![]() |
| WWW.SPONHOLZ.ARQ.BR |
Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador ELEIÇÃO 2014. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ELEIÇÃO 2014. Mostrar todas as postagens
domingo, 7 de setembro de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
BRASIL, O PAÍS QUE MUDA SEMPRE, COM O PT, PARA PIOR. Ou, Dilma e a estrada para Caracas.
![]() |
| WWW.SPONHOLZ.ARQ.BR |
A cada dia as notícias mostram um país que desce a ladeira por conta do desgoverno que acredita nos governar. As contas públicas desandaram, a indústria não consegue exportar, as importações caíram, a corrupção atinge níveis "nunca antes neste país", a violência urbana aumenta, os nossos estudantes sabem cada vez menos, o sistema público de saúde é uma piada de mau gosto, cercado por escravos cubanos por todos os lados. A inflação não é mais um fantasma do passado. Ela voltou.
A infraestrutura necessária à produção e escoamento de safras e produção industrial está capenga; Dilma prometeu 800 aeroportos regionais e não entregou nenhum; o PAC já está no número 3, mas o 1 e o 2 não estão acabados, há atrasos, e as obras são caras e têm problemas. O Rio São Francisco continua à espera da canalização que custa milhões e cujas obras foram abandonadas.
Há os escândalos envolvendo a Petrobras, a CPI da Petrobras, e desdobramentos do maior escândalo da República, o Mensalão. mesmo assim os petistas acham que criaram um novo Brasil, e Lula pensa que foi ele o pai da criança.
Censura ao Santander.
Recentemente, num episódio insólito, o PT e o governo federal censuraram o Banco Santander por conta de uma análise sobre a economia. Boletins de bancos com análises de contexto para seus clientes e investidores são comuns há décadas; mas o PT e o governo federal acham que falar que a economia vai mal e associar isso aos desmandos petistas e à condução da economia pior Dilma é um sacrilégio, um pecado, um crime.
Os petistas estão recriando o pior tempo da censura no Brasil. Quem diria...`Por outro lado, o banco deixou-se censurar e despediu a analista que fez o boletim realista, e ainda pediu desculpas ao governo. Com banqueiros assim, como os clientes poderão confiar em seus bancos? Afinal, Santander, a economia vai bem ou vai mal?
As pesquisas indicam que os brasileiros estão cansados de tantos desmandos, impunidade e incompetência. Dilma, que mal geriu uma lojinha de 1,99 em Porto Alegre, e foi uma catástrofe em vários ministérios, é o poste que não tem luz, e pensa que governa. E quer ser reeleita. Para que?
Para nos conduzir à estrada de Caracas, para nos transformar numa Venezuela, numa Argentina, numa Cuba. Os brasileiros não merecem isso. Seria um destino trágico em demasia.
Pensem nisso.
Marcadores:
BANCO SANTANDER,
BRASIL EM CRISE,
DILMA.,
ECONOMIA,
ELEIÇÃO 2014,
INFLAÇÃO,
PT CENSURA SANTANDER,
PT E INFLAÇÃO,
SANTANDER CENSURADO,
SPONHOLZ
quinta-feira, 26 de junho de 2014
domingo, 15 de junho de 2014
ALEXANDRE PADILHA VIVE NUMA BOLHA DE SABÃO. Inverte a lógica e diz que o Governador Alckmin (que lidera todas as pesquisas) é o adversário do PT, como se liderasse, com apenas 3% !!! A arrogância é uma das marcas mais fortes do petismo.
A entrevista de Alexandre Padilha, o candidato petista ao governo do Estado de São Paulo é bem sintomática, revelando o espírito arrogante que toma os petistas ao longo do tempo. Não é ele, com míseros 3% por cento nas pesquisas, empurrado pelo dono do PT, Luis Inácio Lula da Silva, escolhido a dedo como o novo poste que Lula quer enfiar nos paulistas, que é adversário do governador Geraldo Alckmin, um dos melhores do País, é o governador que é apontado como seu adversário...
Após 12 anos de demagogia, populismo barato, gastança de dinheiro público desenfreada, desprezo pelas leis, pela Democracia, pelo Estado de Direito, pela verdade, endividamento público crescente e perigoso, destruição da segurança pública, avanço inimaginável dos crimes violentos e das drogas, avanço da corrupção, do avanço sobre o tesouro de empresas como o Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica fundos de pensão - conforme se lê na imprensa o tempo todo; os ataques à imprensa livre e aos adversários políticos. Além disso, nunca ates neste país um governo promoveu tanto a separação entre os brasileiros, espalhando o ódio e a inveja. Dividir para governar. O racismo, ao invés de ser eliminado é promovido por leis idiotas como as das cotas.
Uma vez que a eleição está arriscada os líderes petistas voltam aos velhos argumentos e táticas de jogar elite contra povo, brancos contra negros e outras etnias;pobres contra ricos. Mas quem são os aliados do PT agora?: Fernando Collor de Mello, a família Sarney inteira, Renan Calheiros e outras famílias oligarcas do Nordeste.
