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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

sábado, 5 de julho de 2014

DILMA E PT APRESENTAM A NOVA BANDEIRA DO BRASIL. (Se vocês deixarem...)

WWW.SPONHOLZ.ARQ.BR

"DO FUNDO DA NOITE", COMO A LITERATURA ENSINA A ENTENDER O PENSAMENTO COMUNISTA REVOLUCIONÁRIO. Jan Valtin / Julius Krebs foi um agitador comunista na Alemanha dos anos 20 e 30, mas é como se fôsse o Brasil petista de hoje.




JAN VALTIN / JULIUS KREBS, AGITADOR COMUNISTA ALEMÃO.


A vida real e a literatura tem mais em comum do que podem imaginar os mortais. O professor Olavo de Carvalho vem há três décadas fazendo um trabalho gigantesco para mostrar de que se trata, realmente, a mentalidade revolucionária e as nem sempre dissimuladas pretensões da esquerda comunista no Brasil e nas Américas. E mostra como o pensamento comunista espalhou-se pelas universidades, imprensa e outras instituições, ganhando uma característica hegemônica.

O professor destaca, em seu trabalho, que os comunistas (nem sempre se apresentam como tais, para enganar os trouxas e incautos), usam a velha máxima leninista “Os fins justificam os meios”. Isto significa que para a moralidade comunista vale fazer qualquer coisa para chegar ao fim revolucionário. 

Não há limite. 

Os democratas geralmente limitados por sentimentos de natureza moral e ética nunca conseguem entender bem isso. Querem agir com lealdade na relação com os adversários, mas isso só conduz à desgraça, uma vez que os adversários comunistas não pensam da mesma forma.

Para os comunistas vale tudo para chegar à meta do poder total. Se um democrata não deve e nem pode agir assim, então precisa, ao menos, saber disso para tomar suas precauções e alertar aos demais.   

DO FUNDO DA NOITE

Um dos livros que mais me impressionaram ao longo do tempo, uma vez que a cada dia percebo que contém muita verdade e profundo conhecimento do “modus operandi” comunista é um romance chamado “Do Fundo da Noite”  (Out of the Night), do agente comunista alemão Jan Valtin, codinome de Richard Julius Hermann Krebs (1905 – 1951). 

Krebs/Valtin lançou “Out of Night em 1940”. Parece um livro de aventuras com uma história de amor no fundo, mas é um retrato, dos mais nítidos, realistas e duros, de como agem os comunistas para chegar às suas metas. 

Krebs foi agente do Partido Comunista Alemão no início do Século XX e participou de muitas missões. Essas missões e atos de sabotagem surgem no livro como parte de uma história romanceada, mas está tudo ali.

Jamais me surpreendo com o que fazem os comunistas, como sabotagens, atos de terror, dossiês mentirosos, desinformação, guerra psicológica, mentiras, assassinatos e outras coisas mais. 

Basta ver no Brasil o uso de milhares de pessoas ligadas a movimentos sociais que nada mais são que idiotas úteis e pobres coitados manipulados pelos comunistas para criar tensão social.

Reli muitas vezes Do Fundo da Noite, e acho que todos deveriam lê-lo duas ou três vezes para entender o pensamento revolucionário. “Out of  the Night”, uma história real romanceada, é um dos melhores manuais da agitação comunista que conheço.

Querem entender as ações dos comunistas no Brasil espalhados em diversos partidos com diferentes nomes, onde a palavra “comunista” não aparece?, leiam o livro de Valtin. Leiam também o Manual de Guerrilha Urbana do Carlos Marighella e entenderão de que se trata a coisa toda.

Contra comunistas não usem luvas de pelica. É preciso dizer toda a verdade.  
Gutenberg Jota.

O TENEBROSO FUTURO DO BRASIL: O GULAG OU O PAREDÓN, APENAS UM SONHO MAU. “Quando um homem normal diz “sociedade civil”, ele designa com isso a totalidade das pessoas dotadas de direitos civis e políticos. Quando um comunista usa o mesmo termo, ele sabe que os profanos o ouvirão exatamente assim, mas que os iniciados saberão perfeitamente que se trata apenas de um reduzido círculo de organizações e movimentos criados pelo Partido para fazer a parte suja do serviço sem comprometê-lo diretamente’. (Olavo de Carvalho)

O FUZILADO PODE SER VOCÊ, AMANHÃ. Em Cuba, após a Revolução, foram fuzilados mais de 17 mil pessoas, apenas porque pensavam diferente que Fidel Che e seus amigos. Para um revolucionário, um adversário político, um crítico, um cético, são considerados inimigos mortais, insetos, baratas que podem ser esmagadas, trucidadas, exterminadas. Os socialistas não admitem a variedade humana e as forças da Natureza. Para eles só há uma verdade: a deles.





SONHO MAU

Olavo de Carvalho
2 Julho 2014

“Não há como provar a liberdade senão exercendo-a, mas colocá-la em dúvida é já abster-se de exercê-la, provando portanto sua inexistência mediante uma profecia auto-realizável.” 

