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quinta-feira, 24 de março de 2011

THE CHILDREN OF THE TERROR II. Mais de 6 mil crianças morreram na Colômbia lutando (obrigadas) pelas FARC

Até onde vai a insanidade dos narcotraficantes.

THE CHILDREN OF THE TERROR. As crianças sempre são atraídas pelo terror e pelo crime para fazerem serviço sujo.

A BBC-Brasil mostra, neste vídeo, crianças sendo treinadas, em algum país (provavelmente Paquistão ou Afeganistão), para agirem como homens-bomba. Na América do Sul também as FARC, os narco-terroristas colombianos, costumam sequestrar crianças na zona rural para engrossarem as fileiras da bandidagem. Há inúmeros relatos sobre isso, mas não na Imprensa brasileira que vê as FARC apenas como um grupo política que luta contra o governo. Nas lutas tribais africanas, após os anos 80, isso tornou-se uma coisa corriqueira, pois há falta de combatentes. 

terça-feira, 15 de março de 2011

FETO É NADA. CRIANÇA É TUDO. Como podem os abortistas ignorar a vida? Nada mais distante da visão cristã que o aborto.


A organização americana  Catholic Vote realizou, nas ruas de Chicago, uma enquete sobre o porquê as pessoas apoiavam a organização clínicas de aborto como a Planned Parenthood, a instituição que mais realiza abortos nos Estados Unidos. As respostas, as mais absurdas, mostram a compreensão equivocada sobre a questão da vida, dos direitos do feto, dos direitos da mulher e da ausência de uma perspectiva cristã. O autor do blog Thyself, O Lord, fez um belo trabaho de tradução do vídeo sobre a enquete.
Acessem o blog indicado para verificar a que ponto chegou a pobreza mental de alguns americanosl.

http://thyselfolord.blogspot.com/

http://www.catholicvote.org/index.php

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PODEM ESTAR MOLESTANDO SEU FILHO NA ESCOLA. A pregação ideológica é um tipo grave de molestação.

Leiam este artigo com atenção.
O trabalho de estupradores e molestadores ideológicos está espalhado pelo Brasil.
Acessem o site Escolas sem Partido e tirem suas conclusões.
Não deixem seus filhos nas mãos de quem quer fazer deles um mero instrumento para transformar o mundo. Poderão transformá-lo num idiota, num delinquente, ou, na pior hipótese, num morto.
Mais tarde voltarei ao assunto.
Leiam, também, o que Reinaldo Azevedo tem postado a respeito da campanha pelo preço das passagens em São Paulo, para entender como funciona a manipulação e a molestação dos jovens. 



Política Partidária e Ideologia na Educação
Por Ignez Martins Tollini

Ao olharmos o Brasil e o mundo vemos que existem diferenças entre países, no que diz respeito a intervenções da política partidária e da ideologia na área da educação. Em paises de origem anglo-saxônica, tais como a Inglaterra e os Estados Unidos da América e paises de origem germânica, tais como a Holanda Alemanha e Áustria, tradicionalmente existe uma consciência, e até militância por parte dos alunos, que seja importante deixar a doutrinação político-partidária e ideológica fora da universidade. Professores não fazem proselitismo em sala de aula, se houver é em dose mínima e os alunos reagem. Há que se notar o período de exceção na Alemanha e Áustria, quando tais países estavam sob o terrível domínio de Hiltler. Países asiáticos, como o Japão, a Coréia do Sul e a Índia também adotam o princípio da não intervenção da política do Estado e de sua ideologia na educação. É importante ressaltar a Coréia do Sul por representar um caso de grande sucesso educacional movido pelo esforço de mudança. Suas antigas práticas educacionais foram substituídas por noções alinhadas com idéias democráticas traduzidas em ações de busca de excelência na educação do povo. É também notável o caso da Índia que, apesar de sua enorme população e as diferenças econômicas entre suas castas, vem preparando profissionais, principalmente nas áreas de ciências exatas, de reconhecida competência internacional.

