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terça-feira, 8 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
NICOLÁS MADURO, O PATETA DE CARACAS, CRIA O VICE-MINISTÉRIO DA SUPREMA FELICIDADE SOCIAL! LOGO CONSEGUIRÁ TRANSFORMAR A VENEZUELA NUMA CORÉIA DO NORTE. O tiranete venezuelano é de um ridículo sem limites!
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| MADURO, O PATETA QUE QUER IMITAR O PATETA CHÁVEZ |
As patetices de Maduro evoluem, ele sempre consegue fazer algo mais patético que antes. Primeiro inventou a múmia de Chávez. Depois inventou, nas eleições, que um passarinho azul (que seria a reencarnação de Hugo Chávez) lhe dava conselhos; depois percebendo que os venezuelanos não tinham como limpar as partes pudendas mandou importar 50 milhões de rolos de papel higiênico.
Agora os venezuelanos têm papel higiênico, mas faltam alimentos!
Desta vez Maduro, o substituto do Chapolim de Caracas, foi além e criou um Vice-ministério para tratar da Suprema Felicidade Social. Isso porque é um vice-ministério. Se criasse um ministério verdadeiro, então teria que tratar direto do Deus e importar o próprio Paraíso para as terras bolivarianas.
Se a coisa continua assim, nesse nível de estupidez, logo ele começará a ser tratado, pela imprensa governista e censurada, pelos políticos da situação e pelos puxa-sacos, como os líderes da Coréia do Norte.
Vejam como era tratado um dos líderes norte-coreanos:
"Quando Kim Jong-il, o líder
da República Democrática do Povo da Coréia, é mencionado na mídia e nas
publicações norte-coreanas, ele não é simplesmente tratado por seu nome. Pelo
menos um título especial é usado e seu nome é enfatizado em negrito.
Por exemplo: "O Grande
Líder, Camarada Kim Jong-il, realiza supervisão in loco no Complexo Industrial
Ragwon." Os títulos em si são desenvolvidos pelo Comitê Central do Partido
dos Trabalhadores da Coréia. O mesmo se aplicava ao pai de Kim Jong-il, Kim
Il-sung, que governou a Coréia de 1948 a 1994.
Os estudiosos reuniram a seguinte
lista de títulos de Kim Jong-il.
Centro do Partido : O primeiro
título de Kim Jong-il. Em uso desde 1973, depois que Kim foi designado em
segredo como o sucessor de seu pai e até ter sido oficialmente anunciado, afim
de mencionar Kim Jong-il na imprensa sem chamá-lo por seu nome.
Pessoa Superior : Título em uso
desde meados dos anos 70.
Estimado Líder : Este título foi
o mais comum durante o domínio de Kim Il-sung.
Respeitado Líder : Título em uso
desde meados dos anos 70.
Sábio Líder
Brilhante Líder
Líder Único : Título em uso desde
junho de 1975.
Estimado Líder, que é uma
Perfeita Encarnação do Aspecto que um Líder deve ter : Em uso, desde meados dos
anos 80, em ocasiões especiais.
Comandante-em-chefe : Mencionado
pela primeira vez em meados dos anos 80, antes de Kim ter sido desigando
oficialmente como comandante-em-chefe.
Grande Líder : O mais comum dos
títulos de Kim-Jong-il.
Pai do Povo : Em uso desde
fevereiro de 1986.
Sol do Futuro Comunista ; Em uso
desde meados dos anos 80.
Sol Reluzente do Monte Baektu
Raio Solar Condutor
Líder das Forças Armadas
Revolucionárias : Em uso desde 21 de dezembro de 1991, quando Kim Jong-il
tornou-se Comandante-em-Chefe do Exército
do Povo Coreano.
Garantia da Unificação da Pátria
Símbolo da Unificação da Pátria
Destino da Nação
Querido Pai
Líder do Partido, do País e do
Exército
Líder : Tornou-se comum após a
morte de Kim Il-sung.
General : Um dos títulos mais
comuns. Em uso desde 1994.
Grande Líder de Nosso Partido e
Nossa Nação : Em uso desde 1994.
Grande General
Querido e Respeitado General
Grande Líder Quando Kim Il-sung
era vivo, este título era usado para se referir só a ele.
Querido e Respeitado Líder
Comandante Invencível e com
Vontade de Aço : Em uso desde 1997, depois que os três anos de luto por Kim
Il-sung terminaram.
Sol do Socialismo
Sol da Nação
O Grande Sol da Vida
Grande Sol da Nação : Em uso
desde 1999, depois que a nova constituição da RDPC foi promulgada em 1998.
Pai da Nação
Líder Mundial do Século 21 ; Em
uso desde 2003.
