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domingo, 28 de setembro de 2014

DILMA, BATMAN, E OS TERRORISTAS ISLÂMICOS CORTADORES DE CABEÇAS. Como o Brasil degrada, a cada dia, a sua política externa.

___ Vamos ajudar a Dilma a fazer a paz no Oriente Médio, Batman?

___ Deixe de ser estúpido, Robin, o Brasil está completamente louco com essa política de confundir um bando de terroristas com um estado nacional. A Dilma, que foi terrorista de vários grupos cruéis, deve ter sentido saudade do passado...


Dilma Rousseff disse, na ONU, que os governos deveriam conversar, negociar, ouvir, dialogar com os terroristas que controlam o norte da Síria e que pretendem exterminar o Ocidente e implantar um estado islâmico na região. 

O grupo age com extrema crueldade (corta a cabeça de civis com facas) e espalha os filmes pelas mídias sociais e encontra o apoio da imprensa ocidentalizada idiotizada pelas ideias politicamente corretas para fazer propaganda.
WWW.SPONHOLZ.ARQ.BR


quinta-feira, 7 de abril de 2011

MASSACRE NO RIO. (VI). O CHORO DE DILMA ROUSSEF DIANTE DA MORTE DOS BRASILEIRINHOS.

Na tarde de ontem, dia do bárbaro massacre das crianças da escola do bairro do Realengo,  estava pensando, preso no trânsito, sobre as surpresas que a vida nos oferece. Fiquei muito abalado e triste com as cenas que vi pela TV, mais cedo, das mães que foram diante da escola em busca de informações sobre seus filhos. A cada uma que era confirmada a morte da criança, como uma espada era cravada no meu peito, diante da imagem de desconsolo, dor, impotência que via. Sou pai. Sei o que é esperar a volta dos filhos para casa.

Mas, a surpresa deve ser terrível, insuportável, como morrer, quando você está tranquilo, porque seu filho não está na rua, ao alcance de malucos. Está na escola. Pois foi na suposta segurança daquelas paredes, da escola, que aquelas crianças (dez meninas e 1 menino) encontraram o que ninguém quer encontrar: a Morte. Nas mãos de um demente.

A morte é uma constante assombração em situação normal, pior ainda em uma cidade conturbada como o Rio de Janeiro, cidade das balas perdidas, do complexo do Alemão, e de outras coisas que o governador Cabral não gosta de lembrar. Mas que fazem parte da realidade.

A realidade é uma coisa cruel. Ela existe, e insiste em assombrar também aos iludidos, ou aos que nos mentem com suas estatísticas sobre seguranças e suas enrolações de natureza ideológica.

Estava eu no trânsito. Liguei o rádio do carro. Rádio Jovem Pan. Escutei o pedaço da notícia de Brasília, gravada pela manhã, em que a Presidente Dilma Rousseff se lamentava pela morte das crianças, "aqueles brasileirinhos", disse ela.

Bem, pensei, lá vem demagogia. E ouvi tudo até o fim. Senti pelo rádio, rádio é como telefone, ficamos sem os demais sentidos, e temos que perceber pelo som o que se passa do outro lado.

Acho que a presidente foi pega de surpresa mesmo e, quando ia participar de uma solenidade qualquer ficou sabendo e teve que falar algo, fazer um pronunciamento para a nação. Normal.

Senti, pelo rádio, aquela voz pastosa, pausada, lenta, por meio da qual ela falava das crianças mortas. Ao fim, senti quando a voz titubeou, quando ela começou a se emocionar, realmente, quando ela iniciou um choro, penso que sincero.

Confirmei mais tarde vendo uma foto, acho que no site da Folha de São Paulo. Dilma, pela foto, e estou muito habituado a lidar com Comunicação, Fotografia e pessoas, por conta de meus afazeres,  ficou realmente muito emocionada. Creio piamente na sinceridade do que eu vi e ouvi. Ponto final

Agora, outro pensamento me perturba. Talvez não perturbe aos mais jovens, porquenão saberão do que falarei. Não da forma que eu sei. Tenho idade para dizer que sou do tempo da ditadura, que acompanhei muitos episódios como Dilma acompanhou. E como os da nossa geração.

Dilma mudou? Ela é a nossa presidente, mas acho que ainda deve a todos uma melhor explicação sobre o que fez naqueles tempos. As eleições já passaram. Ela está eleita.
Merece o nosso respeito como Chefe da Nação, mas deve nos respeitar, por isso mesmo.
Não votei em Dilma. Creio que foi produzida pelo inteligente Lula. Agora tem que se virar com o que plantou enquanto estava no governo dele. Para o bem ou para o mal.

Digo isto para deixar claro que senti sinceridade real quando ela lamentou a morte daquelas crianças. Como teria lamentado a morte de adultos se o atirador Wellington tivesse matado onze adultos. Mas penso que Dilma viu um outro lado da realidade. Comparou aquelas crianças ao seu netinho. Embora, para ser avó, tenha sido mãe primeiro!

Fica a minha grande dúvida: quando era moça, talvez por ser moça, imatura, teria Dilma pensado nas famílias dos mortos nos atentados terroristas cometidos por gente de grupos dos quais ela participou? Sei que não há nenhuma acusação direta contra ela, embora tenha sido presa e torturada na Ditadura por subversão (tortura é abominável).
Sei que a Lei da Anistia  está em vigor (ainda bem não é mesmo?). Nem imagino isso, sinceramente. O simples fato de estar ligada a pessoas capazes de matar e que mataram (130 pessoas  foram mortas pelos terroristas) nunca a incomodou intimamente? Essa é uma questão de foro íntimo. Talvez um dia a presidente resolva falar sobre essas coisas. Se quiser. Ela talvez tenha direito ao silêncio. E nós às perguntas.

Afinal, Wellington matou em nome de seus fantasmas internos -sejam eles quais fossem -
Os terroristas também matavam em nome de suas visões fantasmagóricas, assim como os torturadores.

Nunca chegaram a pensar que aqueles jovens que morriam em seus atentados, muitos mesmo eram civis, tinham famílias, tinham mães, pais, irmãos, filhos? Muitos dos que morreram eram meros transeuntes, nada tinham a ver com os fantasmas que assombravam os terroristas. Não participavam de luta nenhuma. Apenas viviam. E foram condenados à morte.

Morreram de forma tão idiota e inesperada como as crianças da escola do Realengo.
Será que morreram felizes porque alguém os matou em nome de um mundo melhor? Em nome de uma suposta luta contra a ditadura? Ou para  implantar uma ditadura de outra natureza?