Cabe também considerar a situação da antiga União Soviética. Alguns anos antes da abertura daquela região para o mundo estivemos na cidade de Minsk, local onde nasceu Lênin e se tornou o berço do comunismo na Bielorússia. Tivemos a oportunidade de visitar uma escola de ensino fundamental na qual a professora mostrava aos alunos fotografias da guerra entre aquele país e a Alemanha, antiga inimiga da União Soviética. Retratos de Lênin estavam em todas as salas da escola, inclusive no banheiro. Tudo que ali vimos fortalece a idéia da educação como área propícia para doutrinação político partidária e ideológica. Paises de regimes autoritários, sejam da esquerda ou da direita, sempre confirmaram esta noção. Em universidades de alguns paises europeus de origem latina, tais como a Espanha, Portugal e especialmente a França e a Itália, existe claro ativismo ideológico, principalmente nas suas faculdades voltadas para as ciências sociais. Observamos esta tendência na Itália quando tivemos contatos, em razão de uma pesquisa, com uma universidade de Roma.

Na América Latina, com exceção de Cuba, é notável o número de greves de professores, tanto nas escolas de ensino básico como nas universidades públicas. Nos moldes da antiga União Soviética, Cuba sempre deu grande importância à educação em geral com ênfase nas áreas de saúde e esportes. Como é de se esperar, o pensamento único marxista parece ter contagiado a maioria dos estudantes daquele país. Dizemos “parece” após o que ouvimos de uma jovem brasileira estudante em Cuba. Tal jovem nos contou que os estudantes cubanos de sua faculdade estão fartos do Estado comunista autoritário e esperam com ansiedade a “contra revolução”. Mencionou, também, que a situação da sociedade naquele país está insustentável, pois a repressão continua sendo total.

Finalmente, uma visão mais detalhada do caso educacional do Brasil mostra a necessidade que professores se decidam a discutir, de modo franco e aberto, tanto nas escolas de ensino básico como nas universidades, o significado da presença da política partidária e sua ideologia na educação. A intervenção de política partidária e de ideologia nas instituições educacionais pode trazer graves conseqüências para a formação de cidadãos pensantes livres, pela possibilidade de criar barreiras para que alunos e professores exponham seus próprios pensamentos ou para que debatam suas idéias com colegas. Por sua vez, isto pode levar à instalação do pensamento único, algo que contradiz o próprio significado de escola e de universidade. Se tal acontece, a democracia, como um bem da nação brasileira, passa a ser seriamente prejudicada pela própria educação pública que deveria exaltá-la.

Ignez Martins Tollini, Mestre em Educação Brasileira, Universidade de Brasília, Master of Sciences in Education, Purdue University, Estados Unidos da América, Ph.D in Education University of London, Inglaterra.

Extraído do site:  Escolas sem Partido:  http://www.escolasempartido.org/

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

EU PROTEJO, TU RECOLHES, E AMBOS INTERFERIMOS NA VIDA DOS OUTROS. Ou: diante da falta de outra solução, autoridades restringem a circulação noturna de adolescentes em cidades do interior.


Não há mais tempo para os filhos
 Nos últimos anos, em diversas cidades do País, as autoridades, ora juízes, ora promotores, ora vereadores e prefeitos, ora delegados, tentam implementar  medidas para controlar as andanças noturnas dos adolescentes.

As justificativas quase sempre são as mesmas: evitar o contato com o álcool, com as drogas, o vandalismo, as algazarras.
O curioso é que a proteção, que também é sempre a mesma "proibição de ficar nas ruas", está mudando de nome. Vocês sabem como mudar o nome de algo muda tudo.

É como queria o Governo Federal nos tempos do presidente que mais voou neste país, quando foi editada uma cartilha politicamente correta que nos queria ensinar como falar direitinho. Um dos exemplos inesquecíveis era o caso das pessoas verticalmente prejudicadas. !?!:  Os anões.
Se eu fosse anão e me chamassem daquilo...

Como decretar um toque de recolher soa mal aos ouvidos, pois parece coisa de ditadura, de gente retrógrada, não é mesmo?, melhor tomar uma iniciativa autoritária com outro nome!
E, assim, ninguém mais quer saber de decretar toques de recolher. Isso pegava muito mal.

É muito melhor e mais simpático para a "mídia" (a antiga Imprensa, lembram?) e para as hordas do bem, das ongs politicamente corretas, decretar o toque de proteger.

__  Você é autoritário! Você "recolhe" os pimpolhos que ficam na rua até tarde! Eu protejo.

__   E qual a diferença? Quando você protege você não os "recolhe"?

E, se essa conversa continuasse, a polícia acabaria tendo que recolher os dois beligerantes.