Em qualquer grupo social pode-se avaliar sem muita dificuldade se ali predominam a percepção alerta, a presteza e criatividade das reações, ou o apego indolente a chavões e frases feitas que se repetem como mantras enquanto a realidade vai correndo, mudando e passando como um trator sobre a multidão de sonsos.

Muitas previsões, dizia Thomas Mann, são enunciadas não porque vão se realizar, mas na esperança de que não se realizem. Todas as que fiz, especialmente as mais alarmantes, foram assim. Com uma diferença: as previsões sempre se realizaram, a esperança nunca.

Nos assuntos humanos, a certeza absoluta é geralmente uma utopia. O máximo que se alcança é uma probabilidade razoável. E o culto devoto que o homem contemporâneo consagra aos números não o levará mais longe: uma probabilidade, calculada até os centésimos de milionésimos, continuará sempre sendo o que é -- uma probabilidade, não uma certeza.

No entanto, continua válido o preceito de que a exatidão de uma ciência se mede pela sua capacidade de fazer previsões corretas. Nas ciência humanas, e especialmente na ciência política, a previsão deve sempre assinalar as variáveis que podem modificá-la no curso do processo. Muitas dessas variáveis dependem da criatividade, da iniciativa e da coragem dos personagens envolvidos. Se as previsões mais deprimentes se realizam com exatidão quase matemática, isto se deve mais à ausência desses três fatores do que aos méritos científicos de quem as enuncia.

Numa apostila já velha, que nunca tive a ocasião de corrigir para publicação, expliquei que a liberdade é uma propriedade vital da psique humana, mas que esta não a possui como um dom perfeito e acabado, e sim apenas como uma possibilidade que de certo modo se cria e se amplia a si mesma na medida em que se assume e se exerce. Por isso é que a famosa controvérsia de determinismo e livre arbítrio não tem solução geral teórica: esses dois fatores não pesam uniformemente em todas as vidas, mas se distribuem de maneira desigual conforme um jogo dialético muito sutil que varia de indivíduo para indivíduo, de situação para situação, de caso para caso.

Não há como provar a liberdade senão exercendo-a, mas colocá-la em dúvida é já abster-se de exercê-la, provando portanto sua inexistência mediante uma profecia auto-realizável.

Inversa e complementarmente, a própria psique se torna rala e evanescente quando, por abdicação voluntária ou sob a pressão de condições adversas, a liberdade cede o passo à intervenção de fatores “externos”: a pura fisiologia, os hábitos inconscientes, o jogo das influências ambientais, o acaso, etc. Numa situação extrema, já não há mais atividade psíquica livre: a psique torna-se o reflexo passivo e mecânico de tudo quanto lhe é estranho.

Essa distinção aplica-se aos indivíduos como às sociedades. Em qualquer grupo social pode-se avaliar sem muita dificuldade se ali predominam a percepção alerta, a presteza e criatividade das reações, ou o apego indolente a chavões e frases feitas que se repetem como mantras enquanto a realidade vai correndo, mudando e passando como um trator sobre a multidão de sonsos.

Depreciando instintivamente as mudanças e diferenças, a mente letárgica apega-se à “heurística disponível”, que o manual de psicologia forense de Curtis R. Bartol, muito usado nos EUA, define como um atalho mental construído com os fatos mais vulgares e acessíveis – em geral os fatos repetidos pela mídia --, simulando uma explicação.

É assim que os riscos e ameaças mais graves e iminentes passam despercebidos sob uma afetação de segurança tranqüilizante. E foi assim que os planos do PT para a implantação do comunismo no Brasil, registrados nas atas de assembléias do partido, repetidos nas do Foro de São Paulo e insistentemente explicados nos meus artigos e conferências, foram solenemente ignorados como se fossem meras tiradas verbais sem a menor conseqüência, até que agora podem ser postos em prática diante dos olhos de todos, com a certeza de que a o povo e as elites, degradados e estiolados por décadas de indolência mental e repetitividade mecânica, nem saberão como reagir.

Não é preciso dizer que, deteriorada num grupo humano a capacidade de percepção rápida e reação criativa, o curso das coisas vai se tornando cada vez mais previsível graças ao império geral da passividade mecânica. O que era apenas uma probabilidade, manejável pela livre vontade humana, torna-se o cálculo matemático de uma fatalidade.

Pela milésima vez: Quando um homem normal diz “sociedade civil”, ele designa com isso a totalidade das pessoas dotadas de direitos civis e políticos. Quando um comunista usa o mesmo termo, ele sabe que os profanos o ouvirão exatamente assim, mas que os iniciados saberão perfeitamente que se trata apenas de um reduzido círculo de organizações e movimentos criados pelo Partido para fazer a parte suja do serviço sem comprometê-lo diretamente.

Na estratégia comunista, trocar a representação eleitoral pelo governo direto dessas organizações e movimentos é, desde há mais de um século, a virada decisiva, o “salto qualitativo” que, após uma longa acumulação de subversões e corrosões, marca a passagem de qualquer regime para uma ditadura socialista.