Líder sem Par
Brilhante Sol do Século 21
Grande Sol do Século 21
Líder do Século 21
Maravilhoso Político
Grande Homem que Desceu do Céu
Glorioso General que Desceu do Céu
Líder Supremo da Nação
Sol Reluzente da Independência
Líder do Partido e do Povo
Grande Marechal
Invencível e Triunfalíssimo
General
Querido e Respeitado Pai
Estrela Guia do Século 21
Grande Homem, que é um Homem de
Feitos
Grande Defensor
Salvador
Mentor da Revolução
Mais Alta Encarnação do Amor
Companheiro Revolucionário
Sua Excelência
E tem mais: O regime coreano
também atribui ao "Estimado
Líder" os seguintes dons e façanhas (do site The Daily Caller):
- É um brilhante estrategista do
futebol e durante os jogos da seleção coreana na Copa do Mundo de 2010, dava
instruções ao time usando "telefones celulares invisíveis a olho nu".
- Segundo matéria de 2004 da
imprensa oficial, inventou o sanduíche.
- Escritor mais prolífico de
todos os tempos. De acordo com sua biografia oficial, em 1964, aos 23 ou 22
anos, portanto, já tinha escrito 1 500 livros.
- Melhor jogador de golfe de
todos os tempos, tendo, em uma partida de 1994, posto bola no buraco 11 vezes
consecutivas em 11 tacadas.
(texto extraído de
http://veradextra.blogspot.com/)
segunda-feira, 4 de abril de 2011
WALID MAKLED, TRAFICANTE VENEZUELANO, DIZ TER PROVAS DA ASSOCIAÇÃO COM CHÁVEZ
O traficante venezuelano, Walid Makled, que está preso na Colômbia, e é objeto de dois pedidos de extradição, um dos Estados Unidos, e outro da Venezuela, deu entrevista, da prisão, à TV Univisión, de Miami, no domingo à noite. Disse dispor de "vídeos" e "provas contundentes" que implicam o Governo de Hugo Chávez em uma rede de tráfico de drogas.
Essas informações estão na imprensa internacional. Segundo Makled: "Não é um segredo que na Venezuela, em São Fernando de Apure, funcionam laboratórios de cocaína, iguais aos de Maracaibo... los cuales são resguardados pelo governo". Talvez tenha mesmo tais gravações. Isso parece que virou moda, não? Aqui no Brasil mesmo há verdadeiro vendaval em Brasília por conta de vídeos comprometendo políticos, conforme lemos na imprensa.

Essas informações estão na imprensa internacional. Segundo Makled: "Não é um segredo que na Venezuela, em São Fernando de Apure, funcionam laboratórios de cocaína, iguais aos de Maracaibo... los cuales são resguardados pelo governo". Talvez tenha mesmo tais gravações. Isso parece que virou moda, não? Aqui no Brasil mesmo há verdadeiro vendaval em Brasília por conta de vídeos comprometendo políticos, conforme lemos na imprensa.
Leia trecho da matéria publicada pelo principal jornal da Colômbia, El Tiempo:
El narco venezolano está preso en Colombia y es pedido en extradición por Venezuela y EE. UU.
Makled dijo en una entrevista televisiva la noche del domingo que cuenta con "videos" y "pruebas contundentes" que implican al gobierno de Chávez en una red de tráfico de drogas.
"No es un secreto que en Venezuela, en San Fernando de Apure, funcionan laboratorios de cocaína, igual que en Maracaibo... los cuales son resguardados por el mismo gobierno venezolano", dijo Makled, en el programa 'Aquí y Ahora' de Univisión, la principal cadena hispana de Estados Unidos. (Lea las razones por las que Makled quiere ser extraditado a Venezuela).
El narcotraficante afirmó que trabajó "con el gobierno de Chávez, no cuatro años como dijeron, sino ocho años", y advirtió que tiene en su poder seis videos "extremadamente comprometedores" de la implicación gubernamental en las actividades que él llevaba a cabo.
Makled, de 42 años, uno de los tres narcotraficantes más buscados por Estados Unidos, señaló en la entrevista que existe una red de distribución de droga desde el sur de Venezuela, con vínculos con las Farc, y participación de altos militares y funcionarios del gobierno venezolano, a quienes dijo que pagaba cuantiosos sobornos semanales para desarrollar sus negocios.
Leia a matéria completa em:
COMENTO:
Desde que o Exército Colombiano atacou um campo de narco-traficantes das FARC, em território equatoriano, em setembro de 2009, matando um dos lideres, Jorge Briceño, conhecido como Mono Jojoy e mais 20 narco-guerrilheiros, e apreendendo diversos computadores, lideres políticos de vários países latino-americanos não conseguem dormir em paz.