Não seria melhor que aqueles brasileirinhos pudessem ter ficado por aqui mesmo, vivendo suas vidinhas  e pudessem ter tido a oportunidade de terem seus filhos e netos, como Dilma Rousseff?

Acho que ser avó mudou Dilma Rousseff.
Acho que ela sentiu o peso da Morte daqueles brasileirinhos do Realengo.

LEIA NESTE BLOG A HISTÓRIA DE JOSELY E JULIANA DE OLIVEIRA, AS IRMÃS DE CUNHA QUE SOFRERAM NAS MÃOS DE UM PSICOPATA. 
    

quarta-feira, 6 de abril de 2011

LA MASACRE DE LUCANAMARCA. Relato da Comissão da Verdade do Perú sobre o que o Sendero Luminoso fez aos camponeses.


Esta é uma parte (Páginas 43 e 44) do Relatório da Comissão da Verdade do Perú sobre o massacre de Lucanamarca, em 1983, quando 69 pessoas foram mortas de modo brutal, inclusive 18 crianças, a machadas.


2.6. LA MASACRE DE LUCANAMARCA (1983)

La Comisión de la Verdad y Reconciliación (CVR) ha podido determinar que desde las primeras horas del domingo 3 de abril de 1983, aproximadamente sesenta miembros del Partido Comunista del Perú- Sendero Luminoso, armados con hachas, machetes, cuchillos y armas de fuego, iniciaron un ataque a lo largo de un trayecto que comprendió las zonas de Yanaccollpa, Ataccara, Llacchua, Muylacruz, culminando en el pueblo de Lucanamarca, todas ellas pertenecientes al distrito de Santiago de Lucanamarca, provincia de Huancasancos, Ayacucho. Como consecuencia de la demencial incursión senderista, sesenta y nueve campesinos fueron brutalmente asesinados.1

Contexto

El distrito de Santiago de Lucanamarca, se encuentra ubicado en la provincia de Huancasancos, departamento de Ayacucho, aproximadamente a diez horas de la ciudad de Huamanga. Está conformado por los anexos de San José de Huarcaya, San Antonio de Julo, Santa Rosa de Ccocha, La Merced de Tío, Asunción de Erpa y San Martín de Tiopampa y tiene una población aproximada de 2,529 habitantes.2

La provincia de Huancasancos, fue probablemente una de las más convulsionadas por la subversión durante los primeros años de la década de los ochenta. El periodo de violencia tendría mayor intensidad durante los años 1982 a 1984, favorecido por los conflictos intra comunales y de grupos de poder existentes antes de la presencia de Sendero Luminoso, así como por la notoria ausencia de protección del Estado ante las incursiones subversivas.

En Lucanamarca no existía autoridad policial ni militar (la comisaría de Huancasancos se habría limitado a intervenir en delitos menores). Recién en marzo de 1983 se instaló en esa ciudad una base de la Policía antisubversiva –los conocidos como “Sinchis”-. Estos factores favorecieron en gran medida el desarrollo de Sendero Luminoso en la zona.

Esta organización subversiva hizo su ingresó a Huancasancos en los años setenta y realizó un trabajo de proselitismo a través del colegio “Los Andes” ubicado en la capital de la provincia. Sendero Luminoso encontró en los profesores formados en la Universidad Nacional San Cristóbal de Huamanga, un vínculo importante para llegar al campo. Varios de los profesores que llegaron al Colegio Los Andes eran oriundos de esta provincia, que estudiaron en Huamanga y regresaron con la misión de formar a los jóvenes de la comunidad.

Es el caso de Juan López Liceras (c) “Víctor”, quien es señalado por los pobladores de la zona como el principal líder de Sendero Luminoso en Huancasancos.3 Posteriormente, sería asesinado por los propios comuneros de Sancos.

Sendero Luminoso ingresó oficialmente en Lucanamarca en 1982 con la llegada de los camaradas “Omar” y “Carla”, quienes realizaron una asamblea con la comunidad en la cual nombraron a los hermanos Olegario, Nicanor y Gilber Curitomay como mandos senderistas locales.4

Algunos sectores de la población de Huancasancos habían apoyado inicialmente a Sendero Luminoso. Sin embargo, a medida que la presencia de los subversivos dio lugar a una serie de abusos contra la población, la propia comunidad se organizó para hacerles frente. Esto trajo como consecuencia que se produjeran diversos hechos sangrientos que finalmente desencadenarían en la matanza del 3 de abril de 1983 en Lucanamarca.

El más importante de estos acontecimientos, en relación con la posterior matanza, se produjo el 22 de marzo de 1983, cuando un grupo de pobladores de Lucanamarca se dirigió hacia las alturas donde se encontraba escondido Olegario Curitomay, quien fue capturado y conducido hasta la plaza de armas. En este lugar, los pobladores reunidos lo golpearon con piedras y hachas, le prendieron fuego y, finalmente, le dieron muerte con un disparo de arma de fuego.5 Para la mayoría de los testigos, la muerte de Olegario Curitomay, originó la venganza de Sendero Luminoso contra la población de Lucanamarca.

Hechos

El domingo 3 de abril de 1983, una columna de aproximadamente sesenta personas pertenecientes a la organización subversiva Sendero Luminoso, al mando de Hildebrando Pérez Huarancca e integrada, entre otros, por Víctor Quispe Palomino o Glicerio Alberto Aucapoma Sánchez6, René Carlos Tomayro Flores, Gilber Curitumay Allaucca, Raúl Allccahuamán Arones y Félix Quichua Echajaya incursionaron en el distrito de Santiago de Lucanamarca con el propósito de aniquilar a su población, con carácter de “sanción ejemplar” por haberse rebelado contra esa organización y haber colaborado con las fuerzas del orden en la lucha contra la subversión en los lugares donde habían logrado hegemonía. Esta acción fue decidida y planificada por la Dirección Central de Sendero Luminoso bajo el mando de Abimael Guzmán Reynoso:
Frente al uso de mesnadas y la acción militar reaccionaria respondimos contundentemente con una acción: Lucanamarca, ni ellos ni nosotros la olvidamos, claro, porque ahí vieron una respuesta que no se imaginaron, ahí fueron aniquilados más de 80, eso es lo real; y lo decimos, ahí hubo exceso, como se analizara en el año 83, pero toda cosa en la vida tiene dos aspectos: nuestro problema era un golpe


1 El presente caso se sustenta en los numerosos testimonios recogidos por la CVR, las investigaciones realizadas por la Comisión de Derechos Humanos (COMISEDH), la inspección realizada por la Unidad de Investigación Forense de la CVR entre el 17 y 22 de octubre del 2002, así como en la diligencia de exhumación dispuesta por el Ministerio Público realizada por el Instituto de Medicina Legal, los peritos forenses de la CVR y la Dirección de Criminalística de la Policía Nacional del Perú; y, con la participación de la Defensoría del Pueblo, la CVR y de la Coordinadora Nacional de Derechos Humanos, en calidad de observadores.