Para quem quer que conheça a história do comunismo, isso é uma obviedade patente, mas quem está acostumado a pensar segundo a “heurística disponível” da mídia usual, quem se recusou por mais de vinte anos a enxergar o que se preparava, talvez não venha a enxergá-lo nem mesmo depois de realizado.  Muitos irão para o Gulag ou para o “paredón” jurando que é apenas um sonho mau. 

Publicado no Diário do Comércio.

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:





terça-feira, 17 de junho de 2014

PENSAR, ATÉ UM BURRO PENSA. ASSASSINOS DA INTELIGÊNCIA. POR OLAVO DE CARVALHO. 'Quando um comunista esperneia contra o que chama de “contabilidade macabra”, tem, é claro, uma boa razão para fazê-lo. Contados os cadáveres, é impossível negar que o comunismo foi o flagelo mais mortífero que já se abateu sobre a humanidade. Diante disso, só resta apegar-se ao subterfúgio insano de que o macabro não reside em fazer cadáveres e sim em contá-los".

 
ASSASSINOS DA INTELIGÊNCIA

Olavo de Carvalho

17 Junho 2014


Pensar, até um burro pensa. O que distingue a espécie humana é sua capacidade de confrontar o pensado com o conjunto dos conhecimentos disponíveis e regular o curso do pensamento pela escala de credibilidade que vai do possível ao verossímil, ao provável ou razoável e, em certos casos, à certeza.

Aristóteles já ensinava isso.

Infelizmente, no Brasil, raros opinadores têm o senso dessas distinções. A maioria imagina que para pensar com proveito basta um pouco de lógica formal e algum domínio dos chavões mais caros ao coraçãozinho da platéia.

Em debate recente, o prof. Ígor Fúser, uma estrela do cast universitário esquerdista, assegurou que “não se pode julgar a maldade um regime pelo número das suas vítimas”. Dez minutos depois, desmentia-se fragorosamente ao alegar que a ditadura brasileira “perseguiu milhares de pessoas” e que o número de cristãos assassinados no mundo está muito abaixo dos cem mil por ano – subentendendo, portanto, que a ditadura foi um horror e que os matadores de cristãos nos países islâmicos e comunistas não são tão maus quanto se diz.

Mas o pior não é isso. Mesmo sem esses autodesmentidos grotescos, a afirmativa geral que os antecedeu – a mais comumente alegada por devotos comunistas empenhados em salvar a honra dos governos mais assassinos que o mundo já conheceu – é perfeitamente desprovida de sentido.

Para perceber isso basta medi-la com a escala de credibilidade.

Em política, admite-se universalmente, as certezas absolutas são raras ou inexistentes. O meramente possível reflete a liberdade da fantasia, o verossímil é apenas questão de opinião, gosto ou preferência. Não servem como argumentos. Resta a probabilidade razoável. Quem quer que argumente seriamente em política procura nos convencer de que a razão, com altíssima probabilidade, está do seu lado.

Acontece, para a tristeza dos tagarelas, que todo argumento de probabilidade depende eminentemente do elemento quantitativo que o fundamenta explícita ou implicitamente. Se digo que o candidato X vai vencer as próximas eleições com uma probabilidade de zero a cem por cento, não disse absolutamente nada. Tanto vale dizer que um governo é igualmente malvado se não matou ninguém ou se matou milhões de pessoas.

Quando um comunista esperneia contra o que chama de “contabilidade macabra”, tem, é claro, uma boa razão para fazê-lo. Contados os cadáveres, é impossível negar que o comunismo foi o flagelo mais mortífero que já se abateu sobre a humanidade. Diante disso, só resta apegar-se ao subterfúgio insano de que o macabro não reside em fazer cadáveres e sim em contá-los.

Somando à insanidade o fingimento, a proibição de contar tem de ser suspensa quando se fala de regimes “de direita”, donde se conclui que os quatrocentos terroristas mortos no regime militar – a maioria deles de armas na mão – são um placar muito mais hediondo e revoltante do que os cem milhões de civis desarmados que os heróis do comunismo assassinaram na URSS, na China, na Hungria, em Cuba etc.

O senso das quantidades e proporções é a exigência mais básica e incontornável não só da conduta honesta, mas da racionalidade em geral. Dissolvendo-o pouco a pouco na platéia, os fúseres da vida destróem não só a moralidade pública, mas as próprias condições elementares do funcionamento normal da inteligência humana.

se nas universidades brasileiras há uma quota de quarenta a cinqüenta por cento de alunos analfabetos funcionais, isso não se deve só a uma genérica “má qualidade do ensino”, mas ao fato de que há décadas o discurso comunista e pró-comunista onipresente espalha, nas mentes dos estudantes, doses maciças de estimulação contraditória e obstáculos cognitivos estupefacientes.  

Publicado na Folha de São Paulo.

REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:


Ilustração de:

domingo, 8 de junho de 2014

OLAVO DE CARVALHO COMENTA O DEBATE ENTRE FLÁVIO MORGENSTERN E IGOR FUSER NO GRÊMIO POLITÉCNICO.


Já nos primeiros dez minutos do seu debate com Flávio Morgenstern no Grêmio Politécnico, sobre a ditadura militar (v. https://www.youtube.com/watch?v=5h3jnaGz59Q&feature=youtu.be), o prof. Igor Fuser exemplificou com rara concisão a regra de que ninguém pode mentir com eficiência se não falsifica primeiro a própria situação de discurso.



Ele começou se queixando de que não há espaço para debates sobre o tema na grande mídia, onde reina a versão oficial única e indiscutível. Quem o ouvisse acreditaria, portanto, estar diante de um porta-voz da minoria amordaçada. Uma vez transmitida essa impressão, o prof. Fuser estava livre para impingir à platéia, sem temor de represálias, a mesma versão oficial à qual ele parecia se opor. E assim ele fez.

Essa versão é a seguinte: Em 1964 um governo democrático estava empreendendo, por vias legais democráticas, algumas reformas patrióticas que alarmaram o capital estrangeiro, o qual então se mobilizou para derrubar o presidente e instaurar uma ditadura.

É o que toda a mídia alardeia há mais de vinte anos, o que se repassa às crianças em todas as escolas do país, o que se imprime e reimprime em livros e mais livros de História. E foi o que o prof. Fuser repetiu com a cara mais bisonha do mundo, bem protegido sob a sua aparência enganosa de contestador da uniformidade.

É versão cem por cento falsa.

Em primeiro lugar, João Goulart não promoveu reforma nenhuma. Falou muito em reformas, mas até o último dia o Parlamento lhe implorou que enviasse ao menos um projeto delas, coisa que ele adiou, adiou e acabou não fazendo nunca. A lei mesma da remessa de lucros, que segundo o prof. Fuser teria sido a “causa imediata” do golpe, só o que Goulart fez com ela foi sentar-se em cima do projeto, que acabou sendo aprovado por iniciativa do Congresso, sem nenhuma participação do presidente. 

Se a fúria do capital estrangeiro contra essa lei fosse a causa do golpe, este teria se voltado não contra Goulart e sim contra o Congresso – Congresso que, vejam só, aprovou o golpe e tomou, sem pressão militar alguma, a iniciativa de substituir Goulart por um presidente interino.

Em segundo lugar, é falso que Goulart governasse por meios democráticos. Num governo democrático, o executivo não reina como um monarca absoluto, mas obedece as leis e cede às decisões do Congresso democraticamente eleito. Goulart fez tudo o que podia para fechar o Congresso, mandou invadir com tropas militares o Estado da Guanabara, fortaleza da oposição, e prender o governador Carlos Lacerda, matando-o se resistisse (a operação falhou por um triz). 

Não hesitou mesmo em usar contra esse Estado o recurso stalinista da “arma da fome”, vetando, através do seu cunhado Leonel Brizola, o fornecimento do arroz gaúcho que era uma das bases da alimentação do povo carioca. Como se isso não bastasse, protegeu a intervenção armada de Cuba no território brasileiro, ocultando as provas e enviando-as, por baixo do pano, a Fidel Castro. É eufemismo dizer que Goulart tramava um golpe de Estado: seu mandato foi uma sucessão de golpes de Estado abortados.

Terceiro: não houve nenhuma, literalmente nenhuma participação americana na preparação do golpe. A famosa “Operação Brother Sam”, tão demonizada pela esquerda, nunca foi nem poderia ter sido nada disso, e só adquiriu essa aparência graças a uma vasta campanha de desinformação lançada pela KGB logo após o golpe, conforme confessou o próprio chefe da agência soviética então lotado no Brasil, Ladislav Bittman. 

Nesse ponto a mendacidade esquerdista chega a ser deslumbrante. Todos os jornais do país – a maldita grande mídia a que o prof. Fuser finge se opor – até hoje usam como prova da cumplicidade americana a gravação de uma conversa telefônica na qual o embaixador Lincoln Gordon pedia ao presidente Lyndon Johnson que tomasse alguma providência ante o risco iminente de uma guerra civil no Brasil. Johnson, em resposta, determinou que uma frota americana se deslocasse para o litoral brasileiro.

Fica aí provado, na cabeça ou pelo menos na boca dos fúseres, que os americanos foram, se não os autores, ao menos cúmplices do golpe. Mas, para que essa prova funcione, é necessário escamotear quatro detalhes: (1) A conversa aconteceu no próprio dia 31 de março, quando os tanques do general Mourão Filho já estavam na rua e João Goulart já ia fazendo as malas. Não foi nenhuma participação em planos conspiratórios, mas a reação de emergência ante um fato consumado. (2) A frota americana estava destinada a chegar aos portos brasileiros só em 11 de abril. Ante a notícia de que não haveria guerra civil nenhuma, retornou aos EUA sem nunca ter chegado perto das nossas costas. (3) É obrigação constitucional do presidente dos EUA enviar tropas imediatamente para qualquer lugar do mundo onde uma ameaça de conflito armado ponha em risco os americanos ali residentes. Se Johnson não cumprisse essa obrigação, estaria sujeito a um impeachment. (4) As tropas enviadas não bastavam nem para ocupar a cidade do Rio de Janeiro, quanto mais para espalhar-se pelos quatro cantos do país onde houvesse resistência pró-Jango e dar a vitória aos golpistas.

