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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

BRASIL, O PAÍS QUE MUDA SEMPRE, COM O PT, PARA PIOR. Ou, Dilma e a estrada para Caracas.

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A cada dia as notícias mostram um país que desce a ladeira por conta do desgoverno que acredita nos governar. As contas públicas desandaram, a indústria não consegue exportar, as importações caíram, a corrupção atinge níveis "nunca antes neste país", a violência urbana aumenta, os nossos estudantes sabem cada vez menos, o sistema público de saúde é uma piada de mau gosto, cercado por escravos cubanos por todos os lados. A inflação não é mais um fantasma do passado. Ela voltou.  

A infraestrutura necessária à produção e escoamento de safras e produção industrial está capenga; Dilma prometeu 800 aeroportos regionais e não entregou nenhum; o PAC já está no número 3, mas o 1 e o 2 não estão acabados, há atrasos, e as obras são caras e têm problemas. O Rio São Francisco continua à espera da canalização que custa milhões e cujas obras foram abandonadas.

Há os escândalos envolvendo a Petrobras, a CPI da Petrobras, e desdobramentos do maior escândalo da República, o Mensalão. mesmo assim os petistas acham que criaram um novo Brasil, e Lula pensa que foi ele o pai da criança.

Censura ao Santander.

Recentemente, num episódio insólito, o PT e o governo federal censuraram o Banco Santander por conta de uma análise sobre a economia. Boletins de bancos com análises de contexto para seus clientes e investidores são comuns há décadas; mas o PT e o governo federal acham que falar que a economia vai mal e associar isso aos desmandos petistas e à condução da economia pior Dilma é um sacrilégio, um pecado, um crime. 

Os petistas estão recriando o pior tempo da censura no Brasil. Quem diria...`Por outro lado, o banco deixou-se censurar e despediu a analista que fez o boletim realista, e ainda pediu desculpas ao governo. Com banqueiros assim, como os clientes poderão confiar em seus bancos? Afinal, Santander, a economia vai bem ou vai mal?  

As pesquisas indicam que os brasileiros estão cansados de tantos desmandos, impunidade e incompetência. Dilma, que mal geriu uma lojinha de 1,99 em Porto Alegre, e foi uma catástrofe em vários ministérios, é o poste que não tem luz, e pensa que governa. E quer ser reeleita. Para que? 

Para nos conduzir à estrada de Caracas, para nos transformar numa Venezuela, numa Argentina, numa Cuba. Os brasileiros não merecem isso. Seria um destino trágico em demasia.

Pensem nisso.   
 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

SALÁRIO MÍNIMO FEDERAL: R$ 545,00. Muito melhor para os trabalhadores, claro.

Quem pode ficar contra um salário mínimo de R$545,00?
Pessoalmente, acho que um salário mínimo na faixa dos R$600,00, como queria a oposição, seria o fim do Brasil! Um acinte! UMA VERDADEIRA SABOTAGEM! Mas R$545,00, muito mais palatável, não?
Se vivêssemos no Irã eu pediria o fuzilamento para essa gente sabotadora. Como pedir R$600,00?
E as centrais sindicais, então, querendo R$560,00! Que abuso!
Mas, de fato, parece gente desmemoriada, pois na campanha eleitoral ficaram com os R$545,00 de Dilma, contra os R$600,00 propostos por Serra.
Gente vagabunda.
Em 2.000 diversos dos que hoje votaram pelos R$545,00 para os trabalhadores, como se menos fosse mais, estavam lá no Congresso protestando quando o mínimo passou de R$136,00 para R$151,00 com aumento de 11,11%. A inflação do ano havia sido 8,9%.

PS. Normalmente os deputados e senadores costumam conceder a eles próprios aumentos muito mais substanciosos, não?


sábado, 12 de fevereiro de 2011

NÃO PODE HAVER SURPRESA COM OS CORTES NOS GASTOS FEDERAIS. ESSE FOI O CUSTO DA ELEIÇÃO DE DILMA ROUSSEFF.

Não há motivo para surpresa.
Ao menos por parte da imprensa especializada em cobertura econômica e política não há motivo para surpresas com os cortes que terão que ser feitos nos gastos do governo federal.
O governo Lula gastou muito mais do que podia, visando eleger Dilma Rousseff.

Dilma Rousseff foi ministra toda poderosa do governo anterior, certamente sabia até onde o elástico seria esticado, e a que custo. A eleição foi o resultado de um cálculo. O problema é que entre o cálculo e a eleição, há a vida de todos nós.
O futuro do Brasil foi transformado em um brinquedo para fins político-partidários. 