2 Fuente: Instituto Nacional de Estadística e Informática (INEI).
(p. 43)
3 CVR. Informe de la Unidad de Estudios en Profundidad sobre el Proceso de Violencia Política en Sancos, Sacsamarca y Santiago de Lucanamarca.
4 Ibid., página 6.
5 CVR. Testimonio 201167. Provincia Huancasancos, Distrito Santiago de Lucanamarca, 16 de marzo del 2002.
6 Esta persona es consignada con ambos nombres en el Atestado Policial Nº 19-DIRCOTE del 12 de abril de 1985.
(p. 44)


LEIA O TEXTO INTEGRAL PRODUZIDO PELA COMISSÃO EM :

PERU TERÁ ESTE ANO MUSEU DA MEMÓRIA, PARA NÃO ESQUECER O TERRORISMO. Setenta mil peruanos morreram, em 20 anos, o Sendero Luminoso matou cerca de 40 mil pessoas.

Os peruanos se cansaram do terrorismo
Os peruanos detestam lembrar dos tempos do terrorismo. O país com cerca de 18 milhões de habitantes, em 1980, perdeu 70 mil vidas na luta entre o Estado e o Terror.

Como sempre, a maior parte das mortes foi de gente que não tinha nada com a vontade de fazer o Bem dos terroristas.

Para implantar um mundo melhor, mais justo, mais igual, mais solidário (já viram isso antes em algum lugar ou em outro país?) os senderistas não tinham dúvidas: matavam.

A morte do adversário deve ser um bom método pedagógico. E parece ter sido bem estudado pelos esuquerdistas. Eles fazem mesmo a lição de casa, sempre que surge a oportunidade. Ou a inventam.

Mas os peruanos não podem se esquecer do terrorismo, pois custou muitas vidas e abalou por anos a sua tranquilidade e a economia. Assim, o Perú terá uma instituição que, inicialmente foi chamada de Museo de La Memoria en Perú, depois mudando o nome para Lugar de la Memória, para recordar das 70 mil vítimas daguerra interna.

Assim, o Perú terá uma instituição que, inicialmente foi chamada de Museo de La Memoria en Perú, depois mudado o nome para Lugar de la Memória, para recordar das 70 mil vítimas daguerra interna. Disse o escritor Mario Vargas Llosa (Prêmio Nobel de Literatura) e presidente da comissão encarregada da sua criação: "La palabra museo se asocia a una institución que preserva el pasado y queremos que el 'Lugar de la Memoria' sea una reconstrucción de la violencia en el Perú, dando una visión más cabal, más justa, más exacta del hecho histórico". (Declarações coletadas de matérias jornalísticas). 

O Lugar da Memória "recordará sin excepción a todos aquellos que fueron víctimas de la intolerancia fanática del terrorismo y de quienes creían que se podía combatir el terrorismo con el terror", disse o escritor.

O Lugar da Memória deverá estar pronto este ano (2011) e servirá para os peruanos refletirem sobre os seus tristes 20 anos de sua história. As obras contam com recursos doados pelo Governo da Alemanha, cerca de dois milhões de euros.
 
Leia mais em El Pais:
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Peru/consagra/memoria/historica/elpepiint/20090727elpepiint_5/Tes

domingo, 3 de abril de 2011

AFINAL, POR QUE NÃO HÁ UMA LEI CONTRA O TERRORISMO NO BRASIL? QUEM GANHA E QUEM PERDE COM ISSO?

A. Atentados terroristas podem estar acontecendo em algum lugar do Planeta, neste instante, e sendo planejados e comandados do Brasil.

B. Quantos jovens brasileiros já saíram do País para receber treinamento militar e terrorista no exterior nos últimos anos, especialmente no Afeganistão?

C. Quantas pessoas já teriam morrido no mundo em consequência de atentados terroristas planejados ou dirigidos do Brasil, via Internet?

D. Quantos milhões de dólares já foram remetidos, via Brasil, a movimentos terroristas, como o Hezbollah e a Al-Qaeda?

E. Quando passaremos a ter atentados terroristas entre nós?

F. De fato, já não temos atos que se enquadrariam na figura de terrorismo se tivéssemos uma lei que tratasse do assunto? 

Essas perguntas parecem provocadoras?
Parecem coisa de gente paranóica?
É coisa de gente que enxerga conspiração em tudo?
É coisa de maluco da direita?

Não, leitores (se existem...), essas perguntas estão sendo feitas de propósito, pois para algumas deles tanto os serviços de segurança americanos quanto a Polícia Federal já têm as respostas, há um bom tempo.
Nós, os contribuíntes, os que pagamos a conta, os esfolados, é que não temos o direito de saber a verdade.

De fato, ter o direito, até temos, mas não ficamos sabendo tudo direitinho.
Há anos os seriços secretos americanos falam que a região da Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina, Paraguia- Foz do Iguaçú) é um dos lugares mais procurados para esconder terroristas islâmicos, um dos pontos de onde milhões de dólares são enviados clandestinamente para movimentos terroristas em diveras partes do mundo; muita coisa acobertada, talvez, sob a máscara ou disfarce do forte comércio internacional que alimenta aquela região. Por ali também entram muitas armas clandestinas no Brasil. Basta ler o noticiário sobre apreensões feitas pela Polícia Rodoviária Federal ou pela Polícia Federal.

E nós? E o Brasil, o que tem feito com essas informações?
Não sabemos. A imprensa parece não levar a sério, talvez devido a um anti-americanismo idiota que imbeciliza e embota consciências.
Como esconder tais informações, como não manter cobrança constante sobre as autoridades que tratam desse assunto, como a PF e o Ministério da Justiça?
Parece mesmo que existe uma nebulosa, uma zona cinzenta em que a luz não penetra, ou de onde a luz não sei, nem sei. Mas as informações não circulam.
Quando vaza alguma coisa é morta logo no nascedouro. Dois três dias e cai no esquecimento.