Quem é pai sabe que é mesmo um grande motivo de preocupação os filhos adolescentes ficarem por aí, à noite, de madrugada, até de manhã, pelas ruas. Tudo isso?
Mas ninguém os controla em casa?

Para que têm servido as escolas? O que aprendem por lá além de aulas de sexo, esquerdismo vagabundo, direitos, direitos, e mais direitos?

Para que servem os pais? Largam os fihos nas escolas cada vez mais tempo. Não conversam com eles sobre os perigos do mundo; preferem que interpretem, ao seu modo, as lições da TV e, agora, que satisfaçam sua curiosidade nos sites mais estranhos da Internet.
Estão entretidos lá no quarto!

Depois de absorverem um monte de asneiras - não vou dizer que só asneiras, para que não me chamem de ranzinza e radical - resolvem os jovens saírem pela cidade dar umas voltas.

Quase ninguém quer dar muitas explicações aos pais sobre onde vai. Também os "velhos", para serem bacaninhas, nem pensam em marcar hora para o retorno, ou em ir buscá-los, apenas por precaução. Preferem que seus filhos sejam cuidados pelos traficantes.
Exagerado! Tá, nem sempre é assim. Mas pode ser assim se você não conversa com seu filho, não leva algumas vezes, não vai buscar, não conhece seus amigos.

Tempos modernos. O relógio controla tudo e não temos tempo a perder, com os filhos!

Bem, o que acontece?
Como estamos em uma época piedosa, em que as faculdades despejam um monte de transformadores da realidade todos os anos, dispostos a mudar a natureza humana, o seu aspecto, o seu metabolismo, o meio ambiente, o ambinte inteiro, as leis, o mundo, tudo pela nova percepção holística, em nome do bem, começamos a registrar, por meio do noticiário, juízes que agem como legisladores; legisladores que querem ser executivos; prefeitos que pensam que são delegados e promotores implacáveis brandindo suas cópias do ECA. Tudo para contentamento, ou desgosto?, dos membros dos Conselhos Tutelares.

Se as escolas e nem os pais conseguem botar ordem na bagunça, eles tentarão.
Assim, recolher, proteger, tudo palavras para tentar ordenar um mundo que parece caótico.
Como o Estado moderno avança, cada vez mais, sobre a vida privada, não poderia ser diferente no caso da relação pais-filhos.
Mais tempo nas escolas, menos tempo com a família.
Mais tempo com os filhos, menos tempo de cerveja e futebol, ou de novelinhas.
Mas o que você anda aprendendo Zezinho?

Os pais poderão ser punidos se aborrecerem seus filhos. As pestinhas podem fazer queixa na polícia.
Os pais serão punidos se largarem seus filhos nas ruas. As pestinhas ficarão em casa.
Talvez funcione. Os pais terão que aguentar seus rebentos e conversar com eles.
Mas, e se não acontecer nada disso e cada um comprar a sua TV e seu computador?

Familía? Que palavra mais estranha...

Eu mesmo não gosto nem um pouco das medidas de restrição. Acho a confissão geral de uma sociedade que está pisando na bola, que não tem valores e na qual já não se conseguem fazer famílias como antes. Sem saudosismo, hoje temos verdadeiras pensões que chamam de "minha casa".

O que vocês acham disso tudo?











quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

PROCURAR A SOPA NOUTRAS PANELAS. Ou: crescer dói.

RECUPERANDO TEMAS PARA REFLEXÃO

As crianças de Atenas
João Pereira Coutinho
Estive em Atenas uma única vez na vida. Fui roubado. Literalmente. Verdade que também fui roubado no Brasil, na Espanha e no Egito. Desconfio que deve existir uma organização criminosa internacional que entra em alerta máxima sempre que eu me preparo para viajar. "Atenção: otário em movimento. Ataquem".

Mas o roubo em Atenas foi diferente. Foi, digamos, indolor: não houve armas (como no Brasil), não houve vidro do carro partido (como em Espanha) e não houve coação física (como no Egito). Depois de um jantar a dois passos da praça Syntagma (a única praça da capital grega que parece civilizada), lancei a mão à carteira e descobri o bolso do casaco vazio. Passei os oito dias seguintes (quatro em Atenas, quatro nas ilhas) com dinheiro emprestado e uma garrafa diária de retsina.