Entre 2006 e 2010, as despesas do governo federal aumentaram R$ 221 bilhões, o que evidencia a guinada na política fiscal acentuada nos dois últimos anos de mandato, quando a crise global ofereceu ao governo uma justificativa para ampliar os gastos. (O Globo).
O aumento da carga tributária, combinado com o crescimento do PIB ( Produto Interno Bruto) e a redução do superávit primário deram ao governo Lula um poder enorme para gastar.

Somente a oposição, com aquela tranquilidade patética e bovina, de sempre, fingiu não perceber que algo errado estava acontecendo. E a imprensa especializada em política e economia.

O capítulo relativo à crítica à imprensa ainda deverá ser muito aprofundado, pois a infiltração das redações pela militância petista ou, ao menos, pelos bocós progressistas, criou uma barreira protetora aos desmandos do governo federal, ao absurdo dos gastos sem fundo que comprometerão a estabilidade da moeda, o rendimento da economia, o endividamento público, os recursos para aplicação em problemas que aguardam solução urgente.

O Brasil, de 2011 adiante, ficou muito mais à mercê do destino, dos bons ventos da economia internacional e, claramente, da sorte. A despeito do que diz o senhor Mantega.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

SUBIR IMPOSTOS E TAXAS É O MANTRA DOS INCOMPETENTES

Economistas têm alertado pela Imprensa que a indústria nacional enfrenta forte concorrência de produtos importados, especialmente os chineses. Isso foi até razoavelmente tratado antes das eleições.

Uma das razões do aumento das importações, e forte atrativo para os consumidores, é o preço muito mais baixo do que o de produtos nacionais correspondentes.

A situação pressiona a indústria nacional, que não consegue, por diversos motivos, produzir com o mesmo custo, ou menos. Dezenas de indústrias estão deixando de produzir e passando a importar produtos acabados ou partes a serem montadas no Brasil.

A razão disso tudo é o custo Brasil, pois a burocracia entranhada no sistema econômico e político dificulta a tomada de decisões e encarece a produção, pela cascata de tributos, além de aspectos trabalhistas e logísticos que compõe a equação.

Tudo no País favorece a demora e a corrupção. Assim, para atender apelos setoriais, de caráter urgente, o governo pretende taxar em 35% certos tipos de importados considerados supérfluos. 

A questão é que os produtos ficarão mais caros. O aumento das tarifas não melhora a produção, só faz uma barragem protecionista que anuncia os tempos passados, em que a indústria nacional, superprotegida, acomodou-se e o Brasil virou uma ilha desconectada do resto do Mundo. Apesar de tudo, quem chamou a atenção para isso e tomou algumas medidas positivas foi o presidente Collor de Mello.

Mas, agora, não se trata apenas de atualização tecnológica e logística, fata é uma política global nacional que libere as amarras e permita a criatividade. Mas quem vai querer bater de frente com o poder centenário da burocracia?

Não são as indústrias e os empresários que são ineficientes (embora existam os acomodados), é a burocracia e a política de favores que se fortalece com essa situação. E os contribuíntes, que também, por acaso são os consumidores, não querem pagar mais por produtos e serviços.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PROMESSAS DE CAMPANHA VÃO PARA O LIXO

Vale a pena ler com muita atenção o post completo de Reinaldo Azevedo, em seu blog:


"Um partido que tem a mentira como seu norte (a)moral"

"...Vejam os primeiros movimentos do governo Dilma. Em 24 dias, vive para se desmentir. A presidente já mandou para o lixo uma penca de promessas de campanha. Como o governo é elogiadíssimo por se mover nas sombras, a gente quase não percebe. 

Ela acaba de adiar a compra dos navios e dos aviões. A farra fiscal do governo de que ela era mesma era chefona não lhe permite cumprir a agenda. A mesma farra vai obrigar o Planalto a um corte de R$ 60 bilhões no Orçamento se quiser cumprir a meta do superávit primário.

Quem ouvisse a então candidata chegaria à conclusão de que, em janeiro deste ano, agora mesmo, estariam dados os fundamentos para o superávit nominal!..."

(Reinaldo Azevedo)

O NACIONALISMO ELEITOREIRO NÃO SUPORTA A REALIDADE ECONÔMICA. Ou: fazer promessas para ganhar votos é fácil...


