio Pinto, que há 23 anos edita em Belém o Jornal Pessoal, a não publicar, sob pena de prisão em flagrante, processo criminal e multa de R$ 200 mil, qualquer notícia sobre o envolvimento de quatro pessoas, entre elas Rômulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana - proprietários do jornal O Liberal, TV Liberal e várias emissoras de rádio -, em fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
O processo em que a dupla é acusada de crimes contra o sistema financeiro nacional, no valor de R$ 3,3 milhões, corre sob segredo de Justiça desde a semana passada, embora esteja em tramitação desde 2008. Na edição da primeira quinzena de fevereiro, o Jornal Pessoal relatou com detalhes a audiência realizada no dia 1.º passado.
Segundo o jornalista, Ronaldo chorou diante do juiz e Campelo teria feito perguntas genéricas aos réus, sem relação direta com os fatos imputados. "O tom da audiência foi tão cordial que no início da sessão o magistrado perguntou ao réu se poderia chamá-lo de doutor. Ao final, se levantou para cumprimentá-lo e aos seus advogados", escreveu Lúcio Flávio Pinto.
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| http://www.kelleymeister.com/blog/?p=465 |
Ele disse ao jornal O Estado de S. Paulo que vai cumprir a determinação judicial, mas pretende recorrer, "em defesa do direito constitucional à liberdade de imprensa, com hierarquia superior ao segredo de Justiça".
Procurado, o juiz Antonio Carlos Campelo pediu que o jornal fizesse perguntas por e-mail sobre o caso. Isso foi feito, mas até o fechamento da edição o juiz não mandou as respostas.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
FINGEM IGNORAR QUE O CAOS PODERÁ LEVAR A OUTRA TIRANIA
MULHERES DA BURKA MENTAL - PARTE II
Conde Loppeux de la Villanueva
Voltei a assistir àquele debate sobre a questão árabe-israelense, patrocinado pelo Jornal Folha de São Paulo e divulgado na internet. Falei, no artigo anterior, sobre a professora de filosofia Bernadete Abrão, com seus tiques nervosos, suas caretas, apertos de lábios, olhares esbugalhados e suas opiniões dementes sobre Israel e os judeus. A sua comparsa das causas islâmicas, dona Arlene Clemesha, tem um aspecto mais agradável. É até bonita (uma raridade na FFLCH, dominada por canhões soviéticos do tipo Marilena Chauí), embora se dependesse dessas mulheres, usariam barbas, ora porque são marxistas, ora porque agora têm a mania de serem pró-islâmicas. Algumas talvez não iriam tão longe. As burkas realmente serviriam melhor. . .
Dona Arlene Clemesha é historiadora da USP e é Diretora do Centro de Estudos Árabes da mesma universidade. Apesar do cabedal, as opiniões que ela emitiu na palestra não fazem jus a sua carreira. Pelo contrário, o que escutei é um emaranhado de tolices absurdas. Às vezes me pergunto por que o contribuinte gasta para formar tanta gente com idéias tão bobalhonas. É pior. Esse pessoal da USP defende o que há de pior no mundo. Dona Arlene Clemesha, tal como Dona Bernadete Abrão, é um poço de desinformação!
Dona Clemesha começa a falar sobre a revolta do Egito contra o governo Hosni Mubarak. Ela diz que a rebelião de lá não tem como causa as investidas dos radicais da Irmandade Muçulmana, mas tão somente algo “espontâneo” e, portanto, “popular”. Ela ainda diz que é besteira temer o chamado “perigo islâmico”, já que nas palavras dela, os jovens egípcios estão nas ruas para exigir dignidade, pra exigir emprego, pra exigir pão, pra exigir moradia, pra exigir direitos humanos, respeito e fim da tortura nas prisões, etc. Tal resposta deixou-me mais perplexo ainda: Dona Clemesha só falta vender a idéia da rebelião egípcia como uma espécie manifesta de “Fórum Social Mundial”, de “outro mundo é possível”.