É que os tais computadores – acrescidos de outros, capturados em oportunidades posteriores – tem um conteúdo explosivo: as mensagens gravadas indicam quem mantinha contatos com os narco-traficantes, chamados somente de guerrilheiros no Brasil, quais os interesses, se venda de armas, se apoio financeiro, se venda de drogas, ou apoio político. O Brasil, oficialmente, não reconhece as FARC como um grupo terrorista, como outros países, preferindo chamá-las de "forças beligerantes", conforme o ex-assessor de Lula, Marco Aurélio Garcia.
Basta lembrar que, recentemente, em novembro de 2010, a senadora Piedad Córdoba, teve seu mandato cassado pelo Senado Colombiano, além de perder seus direitos políticos por 18 anos, após processo feito pela Procuradoria com dados extraídos dos computadores capturados no acampamento de Jojoy.
Piedad aparecia para o público colombiano como uma embaixadora humanitária, procurando fazer uma ponte entre o Governo e os narco-guerrilheiros, Na verdade, segundo o processo, apenas procurava ganhar tempo para a guerrilha. Era muito mais, segundo o senado, que ajuda humanitária.
Walid Makled dice tener pruebas de su asociación con gobierno Chávez
Al presidente Chávez le llegó un alivio con la subida del precio del petróleo. Foto: AFP
LEIA TAMBÉM NESTE BLOG:
SÓ UMA CORRENTE NO TORNOZELO ME SEPARA DO CRACK E DA MORTE. A saga do garoto de Praia Grande que se amarrava com uma corrente para fugir do vício.
SÓ UMA CORRENTE ME SEPARA DA MORTE
A bela saga do garoto de Praia Grande que se amarrava com uma corrente para fugir do vicio e dos traficantes por amar a sua mãe e a própria vida.
sábado, 12 de março de 2011
"TODO PRESO POLÍTICO É UMA EXPRESSÃO DO PODER DESMEDIDO EM AÇÃO PARA SILENCIAR A SOCIEDADE"
Macky Arenas semana a semana: Alejandro Peña Esclusa
| MACKY ARENAS |
Macky Arenas
El pasado sábado estuvimos en El Helicoide visitando a Alejandro. Lo encontramos sólido, animoso, firme en sus convicciones y afortunadamente saludable. No obstante, como todos los demás, está sometido a un claustro donde el sol les regala su luz tan sólo una hora cada quince días. Eso no pareciera tan grave a simple vista, pero es el tiempo bajo ese régimen el que pasa factura al organismo. Eso, sin contar con el tiempo productivo en lo personal y perdido en lo familiar, que nada ni nadie les paga. Los están desgastando de manera deliberada.
Afortunadamente, tienen el respaldo de su familia, de sus amigos y de muchos quienes, a causa de su sacrificio y su entrega, los admiran, respetan y acompañan. No serán líderes ni rutilantes figuras del firmamento público, pero son presencias que disfrutan los presos porque les llevan cariño y recuerdo. Eso les hace un poco más llevadero su encierro. Allí estaban varios de los muchachos que cumplieron la jornada de hambre, por cierto más exitosa que cualquier otra acción política conocida.
Refiriéndonos al caso de Alejandro, pensar en la injusticia que con él se ha cometido incrementa, si cabe, esa íntima rebeldía que va tomando fuerza la conciencia de cada uno de nosotros. Eso, muy a pesar de que él reivindique su derecho a mantenerse dispuesto a pagar el precio que le ponen a su consecuencia indoblegable con los principios y a persistir en la resistencia en nombre de valores fundamentales. Pero nos indignamos porque se trata una canallada de la peor especie. Al no poder encarcelarlo por opinar, ni por difundir información veraz, ni por denunciar con insistencia, ni por ser escuchado internacionalmente, ni por tener el coraje para sostener sus puntos de vista, recurrieron al expediente bochornoso, goebbeliano y maloliente de la siembra de “evidencias”. No hay peor cobardía de parte de un gobierno, ni más nítido sello de impotencia contra la integridad de un ser humano que echar mano de la mentira, de la calumnia, de la simulación de legalidad y del burdo montaje de un delito para meterlo en la cárcel.
Fuera de Venezuela el movimiento a favor de la libertad de Alejandro ha tomado enorme vigencia, justamente porque él dedicó buena parte de sus esfuerzos a ser la voz exterior de quienes sufrimos los desmanes de esta pantomima de democracia. Alejandro recorrió todo nuestro continente llevando a cada rincón el alerta contra la expansión del modelo cubano a la venezolana, financiado por la chequera petrolera. Su prédica contribuyó a correr el pesado cortinaje del engaño, abrió muchos ojos y arrancó demasiadas caretas. Nos corresponde ahora a nosotros, sobre todo a aquellos que han conseguido ocupar espacios de vocería para la oposición, hablar por él, exigir su libertad e imponer una presión de bloque pues es la que, vistos los resultados de recientes esfuerzos, logra despejar ciertos caminos.
