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sábado, 12 de março de 2011

AS MENTIRAS SISTEMÁTICAS SOBRE CUBA E O SOFRIMENTO DO POVO CUBANO.

memória recente do Carnaval

Mentiras carnavalescas
por Leonardo Bruno
Estamos na época de carnaval. É moda a mídia e a televisão venderem a idéia de que somos um povo festeiro e farrista. Bem, até nesta sexta-feira, eu seguia uma ética rotineira, porém fora do comum dessas fases pagodeiras: estava trabalhando e analisando meios de ganhar dinheiro com advocacia. Tenho que pagar minhas contas. Presenciei com indiferença a semana de carnaval. O tempora, O mores!
Interessante a experiência que tive quando fui ao Rio de Janeiro, no carnaval de 2005. Visitava um amigo, quando percebi que a cidade estava vazia. E sentia que a grande maioria desprezava ou ignorava o carnaval. De fato, a maioria do povo não dava à mínima. O grosso da população carioca fugia da cidade. Sobravam apenas alguns favelados, traficantes de drogas, bicheiros e artistas da Rede Globo. Além do que, claro, os turistas estrangeiros, visíveis deslumbrados e bobalhões (claro que não faço parte deles). Na última vez que passei pelo Rio de avião, indo de viagem a São Paulo, via um desses turistas toscos falando da caipirinha, com aquele sotaque meio ridículo. Estava com um grupo de gringos de sua espécie. Reconheci o passaporte: era da África do Sul. Com certeza vai levar uma imagem caricatural da nossa gente, ou seja, a de um país de praias, futebol, mulatas exóticas e foguentas e povo alegórico e fantasista. Quem diz que o Rio de Janeiro é o cartão postal desta nação realmente não sabe do que está falando.

Não consigo me identificar em nada com o Rio. Na verdade, eu não tenho a menor identidade com qualquer coisa tropical. O clima e a vegetação do norte me parecem monótonos e sem graça, além da temperatura ser alta, calorenta e por vezes insuportável. Sem querer depreciar meus amigos nordestinos, não me empolgo com praias ou paisagens solares. Tal como o Rio, as capitais nordestinas me fazem lembrar turistas gringos idiotas, prostitutas, trios elétricos e micaretas. Costumo apreciar climas temperados e cinzentos e roupas pesadas. Embora nunca tenha ido a Europa, aquela paisagem cinzenta, sombria que vejo em fotos e vídeos me causa uma séria impressão. Sem contar as quatro estações, que dão graça ao tempo. No Brasil, por mais que seja um gaúcho radicado no Pará, o máximo que me identifico é com São Paulo, terra da prosperidade e modernidade (ainda que o povo paulista vote no canastrão analfabeto e insípido Tiririca ou no charlatão pseudo-filósofo Gabriel Chalita para deputado federal). Ou as paisagens do sul, com suas colinas enormes e costumes europeus arraigados dos colonizadores. Se bem que os sulistas tenham fama de rudes, mal humorados, criaturas estranhas. Para quem está acostumado com a polidez e simpatia do povo paraense, a rudeza peculiar dos sulistas parece coisa de homens das cavernas, de verdadeiros ogros.

O carnaval passaria indiferente para mim, como para milhões de brasileiros, se não fosse um detalhe que virou notícia na internet. Uma escola de samba de Florianópolis chamada “Unidos da Ilha da Magia” vai desfilar com um tema de Cuba, em particular, homenageando a ditadura de mais de meio século do todo-poderoso ditadorzinho de republiqueta do Caribe, Fidel Castro. Se as escolas de samba se restringissem a mostrar mulheres nuas, cachaça à vontade e muita promiscuidade sexual, vá lá, eu não me importaria. O problema é a falsificação histórica digna dos piores dias do famigerado “realismo socialista” stalinista. Com o título “Cuba sim! Em nome da verdade”, a escola de samba está propagando sórdidas mentiras. Com direito ainda a participação especial de Aleida Guevara, filha do guerrilheiro, terrorista, psicopata e assassino Che Guevara.

Algo me incomodou profundamente. Nada mais me atinge na alma do que a destruição da verdade. E, no entanto, o espectro de Stálin e do “Realismo Socialista” paira no carnaval, contaminando milhões de consciências com as falsidades abjetas e cínicas do regime socialista. Quando sambistas começam a falar sobre história, parecem papagaios analfabetos. Se bem que o problema não é somente de sambistas. O que não falta no curso de história são papagaios analfabetos, seja do marxismo, seja de apologia à tirania cubana, seja de qualquer governo liberticida. As escolas de samba, como subprodutos do velho fascismo varguista, agora servem a outro totalitarismo, só que comunista. O que mudou? O pensamento do governo e da intelligentsia. Continuam cada vez mais idiotas.