Talvez o fato de muitas autoridades e políticos, e intelectuais, nos últimos anos, terem uma visão simpática e afetiva em relação a movimentos como o Hamas, o Fatah, o Hezbollah (movimentos libertadores palestinos que lutam contra o cruel Israel); ou as FARC, aquele exército de Brancaleone que há mais de 50 anos mata, sequestra, explode bombas em zonas urbanas, trafica armas e drogas - muitas chegando ao Brasil e matando milhares de jovens por ano - ; ou a Al-Qaeda, aquele seleto grupo de assassinos, que contou com sorrisos aprovadores aqui no Brasil, quando jogou aviões lotados de passageiros contra o World Trade Center em Nova Iorque matando milhares de pessoas e dando um golpe jamais visto nos  Estados Unidos? 

Poderíamos fazer uma lista muito maior de episódios e de organizações terroristas, mas isto basta. A ideia foi passada.
O Brasil tem mihares de pessoas que têm uma visão condescendente para com atos de terror. 
O Brasil ainda está embebido daquela esquerdismo doentio em as mortes, o sofrimento, a dor de inocentes não significam absolutamente nada. Aqui sempre é possível encontrar alguém que justifique a maior barbaridade, a maior selvageria, a maior falta de civilização.

Aqui, embora não seja dito a toda hora, muita gente crê mesmo que "os fins justificam os meios", caindo na barbárie. E são os primeiros a criticarem a barbárie das democracias e do mundo livre ocidental.                                                               
VEJA, ABRIL DE 2011
 Esta semana a revista Veja, em seu número 2211 trouxe uma matéria de capa, longa, bem apurada, em que trata das informações e provas que a Polícia Federal tem sobre a ação de algumas organizações extremistas que usam o Brasil para divulgar propaganda, planejar atentados, financiar operações e aliciar militantes. "A Rede do Terror No Brasil".
A matéria começa falando no senhor Khaled Hussein Ali (senhor K). Na verdade, em parte a matéria de Veja é como se revelasse um segredo de Polichinelo. Muitas das questões circulam a tempos em notas da imprensa internacional, mas nunca tratadas de forma aprofundada no Brasil. Essa foi uma matéria bem feita.

Esse senhor já havia aparecido no noticiário identificado como o Senhor K. e não haviam muitos detalhes. Foi uma notícia estranha, mostrando e escondendo ao mesmo tempo. Para não criar constrangimentos. Para quem?
Quem se constrangeria se alguma atividade cruel como o terrorismo estevisse sendo planejado ou praticado no Brasil?
Os terroristas? Os amigos dos terroristas? O Brasil? Os países amigos do Brasil tolerantes com os terroristas? (Cuba, Venezuela, Líbia, Síria, Irã?). Há muitos outros. 
  
Naquela ocasião o jornalista Reinaldo Azevedo escreveu sobre porque não há uma lei anti-terror no Brasil:
"Em maio de 2009, quando circularam informações sobre Khaled Hussein Ali, que foi, então, identificado na imprensa brasileira como o “libanês K”, eu contei aqui por que não:"Porque isso criaria dificuldades internas e externas. Sim, senhores! No dia em que uma lei criar punição específica, o primeiro grupo a ser enquadrado é o MST.
Mais: quando o Brasil tiver tal texto, terá de parar de flertar com terroristas latino-americanos ou do Oriente Médio, como faz hoje em dia.  É isto mesmo que vocês entenderam: no dia em que o país tiver uma lei que defina e puna o terrorismo, CONFORME PEDE A CONSTIUIÇÃO, grupos como o MST, a Via Campesina e o Movimento dos Atingidos por Barragens seriam facilmente enquadrados — em 2007, essa turma ameaçou abrir as comportas de Tucuruí no seu permanente esforço de “negociação”.(RA).

E ele exemplificou com a Constituição:

"O Inciso 8 do Artigo 4º da Constituição diz que este país repudia o terrorismo — junto com o racismo, diga-se:
“VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo.Atenção! O Inciso 43 do Artigo 5º estabelece:

 

“XLIII - A lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem”. 
Muito bem!
Fizemos uma lei para punir o racismo, fizemos uma lei para punir a tortura, MAS NÃO FIZEMOS UMA LEI PARA PUNIR O TERRORISMO.
Até hoje, meus caros, inexiste a caracterização do que é terrorismo no Brasil — e essa é uma das questões que indispõem o governo americano com o Brasileiro. A propósito: a política externa brasileira —  E ISTO DILMA E ANTONIO PATRIOTA AINDA NÃO MUDARAM E DUVIDO QUE MUDEM — se nega a reconhecer o Hezbollah, o Hamas e as Farc como movimentos terroristas." (Reinaldo Azevedo)(.http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/)


Ainda cabem duas perguntas, relativas ao título deste post:

A. Certamente uma lei anti-terror interessaria a todo o País, a todo brasileiro que cumpre a Constituiçã, quer paz, democracia e respeita as leis.
B.  Vocês devem imaginar quem perde. 

TERRORIST THREAT IN THE THREE-BORDER AREA: MYTH OR REALITY? ESTUDO DO TENENTE-CORONEL DO US ARMY P.K . ABBOTT MOSTRA O PERIGO REAL DO TERROR NA TRÍPLICE FRONTEIRA

Caros leitores, leiam com atenção este estudo do Tenente-Coronel Philip K. Abbott. O texto é de 2004, mas está atualíssimo, especialmente porque nossas autoridades brincam de nada ver. Fingem que nada acontece no mundo. Talvez não seja nem essa a verdade, talvez até tenham, muitas delas, um olhar complascente para com o terror;  afinal, muitos até poderiam dizer que os terroristas apenas lutam contra a opressão, ou representam os pobres, ou... já vimos esse filme antes, não?
Uma coisa é certa, o texto é de 2004, estamos em 2011. Foram perdidos sete anos! Os terroristas já estão transformando o País em uma base operacional.  Até quando vamos esperar para criar uma lesgislação anti-terrorismo? Enquanto isso, alguns brincam de comissão de verdade. A passado tem que ser examinado, mas a urgência é o Futuro, e o futuro é AGORA.
Os terroristas matam civis. Explodem ônibus com crianças. Explodem templos religiosos. Explodem carros-bomba em locais de grande movimento. Espalham a morte, o medo, o terror. Não avisam quando atacam, são traiçoeiros. Não seguem as normas da guerra convencional, porisso são terroristas. Hoje, eles são a própria morte.