La existencia de presos como Alejandro Peña Esclusa coloca en vitrina la persecución y detención política en Venezuela. Después del caso del general Francisco Usón, no se había visto uno que desgranara con mayor claridad las cuentas del rosario de la arbitrariedad en este país. Tampoco les funcionó con Oswaldo Álvarez Paz el expediente de la “incitación a la rebelión” porque no hay manera de probarla a partir de la simple emisión de opiniones. Entonces, para Alejandro, mandaron esbirros que sembraron explosivos que él almacenaría… en las habitaciones de sus pequeñas hijas.! Hasta allí llega la aberración. Hasta allí el show para activar el aparato policial y judicial, cual servil jauría contra un indefenso ciudadano.
Todo preso político, sin importar el cargo que le inventen, es una expresión del poder desmedido en acción para reducir a la sociedad. Ellos son el espejo en que debe verse el resto de la población porque nos recuerdan que los demás permanecemos en libertad condicional. Quienes están detrás de las rejas, con sentencia firme o no, guardan una historia de trajín político oculta en sus amañados expedientes. De allí que la lucha por su libertad merezca estar en primera línea en la agenda política de quienes conducen esta oposición, no importa desde cuál frente -que lamentablemente no es uno sólo- porque es una cuestión de humanidad, porque puede pasarle a cualquiera, porque nos compromete en una cruzada de reciprocidad, porque Alejandro ha probado tener razón y porque es otra injusticia que esa carga se abandone a los hombros, ya demasiado agobiados, de los valientes y solidarios jóvenes universitarios.
Macky Arenas
Socióloga y periodista
mackyar@gmail.com
mackyar@gmail.com
Texto extraído de UnoAmerica, uma das organizações mais sérias na luta pela garantia das liberdades democráticas:
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
ADVINHEM QUE VEM PARA O JANTAR. Ou: Kadafi fugirá para a Venezuela?
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| A Líbia, ao centro, cercada por regimes agora instáveis |
Ao longo do dia as agências noticiosas informavam que, segundo redes de relacionamento pela Internet, Kadafi teria fugido para a Venezuela. Podem ser apenas rumores, pois à noitinha o ditador Líbio apareceu na TV nacional (seria mesmo de lá?) dizendo que não abandonaria Trípoli.
Pode ser que esteja na Líbia e pretenda mesmo ficar, evitando que o país se desmorone e surjam diversos pequenos reinos islâmicos, baseados nas tribos berberes que deram origem à Líbia, no Século XX.
De qualquer modo, como é um ditador considerado dos mais duros da região, não deve contar com grande unanimidade, ainda mais quando, para conter a rebelião teria mandado as forças armadas atirar contra o povo. Hoje à tarde as agências divulgaram fotos de dois Mirage que pousaram em Malta, cujos pilotos, coronéis da Força Aérea desertaram por quererem metralhar civis. Um deles teria pedido asilo político.
Em diversas cidades populares, policiais e militares contra o governo pegaram armas em arsenais militares e tomaram algumas cidades. A Líbia, ums dos países co melhor nível de vida no Norte da África está, mesmo, à beira da guerra civil.
Uma das preocupações de Kadafi é que, caso a Líbia desmorone e se subdivida, os campos de petróleo sejam disputados violentamente entre as tribos. Essa possibiidade já afetou a cotação do preço do produto. Não há informações precisas, devido a falhas nos sistemas de comunicação, provavelmente por interferência do Governo, mas as mortes podem ter passado de 300.
VENEZUELA
Porque as redes sociais não especularam que Kadafi teria fugido para qualquer outro lugar, a não ser a Venezuela?
Acredito que por uma simples e boa razão: é ali que mora o seu grande parceiro Hugo Chávez, o fanfarrão de Caracas.
Se Lula ainda fosse o presidente, e Celso Amorim seu conselheiro, o Brasil também já poderia estar na lista.
Lula cultivou muitas boas amizades entre os piores ditadores do Mundo.
Há anos que vejo em Chávez, quando na TV falando, falando, esbravejando contra os americanos, gesticulando, agitado como se estivesse em um transe, o Kadafi da América do Sul.
O Kadafi bolivariano. Confesso que, em algumas oportunidades, fiquei triste por Ronald Reagan não ser mais presidente dos USA. Ele resolvia logo as pendências.
Quando Kadafi começou a pisar fora da risca, apoiando claramente diversos atos de terror, com centenas de mortes, Reagan apertou o botãozinho e o palácio de Kadafi explodiu.
Kadafi escapou, é claro, mas bem ferido. Mas perdeu uma fiha, Hannah.
Desde então tratou apenas de questões internas.