Falei de “realismo socialista”? As letras da música são pura paródia de mau gosto, de pura distorção da realidade. O besteirol começa desse jeito: “Uma forte emoção / No meu coração /Liberdade /Eu sou União/ A voz de um povo pela igualdade”. Resta-nos saber onde está a liberdade numa ditadura que reprime as liberdades elementares do povo cubano. E que igualdade existe numa sociedade onde uma diminuta nomenclatura burocrática controla um país inteiro e trata seus concidadãos como verdadeiros servos? Deve ser a igualdade na miséria, todo mundo nivelado por baixo. Ou quem sabe o tipo peculiar de “igualdade socialista”, onde uns são mais iguais que outros. A vigarice não termina por aí: “Guerreiros unidos na revolução/Pelo bem de uma nação/Um preço a pagar, não vou negar/Mas a comunidade em primeiro lugar”. Grotesco é escutar que uma nação deva pagar a destruição de sua liberdade pela revolução. Em outras palavras, prisões arbitrárias, censura à liberdade de pensamento, de consciência e de imprensa, tortura, execuções sumárias, fuga em massa do país. Napoleão, no alto do seu sarcasmo, dizia que a revolução é a opinião que adquiriu algumas baionetas. No caso cubano, a revolução é a opinião que adquiriu o fuzil no paredão do quartel de La Cabaña.

O trecho da modinha esconde o lado perverso da história, típico da mentalidade socialista: a comunidade, em primeiro lugar, representada pelo Estado, tem pleno direito de esmagar o indivíduo. Hitler pregava os “direitos” da comunidade sobre indivíduo. Stálin pregava os “direitos” da comunidade sobre o indivíduo. Enfim, qualquer tirano prega a tirania da comunidade sobre o indivíduo. Porque não há maior representação de conformismos social do que a coletividade, do que está preestabelecido, do que é imposto pelo conjunto, em detrimento dos direitos do indivíduo. Isto porque nem mesmo a sociedade decide nada: é o Estado, ou uma camarilha bem diminuta chamada “Partido”, que dita, tanto para a coletividade, como para o indivíduo, esmagando ambos.

E para finalizar, o sambinha vulgar nos vende a propaganda mentirosa do regime cubano, nestes termos: “Os sonhos se tornam verdade/ Trazendo pra muitos a felicidade/ Com saúde, educação/ A base pra um cidadão”. Um sambista da vida não seria tão inteligente o bastante para escrever essas asneiras (embora seja bastante equiparada a estupidez e tagarelice comum do comunista). Não será suspeito que uma escola de samba fale “em nome da verdade”, o que é a mais grotesca mentira?

Qualquer pessoa sensata e bem informada sabe que os serviços de saúde e educação cubanos não prestam. E desde quando um serviço de saúde e educação controlado pelo Estado vale a liberdade humana? Desde quando o suposto bem-estar social vale o mal estar espiritual de ser eternamente prisioneiro de um regime político tirano? Benjamin Franklin, na sua imensa sabedoria, afirmava que quem abdica da liberdade pela segurança, não merece a liberdade, nem a segurança. Cuba, em nome da segurança, perdeu a liberdade. E também a segurança.

Tal propaganda descarada cheira a uso indevido de dinheiro público, propina, peita, para promover ideologias e regimes genocidas. Ou quem sabe a dinheirada da própria ditadura cubana. Numa época em que um ex-presidente da república usou de sua influência no Ministério da Cultura para fazer um filminho ruim sobre sua vida, não me espantaria que a ideologização da cultura no Estado brasileiro esteja mais forte do que nunca, com a ascensão do PT no poder. Bem que o Ministério da Cultura deveria ser modificado, em homenagem a George Orwell e sua novela “1984”: O Ministério da Verdade, que seria entendido como Ministério da Mentira!

“Cuba, em nome da mentira” é o espetáculo que a escola de samba de Florianópolis nos brinda. Não se pode exigir de sambistas carnavalescos ignorantes algum conhecimento de história. Mas por que dão palpites irresponsáveis? Provavelmente não tiraram asnices do nada. Extraíram de alguém, de alguma pretensa autoridade no assunto. Notoriamente da vulgata marxista dos nossos professores de história, entusiastas de qualquer mandatário de plantão, viuvinhas de Stálin e nostálgicos do Muro de Berlim que são. Ou então a tal “Associação Cultural José Martí”, que deu apoio e orientação aos sambistas, já que a delegação da escola de samba foi a Cuba, deslumbrada, tal como um turista idiota nas praias do Rio de Janeiro. Voltaram apaixonados pela barbicha do Che Guevara, tal como um dia outros foram gamados pelos longos bigodes do sanguinário serial killer da Geórgia, o Sr. Diugashivili, guia genial dos povos.