"As probabilidades do terrorismo na tríplice fronteira e em qualquer lugar na América Latina certamente não são um mito. A tríplice fronteira e várias outras áreas da América Latina emergirão como zona fértil para a procriação de terroristas e dos grupos que os apóiam. Isso só será evitado se os países da região fizerem mudanças nos seus sistemas judiciais, melhorarem seus programas de segurança pública e suas capacidades militares, impuserem duras medidas contra a corrupção e cooperarem uns com os outros. A probabilidade de terroristas do Oriente Médio operarem na tríplice fronteira e em qualquer outro lugar da América Latina merece um exame mais detalhado."
(Lieutenant Colonel Philip K. Abbott)

Terrorist Threat in the Tri-Border Area: Myth or Reality?

Lieutenant Colonel Philip K. Abbott, U.S. Army, is Army Section Chief, United States Military Group, Tegucigalpa, Honduras. He received a B.A. from Norwich University, an M.A. from Kansas University, and he is a graduate of the U.S. Army Command and General Staff College. He has served in various command and staff positions in the continental United States, Latin America, and Europe.

O Tenente-Coronel Philip K. Abbott ocupa o cargo de Chefe de Seção no Grupo Militar do Exército dos EUA em Tegucigalpa, Honduras. Possui o título de Bacharel pela Norwich University, o de Mestre em Administração pela Kansas University, e é ainda graduado pela ECEME/EUA. Serviu em designações de comando e estado-maior no território continental dos EUA, América Latina e Europa.