Convém dizer, desde quando exigir emprego, pão e casa para o governo pode ser considerada uma rebelião séria? Percebem-se aí os sentimentos difusos e incoerentes da massa. Na Rússia pré-soviética, a população exigia terra e pão e deu no que deu: uma ditadura sanguinária, que durou quase um século, com um preço de milhões de mortos. Por que no Egito, cuja tradição de democracia é tão inócua como na Rússia czarista seria diferente?
O que dona Clemesha finge ignorar é que a revolta egípcia tem todo o caráter de uma oclocracia, de uma rebelião de multidões, que ao causarem um caos governamental e destruírem o governo, vão deixar um vácuo de poder. Na velha tradição política ocidental, a oclocracia quase sempre leva uma nação aos caos e ao cesarismo, que é o governo da tirania. No caso islâmico, provavelmente a tirania teocrática vai tomar o poder. E quem ocupará este poder? Obviamente a Irmandade Muçulmana, o único grupo realmente organizado para tomar as rédeas do país, além do exército.
A professora fala de democracia e direitos humanos, mas não nos cita um grupo sequer no Egito que defenda esses valores. Pelo contrário, as revoltas na Jordânia, no Iêmen, na Tunísia e demais países, a grande maioria formada de governos aliados dos Eua, têm o dedo do Irã no meio. Dona Arlene acredita que o Irã liga pra direitos humanos? Que os fanáticos islâmicos estão preocupados com isso? Claro que ela não é tão idiota assim. É tão somente uma pessoa intelectualmente desonesta.
Leia o texto integral no blog http://cavaleiroconde.blogspot.com/
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RADICAIS PIORES QUE OS FUNDAMENTALISTAS ISLÂMICOS
MULHERES DA BURKA MENTAL - PARTE I
Conde Loppeux de la Villanueva
Conde Loppeux de la Villanueva
Uma grande amiga da internet me mostra um debate a respeito do conflito árabe-israelense, patrocinado pelo jornal Folha de São Paulo. Dentre os participantes, chamou-me a atenção o posicionamento ideológico das duas mulheres debatedoras. Os regimes islâmicos, em geral, não são nada caridosos com elas. Alguns países admitem a extirpação do clitóris das moças; outros impõem a burka e surram as mulheres que buscam trabalho ou estudo; e em países como o Irã, o testemunho da mulher vale menos do que um homem (para não dizer que não vale absolutamente nada).
Um debatedor da mesa, um português muito perspicaz, respondeu às mulheres da mesa que só a democracia ocidental permite que elas tenham essa participação nos assuntos públicos. E desafiou a todo mundo qual país islâmico há mulheres na política. Eu poderia recordar o nome de Benazir Bhutto, duas vezes primeira-ministra do Paquistão e primeira (e única) mulher a ocupar um cargo de chefia de governo de um país islâmico. Ah, ela foi assassinada pelos radicais de sua religião!
Uma delas se chama Bernadete Abrão e seu currículo é o de professora de filosofia. Encontro seu nome em um tal "Manifesto filósofos-pró Dilma Roussef", dando seu nome ao PT e à campanha da atual presidente Dilma Rousseff. Medo! Desde que Marilena Chauí virou referência para a filosofia no Brasil, eu costumo desconfiar desse tipo de ensino no Brasil. De fato, ela tem artigos em defesa da causa palestina, principalmente na página do vermelho, o portal do Partido Comunista do Brasil. Não sinto medo, mas pavor! A filósofa escreve num site stalinista! E ela defende a causa palestina em nome dos Direitos Humanos.