Vigarices à parte, os carnavalescos ignorantes não parecem agradecidos pelo sistema de liberdades que usufruem. Envolvidos pela sua “ilha da magia”, ignoram completamente que Cuba é uma ilha sim, mas de magia negra. Os idiotas úteis brincam no carnaval como macacos de uma grande farsa. Só que a farsa não é mera fantasia de carnaval. É uma burla destrutiva que oculta, oprime e esconde a aflição de milhões de cubanos. E no reino de todas as prisões, campos de concentração, paredões e águas que separam Cuba do exterior, a pior muralha que isola a vida dos cubanos do mundo real democrático é a mentira. Mentira que é alimentada por intelectuais, historiadores, universidades, “associações culturais”, imprensa, enfim, todos colaborando para a eterna prisão do povo cubano. A mentira repetida pela escola de samba é mais uma chave nos grilhões daquela pobre nação. E a ignorância, alimentada pela mentira sistemática, aliena cada vez mais as nações democráticas na sua obrigação de defender da liberdade contra os males do totalitarismo.
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

OPOSIÇÃO VAI DESMASCARAR REALIZAÇÕES DE LULA REGISTRADAS EM CARTÓRIO.


O líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), informa: a primeira medida da Oposição será o registro negativo das "supostas realizações" que o ex-presidente Lula da Silva apresentou em cartório.

"Vamos questionar todos os projetos que o Lula diz ter executado e que foram registrados em cartório", antecipa José Agripino. O objetivo da Oposição é reestabelecer a verdade dos fatos. Basta dizer que Lula da Silva não fez qualquer menção aos casos de corrupção que ocorreram ao longo dos oito anos de seu governo. 

Teve coragem, no entanto, de registrar um caderno com o seguinte tema "Gestão do estado e combate à corrupção".

Ali, neste tópíco, Lula da Silva lista as supostas medidas adotadas nos últimos oito anos para combater desvios, como a ampliação da Controladoria Geral da União, mas não cita o mensalão, o maior escândalo de corrupção de toda a história do país.

Criada no governo FHC, a CGU é citada como criação lulista. Neste ponto, a Oposição deverá informar ao país que no governo de Lula da Silva o que houve foi o aparelhanento indecoroso da CGU pelo PT, assim como a ocupação de todos os demais orgãos do Estado pelo partido.

A exemplo do balanço petista, o conteúdo do documento "Balanço negativo da Era Lula", a ser registrado também em cartório pelo Democratas, será, igualmente, dividido em seis eixos.

Inicialmente, os capítulos estão sendo organizados com as seguintes denominações: Plano Real e Redução de Desigualdades; PAC, a maior obra inacabada do país; A propaganda é a alma da Popularidade, Aparelhamento do Estado; Desapreço pela Democracia e Política internacional: Populismo em alta e Democracia em baixa.

(extraído do Blog 25 democratas) 

PROMESSAS DE CAMPANHA VÃO PARA O LIXO

Vale a pena ler com muita atenção o post completo de Reinaldo Azevedo, em seu blog:


"Um partido que tem a mentira como seu norte (a)moral"

"...Vejam os primeiros movimentos do governo Dilma. Em 24 dias, vive para se desmentir. A presidente já mandou para o lixo uma penca de promessas de campanha. Como o governo é elogiadíssimo por se mover nas sombras, a gente quase não percebe. 

Ela acaba de adiar a compra dos navios e dos aviões. A farra fiscal do governo de que ela era mesma era chefona não lhe permite cumprir a agenda. A mesma farra vai obrigar o Planalto a um corte de R$ 60 bilhões no Orçamento se quiser cumprir a meta do superávit primário.

Quem ouvisse a então candidata chegaria à conclusão de que, em janeiro deste ano, agora mesmo, estariam dados os fundamentos para o superávit nominal!..."

(Reinaldo Azevedo)

O NACIONALISMO ELEITOREIRO NÃO SUPORTA A REALIDADE ECONÔMICA. Ou: fazer promessas para ganhar votos é fácil...