Quando via Chávez pensava: quando explodirão o palácio desse papagaio de Caracas? Hoje Chávez, segundo informações do exército colombiano, faz muito do que Kadafi fazia. Esconde terroristas das Farc, já abrigou terroristas bascos e, segundo o jornalista espanhol, Antonio Salas, no livro-reportagem El palestino (seis anos de pesquisas), Chávez permite campos de treinamento de grupos terroristas na Venezuela.
É bom lembrar que Chávez é também bom amigo de Lula.
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| imagem: http://eneaslour.blogspot.com/2010_ |
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A SAGA DE PEÑA ESCLUSA, NA VENEZUELA. Ou: nem Kafka faria melhor que os palhaços amigos do ditador Chávez.
Extraído do blog Midia Sem Máscara (http://www.midiasemmascara.org/)
O que Peña Esclusa disse ao juiz Cabrera
Alejandro Peña Esclusa | 16 Fevereiro 2011
Eis as palavras de Alejandro Penã Esclusa dirigidas ao juiz Luis Cabrera durante audiência realizada no dia 27 de janeiro. Mais uma vez fica evidente a farsa montada por Hugo Chávez com o apoio do Foro de São Paulo contra um conhecido líder na defesa dos direitos civis na Venezuela.
"Muito boa-tarde.
Antes de começar, queria esclarecer que - como sou um homem de letras e não de armas - vou utilizar durante minha apresentação um recurso literário muito pedagógico, o recurso da ironia. A ironia não é gozação, nem é uma falta de respeito, senão a contraposição de fatos tão contraditórios entre si, tão mutuamente excludentes que provocam riso no espectador - se trata-se de uma obra de teatro - ou ao leitor - se trata-se de uma obra literária.
Antes de abordar minha exposição devo dizer que fiquei surpreso quando o promotor Didier Rojas disse há alguns instantes, que no meu caso havia "perigo de fuga" porque sou um cidadão norte-americano. Quero deixar muito claro que sou única e exclusivamente cidadão venezuelano, não tenho nenhuma outra nacionalidade. É certo que nasci em Washington porque meus pais trabalhavam lá quando eu nasci, mas nunca pedi a nacionalidade americana, apesar de que poderia tê-lo feito, porque eu não quero ter nenhuma outra nacionalidade.
Sou venezuelano, de pais venezuelanos, de avós venezuelanos e amo profundamente meu país. Por isso, quero viver aqui toda a minha vida. Assim que não é certo que haja perigo de fuga no meu caso, como disse o promotor.
Me imputam dois delitos: associação para delinqüir e tráfico de armas de guerra, na modalidade de ocultação. Quero declarar-me absolutamente inocente de ambas as acusações, porém, além disso, quero mudar a qualificação desses dois prováveis delitos por outro muito diferente. Hoje não devemos elucidar se sou "terrorista", como o governo me acusa, mas se estou louco ou desequilibrado. Em seguida veremos por quê.
Não conheço Francisco Chávez Abarca. Nunca o vi em minha vida. A primeira vez que soube dele, foi quando o detiveram no aeroporto de Maiquetía. Aqui se produz a primeira incongruência: de acordo com o informe policial presente no processo, Chávez Abarca "provavelmente" me descreveu como um homem baixinho e gordinho, o qual não corresponde com minha fisionomia.
Também "provavelmente" diz que me conheceu em Honduras, antes da crise de junho de 2009, quando Manuel Zelaya ainda era presidente. Pois bem, a primeira vez que viajei à Honduras foi em julho de 2009, quando Roberto Micheletti já havia assumido a Presidência e isso consta em meu movimento migratório.
E devo ressaltar a palavra "provável", porque AS DECLARAÇÕES DE CHÁVEZ ABARCA NÃO APARECEM NO PROCESSO. Esse senhor nunca depôs em um tribunal, seu suposto depoimento não está assinado por ele, não estão lá suas impressões digitais, não vi nem escutei sua gravação. A única coisa que existe é um informe do Delegado David Colmenares sobre o que supostamente lhe disse Chávez Abarca, que por sua vez um tal "Daniel" supostamente lhe disse, sobre o que eu supostamente lhe havia dito! Tremenda prova o Ministério Público apresentou!
Porém, há algo mais, sumamente grave, em tal informe policial: David Colmenares diz que se ofereceu para interceder para que Chávez Abarca não fosse enviado a Cuba, em troca do seu depoimento. Quer dizer, o próprio Colmenares confessa que Chávez Abarca depôs pressionado, sob coação.
Porém, lamentavelmente Chávez Abarca foi enviado a Cuba, assim que não podemos saber se seu depoimento é certo e se existe o tal "Daniel", que ninguém sabe quem é, qual o seu sobrenome ou onde está.