Lieutenant Colonel Philip K. Abbott

September-October 2004
Latin America's Tri-Border Area (TBA), bounded by Puerto Iguazu, Argentina; Ciudad del Este, Paraguay; and Foz do Iguacu, Brazil, is an ideal breeding ground for terrorist groups. The TBA is a lawless area of illicit activities that generate billions of dollars annually in money laundering, arms and drug trafficking, counterfeiting, document falsification, and piracy. The TBA offers terrorists potential financing; access to illegal weapons and advanced technologies; easy movement and concealment; and a sympathetic population from which to recruit new members and spread global messages. While the TBA is not currently the center of gravity in the Global War on Terrorism (GWOT), it has an important place in the strategy for combating terrorism.
The TBA and Global Terrorism
The TBA, South America's busiest contraband and smuggling center, is home to a large, active Arab and Muslim community consisting of a Shi'a majority, a Sunni minority, and a small population of Christians who emigrated from Lebanon, Syria, Egypt, and the Palestinian territories about 50 years ago. Most of these Arab immigrants are involved in commerce in Ciudad del Este but live in Foz do Iguacu on the Brazilian side of the Iguacu River.
According to international terrorism expert John Price, "The economy of Ciudad del Este is dominated by illegal activity focused on smuggling contraband products, pirating software and music, and money laundering of cocaine production revenue."1 Even though it has a population of only 300,000, Ciudad del Este has approximately 55 different banks and foreign exchange shops. The United States estimates that $6 billion a year in illegal funds are laundered there, an amount equivalent to 50 percent of the official gross domestic product of Paraguay. Carlos Altemberger, chief of Paraguay's antiterrorist unit, says terrorists partly finance their operations by remitting dollars from Ciudad del Este to the Middle East.2
Ambassador Philip Wilcox, former Department of State (DOS) Coordinator for Counterterrorism, testified before the International Relations Committee of the U.S. House of Representatives that Hezbollah activities in the TBA have involved narcotics, smuggling, and terrorism. Many believe the TBS's Arab and Muslim community contains hardcore terrorist sympathizers with direct ties to Hezbollah, the pro- Iranian, Lebanese Shiite terrorist group; Hamas, the Palestinian fundamentalist group; the Egyptian group Islamic Jihad; and even al-Qaeda.3 However, Arab and Muslim TBA leaders claim their community members are moderates who have lived in harmony with the rest of the population for many years and have rejected extremist views and terrorism. Most of the TBA's 20,000 Arabs and Muslims say it would be impossible for terrorists to hide in their midst and deny remittances sent abroad go to Hezbollah. A minority of Arabs and Muslims, however, make no secret about their sympathy and financial support for Hezbollah, which they say is a legitimate Lebanese political party.
Argentine officials believe Hezbollah is active in the TBA. They attribute the detonation of a car bomb outside Israel's embassy in Buenos Aires on 17 March 1992 to Hezbollah extremists. Officials also maintain that with Iran's assistance, Hezbollah carried out a car-bomb attack on the main building of the Jewish Community Center (AMIA) in Buenos Aires on 18 July 1994 in protest of the Israeli-Jordanian peace agreement that year.4
In May 2003, Argentine prosecutors linked Ciudad del Este and Foz do Iguacu to the AMIA bombing and issued arrest warrants for two Lebanese citizens in Ciudad del Este. An Iranian intelligence officer who defected to Germany told Argentine prosecutors that Imad Mugniyah was the principal suspect in the Buenos Aires bombings.5 U.S. officials consider Mugniyah the mastermind of the 1983 suicide bombing of the U.S. Embassy in Beirut, which suggests he has direct ties to Hezbollah and Iran.6 Argentine Jews (and many non-Jews) reportedly feel former Argentine President Carlos Saul Menem, of Syrian ancestry, accepted a bribe to conceal Iran's role in the bombings. 7 Although we cannot confirm the growing radicalization of Islamic communities in the TBA, we must take the possibility into account and closely monitor the situation.
Al-Qaeda is a network of terrorist groups scattered all over the world with a presence in practically every country. Are Osama bin-Laden's operatives also present in the TBA? Local and international media have written about al-Qaeda and other Islamist terrorist groups setting up training camps in the TBA and even having secret summit meetings in the area, although intelligence and law-enforcement officials have not corroborated these reports. The governments of the three TBA countries say terrorism is not a problem in the region and emphasize that they have never detected terrorist activity or cells there.8 In December 2002, Argentina, Brazil, Paraguay, and the United States agreed that "no concrete, detailed tactical information . . . support[s] the theory that there are terrorist sleeper cells or al-Qaeda operatives in the TBA."9
Even so, U.S. and regional officials worry that illegal activity and commerce in the area fund terrorist groups, primarily Hezbollah and Hamas. Hezbollah relies extensively on Islamic money through the common Arab community practice of remitting funds to relatives in the Middle East. In addition, with the complicity of corrupt local officials, the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC) paid Brazilian and Paraguayan organized criminal groups to obtain weapons and equipment in exchange for cocaine.
After 11 September 2001, the TBA attracted so much attention from local law-enforcement groups, intelligence agencies, and the international media that many regional experts believe terrorists moved to less scrutinized locations in Latin America. This is not to suggest, however, that Argentina, Brazil, and Paraguay's counterterrorism efforts have eliminated terrorism in the TBA.
Latin American Links to Global Terrorism
Terrorist groups seek target-rich environments for financial support, safe haven, and recruitment. Six million Muslims inhabit Latin American cities, which are ideal centers for recruiting and hiding terrorists. Ungoverned areas, primarily in the Amazon regions of Suriname, Guyana, Venezuela, Colombia, Ecuador, Peru, Bolivia, and Brazil, present easily exploitable terrain over which to move people and material. Over-populated Latin American cities are home to many disenfranchised groups and marginalized communities capable of supporting terrorist activities or fomenting homegrown terrorism. The Free Trade Zones of Iquique, Chile; Maicao, Colombia; and Colon, Panama, can generate undetected financial and logistical support for terrorist groups. Colombia, Bolivia, and Peru offer cocaine as a lucrative source of income. In addition, Cuba and Venezuela have cooperative agreements with Syria, Libya, and Iran.10
Terrorist groups are flexible, patient, and use globalization to achieve their objectives. Unless its leaders cooperate with the U.S. National Strategy for Combating Terrorism, Latin America will remain a lucrative target for terrorist funding, recruiting, and safe haven.11
Counterterrorism and Regional Cooperation
The Organization of American States (OAS) fosters international cooperation to counter terrorism. A 1998 Argentine initiative created the Inter-American Committee to Combat Terrorism, and shortly after 11 September 2001, the OAS created the Inter- American Committee Against Terrorism to enhance hemispheric security through improved regional cooperation. The committee established financial intelligence units to collect, analyze, and disseminate information on terrorist offenses and improved border control measures to detect and prevent movement of terrorists and terrorist-related materials.12 On 28 September 2001, the UN Security Council unanimously adopted Resolution 1373, requiring states under international law to deny financing, support, and safe harbor of terrorists.13
Regrettably, a huge gap often exists between a government's good intentions and its ability or political will to act. Most countries in Latin America support international counterterrorism efforts in open fora, but do little to control their porous borders; crack down on illegal arms shipments and illegal immigration; or tighten weak financial controls. Full cooperation between and among nations is quite minimal.
Several Latin American countries do not consider the GWOT their war and do not actively participate in it. Preoccupied with pressing social issues like poverty and unemployment, most Latin American governments are reluctant to support what they perceive as a politically unpopular cause. Only the Dominican Republic, El Salvador, Honduras, and Nicaragua provided troops for Operation Iraqi Freedom's international stabilization force. Some regional political leaders even denounced preemptive U.S. military action against suspected terrorist threats, although many high-ranking military officers privately expressed their support of and willingness to provide troops for Operations Enduring Freedom and Iraqi Freedom.
Many Latin American governments do not have the legal infrastructure to counter transnational threats or the law-enforcement, intelligence, or military capabilities to assert effective control over their territories. Economic interdependence among TBA nations further complicates matters. For example, each day, 30,000 people cross the International Friendship Bridge that connects Brazil and Paraguay. Tight security measures and better enforcement of the laws on contraband hurt commerce and anger tourists, consumers, and business people.
Representatives from Mercosur (the Latin American common market) have discussed ways to increase security and facilitate the movement of people and commerce between member countries.14 In 2002, the Mercosur countries signed an agreement making it easier for their citizens to travel and obtain resident visas. The agreement also permits inspection-free transportation of commercial containers. Such open borders make the region inviting for terrorists and make an already difficult law-enforcement situation worse.
Regional Capabilities to Combat Terrorism
Latin America must use the economic, political, intelligence-gathering, and military elements of national power to cut off terrorism's life-blood-financing and state support. However, most countries in the region cannot afford to control their borders, deny terrorists safe haven in ungoverned territories, eliminate money laundering, or restrict terrorists' abilities to operate.
Resource needs are great, fiscal challenges severe, and available funding insufficient. Latin American militaries and law-enforcement agencies are not suitably organized for or adequately used to confront terrorist networks. The constitutions of many Latin American countries prohibit using military forces for internal security. Memories of the military dictatorships of the 1970s and 1980s have not been forgotten, and the people are afraid such dictatorships might return if the military's role expands. Lawenforcement agencies are not well funded and trained and are notoriously corrupt. Distrust between the military and law-enforcement institutions impedes routine coordination.
U.S. Efforts
U.S. policymakers have not attacked the conditions that attract people to terrorism. The United States and its allies can win spectacular military victories; freeze terrorists' bank accounts and cut off their weapons supplies; and capture or kill terrorist masterminds, but such triumphs are not enough to eliminate an entire generation of brainwashed extremists who have a profound hatred of the West and a determination to attack it.15 To get at the source of terrorism, the United States and its allies must ensure their counterterrorism policies and strategies are balanced and clearly articulated.
The National Strategy for Combating Terrorism aims to identify and eliminate terrorist threats before they reach U.S. borders. The document states, "The intent of this strategy is to stop terrorist attacks against the United States, its citizens, its interests, and its allies and, ultimately, to create an international environment inhospitable to terrorists and those who support them."16 To accomplish these tasks, the United States and its allies must act to-
• Defeat terrorists and their organizations by using all elements of national power: diplomatic, economic, information, law enforcement, military, and intelligence.
• Deny terrorists the sponsorship, support, and sanctuary that enable them to exist, gain strength, train, plan, and execute their attacks, and cut off their access to territory, funds, equipment, training, technology, and unimpeded transit.
• Reduce the underlying conditions that terrorists seek to exploit, such as poverty, deprivation, social disenfranchisement, and unresolved political and regional disputes.
• Defend U.S. sovereignty, territory, and national interests at home and abroad.17
U.S. counterterrorism strategy toward Latin America has essentially adopted the rollback approach the Reagan Administration used against leftists and communists. The strategy does not adequately address the underlying conditions that terrorists exploit. This preemptive, zero-tolerance strategy calls on regional leaders to adopt U.S. security interests as their own.18
From a military perspective, the most important responsibility is executing the GWOT Strategic Campaign Plan. Through combatant commanders' theater security cooperation plans, military-to-military contacts foster bilateral and multilateral cooperation to promote U.S. security interests.
The United States has worked with Colombia to protect the latter's strategically important oil fields from FARC sabotage, but the U.S has no long-term plans to work with Latin American militaries. By and large, the United States does not consider Latin American militaries to be key players on the world scene, although some participated in the Persian Gulf war, United Nations peacekeeping operations, and Operation Iraqi Freedom. Although the DOS has concluded that Latin America has suffered nearly 40 percent of all terrorist attacks in the Western Hemisphere, Latin America (except for Colombia) remains a low priority in the U.S. counterterrorism strategy.
Future Trends
The world is confronting a new brand of terrorism based on religious-sectarian-nationalist convictions. 19 While terrorist movements have had hundreds or even thousands of members in the past, these new terrorist groups have only a few members.
The new terrorism is more radical, irrational, and difficult to detect. Clear dividing lines once separated terrorists from guerrillas or criminals and homegrown terrorists from state-sponsored terrorists, but these lines have become blurred.20 Terrorist groups like al- Qaeda now likely have access to weapons of mass destruction and use extreme methods, as observed during attacks on the World Trade Center and the Pentagon.
Economically marginalized and disenfranchised groups are made-to-order for terrorists to exploit. The piqueteros (picketers) in Argentina, cocaleros (cocaine dealers) in Bolivia, Movimento Sem Terra (Movement of Those Without Land) in Brazil, and the Pachakutik indigenous peoples in Ecuador, the Bolivarian Circles in Venezuela, and peasants' groups in Paraguay are ethnically and economically op- pressed groups whose destabilizing power is growing, whose leaders are gaining political prominence, and who could be susceptible to terrorism's appeals.
The TBA's exact role in attracting terrorist groups is not entirely clear, but Ciudad del Este's Arab and Muslim community has raised funds through money laundering, illicit drug and weapons trafficking, smuggling, and piracy, with some of the funds reportedly going to Hezbollah and Hamas to support terrorist acts against Israel. The FARC also reportedly maintains a fundraising presence in the TBA. This extensive terrorist financial network also stretches to Margarita Island, Panama, and the Caribbean.
The TBA's dangerous combination of vast ungoverned areas, poverty, illicit activity, disenfranchised groups, ill-equipped law-enforcement agencies and militaries, and fragile democracies is an open invitation to terrorists and their supporters. Undeterred criminal activity, economic inequality, and the rise of disenfranchised groups with the potential to collaborate with terrorists present a daunting challenge.
Terrorism today is transnational and decentralized. International support of a multidimensional counterterrorism strategy is necessary to defeat it. Colombia's less-than-successful counternarcotics strategy demonstrates that unilateral action does not necessarily eradicate or eliminate drug trafficking. The same is true of terrorism. Unilateral action in Afghanistan has not eliminated the global terrorist threat. Without multilateral, cooperative deterrence, terrorist organizations will simply migrate across porous borders to less scrutinized areas. As long as terrorism does not directly affect them, nations in the TBA will place economic considerations ahead of security concerns, seek economic prosperity, and remain reluctant to tighten border controls or place new restrictions on commerce and transportation.
The potential for terrorism in the TBA and elsewhere in Latin America is clearly no myth. The TBA and several other tri-border areas in Latin America will emerge as ideal breeding grounds for terrorists and those groups that support them, unless countries in the region make changes in their judicial systems, improve their law-enforcement and military capabilities, take effective anticorruption measures, and cooperate with each other. The potential for Middle East terrorists to operate in the TBA and elsewhere in Latin America warrants closer scrutiny.
The United States can only win the GWOT if it has regional partners ready and willing to take preemptive action and not just wait for the United States to act. Closing down charities that fund terrorism, rounding up suspected terrorists, and denouncing terrorism is in the regional partners' selfinterest. 21 Only effective diplomacy can bring this to pass. According to Ambassador J. Cofer Black, DOS Coordinator for Counterterrorism, "[Diplomacy] is the instrument of power that builds political will and strengthens international cooperation. Through diplomatic exchanges, we promote counterterrorism cooperation with friendly nations, enhance the capabilities of our allies, take the war to the terrorists, and ultimately cut off the resources they depend on to survive."22