Imagem ilustrativa by Andrew Schmidt 

Passada a campanha eleitoral e suas promessas, algumas delas mirabolantes, a realidade volta a se impor, ao menos na Economia, pois na Política isso ainda vai depender daquilo que um dia foi a oposição e a imprensa. Desse modo, a Petrobrás quer rever alguns parâmetos, passando de 65% para 35% o valor dos equipamentos a serem encomendados à indústria nacional. É preciso lembrar que tais índices eram compromissos da campanha de Dilma Roussef.  

No final de 2010, no auge da campanha, Lula, num daqueles arroubos comuns de falastrão, desafiou o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, a fazer 100% das compras para os projetos da empresa no Brasil.

Como o presidente da estatal está muito mais ligado aos interesses do PT que à eficácia e imagem da empresa no mercado, afinal, do que ela depende enquanto empresa, entrou no joguinho, acenando com encomendas milionárias para atender às demandas do pré-sal.

Tudo enrolação, uma vez que a indústria nacional não tem  capacidade instalada e nem preço compatível com os internacionais para fornecer os equipamentos.

Redução de nacionalização


Segundo a Folha de S. Paulo e o blog de Reinaldo Azevedo, o pedido de redução da participação local se limita às áreas do pré-sal cujos contratos ainda não foram firmados e não afeta os acordos já feitos. O Ministério de Minas e Energia flexibilizar a regra. Reuniões entre a Petrobras e o ministro Edison Lobão foram feitas nas últimas duas semanas em busca de uma solução. 
O tema é delicado, pois a presidente garantiu aos empresários brasileiros uma maior presença nacional no processo.
Conforme o jornal, o principal problema é de prazo: na área de cessão onerosa, a Petrobras precisa extrair 5 milhões de barris para pagar ao governo pela sua capitalização até 2014. Nesse prazo, não há como fabricar sondas no país.
Além disso, Gabrielli disse a interlocutores que os preços praticados no mercado interno são um problema: uma sonda, por exemplo, custa cerca de US$ 1 bilhão no Brasil. Lá fora, paga-se 30% menos. Por conta desses entraves, a Petrobras já encomendou no exterior parte das 28 sondas que vai utilizar.
A regra atual exige que, para equipamentos de perfuração, o índice de nacionalização comece em 55%, passe a 60% em uma etapa intermediária e chegue a 65% nas encomendas finais. A Petrobras afirma que não há negociação para reduzir os índices e diz que não há atraso no cumprimento das metas no que diz respeito ao conteúdo nacional, informa a Folha.








domingo, 31 de outubro de 2010

PELA LIBERDADE, CONTRA A MENTIRA

Pela liberdade e contra a mentira.
A defesa que algumas pessoas fazem de um partido que quer controlar a imprensa, a cultura e a liberdade de expressão dá bem a medida de como foram as coisas nos anos 60 e 70.
A ditadura militar foi terrível e milhares de opositores foram perseguidos, muitos presos, torturados e mortos.

Mas os verdadeiros opositores combatiam o regime para obter a volta da democracia.
No entanto, um punhado de outro tipo de opositores combateu a ditadura com armas, matando centenas de inocentes, assaltando e explodindo bombas.

Na verdade, fingem-se, hoje, de democratas, mas queriam, e muitos ainda querem, implantar um regime socialista como o cubano.
É disto que se trata.

Todos aqueles que aqui se manifestam para tripudiar sobre o Manifesto de Apoio a Serra são as víúvas do regime comunista que querem que renasça na América Latina. Tal é o motivo do assanhamento.

Fernando Gabeira, o verde, foi honesto, há cerca de um mês, quando disse que não havia lutado pela democracia e sim pela ditadura comunista. Por isso foi preso e expulso do país, trocado por um sequestrado.
Gabeira foi honesto, não quer iludir o cidadão desinformado. Hoje Gabeira é um democrata.
Muitos outros do tempo dele deveriam ter a mesma honestidade e parar de mascarar os fatos.

Querem uma ditadura partidária em que existirá a liberdade de concordar. Isso já existe em Cuba, na Coréia do Norte, na Venezuela, no Irã.
A Constituição, no seu artigo 5,  garante a liberdade de pensamento, de expressão e de Imprensa. Sem subterfúgios.
Quem quer controlar a Imprensa por falsos movimentos sociais, braços políticos do Partido, o Moderno Príncipe de Gramsci, são os autoritários e totalitários que não conseguiram derrotar a ditadura pelas armas.

Quem derrotou os militares foram os verdadeiros democratas, os que aceitam as regras da Democracia, do Estado de Direito e a pluralidade política. Foi a vontade da maioria do povo.