Para completar: se não houve intervenção americana, houve sim  intervenção soviética, e profunda. Se até hoje a esquerda vociferante não conseguiu dar o nome de nenhum agente da CIA então lotado no Brasil – e, sem eles, como participar de uma conspiração? --, documentos recém-revelados provam – com nomes -- que havia agentes da KGB infiltrados em todos os escalões do governo Goulart.
Em dez minutos, o prof. Fuser conseguiu falsificar nada menos que tudo.

Publicado no Diário do Comércio. 

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:


TODO O PODER AOS SOVIETES PETISTAS. Como o PT usa a Democracia para acabar com a Democracia. O decreto que nº 8243 que Dilma quer enfiar pela goela dos brasileiros é uma verdadeira aberração.





Alexandre Borges
30 Maio 2014


Mais um mandato presidencial para o PT e esse país estará irreconhecível em 2018.

Esse país de vocês ganhou um decreto realmente peculiar semana passada, o de nº 8243. Ele institui a “Política Nacional de Participação Social – PNPS” que tem como objetivo “consolidar a participação social como método de governo”.

A linguagem sinuosa e dissimulada do decreto é proposital, mas vamos traduzir: se você é um militante ou é um membro do Agitprop petista aboletado em algum agrupamento apelidado de “movimento social”, você passará a ter, oficialmente, poder político acima do cidadão comum e poderá influenciar diretamente, sem intermediários, (leia-se Congresso Nacional, por exemplo) a gestão do país.

A idéia é antiga e remonta ao paleolítico do comunismo. Desde a Primeira Internacional e da Comuna de Paris, em meados do séc. XIX, os comunistas desdenham do sistema republicano, com representantes eleitos, a tal democracia burguesa.

As idéias de separação de poder de Montesquieu e da democracia representativa sempre foram consideradas empecilhos para a “democracia direta” ou plebiscitária, uma excrescência jacobina que sempre termina em barbárie.

A Atenas do séc. IV a.C. tentou uma forma de democracia direta, em que os julgamentos eram realizados por 500 “juízes” sorteados entre os seis mil cidadãos com plenos direitos políticos, que decidiam por maioria simples os casos do dia-a-dia. O resultado era uma cidade em que todos acusavam todos pelos motivos mais banais, com julgamentos realizados de maneira açodada e emocional, com vereditos diretamente influenciados mais pela eloquencia do orador do que pelo mérito da questão.

A experiência ateniense e seus resultados desastrosos já deveriam ser suficientes para enterrar de vez a idéia jacobina de governar por plebiscitos. Mesmo o atual regime suíço, que muitos consideram um tipo de democracia direta, é uma experiência totalmente distinta e com diversas salvaguardas para que leis não sejam aprovadas no calor das emoções (e estamos falando de suíços, não necessariamente o povo mais emotivo do mundo). 

A experiência mais emblemática desse tipo de grupamento não-eleito com poderes políticos são os “sovietes” ou conselhos operários, que ajudaram a criar as condições para a revolução russa em 1917. 

Instituídos em 1905 e festejados por Lênin como “expressão da criação do povo”, os sovietes chegaram a criar uma corrente do comunismo chamada “conselhismo”, uma oposição ao comunismo de estado, que acreditava serem os conselhos operários formas superiores de participação popular na política.

Com a revolução de 1917, os bolcheviques lançaram o lema “Todo poder aos Sovietes” e até a dissolução da URSS os sovietes eram considerados pilares essenciais do regime comunista.

Não se enganem, esse pessoal sabe o que está fazendo. Mais um mandato presidencial para o PT e esse país estará irreconhecível em 2018, podem anotar.

- Decreto nº 8242:

Publicado na Reaçonaria.

Alexandre Borges é diretor do Instituto Liberal.
TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:


quarta-feira, 23 de abril de 2014

SOVIET STORY, COMO OS COMUNISTAS E OS NAZISTAS PENSARAM EM DIVIDIR O MUNDO.






GENOCÍDIOS. ALGUM GENOCÍDIO É MELHOR QUE OUTRO? As bobagens de von Trier e o documentário Soviet Story.

Dica publicitária a Lars von Trier

Bruno Pontes
24 Maio 2011

É fato repetidamente demonstrado no mundo das artes que louvar o matador de seis milhões é feio, mas louvar os matadores de cem milhões é bonito.