A segunda incongruência é esta: Chávez Abarca foi capturado em 1 de julho de 2010 no aeroporto de Maiquetía, o que foi documentado em todos os meios de comunicação. Entretanto, Chávez Abarca disse que eu o havia contatado para que "fizesse uns trabalhinhos na Venezuela", mas não qualquer "trabalhinho" senão, nada menos que desestabilizar o Estado.
Se, com efeito, ele era supostamente meu sócio em uma aventura para desestabilizar o Estado, o mais lógico é que eu saísse correndo do país, para me proteger. E certamente três dias depois, em 4 de julho, viajei ao exterior com minha esposa, em uma viagem que já estava planejada.
Se eu tivesse tido algo a ver com Chávez Abarca, teria ficado fora da Venezuela, sobretudo quando, a partir do dia 6 de julho, no canal do Estado (Venezolana de Televisión), se me acusou várias vezes de estar relacionado com Chávez Abarca. Entretanto, assim eu devo estar louco, porque regressei tranqüilamente no dia 8 de julho a Caracas, através do mesmíssimo aeroporto de Maiquetía, e continuei levando minha vida normalmente.
Por isso eu creio que esta audiência preliminar não é para determinar se há motivos para uma imputação sobre ocultação de arma de guerra ou por associação para delinqüir. Não senhor! Aqui o que se está discutindo é a sanidade mental de Alejandro Peña Esclusa, se sou um louco, um insensato, que em vez de ficar fora do país, volto para que me apanhem.
Aqui me detenho para dizer ao promotor Didier Rijas que, como se pode ver, comigo não há perigo de fuga, senão de "contra-fuga", porque estando já "fugido" voltei para ser detido em minha própria casa.
Não estou acima de nenhum cidadão, sou um cidadão comum, mas também é certo que me dedico à política, fui candidato à Presidência da República duas vezes. Além disso, é evidente que tenho um claro perfil opositor ao atual governo. Fui aos tribunais internacionais para acusar este governo, estive em Haya, na Comissão Interamericana de Direitos Humanos. O tribunal e os promotores têm que saber que quando um dirigente opositor está "fazendo muita gracinha" deve-se pôr-lhe uma pedra em cima, por isso todo dirigente político de um certo nível foi preso, quer seja Rómulo Betancourt, Jóvito Villalba ou qualquer dirigente político latino-americano que tenha se oposto com firmeza a seus respectivos governos.
Assim que, a partir do dia 6 de julho, quando estando fora do país o canal do Estado começou a vincular-me a Chávez Abarca, soube que, como dizem coloquialmente, estavam me "preparando um falso processo". Supus que eu estava sendo objeto de uma montagem.
Isso me leva à terceira incongruência: em vista de tudo o que foi dito anteriormente, decidi deixar uma mensagem gravada em vídeo, para o caso de me acontecer algo. Gravei a mensagem no sábado 10 de julho e o difundi pelas redes sociais da Internet, ANTES da invasão. Lamentavelmente, por razões técnicas, não pude apresentar o vídeo aqui, porém nele explico claramente que meus adversários políticos queriam envolver-me falsamente com atos terroristas, especificamente com Chávez Abarca, e que proximamente se tomariam ações contra mim para tratar de me calar.
Então eu sou tão louco, e meu senso comum é tão falho que, sabendo que vão executar ações contra mim, supostamente deixo um explosivo em minha casa e o coloco nada menos que na escrivaninha de minha filha de 8 anos. Insisto então, senhor juiz, que devemos mudar a qualificação do delito: não me acusem de "terrorista", senão de ser um tremendo louco.
Passemos agora a analisar a quarta incongruência: um dia ANTES da invasão, no domingo 11 de julho, o semanário "La Razón" publicou uma nota advertindo que o SEBIN (Serviço Bolivariano de Informação Nacional) ia invadir minha casa, com relação ao caso Chávez Abarca. Ao promotor e demais funcionários que estiveram em minha casa, disse-lhes: "senhores, eu já os estava esperando", e em seguida mostrei-lhes o semanário "La Razón".
Lá se explicava claramente que Chávez Abarca havia fornecido uma lista de seus prováveis cúmplices, dentre os quais supostamente se encontrava Peña Esclusa. E também dizia textualmente que "nos próximos dias haverá invasões de domicílio em Caracas". Considerando que eu me dedico à política, é minha obrigação estar informado mas, além disso, nesse domingo o telefone não parou de tocar, advertindo-me de que o SEBIN invadiria minha casa nas próximas horas, segundo informava "La Razón".
Os explosivos nunca estiveram na minha casa mas, na hipótese negada de que estivessem lá, o mais lógico é que eu os tirasse dali de imediato. As incongruências assinaladas deixam claramente dois pontos: primeiro, eu sabia que a invasão era não só possível senão iminente, portanto, é totalmente inverossímil que eu guardasse substâncias explosivas em minha casa. Segundo, não tinha nenhuma intenção de fugir, não tenho a intenção de sair do país, mesmo que me ponham preso e lá eu apodreça.
