Sempre que Lula fala em verdade, quando trata da imprensa, lembro, imediatamente, do fantástico documentário O Triunfo da Vontade, dirigido por Leni Riefenstahl, a cineasta de Hitler.
O filme foi produzido por ordem do partido nazista alemão, em 1934, para contar a história do encontro dos nazistas em Nuremberg após haverem assumido o poder. O documentário foi apresentado em 1935 e ganhou o título de melhor documentário do Ano no festival de Veneza.
Considerado por muitos a maior peça de propaganda ideológica do Século XX, o documentário ensina muito sobre o totalitarismo e o nazismo, em especial. E também como eles viam a imprensa.
Numa cena, em um gigantesco ginásio, lotado de nazistas, o então ministro da imprensa (que não era J. Goebbels) diz:
Considerado por muitos a maior peça de propaganda ideológica do Século XX, o documentário ensina muito sobre o totalitarismo e o nazismo, em especial. E também como eles viam a imprensa.
Numa cena, em um gigantesco ginásio, lotado de nazistas, o então ministro da imprensa (que não era J. Goebbels) diz:
“da imprensa, a alemã ou a estrangeira, esperamos, apenas,
que falem a verdade sobre a Alemanha”.
Assim é Lula.
Ele diz que não se importa que o critiquem, espera apenas que digam a verdade, mas a verdade que não o magoa é apenas aquela que ele quer ouvir.
Essa frase é fantástica. Sintética, direta, quase uma ordem: falem apenas o que queremos ouvir, pois o que queremos ouvir é que é a Verdade.
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