Vi no Jornal da Globo que o cineasta Lars von Trier arrumou confusão em Cannes, onde promovia seu novo filme, "Melancolia". Lá pelas tantas, depois das perguntas de praxe sobre isso e aquilo da película, questionaram o diretor acerca de declarações dele sobre o nazismo.

"Eu entendo Hitler. Claro que ele fez algumas coisas erradas, mas eu entendo o homem, simpatizo um pouco com ele. Não pela Segunda Guerra. Não sou contra judeus. Mas os israelenses são um pé no saco... Como posso sair dessa agora? OK, eu sou nazista".

Não dava pra saber com certeza se ele falava sério ou debochava. Na volta ao estúdio do JG, Christiane Pelajo tinha um semblante de reprovação, com direito a balançada de crânio para assinalar o desgosto. O festival de Cannes o declarou persona non grata. Poucas horas depois von Trier já estava se desculpando: "Se eu ofendi alguém, peço desculpas sinceras. Não sou anti-semita ou racista de qualquer maneira, e muito menos nazista".

O socialista Hitler matou uns seis milhões de indivíduos. O ultraje do comentário é compreensível, portanto. Mas a reação do show business seria totalmente outra se von Trier tivesse apresentado uma outra credencial: se tivesse dito que é comunista.

É fato repetidamente demonstrado no mundo das artes que louvar o matador de seis milhões é feio, mas louvar os matadores de cem milhões é bonito. Recordem, por exemplo, as loas a José Samarago. Não saiu uma só matéria na ocasião de sua morte que não destacasse seu currículo de comunista. "Defensor das causas sociais". "Lutou contra as injustiças". "Escritor engajado".

Defendia o regime do genocídio, da fome deliberada (pesquisem o que Stalin fez com a Ucrânia), do Gulag, do crime de opinião, da polícia política, da ideologia compulsória, do fuzilamento dos "inimigos do povo". Mas foi um homem preocupado com o bem da humanidade até o fim. Como disse o site da Globo, "Saramago uniu a atividade de escritor com a de homem crítico da sociedade, denunciando injustiças e se pronunciando sobre conflitos políticos de sua época".

Lars von Trier perdeu uma bela oportunidade. Imaginem a cena. Ele divaga sobre a nova obra, faz trejeitos inteligentes e, depois de um gole de champanhe, comunica aos repórteres, em tom ligeiramente sofrido: "Esse filme reflete o que eu sou. É um libelo contra as injustiças. Sou um comunista libertário. Aliás, tenho sido vítima do macarthismo de Hollywood". Não haveria mãos em Cannes para tanto aplauso. O filme logo se tornaria forte candidato à Palma de Ouro. Os cadernos culturais teriam um novo queridinho.

Texto publicado originalmente no jornal O Estado de S Paulo
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12109-dica-publicitaria-a-lars-von-trier.html

COMENTO

Tem absoluta razão o jornalista Bruno Pontes. Caso o diretor von Trier comparecesse ao evento utilizando uma camiseta com uma foto de Che Guevara ou de Stálin, ou mesmo de Mao, e falasse qualquer bobagem sobre a sua admiração por Cuba ou pela felicidade indescritível do povo norte coreano, teria sido aplaudido. Em muitos países as ideias nacionais socialistas foram banidas, assim como seus símbolos. Nem sei se esse é o melhor caminho, a censura a um tipo de ideias.

Mas se é para ser assim, estou com o diretor do documentário Soviet Story, Edvins Snore, que propõe que se Hitler e suas ideias foram causadores de um grande genocídio, sendo banidos, também as ideias comunistas e seus símbolos e ícones deveriam ser varridos da face da Terra. Afinal, os comunistas produziram um genocídio muitas vezes maior. Mataram mais de cem milhões de pessoas.

Se alguém tiver interesse veja o documentário, é fantástico. E muito triste e chocante.

GUTENBERG JOTA

sábado, 26 de outubro de 2013

ESTUDANTE CONSERVADOR DA UFSC ALERTA CONTRA O AVANÇO DO PROJETO COMUNISTA REVOLUCIONÁRIO NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. "É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina". (Antonio Pinho)

Carta aberta contra o socialismo na UFSC


Antonio Pinho

Caros alunos da UFSC,

Dirijo-me a vocês, estudantes da nova geração, porque a antiga, a de seus professores, está corroída até a alma pelo verme da desonestidade. A esperança de que a saúde intelectual e moral dessa nação melhore está em vocês. Espero que estas breves palavras tenham algum impacto em vocês, como um balde de água que se joga em alguém que antes dormia. Meu chamado a vocês é que ACORDEM para o grande perigo que nos rodeia.

Vejo um futuro negro a nossa nação. Vejo esse futuro sombrio se materializar velozmente ao meu redor. Continuando o atual processo destrutivo e revolucionário, o Brasil deixará de existir em duas ou três décadas, diluindo-se na “Pátria Grande” latino-americana, que está agora mesmo sendo construída pela esquerda. A Pátria Grande será um mega bloco comunista totalitário governado desde Havana, pelo Foro de São Paulo, no qual as atuais nações latino-americanas serão meras províncias de um grande e centralizado governo.