Meu trabalho como político é dar a cara pelo que eu penso, e não vou deixar de cumprir com meu dever de defender meus ideais, nem por temor à prisão nem por nenhum outro motivo. Aqui está um homem falando com o coração, um homem que ama a Venezuela. Estou orgulhoso de me comportar como estou me comportando. Não fujo, mesmo que queiram me encarcerar.
Agora queria falar de algumas irregularidades em torno do meu caso, além dos já assinalados por meus advogados de defesa em diversos escritos.
Primeiro: há vários anos houve uma campanha contra mim por parte dos meios de comunicação oficiais e, inclusive, por parte de altos funcionários do governo. Vendeu-se uma imagem equivocada de minha pessoa, me atribuíram publicamente crimes terríveis, porém nunca apresentaram provas, nem comprovou-se nenhuma dessas acusações verbais. Na minha opinião, se fez isto para dar credibilidade a qualquer delito que se queira imputar contra mim. Com isto quero dizer que me julgaram e condenaram mas não ante um tribunal, senão ante a opinião pública.
Segundo: se Chávez Abarca era tão perigoso, se pretendia desestabilizar o Estado, por que o deportaram para Cuba? Por que não fizeram uma prova antecipada? Por que não permitiram que eu o visse aqui? O enviaram a Cuba e agora não podemos saber se o que disse é certo ou não. Têm que se basear naquilo que um funcionário da polícia disse. Porém, por que acreditar em suas supostas declarações, se é que na realidade as deu? Se altos funcionários deste governo dizem que as declarações dos terroristas do ETA não têm nenhuma credibilidade, por que as desse presumível terrorista têm?
Terceiro: quero referir-me à invasão. Lá ocorreram várias irregularidades. Entraram em minha casa ao redor de 20 funcionários. Ao me ver, dois funcionários apontaram duas pistolas contra mim. Me algemaram e me imobilizaram, sem ainda ser imputado. Colocaram-me em uma esquina onde eu não podia ver o que estava ocorrendo na minha casa. Ademais, estávamos preocupados por nossas filhas que acreditavam que aquilo era um assalto ou um roubo. Estavam chorando.
Nós não pudemos supervisionar a visita domiciliar. Entraram pessoas vestidas de civil, com bolsas tipo "koala". Cinco funcionários que aparecem assinando a ata não estavam autorizados judicialmente para participar da invasão. Ademais, não deixaram meu advogado entrar, embora ele estivesse parado na porta. Porém, o que mais me preocupa é a maneira como se comportaram os funcionários. Eles ocuparam todos os cômodos da casa simultaneamente, o qual se presta para qualquer tipo de irregularidade, como de fato ocorreu. Não havia forma de supervisionar o que estavam fazendo.
Devo dizer algo muito duro. Eu não posso assegurar que algum desses funcionários plantou a evidência, porém posso dizer sim, que nessa invasão eles roubaram o dinheiro de minha filha mais velha. Quebraram seu cofrinho e roubaram o dinheiro. Levaram os aparelhos eletrônicos das meninas e isso não está dito na ata, quer dizer, que roubaram. E quem é capaz de roubar, também é capaz de plantar falsa evidência.
Quarto: Tenho motivos para pensar mal, sobretudo tenho motivos para pensar que sou um objeto político. Me algemaram de uma vez. Altos funcionários me condenaram publicamente, quando nem sequer se havia levado a cabo a audiência preliminar. Além disso, presumiu-se sem motivo algum que eu ia fugir do país, quando tudo indicava o contrário. Quer dizer, fiz o contrário de fugir. Estava no exterior e voltei à Venezuela. O fato de que tenham me privado da liberdade é uma prova de que se trata de uma perseguição política.
Se há fartas evidências de que eu sabia de antemão da invasão à minha casa e não quis fugir, por que não estou sendo julgado em liberdade? Por que altos funcionários do governo e as agências do Estado já me assinalam como culpado, se o julgamento nem sequer começou? É este tipo de questionamento que tem levado personalidades reconhecidas dentro do país, e altos dignatários de outros países, a pensar que há um interesse político em me criminalizar e assim o manifestaram publicamente.
Finalmente, queria falar de meu perfil como pessoa, em contraposição ao perfil que me querem imputar. Um homem que tem o perfil de um terrorista é uma pessoa desequilibrada, uma pessoa capaz de assassinar gente inocente colocando bombas. Uma pessoa instável, sem família, que se move de um lugar a outro. Esse não é o meu perfil.
Tenho 56 anos. Não tenho antecedentes penais. Não conheço armas. Sou mais um homem de letras. Meus livros circulam em outros países e foram traduzidos em outros idiomas. Um homem de 56 anos não é tão idiota para colocar explosivos em sua casa. Eu tenho uma trajetória internacional que cuidar. Escrevi vários livros e tenho 20 anos de casado.