NOTES
1. John Price, "International Terrorism in Latin America, a Broad and Costly Security Risk," InfoAmericas, October 2001, on-line at <http://tendencias.infoamericas.com/ article_archive/ 2001/1001/1001_regional_trends.htm>, accessed 2 August 2004.2. Rex Hudson, Terrorist and Organized Crime Groups in the Tri-Border Area (TBA) of South America, Federal Research Division, The Library of Congress (Washington, DC: Government Printing Office [GPO], July 2003), 53.3. Anthony Faiola, "U.S. Terrorist Search Reaches Paraguay: Black Market Border Hub Called Key Finance Center for Middle East Extremists," Washington Post, 13 October 2001, A21.4. Mario Daniel Montoya, "Israel Takes Special Interest in Triple Border Area," Jane's Intelligence Review 13, December 2001, 13-14.5. Mike Boettcher, "South America's Tri-Border Back on Terrorism Radar," CNN, 8 November 2002, on-line at <www.cnn.com/2002/WORLD/americas/11/07/terror. triborder/>, accessed 2 August 2004.6. Ibid.7. Chris Moss, "Latin America's First Mega-Mosque Opens Eyes to Islam," on-line at <http://hispanicmuslims.com/articles/other/openseyes.html>, accessed 16 August 2004.8. Horacio Verbitsky, Pagina 12, Buenos Aires, Argentina, 26 January 2003, 124, Internet version. (No other publishing information given.)9. J. Cofer Black, Department of State Coordinator for Counterterrorism, Testimony to the Committee on International Relations, Subcommittee on International Terrorism, Nonproliferation, and Human Rights, U.S. House of Representatives, Washington, D.C., 26 March 2003, on-line at <wwwc.house.gov/international_relations/108/blac0326.htm>, accessed 16 August 2004.10. Martin Arostegui, "Chavez Plans for Terrorist Regime," Insight, 24 December 2002, on-line at <www.insightmag.com/global_user_elements/printpage.cfm? storyid=342429>, accessed 2 August 2004.11. The White House, National Strategy for Combating Terrorism, February 2003, online at <www.whitehouse.gov/news/releases/2003/02/counter_terrorism/counter_ terrorism_strategy.pdf>, accessed 2 August 2004.12. Department of State (DOS), Office of the Coordinator for Counter-Terrorism, "Latin American Overview," Patterns of Global Terrorism 2000 (Washington, DC: GPO, 2001).13. DOS, Fact Sheet on Inter-American Convention Against Terrorism, Washington, D.C., 31 May 2002, on-line at <http://usinfo.state.gov/is/Archive_Index/Inter-Ameri can_Convention.html>, accessed 2 August 2004.14. Mercosur, the Common Market of South America, has four permanent members (Argentina, Brazil, Paraguay, and Uruguay) and three associate members (Bolivia, Chile, and Peru).15. Dore Gold, Hatred's Kingdom: How Saudi Arabia Supports the New Global Terrorism (Washington, DC: Regnery Publishing, 2003), 184.16. National Strategy for Combating Terrorism.17. Ibid.18. Charles Knight, "Essential Elements Missing in the National Security Strategy of 2002," Commonwealth Institute, Project on Defense Alternatives Commentary, Cambridge, MA, November 2002, on-line at <www.comw.org/qdr/0210knight.html>, accessed 16 August 2004.19. Ibid.20. Walter Laqueur, The New Terrorism: Fanaticism and the Arms of Mass Destruction (London: Oxford University Press, 2000), 251.21. Thomas Friedman, Longitudes and Attitudes: The World in the Age of Terrorism (New York: Alfred A. Knopf), 236.22. Merle D. Kellerhals, Jr., "Foreign Terrorist List Vital in Global War on Terrorism," DOS, 5 January 2004.