Promoveram a Copa e a Olimpíada para faturar as eleições. Quando o processo lhes escapa das mãos ficam malucos e vomitam ódio.
Lendo as declarações do senhor Padilha fico com a impressão de que ele não era morador do Estado de São Paulo, não conhece a nossa economia, a nossa indústria, a nossa capacidade agrícola. Não conhece as estradas paulistas e o padrão de vida do Estado.
Enquanto ministro estava, certamente, preocupado em ficar nos bastidores tramando trazer escravos médicos cubanos para o Brasil para faturar nas eleições. Isso se, dado o segredo de tal negócio obscuro, forem mesmo todos médicos.
Enquanto ministro estava, certamente, preocupado em ficar nos bastidores tramando trazer escravos médicos cubanos para o Brasil para faturar nas eleições. Isso se, dado o segredo de tal negócio obscuro, forem mesmo todos médicos.
A arrogância dos petistas é tão grande que eles não acreditam ter que dar satisfações sobre tais contratos e escravos aos brasileiros. O SUS recuou muitos degraus, muitos passos; o Brasil não precisa de mai médicos, mas de melhor prevenção na Saúde Pública.
Padilha - na sua desmemória - acha que o PT mudou o Brasil, como se nada existisse antes. Nem visão histórica tem. Com suas declarações sobre São Paulo demonstra não conhecer o principal estado do País.
Pensem bem, paulistas, no que é melhor para São Paulo
GUTENBERG JOTA
GUTENBERG JOTA
JORNAL A TRIBUNA - SANTOS
Domingo, 15 de Junho de 2014 -
09h31
Eleições 2014
'Nosso adversário é o governador
do Estado', diz Padilha
De A Tribuna On-line
Estadão Conteúdo
Pré-candidato do PT ao governo do
Estado de São Paulo, Alexandre Padilha foi três anos ministro da Saúde no
governo Dilma Rousseff e, em 2009 e 2010, ministro das Relações Institucionais
do governo do ex-presidente Lula. Com intenção de voto que varia de 3% a 4%, o
pré-candidato do PT ao governo paulista, Alexandre Padilha, diz que vai lutar pelo
2º turno com foco em
Geraldo Alckmin (PSDB), que tentará reeleição.
"Tenho um adversário só, que é o atual governador. Eu vou ficar muito feliz de ter o apoio do doutor Paulo Skaf no 2º turno", diz, em resposta a Paulo Skaf, candidato peemedebista, para quem a nova polarização no Estado ocorre entre PSDB e PMDB.
Padilha, que será confirmado candidato hoje em convenção, promete levar ao palanque o prefeito de São Paulo Fernando Haddad - o colega amarga alto índice de rejeição. E também mostra seu lado pragmático. "Sou petista desde adolescente, mas não acho que o PT é dono da verdade."
"Tenho um adversário só, que é o atual governador. Eu vou ficar muito feliz de ter o apoio do doutor Paulo Skaf no 2º turno", diz, em resposta a Paulo Skaf, candidato peemedebista, para quem a nova polarização no Estado ocorre entre PSDB e PMDB.
Padilha, que será confirmado candidato hoje em convenção, promete levar ao palanque o prefeito de São Paulo Fernando Haddad - o colega amarga alto índice de rejeição. E também mostra seu lado pragmático. "Sou petista desde adolescente, mas não acho que o PT é dono da verdade."
Por que mudar o Estado?
Depois de 20 anos governando o Estado de São Paulo, o PSDB perdeu a
força, a energia.
O sr. fala de 20 anos de PSDB, mas o PT já esta há 12 em Brasília, irá para 16 se a presidente Dilma for reeleita...
A diferença é que o PT fez as mudanças necessárias no governo federal. O PT é o partido da mudança. Mudou o País, transformou. E São Paulo precisa mudar. Quando falo mudar, é mudar completamente o padrão de gestão. Até tirar a sede do governo de dentro do Palácio do Morumbi, colocar em outro lugar mais próximo do povo. O governador de São Paulo não é um monarca, não é um rei para estar encastelado no Palácio.
O sr. fala de 20 anos de PSDB, mas o PT já esta há 12 em Brasília, irá para 16 se a presidente Dilma for reeleita...
A diferença é que o PT fez as mudanças necessárias no governo federal. O PT é o partido da mudança. Mudou o País, transformou. E São Paulo precisa mudar. Quando falo mudar, é mudar completamente o padrão de gestão. Até tirar a sede do governo de dentro do Palácio do Morumbi, colocar em outro lugar mais próximo do povo. O governador de São Paulo não é um monarca, não é um rei para estar encastelado no Palácio.
O sr. já rodou mais de 110 cidades com a caravana do PT e continua com
3% de intenção de votos. O que deu errado?
Deu certo. A caravana não tinha nenhuma relação com ampliar porcentual de pesquisa, exposição. Se tivesse, ficava na capital na região metropolitana, nas cidades maiores.
Deu certo. A caravana não tinha nenhuma relação com ampliar porcentual de pesquisa, exposição. Se tivesse, ficava na capital na região metropolitana, nas cidades maiores.