Imagem ilustrativa by Andrew Schmidt 

Passada a campanha eleitoral e suas promessas, algumas delas mirabolantes, a realidade volta a se impor, ao menos na Economia, pois na Política isso ainda vai depender daquilo que um dia foi a oposição e a imprensa. Desse modo, a Petrobrás quer rever alguns parâmetos, passando de 65% para 35% o valor dos equipamentos a serem encomendados à indústria nacional. É preciso lembrar que tais índices eram compromissos da campanha de Dilma Roussef.  

No final de 2010, no auge da campanha, Lula, num daqueles arroubos comuns de falastrão, desafiou o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, a fazer 100% das compras para os projetos da empresa no Brasil.

Como o presidente da estatal está muito mais ligado aos interesses do PT que à eficácia e imagem da empresa no mercado, afinal, do que ela depende enquanto empresa, entrou no joguinho, acenando com encomendas milionárias para atender às demandas do pré-sal.

Tudo enrolação, uma vez que a indústria nacional não tem  capacidade instalada e nem preço compatível com os internacionais para fornecer os equipamentos.

Redução de nacionalização


Segundo a Folha de S. Paulo e o blog de Reinaldo Azevedo, o pedido de redução da participação local se limita às áreas do pré-sal cujos contratos ainda não foram firmados e não afeta os acordos já feitos. O Ministério de Minas e Energia flexibilizar a regra. Reuniões entre a Petrobras e o ministro Edison Lobão foram feitas nas últimas duas semanas em busca de uma solução. 
O tema é delicado, pois a presidente garantiu aos empresários brasileiros uma maior presença nacional no processo.
Conforme o jornal, o principal problema é de prazo: na área de cessão onerosa, a Petrobras precisa extrair 5 milhões de barris para pagar ao governo pela sua capitalização até 2014. Nesse prazo, não há como fabricar sondas no país.
Além disso, Gabrielli disse a interlocutores que os preços praticados no mercado interno são um problema: uma sonda, por exemplo, custa cerca de US$ 1 bilhão no Brasil. Lá fora, paga-se 30% menos. Por conta desses entraves, a Petrobras já encomendou no exterior parte das 28 sondas que vai utilizar.
A regra atual exige que, para equipamentos de perfuração, o índice de nacionalização comece em 55%, passe a 60% em uma etapa intermediária e chegue a 65% nas encomendas finais. A Petrobras afirma que não há negociação para reduzir os índices e diz que não há atraso no cumprimento das metas no que diz respeito ao conteúdo nacional, informa a Folha.








domingo, 23 de janeiro de 2011

CORRUPÇÃO EM CUBA. Ou: como socializar as propinas e a roubalheira na fazendinha de Fidel Castro.


A nota de 3 pesos é curiosidade, o que vale mesmo é o dolar

O regime socialista cubano, aquele primor de reconstrução do ser humano, como convém a todo comunista acreditar, é uma balela. Como, segundo o economista austríaco, Ludwig von Mises, não existe almoço grátis, alguém tem que pagar a conta.

Segundo o diário El País, da Espanha, o Wikileaks divulgou boletins da Seção de Interesses dos Estados Unidos (que funciona em Havana) nada alentadores sobre o nível de corrupção na fazenda do Fidel Castro.

Entre os atos de corrupção, sempre segundo os documentos liberados pelos WikiLeaks, figuram as comissões ilegais cobradas por funcionários do governo em troca de favores e cujos montantes são depositados em contas abertas em seu nome ou de terceiros em bancos estrangeiros.

Empresários estrangeiros precisam liberar dez por cento do valor do contrato, o que é depositado em contas de altos funcionários do governo cubano, do Partido Comunista.
Nada disso é muitanovidade, a não ser para quem acreditava no mundo cor de rosa da propaganda cubana. Cuba tem falta de alimentos, não exporta nada e nem importa o que precisa. Vive da ajuda nada desinteressada de Chávez que fornece petróleo.

O governo está demitindo mais de 500 mil funcionários e deixando que as pessoas encontrem uma forma de sobreviver -seria ummodo de voltar à livre iniciativa e ao mercado? Parece que os chineses já encontraram esse caminho há uns 30 anos!

Como a economia cubana é absolutamente caótica, apesar da ilusão oficial de planejamento centralizado, as máfias formadas por altos funcionários imperam em todas as partes da ilha.
Além disso, há o mercado negro de produtos e de dólares, a prostituição das jovens cubanas no Malecón, o roubo de produção de charutos para a venda a turistas, etc. Todo mundo rouba e todo mundo finge que trabalha. Mas é impossível viver com menos de 30 dólares mensais.