O problema é o discurso seletivo dela quando a questão são os “direitos”. Ela começa o debate falando de sua fazenda no interior de São Paulo. Sua voz é melíflua, lânguida, fanhosa, para escamotear um temperamento genioso e explosivo. Isso não é problema: Stálin tinha uma voz melíflua, fanhosa e lânguida e matou umas dezenas de milhões de pessoas. É uma senhora cheia de tiques nervosos e caretas. E faz uma falsa analogia: compara a colonização judaica na Palestina com a tomada de sua própria fazendinha (ela deve estar confundindo a comunidade judaica com o MST). Fala das “gangues terroristas sionistas” que atacavam as aldeias árabes, desde o início do século XX! E depois chega a conclusão da ilegitimidade do Estado judeu. Sua ladainha é um retrato fiel da aliança da esquerda com o islamismo radical ao extremo. Até aí nada de novo.
O que me assustou é que dona Bernadete, que provavelmente não deve ser islâmica, parece mais radical do que qualquer fundamentalista islâmico. É pior, embora ela se autodenomine “anti-sionista”, na prática, corrobora com todo o discurso de ódio anti-judaico dos grupos anti-semitas. Jean François Revel, no âmago de seu sarcasmo, dizia que o anti-sionismo era o tapa-sexo do anti-semita moderno. O que me surpreendeu naquela vozinha falsamente adocicada, fanhosa, não foi o ódio anti-judeu ou o apoio patético ao terrorismo islâmico. Foram simplesmente as mentiras históricas e políticas que Dona Bernadete afirmou para aquele público.
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O AMIGO DE LULA MANDOU MATAR 270 PESSOAS. Segundo o ex-ministro da Justiça da Líbia.
O![]() |
| Abdelbaset Ali Mohmet al-Megrahi ( www.telegraph.co.uk/ news/newstopics/politics/...) |
A Imprensa internacional está informando que Mustapha Abdel Jalil, ex-ministro da Justiça da Líbia (renunciou ao cargo após Muammar al-Kadafi ter mandado o exército atirar no povo), escondido em algum lugar do país por motivos de segurança, disse que tem provas de que foi Kadafi quem mandou Abdelbaset Ali Mohmet al-Megrahi explodir o avião da Pan Am que caiu sobre Lockerbie, na escócia, em 1988. Morreram 270 pessoas.
Kadafi é aquele a quem o ex-presidente Lula chamou várias vezes de amigo, e sobre o qual, agora, mantém silêncio.
Megrahi, que tem 58 anos, ficou preso, cumprindo uma pena de prisão perpétua na Escócia até 2009, quando Kadafi, por meio de negociações com o governo escocês, conseguiu libertá-lo e transferí-lo para a Líbia, onde foi recebido como herói nacional.
O motivo da libertação, que gerou muitos protestos, foi a alegação de que Megrahi estaria com câncer na próstata em estágio muito avançado. Assim, por razões humanitárias, o governo escocês teria permitido ao assassino terrorista passar seus últimos dias na terra natal.
Pelo que se sabe, o monstro continua vivo na Líbia.
Comento:
O ditador líbio foi acusado de ter permitido vários atentados terroristas. A gota d´água foi a explosão de uma discoteca em Berlim, onde morreram muitos americanos.
Ronald Reagan, à época presidente americano, mandou explodir o palácio de Kadafi, em Tripoli, e este escapou da morte bastante ferido. Perdeu a filha Hannah.
Desde então a Líbia passou por uma quarentena internacional que sufocou a sua economia. Kadafi reconheceu, nos anos 90, a responsabilidade líbia nos atentados e começou a pagar indenizações às famílias das vítimas.
No caso do terrorista Megrahi, os que protestaram contra a sua transferência para a Líbia dizem que Kadafi fez um acordo com a Escócia porque teria feito ameaças em relação aos contratos de extração de petróleo que envolvem interesses da empresa britânica BP (British Petroleum).
Teria sido tudo, então, não motivado por um câncer, mas por algo mais profundamente arraigado na terra.
