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segunda-feira, 9 de junho de 2014

DILMA DE NOVO? NEM A PAU, JUVENAL!!!



REPRODUÇÃO DE TEXTO DO BLOG DE REINALDO AZEVEDO

09/06/2014
às 16:35

SP não quer saber de Dilma! Desde 1989, PT venceu eleição presidencial no Estado uma única vez

Leiam o que informa a Folha. Volto em seguida.

Tem um lugar no Brasil onde 61% dos eleitores afirmam que não votariam na presidente Dilma Rousseff “de jeito nenhum”. Lá, 83% da população querem mudança, um percentual bem mais alto do que no resto do Brasil. E só 23% aprovam o atual governo. Provavelmente por isso, tanto Aécio Neves (PSDB) quanto Eduardo Campos (PSB) venceriam Dilma num segundo turno, com folga, caso a eleição fosse realizada apenas entre os eleitores desse lugar – o tucano ganharia por 46% a 34%; o ex-governador de Pernambuco, por 43% a 34%.

É um lugar onde a opinião política do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, é mais influente que a do ex-presidente Lula (29% votariam “com certeza” em alguém apoiado pelo magistrado, enquanto 24% fariam o mesmo com o petista). E onde mais da metade dos moradores (54%) dizem sentir vergonha pela realização da Copa do Mundo no Brasil. Esse lugar é o maior colégio eleitoral do Brasil, o Estado de São Paulo. Os dados são da pesquisa Datafolha realizada entre os dias 3 e 5 de junho em todo o Brasil, com um número de entrevistas grande o suficiente em São Paulo para uma análise mais precisa sobre o comportamento eleitoral dos paulistas.

São Paulo destoa do resto do Brasil em quase todos os temas investigados. Se fossem contabilizados só os votos dos eleitores do Estado, a disputa presidencial hoje estaria tecnicamente empatada entre Dilma, com 23%, e Aécio, com 20%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Em São Paulo, Eduardo Campos tem 6%, seguido de perto por dois candidatos evangélicos: o Pastor Everaldo Pereira (PSC), com 4%, e o senador Magno Malta (PR-ES), com 3%. Já o candidato do PSTU, José Maria, alcança 2%.
Conforme os resultados apurados em todo o país, 30% do eleitorado nacional ainda não tem candidato a presidente da República. É um recorde desde 1989 para esse período pré-eleitoral. Em São Paulo, a soma dos indecisos com os que afirmam pretender votar em branco ou nulo é ainda maior: 37%. Os paulistas são mais pessimistas que os demais brasileiros em todas as questões relacionadas à economia. Entre eles, 69% acham que a inflação vai subir, 52% esperam aumento do desemprego, 48% entendem que o poder de compra irá diminuir.

Por encomenda da Folha, o Datafolha ouviu 4.337 pessoas no Brasil, 2.029 delas no Estado de São Paulo. A margem de erro é sempre de dois pontos. A taxa de confiança é de 95%. Significa que em 100 levantamentos parecidos, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95. (…)
Voltei
  Vou citar um cantante “progressista”, um tal Caetano Veloso, que não vai muito, ou nada!, com a minha cara… Já se recusou até a dançar comigo, muito entre aspas, é claro! Peninha! O fato é que, em São Paulo, não se costuma dar muita bola para quem sobe ou desce a rampa.

Os petistas têm mais dificuldade de se criar no Estado do que em outras regiões do país. Desde a volta das eleições diretas, o partido venceu a disputa em São Paulo uma única vez: em 2002. Naquele ano, Lula obteve 55,39% dos votos, contra 44,61% de Serra. Nas outras todas, comeu poeira. 

A saber: 1989 – Lula, 42,10% X Collor, 57,90% (2º turno): 1994 – Lula, 27,01% X FHC, 55,74% (1º turno); 1998 – Lula, 28,84% X FHC, 59,89% (2º turno); 2006 – Lula, 47,74% X Alckmin, 52,26% (2º turno); 2010 – Dilma, 45,95% X Serra, 54,05% (2º turno).

É por isso que Marilena Chaui, por exemplo, a Tati Quebra Barraco da esquerda do Complexo Pucusp, acha São Paulo um estado “reacionário”. Os petistas não se conformam que exista um Estado que responde por um terço da economia do país e que resista ao petismo. Vai ver é por isso que São Paulo responde por um terço da economia do país!

Por Reinaldo Azevedo
 http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/sp-nao-quer-saber-de-dilma-desde-1989-pt-venceu-eleicao-presidencial-no-estado-uma-unica-vez/
www.sponholz.arq.br

segunda-feira, 7 de abril de 2014

O AFUNDAMENTO DA PETROBRAS, A VEJA E A FALTA DE VERGONHA NA CARA DOS BRASILEIROS.


A reportagem especial, com16 páginas, da última edição da revista Veja deveria ser de leitura obrigatória por todos os eleitores brasileiros. De desmando em desmando os poderosos do PT, ou os poderosos ligados a ele, que fazem parte da rede de sustentação do governo, demonstram a cada dia, como os fatos nada têm a ver com o discurso vazio do petróleo é nosso e outras bobagens nacionalistas. Isso é apenas uma máscara, um biombo para o verdadeiro assalto e destruição de uma que já foi uma das maiores empresas do mundo. 

Sobre a revolta popular que toma conta da Venezuela, o professor Olavo de Carvalho disse, há algum tempo, que o Brasil estava muito mais doente que aquele país, uma vez que nossa população, apalermada, não reage às vergonhas que presenciamos a cada dia, enquanto os venezuelanos estão arriscando a vida pela liberdade. Aqui nos tiram um pouco da liberdade a cada dia, num plano sinistro, e achamos que está tudo bem, e que estamos seguros. 

WWW.SPONHOLZ.ARQ.BR

Estamos tão anestesiados pela propaganda das "maravilhosas obras do governo federal" (quais?) que, mesmo com a gigantesca pilha de escândalos destes últimos dez anos de administração petista, e o afundamento do gigante adormecido em uma imensa dívida pública, além da destruição da Petrobras, ainda rimos como hienas, e travamos batalhas nas avenidas virtuais das redes sociais.

Pode ser que isso contamine alguns milhares, mas o País está precisando de pessoas com brio e que provem que há vida, com gente nas ruas. Por enquanto, apenas quem põe gente nas ruas são as ongs e sindicatos atrelados ao Poder, a que eles chamam sociedade civil. 

Essa sociedade civil oficialesca não nos interessa, pois é aquela cevada a favores, verbas, mimos, isto é, é apenas um braço da propaganda governamental que ocupa o vazio das ruas, para que estas não sejam ocupadas pelos brasileiros que têm vergonha na cara.