O Brasil entrará, portanto, muito em breve, para a lata de lixo da história. Dele só se terá uma breve lembrança, que lá houve uma ditadura terrível, que tendo matado 300 pessoas, foi pior que a ditadura de Fidel Castro que matou mais de 115 mil pessoas. O Brasil será uma nota de rodapé – muito vergonhosa – na história da construção da gloriosa Pátria Grande. Se continuarmos seguindo a estrada na qual caminhamos, este será, sem dúvida alguma, o ponto de chegada.

No meio disso tudo, há uma criminosa conivência de setores da UFSC pela destruição da cultura e da soberania nacional. Muitos cursos e centros de pesquisa das ciências humanas tornaram-se apenas instrumentos dóceis nesse processo revolucionário, caixas de ressonância de ideologias forjadas em Cuba e na Venezuela. Muito se falou do Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Outro Preto, mas a UFSC também tem o seu.

É o IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos), cujos membros são ligados a partidos comunistas e ao Foro de São Paulo. Esse grupo luta abertamente pela construção de um futuro comunista ao Brasil, e a sua destruição em favor da construção da Pátria Grande latino-americana. O símbolo do Foro está estampado em publicações do IELA. Se o Centro de Difusão do Comunismo foi fechado por fazer propaganda política com recursos públicos, o que é ilegal, o mesmo deveria ocorrer com o IELA, que promove eventos na UFSC como a Semana Paulo Freire ou as Jornadas Bolivarianas, eventos nos quais participam agentes do governo cubano e abertamente ligados ao Foro de São Paulo. 

O CDS – Centro de Desportos – da UFSC, no qual ocorre a semana Paulo Freire, bem que poderia se chamar Centro de Difusão do Socialismo (ainda hoje desconfio que a sigla CDS seja isso mesmo).
Como comunismo e perseguição cristã sempre andam de mãos dadas, os setores revolucionários da UFSC não poderiam ficar de fora. Os símbolos cristãos são ofendidos em meio à praça do campus, por estudantes do curso de Artes Cênicas. Ao mesmo tempo, nas salas de aula das ciências humanas, há a hegemonia do sentimento anticristão e do materialismo. O centro de psicologia dá andamento à destruição da moral quando praticamente só se interessa em pesquisar sobre sexualidade.

Os pedagogos da UFSC promovem concursos de cartazes “anti-homofobia” em escolas infantis de Florianópolis, que significa a destruição dos valores que as crianças aprendem em casa e na igreja, e a preparação das novas gerações à aceitação da legalização da pedofilia (a meta última do movimento gay é esta, e não apenas a legalização do casamento homossexual). As feministas se reúnem anualmente para propagar o ódio ao cristianismo e o fim da família tradicional num evento chamado “Fazendo o Gênero”. O curso de Direito faz apologia aberta ao governo genocida dos irmãos Castro ao organizar o “Cuba em Foco”.

É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina.   
   
Atenciosamente,
Antonio Pinho
Editor e articulista do blog UFSC Conservadora.

UFSC CONSERVADORA:

Recomendo a todos os jovens universitários preocupados com o futuro do Brasil a leitura dos textos do Blog da Juventude Conservadora da UNB, editado por Felipe Melo. Procurem seguir o exemplo dos blogs da UFSC Conservadora e o da UNB Conservadora. Há inimigos demais à espreita, nas sombras, solapando, dia a dia, as nossas já poucas liberdades. Eles estão sempre disfarçados de progressistas, de esquerda, de politicamente correto, de ecochatos, mas são um perigo para a democracia, pois juraram fidelidade no altar do Totalitarismo. E, no caso deste, todos são ligados consciente ou inconscientemente (como teleguiados) ao Foro de São Paulo, entidade absolutamente do Mal fundada por Fidel Cadtro e Lula, no início os anos 90.

BLOG DA JUVENTUDE CONSERVADORA DA UNB (EDITADO POR FELIPE MELO):





sexta-feira, 25 de outubro de 2013

NICOLÁS MADURO, O PATETA DE CARACAS, CRIA O VICE-MINISTÉRIO DA SUPREMA FELICIDADE SOCIAL! LOGO CONSEGUIRÁ TRANSFORMAR A VENEZUELA NUMA CORÉIA DO NORTE. O tiranete venezuelano é de um ridículo sem limites!

MADURO, O PATETA QUE QUER IMITAR O PATETA CHÁVEZ


As patetices de Maduro evoluem, ele sempre consegue fazer algo mais patético que antes. Primeiro inventou a múmia de Chávez. Depois inventou, nas eleições, que um passarinho azul (que seria a reencarnação de Hugo Chávez) lhe dava conselhos; depois percebendo que os venezuelanos não tinham como limpar as partes pudendas mandou importar 50 milhões de rolos de papel higiênico. 

Agora os venezuelanos têm papel higiênico, mas faltam alimentos!