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TIRANIA
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
BRAZIL LEADS THE GOOGLE CENSORSHIP. Ou: uma liderança vergonhosa (398 textos jornalísticos censurados)
O título acima é do blog
Por Gabriel Manzano, jornal O Estado de S. Paulo:
Por Gabriel Manzano, jornal O Estado de S. Paulo:
Só na primeira metade do ano passado, o Google foi obrigado por autoridades brasileiras a tirar do ar 398 textos jornalísticos. Foi recorde mundial do período. O dobro do segundo da lista, a Líbia. O dado está no relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), divulgado ontem em São Paulo.
Além disso, nos dias finais da corrida eleitoral brasileira os juízes do País emitiram 21 ordens de censura, revela uma pesquisa do Centro Knight para o Jornalismo, do Texas (EUA). Muitas agências de notícias foram também multadas ou tiveram de remover conteúdos.
“Esse quadro mostra que a censura e a autocensura, que vem junto, estão atingindo níveis muito sérios no Brasil”, resumiu Carlos Lauria, coordenador do CPJ, que veio ao Brasil apresentar o levantamento Ataques à Imprensa em 2010.
Ele distribuiu ainda outro texto menor sobre a situação na América Latina, em encontro promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). “Nossos levantamentos apontam 44 jornalistas mortos em serviço e 145 presos, em todo o mundo, no ano passado”, resumiu.
A censura ao Estado, hoje em seu 565.º dia, é o destaque de abertura do levantamento sobre o continente. “É espantoso que, num país como o Brasil, um dos maiores jornais seja proibido de noticiar um grande escândalo, que envolve figuras políticas conhecidas. Não consigo imaginar o The Washington Post sendo proibido de publicar algo sobre um ex-presidente americano”, disse ele.
Lauria vai a Brasília amanhã, onde se reunirá com autoridades do Planalto, da Secretaria das Comunicações e dos Direitos Humanos. A agenda inclui uma visita ao Supremo Tribunal Federal.
Artifício. Os levantamentos do comitê, nos cinco continentes, apontam um novo artifício dos governos para impedir o trabalho da imprensa: eles enquadram os jornalistas em crimes de outra ordem, como subversão ou atos contra o interesse nacional, nos quais as leis sobre imprensa não se aplicam. Isso tem ocorrido no Oriente Médio, no Casaquistão, na África. Aqui
http://www.estadao.com.br/
domingo, 24 de outubro de 2010
LIBERDADE SEM VALOR
Parece que os nascidos após o fim da ditadura militar brasileira não conseguem avaliar o que é ser livre. Caso contrário, como entender que milhares de pessoas com menos de vinte anos de idade ainda caiam na conversa mole do controle da mídia ou das limitações à imprensa?
Numa sociedade aberta, na qual convivam as mais diferentes visões de mundo, não pode haver lugar para qualquer tipo de censura.
Se alguém ao utilizar a liberdade de expressão ou a de imprensa cometer um crime, para isso existem as leis. Que seja processado.
Em diferentes países há modos de a sociedade mostrar preocupação ou desaprovação com conteúdos de matérias jornalísticas ou programas de rádio e televisão, mas naqueles onde um único grupo pretende ser juiz exclusivo do certo e do errado aí temos ou teremos um regime autoritário ou totalitário.
O que se pretende, no Brasil, é mascarar processos de controle da informação administrados pelo governo, partidos ou Estado como se isso fosse compatível com a liberdade, o estado de direito e a democracia.
Para não haver dúvidas sobre qual o correto papel da imprensa numa democracia basta ler o precioso livro "Jornalismo Político", de Franklin Martins, publicado em 2005 pela editora Contexto.
Ali o experiente jornalista mostra, sem sombra de dúvidas, o que deve ser feito quando se pretende um bom jornalismo que, de fato, contemple o interesse público.
Todavia, após haver sido guindado à posição de ministro, aquele experiente jornalista parece não andar lendo o próprio livro com a devida atenção.
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