THE OFFICIAL HOME PAGE OF THE US ARMY:

PARA LER EM PORTUGUÊS, ACESSE O SITE DO OBSERVATORIO SEGURANÇA PELO LINK:

MACONHA FINANCIA TERRORISMO DAS FARC NA COLOMBIA.

BAU DE TEXTOS

Polícia colombiana apreende 10 toneladas de maconha das Farc

A polícia antinarcóticos da Colômbia informou nesta sexta-feira a apreensão de mais de dez toneladas de maconha, carga atribuída às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A apreensão aconteceu em uma localidade rural do município de Lejanías, no departamento de Meta. No lugar foi descoberta uma casa que servia de depósito para a droga.
Segundo a polícia, que baseou a Operação Pegaso II em uma denúncia anônima, as dez toneladas de maconha pertencem à frente 26 das Farc. No total, foram achados 86 sacos de 60 quilos de maconha prensada e outros 4.940 kg ainda para serem prensados. Toda a carga já foi incinerada.

Segundo os investigadores policiais, que não informaram sobre detidos, o valor da droga apreendida no mercado internacional seria de US$ 1,6 milhão.
13/01/2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

CONFUSÃO NOS PAÍSES ÁRABES É RUIM PARA ISRAEL. Radicais palestinos podem provocar uma guerra

I - ATENTADO EM JERUSALÉM 
    24/03/2011 

Até agora nenhum movimento palestino ou islâmico assumiu o atentado cometido em um bairro judeu de Jerusalém. Uma mulher morreu e trinta pessoas ficaram feridas. Segundo a polícia, o atentado poder ter sido feito por militantes palestinos. O ministro da Segurança Interna, Yitzhak Aharonovitch informou que a bomba poderia pesar até dois quilos. Desde 2004 não havia acontecido um atentado assim. Muita gente em Israel teme que a confusão no mundo árabe acabe estimulando alguma aventura na Faixa de Gaza, envolvendo Israel em uma guerra contra o Hamas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, prometeu uma reação "agressiva, responsável e sensata" ao ataque.

"Eles estão tentando testar nossa força de vontade e nossa determinação, e eles vão descobrir que este governo, o Exército e o povo israelense têm uma vontade de ferro para defender o país", declarou.

II - ISRAEL PROMETE PUNIR ASSASSINOS DE FAMÍLIA DE COLONOS



Um dos tres filhos mortos do colono Ehud Vogel.
Leia mais sobre o massacre da família
no http://veradextra.blogspot.com/
Imagens chocantes

NABLUS — Israel prometeu punir os autores do assassinato de uma família de colonos, praticado na noite de sexta-feira na Cisjordânia e atribuído a palestinos, exigindo da Autoridade Palestina que detenha os culpados. Um pai de família, Ehud Vogel, de 36 anos, sua esposa Ruth, de 35, e seus filhos, Yoav (11 anos), Elad (3 anos) e Hadass (3 meses) morreram apunhalados em suas camas, na colônia de Itamar, perto de Nablus (norte da Cisjordânia).

Outras duas crianças, de quatro e dois anos de idade, que estavam em casa, escaparam da matança. Outra filha da família, de dez anos, encontrou os cadáveres ao voltar para casa tarde e avisou os vizinhos.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, exigiu da Autoridade Palestina "que ajude a encontrar e punir os assassinos" e pediu o "cessar da incitação (à violência) nas mesquitas e nos meios de comunicação sob seu controle". "Israel agirá com firmeza para defender a população israelense e punir os assassinos", anunciou Netanyahu, que ordenou ao exército e aos serviços de segurança que "atuem em todas as direções para capturar os terroristas".

Também pediu aos colonos para "não fazer justiça com as próprias mãos". O presidente palestino, Mahmud Abbas, "denunciou toda violência contra civis quaisquer que sejam os motivos", reiterando a necessidade de se conseguir o mais rapidamente possível um acordo de paz justo.

Na noite de sábado, durante entrevista telefônica com Netanyahu, Abbas expressou o pesar da Autoridade Palestina, segundo o gabinete do premier israelense. Por enquanto, os agressores não foram detidos e o ataque não foi reivindicado.

Na Faixa de Gaza, as Brigadas Al Qods, braço armado da Jihad Islâmica, estimaram em um comunicado que "esta operação é normal porque expressa o direito à resistência contra a ocupação (israelense) e seus crimes", mas não a reivindicaram.

Segundo o coronel Nimrod Aloni, comandante da brigada mobilizada no norte da Cisjordânia, "o atentado parece ter sido praticado por um grupo (palestino) local". No dia seguinte a este drama que comoveu os israelenses, o exército instalou blitzes nas estradas da região de Nablus e mobilizou numerosos soldados no povoado palestino de Awarta, situado perto da colônia de Itamar.

Os soldados revistaram casa por casa e detiveram "numerosos moradores" para interrogá-los, informaram os serviços de segurança palestinos. Segundo a rádio israelense, os assassinos, que aparentemente seriam dois, atuaram durante mais de uma hora depois de terem entrado à noite na colônia.

O vice-ministro israelense de Relações Exteriores Danny Ayalon exortou os colonos a não cometerem represálias, estimando que isto "seria o mais grave que pode acontecer".
Os colonos mais extremistas praticam com frequência uma política de represálias, vingando-se dos palestinos cada vez que as autoridades israelenses tomam medidas que eles consideram hostis à colonização ou que ocorrem ataques contra as colônias.

Os assassinatos foram condenados pela comunidade internacional. A Casa Branca condenou "nos termos mais fortes" o que qualificou de "ataque terrorista". E o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu "que os autores sejam levados ante a justiça e que todo mundo atue com contenção". A colônia de Itamar foi alvo em 2002 de um atentado palestino que matou uma mulher e três crianças.