Foi exatamente asssim que, ao acabar a União Soviética, nos poucos anos seguintes surgiram centenas de milionários na Rússia. Onde estava esse dinheiro todo? Nas contas ilegais das máfias russas. Assim que a cortina de ferro caiu, a Rússia começou a ganhar cada vez mais milionários, todos gente da alta hierarquia do partido Comunista que havia juntado milhões em decorrencia da corrupção.

Não sei se Fidel ou o irmão dele aproveitarão seus milhões no céu ou no inferno, mas muitos cubanos do sistema atual serão os novos milionários, assim que o regime entrar em colapso ou fraquejar demais.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

JUROS ALTOS E INFLAÇÃO CRESCENTE.

"Se juros altos combatessem a inflação, o Brasil, que tem os juros mais altos do mundo, teria inflação negativa."

Frase de um comentarista econômico na Rádio Jovem Pan.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

EL FRACASO DE CUBA. A FALÊNCIA DE CUBA. Ou: "não existe almoço grátis". ("There is no free lunch", Ludwig von Mises)

Cuba iniciou este mês o processo de demissão de um total de 1,5 milhão de trabalhadores, o equivalente a 7,4% de sua população de 11,2 milhões de habitantes.
É como se no Brasil, de uma só vez, demitissem 14 milhões de pessoas. Após 50 anos de revolução a economia cubana está em frangalhos e os lideres políticos querem que os demitidos se virem por conta própria.
Até pouco tempo era crime qualquer negócio particular, considerado traição ao regime socialista. O sistema prisional político cubano está cheio de transgressores. 
Como a realidade não admite desaforos, prevalece a máxima de economista austríaco Ludwig von Mises: “não existe almoço grátis.”  Agora que a economia planejada faliu, devido à incompetência natural dos regimes socialistas, os dirigentes, esquecendo toda a propaganda feita em 50 anos querem que cada um sobreviva como puder.
Os cubanos aprenderam a ser empregados públicos e ouviram que esse era o melhor sistema. Agora, na crise, são jogados na rua da amargura. Terão que aprender, na dura prática, que não existe almoço grátis.
O mais curioso dessa notícia é a forma objetiva como é publicada pela imprensa. Como se noticiasse: choveu ontem.
Ninguém questiona que demitir tal quantidade de gente é algo perverso, desumano, absolutamente fora do que se imagina ser a realidade em um paraíso socialista como Cuba. Ao menos no imaginário dos bobalhões da esquerda e da população desinformada pela apatia dos jornalistas.
Quer dizer que, na hora em que a coisa aperta, o sistema coletivista, que nega o indivíduo, larga o indivíduo à própria sorte para ver se ele dá um jeito no sistema? Para que houve a revolução?
Quantas décadas perdidas...

PS. Sobre Cuba há muitas fontes. Para quem gosta de Internet recomendo o site de Yoani Sánches,

sábado, 18 de dezembro de 2010

O NAVIO E O NÍVEL DO MAR. Ou, a teoria econômica adequada a Lula no doutoramento de Mercadante.

O ex-ministro da Fazenda dos tempos da ditadura militar, prof. Delfim Netto, e conselheiro e amigo do presidente Lula, titular de Economia na USP, fez parte da banca de doutoramento do economista Aloizio Mercadante na Unicamp.

Sendo o primeiro a questionar o doutorando, Delfim disse que o cenário econômico internacional foi favorável `a sustentação do bolo, e que o bolo lulista não cresceu apenas por vontade do presidente: "Com o Lula você exagera um pouco, mas é a sua função", disse o ex-ministro, irônico, pois Mercadante fez uma defesa das medidas tomadas por Lula, mas não discutiu muito a teoria econômica.

Para Delfim, "O nível do mar subiu e o navio subiu junto. De vez em quando, o governo pensa que foi ele quem elevou o nível do mar..."
A conclusão mostra que o professor Delfim compreendeu bem a real natureza de Lula, aquele que costuma dizer "nunca antes neste país". Além de reinventar o Brasil, o homem ainda eleva o nível do mar...

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O PAÍS DOS VIVOS

Informam os jornais que auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) descobriu que 57,8 mil vendas em farmácias que participam do Programa Farmácia Popular foram feitas a 17,2 mil pessoas que estavam mortas no dia da venda. A fraude, que passou de R$1,2 milhão aconteceu entre 2006 e 2009.
Brasil, o país dos vivos...