Desta vez Maduro, o substituto do Chapolim de Caracas, foi além e criou um Vice-ministério para tratar da Suprema Felicidade Social. Isso porque é um vice-ministério. Se criasse um ministério verdadeiro, então teria que tratar direto do Deus e importar o próprio Paraíso para as terras bolivarianas.

Se a coisa continua assim, nesse nível de estupidez, logo ele começará a ser tratado, pela imprensa governista e censurada, pelos políticos da situação e pelos puxa-sacos, como os líderes da Coréia do Norte.

Vejam como era tratado um dos líderes norte-coreanos:



"Quando Kim Jong-il, o líder da República Democrática do Povo da Coréia, é mencionado na mídia e nas publicações norte-coreanas, ele não é simplesmente tratado por seu nome. Pelo menos um título especial é usado e seu nome é enfatizado em negrito.

Por exemplo: "O Grande Líder, Camarada Kim Jong-il, realiza supervisão in loco no Complexo Industrial Ragwon." Os títulos em si são desenvolvidos pelo Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coréia. O mesmo se aplicava ao pai de Kim Jong-il, Kim Il-sung, que governou a Coréia de 1948 a 1994.

Os estudiosos reuniram a seguinte lista de títulos de Kim Jong-il.

Centro do Partido : O primeiro título de Kim Jong-il. Em uso desde 1973, depois que Kim foi designado em segredo como o sucessor de seu pai e até ter sido oficialmente anunciado, afim de mencionar Kim Jong-il na imprensa sem chamá-lo por seu nome.

Pessoa Superior : Título em uso desde meados dos anos 70.

Estimado Líder : Este título foi o mais comum durante o domínio de Kim Il-sung.

Respeitado Líder : Título em uso desde meados dos anos 70.

Sábio Líder

Brilhante Líder

Líder Único : Título em uso desde junho de 1975.
Estimado Líder, que é uma Perfeita Encarnação do Aspecto que um Líder deve ter : Em uso, desde meados dos anos 80, em ocasiões especiais.
Comandante-em-chefe : Mencionado pela primeira vez em meados dos anos 80, antes de Kim ter sido desigando oficialmente como comandante-em-chefe.

Grande Líder : O mais comum dos títulos de Kim-Jong-il.

Pai do Povo : Em uso desde fevereiro de 1986.

Sol do Futuro Comunista ; Em uso desde meados dos anos 80.

Sol Reluzente do Monte Baektu

Raio Solar Condutor

Líder das Forças Armadas Revolucionárias : Em uso desde 21 de dezembro de 1991, quando Kim Jong-il tornou-se Comandante-em-Chefe  do Exército do Povo Coreano.

Garantia da Unificação da Pátria

Símbolo da Unificação da Pátria

Destino da Nação

Querido Pai

Líder do Partido, do País e do Exército

Líder : Tornou-se comum após a morte de Kim Il-sung.
General : Um dos títulos mais comuns. Em uso desde 1994.

Grande Líder de Nosso Partido e Nossa Nação : Em uso desde 1994.

Grande General

Querido e Respeitado General

Grande Líder Quando Kim Il-sung era vivo, este título era usado para se referir só a ele.

Querido e Respeitado Líder

Comandante Invencível e com Vontade de Aço : Em uso desde 1997, depois que os três anos de luto por Kim Il-sung terminaram.

Sol do Socialismo

Sol da Nação

O Grande Sol da Vida

Grande Sol da Nação : Em uso desde 1999, depois que a nova constituição da RDPC foi promulgada em 1998.

Pai da Nação

Líder Mundial do Século 21 ; Em uso desde 2003.
Líder sem Par

Brilhante Sol do Século 21

Grande Sol do Século 21

Líder do Século 21

Maravilhoso Político

Grande Homem que Desceu do Céu

Glorioso General que Desceu do Céu

Líder Supremo da Nação

Sol Reluzente da Independência

Líder do Partido e do Povo

Grande Marechal

Invencível e Triunfalíssimo General

Querido e Respeitado Pai

Estrela Guia do Século 21

Grande Homem, que é um Homem de Feitos

Grande Defensor

Salvador

Mentor da Revolução

Mais Alta Encarnação do Amor Companheiro Revolucionário

Sua Excelência

E tem mais: O regime coreano também atribui ao "Estimado  Líder" os seguintes dons e façanhas (do site The Daily Caller):
- É um brilhante estrategista do futebol e durante os jogos da seleção coreana na Copa do Mundo de 2010, dava instruções ao time usando "telefones celulares invisíveis a olho nu".

- Segundo matéria de 2004 da imprensa oficial, inventou o sanduíche.

- Escritor mais prolífico de todos os tempos. De acordo com sua biografia oficial, em 1964, aos 23 ou 22 anos, portanto, já tinha escrito 1 500 livros.

- Melhor jogador de golfe de todos os tempos, tendo, em uma partida de 1994, posto bola no buraco 11 vezes consecutivas em 11 tacadas. 

(texto extraído de http://veradextra.blogspot.com/)