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domingo, 3 de abril de 2011

SÓ ALGUNS TÊM LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO BRASIL? POR ONDE ANDA A NOSSA CONSTITUIÇÃO? OU JÁ VIVEMOS NA GRANJA DE GEORGE ORWELL?

Já que o segredo de aborrecer é dizer tudo, então vamos lá.  No Brasil, desde que se seja “um deles”, qualquer coisa pode ser dita. Como quem faz o barulho são os movimentos militantes e como os ditos-cujos pertencem todos ao “Partido”, mesmo as maiores bobagens — algumas francamente preconceituosas — passam por iluminações.  Assistam a este vídeo do Apedeuta.


Vocês imaginam o que teria acontecido a um adversário do PT se tivesse dito algo parecido? omo as palavras foram ditas por Lula, então se entende que ele apenas está afirmando a importância que exerce a comida no embelezamento do povo. O outro vídeo já é um clássico.


Vivemos uma forma muito particular do “politicamente correto”. Não é que certas coisas não podem ser ditas de jeito nenhum! Por aqui, só certas pessoas têm pedigree democrático para dizê-las. A liberdade de expressão está se transformando num direito exclusivo da aristocracia de esquerda. Por isso ninguém vai importunar Lula, Matilde Ribeiro ou Luíza Barrios.
Por Reinaldo Azevedo

02/04/2011

domingo, 20 de março de 2011

O BRASIL É UM PAÍS MESTIÇO. DNA EUROPEU ESTÁ EM 80% DA POPULAÇÃO

REPUBLICO ESTA NOTA PARA QUE SE POSSA REFLETIR SOBRE O ABSURDO DE CERTAS POSIÇÕES POLITICAMENTE CORRETAS SOBRE CORES, RAÇAS OU ETNIAS NO BRASIL.
Um novo retrato das contribuições de cada etnia para o DNA dos brasileiros, obtido com amostras das cinco regiões do país, indica que, em média, ancestrais europeus respondem por quase 80% da herança genética da população.

A variação entre regiões é pequena, com a possível exceção do Sul, onde a contribuição europeia chega perto dos 90%.

Os resultados, publicados na revista científica “American Journal of Human Biology” por uma equipe da Universidade Católica de Brasília, dão mais peso a resultados anteriores, os quais também mostravam que, no Brasil, indicadores de aparência física como cor da pele, dos olhos e dos cabelos têm relativamente pouca relação com a ascendência de cada pessoa.

População mestiça

Os resultados obtidos pela equipe de Brasília são mais uma prova do cuidado necessário para estudar a associação entre doenças e características genéticas numa população miscigenada como a brasileira.

“Já houve estudos de associação genética com grupos definidos como “brasileiros brancos e brasileiros negros”. No fundo, essas definições não querem dizer absolutamente nada”, afirma Pereira.

Em países como os EUA, conta ele, já chegaram ao mercado alguns medicamentos voltados de forma específica para os americanos de origem africana, levando em conta o fato de que o organismo de pessoas de diferentes ascendências reage de maneira variada a certas substâncias.

“Agora, imagine uma droga dessas no Brasil. Não adianta uma pessoa ter aparência africana para você prever se ela vai responder ao remédio. Não tem como saber se ela possui o bendito alelo [variante genética] ligado àquela resposta”, explica.

(14/02/2011)
Reinaldo José Lopes
da Folha de S.Paulo
extraído de  http://nacaomestica.org/blog4/?p=501

Isto significa que há muitos brancos e brancas dentro de muitos negros aparentes;
há muitos negros e negras dentro de brancos aparentes;
e o mesmo acontece com os índios, em relação a brancos e negros.

O BRASIL É UM PAÍS DE ALTA TAXA DE MISCIGENAÇÃO