O mais importante diz respeito aos dados de minha conta bancária, que o Ministério Público consignou no processo: é que ela foi aberta no ano de 1978, há 33 anos! Tremendo terrorista que usa a mesma conta bancária desde há 33 anos! Sempre vivi em meu apartamento, tenho três filhas que pertencem às Orquestras Sinfônicas Juvenis e Infantis. Tremendo terrorista este, que tem filhas em orquestras e que escreveu livros!
Evidentemente sou vítima de uma montagem. Sou um conferencista. Os senhores sabem em quê me consideram um expert no exterior? Como uma pessoa que dá palestras contra o terrorismo! Os que me montaram este "pente" agiram com pouca inteligência. Em minhas palestras contra o terrorismo dou os argumentos do por que o terrorismo não serve. Dou os argumentos sobre o por que colocar bombas não serve. As bombas têm um enorme problema porque matam gente inocente. Nenhuma causa baseada no terrorismo triunfa politicamente. Minha opinião é que os movimentos políticos que recorrem ao terrorismo todos fracassam.
Pôr bombas não convém a um movimento político, porque as pessoas que recorrem a isso vão se degradando moralmente, eu explico isso em minhas palestras. O terrorismo vai contra minhas crenças morais e espirituais. Se chamarem a DISIP (SEBIN) e perguntarem quem são meus visitantes, vão ver que muitos deles são sacerdotes, inclusive hierarcas da Igreja. Eles conhecem minha forma de pensar e sabem que sou incapaz de ter bombas em minha casa ou recorrer ao terrorismo. Eles sabem que isso que atribuem a mim não tem nenhum tipo de relação com a pessoa que eles conhecem desde há muitos anos, por isso os hierarcas da Igreja me apoiaram publicamente.
Creio que há uma vida eterna. Creio que há um Deus no céu. Creio que há um julgamento, o mais importante de todos, que se chama Juízo Final. Leva-se a cabo quando uma pessoa morre. Nesse julgamento tudo fica a descoberto. Não há artimanhas que valham. Não valem os falsos testemunhos. Não contam as paixões políticas. Porque Deus vê tudo e sabe tudo. Não há forma nem maneira de enganá-lo. Não me agrada prejudicar a outros, à parte de que me agrade fazer o bem, confesso que "tenho temor a Deus". Por isso nunca me ocorreria colocar explosivos.
Amo profundamente meu país. Passarei pelo sacrifício que seja necessário para colaborar com o bem-estar da minha pátria. Isso demonstrei depois de seis meses de estar injustamente privado de minha liberdade. Tenho minha consciência tranqüila e Deus é minha testemunha. Espero que os senhores, ao tomar as decisões que vão tomar, possam também responder pelos seus atos diante de Deus Todo-Poderoso. O Grande Juiz, a quem ninguém pode enganar.
Em resumo: me acusa uma testemunha a quem nunca vi e que nunca poderei ver porque foi enviado a Cuba. Me acusa um informe de um homem que não assinou seus supostos depoimentos. Conseguem explosivos em minha casa, quando é evidente que eu sabia da invasão domiciliar. A invasão mesma esteve repleta de irregularidades. Podendo ter saído do país em diversas oportunidades, eu não o fiz. Tenho poderosos adversários políticos que desenvolveram uma maciça campanha contra mim, e que queriam ver-me preso. E minha forma de pensar e de viver demonstram claramente que sou o contrário de um terrorista e que me oponho com firmeza ao terrorismo.
Para terminar, quero dirigir-me ao senhor, com todo o respeito senhor juiz:
Acredito que todas as irregularidades que foram estabelecidas o senhor as conhece bem. O senhor já sabe as causas pelas quais meu advogado solicitou sua renúncia. O senhor sabe que Chávez Abarca nunca deu esse depoimento. O senhor também deve saber que há uma campanha política contra mim. O senhor juiz sabe que sou objeto de ataque político muito forte e que isso desvirtua uma grande quantidade de coisas, e quando alguém vê essas irregularidades que eu expressei aqui, isso me leva a pensar que aqui há uma parcialização de algum tipo.
Não critico que o senhor tenha uma militância política, mas creio que isso tira a imparcialidade do senhor. Na audiência de apresentação o senhor fez um discurso político. Tenho razões bem fundadas para duvidar de sua imparcialidade, por isso quero exercer meu direito cidadão de recorrer ao Artigo 86 do Código Orgânico Processual Penal, e desejo rejeitá-lo neste momento.
Agradeço a paciência que teve em me escutar, porém estou sendo objeto de uma canalhice que não tem nome.
Minha intenção não foi a de ofender ninguém.
É tudo".
Tradução: Graça Salgueiro
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