Quais são suas duas principais propostas de campanha?
O centro do projeto de desenvolvimento está na educação. Queremos
acabar com a aprovação automática. Pegar cada uma das universidades públicas
estaduais, as federais, e, em parcerias com elas, criar academias para
professores. Precisamos fazer com que o metrô seja de fato metropolitano,
ultrapasse o limite da cidade de São Paulo, chegue até Guarulhos, Taboão da
Serra, ABC.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
DILMA DE NOVO? NEM A PAU, JUVENAL!!!
SP não quer saber de Dilma! Desde 1989, PT venceu eleição presidencial no Estado uma única vez
Leiam o que informa a Folha. Volto em seguida.
Tem um lugar no Brasil onde 61% dos eleitores afirmam que não votariam na presidente Dilma Rousseff “de jeito nenhum”. Lá, 83% da população querem mudança, um percentual bem mais alto do que no resto do Brasil. E só 23% aprovam o atual governo. Provavelmente por isso, tanto Aécio Neves (PSDB) quanto Eduardo Campos (PSB) venceriam Dilma num segundo turno, com folga, caso a eleição fosse realizada apenas entre os eleitores desse lugar – o tucano ganharia por 46% a 34%; o ex-governador de Pernambuco, por 43% a 34%.
É um lugar
onde a opinião política do presidente do STF (Supremo Tribunal
Federal), Joaquim Barbosa, é mais influente que a do ex-presidente Lula
(29% votariam “com certeza” em alguém apoiado pelo magistrado, enquanto
24% fariam o mesmo com o petista). E onde mais da metade dos moradores
(54%) dizem sentir vergonha pela realização da Copa do Mundo no
Brasil. Esse lugar é o maior colégio eleitoral do Brasil, o Estado de
São Paulo. Os dados são da pesquisa Datafolha realizada entre os dias 3 e
5 de junho em todo o Brasil, com um número de entrevistas grande o
suficiente em São Paulo para uma análise mais precisa sobre o
comportamento eleitoral dos paulistas.
São Paulo
destoa do resto do Brasil em quase todos os temas investigados. Se
fossem contabilizados só os votos dos eleitores do Estado, a disputa
presidencial hoje estaria tecnicamente empatada entre Dilma, com 23%, e
Aécio, com 20%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para
menos. Em São Paulo, Eduardo Campos tem 6%, seguido de perto por dois
candidatos evangélicos: o Pastor Everaldo Pereira (PSC), com 4%, e o
senador Magno Malta (PR-ES), com 3%. Já o candidato do PSTU, José Maria,
alcança 2%.
Conforme
os resultados apurados em todo o país, 30% do eleitorado nacional ainda
não tem candidato a presidente da República. É um recorde desde 1989
para esse período pré-eleitoral. Em São Paulo, a soma dos indecisos com
os que afirmam pretender votar em branco ou nulo é ainda maior: 37%. Os
paulistas são mais pessimistas que os demais brasileiros em todas as
questões relacionadas à economia. Entre eles, 69% acham que a inflação
vai subir, 52% esperam aumento do desemprego, 48% entendem que o poder
de compra irá diminuir.
Por
encomenda da Folha, o Datafolha ouviu 4.337 pessoas no Brasil, 2.029
delas no Estado de São Paulo. A margem de erro é sempre de dois pontos. A
taxa de confiança é de 95%. Significa que em 100 levantamentos
parecidos, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95.
(…)
Voltei
Vou citar um cantante “progressista”, um
tal Caetano Veloso, que não vai muito, ou nada!, com a minha cara… Já se
recusou até a dançar comigo, muito entre aspas, é claro! Peninha! O
fato é que, em São Paulo, não se costuma dar muita bola para quem sobe
ou desce a rampa.
Os
petistas têm mais dificuldade de se criar no Estado do que em outras
regiões do país. Desde a volta das eleições diretas, o partido venceu a
disputa em São Paulo uma única vez: em 2002. Naquele ano, Lula obteve
55,39% dos votos, contra 44,61% de Serra. Nas outras todas, comeu
poeira.
A saber:
1989 – Lula, 42,10% X Collor, 57,90% (2º turno):
1994 – Lula, 27,01% X FHC, 55,74% (1º turno);
1998 – Lula, 28,84% X FHC, 59,89% (2º turno);
2006 – Lula, 47,74% X Alckmin, 52,26% (2º turno);
2010 – Dilma, 45,95% X Serra, 54,05% (2º turno).
É por isso
que Marilena Chaui, por exemplo, a Tati Quebra Barraco da esquerda do
Complexo Pucusp, acha São Paulo um estado “reacionário”. Os petistas não
se conformam que exista um Estado que responde por um terço da economia
do país e que resista ao petismo. Vai ver é por isso que São Paulo
responde por um terço da economia do país!
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/sp-nao-quer-saber-de-dilma-desde-1989-pt-venceu-eleicao-presidencial-no-estado-uma-unica-vez/
www.sponholz.arq.br
domingo, 8 de junho de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)