Lembro tudo isso porque a Grécia voltou a ocupar os noticiários. Alguns dias atrás, a polícia matou um rapaz de 15 anos. Nas duas semanas que se seguiram, jovens descontentes com o estado do mundo e com o estado da Grécia resolveram "vingar" a morte do companheiro e verter a raiva incontida em lojas, carros e policiais. Diz a imprensa que os prejuízos rondam os 130 milhões de dólares e, pior, estão longe de acabar: resguardados no Politécnico de Atenas, espaço onde a polícia não entra por determinação constitucional (os estudantes tiveram papel heróico no derrube da ditadura e isso garante-lhes certas prerrogativas espaciais), eles transformaram o Politécnico em "embaixada" e aí preparam as bombas que lançam quando a noite cai. Perfeito.

Os especialistas explicam o drama. E afirmam, inteiramente a sério, que existem "razões" ponderosas para deitar fogo à cidade. A corrupção do governo; a mediocridade do seu sistema de ensino; uma taxa de desemprego próxima dos dois dígitos --tudo isso ajuda à festa dos bárbaros. E depois temos a terrível "globalização", esse velho fantasma das cabeças primitivas, que transporta no seu dorso a crise financeira mundial.

Não acreditem nessas rábulas: a Grécia é um parceiro respeitável da União Européia e o governo de Atenas não se distingue particularmente dos governos burocráticos da União, que ratificam o que Bruxelas decide.

O problema está numa geração que nasceu e cresceu à sombra do Estado de Bem Estar Social, essa herança da Grande Depressão que o fim da Segunda Guerra tornou praticamente universal. Um Estado que vela pelos seus cidadãos do berço até à cova e que, precisamente por isso, os infantiliza durante uma vida inteira.

Quando vejo os pequenos selvagens da Grécia, é impossível não perceber o drama central desses meninos: habituados ao conforto e à segurança de um Estado que os trata como menores, eles continuam a esperar da entidade paternal o manto protetor das suas existências: no ensino, na saúde, no trabalho, na habitação, no consumo, na educação dos filhos e até, quem sabe, no fabrico deles. Inevitável: educados na dependência, eles não se distinguem dos mais básicos dependentes.

Infelizmente para eles, para a Grécia e para a Europa, o pai dá sinais de falência e os filhos terão que procurar a sopa noutras panelas. A violência de Atenas, que a prazo se espalhará pelas restantes cidades do continente, faz parte do processo. Crescer dói.

Artigo originalmente publicado na Folha Online.
João Pereira Coutinho

18/12/2008

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

QUE ACONTECE COM NOSSOS ALUNOS? Ou, vou arrebentar a sua cabeça com um taco de beisebol.

 Rapaz não gosta de nota e arrebenta professora a cadeiradas.
 Aluno mata professor a facadas, em faculdade.
 Mãe de criança invade creche e arrebenta professora a socos e chutes.
 Menino coloca fogo em cabelo de professora e classe dá muita risada.


As manchetes foram mais ou menos assim. Trata-se apenas de reproduzir a idéia.
Parecem notícias de um mundo estranho, mas foram coletadas em pouco tempo, aqui mesmo, no Brasil.
Apesar de toda a propaganda oficial sobre os índices de alfabetização e número de vagas em universidades, e do desenvolvimento econômico, alguma coisa muito grave está acontecendo com a Educação no País.
Todos os dias são publicadas notícias de violência em alguma escola, seja creche, primeiro grau, colégio, escola técnica ou faculdade. A violência é democrática. Basta a lembrança do caso absurdo da aluna Geisy Arruda, da Uniban.
Os pais não toleram que seus filhos tenham notas baixas ou sejam reprovados, como se relapsos tivessem que ser aprovados por decreto. 
Alunos preguiçosos e presunçosos, apoiados no ECA, acham-se cheios de direitos, mas nunca ouviram falar em deveres. 
Professores não conseguem mais impor-se pela autoridade da função e praticam a demagogia mais vagabunda.
Autoridades escolares, pedagógicas, legais, entregam-se completamente à visão do politicamente correto, pondo a perder gerações de brasileiros.
Reprovar é perseguição.
Criticar é bullying.
Estudar é bobagem e pesquisar é copiar da Internet, de preferência do Wikipedia.
Contra-argumentar com os pais é ofensa à dignidade do aluno.
Punir é torturar! Porque agora tortura pode ser física, psicológica, espiritual, induzida, etc...

Estou apenas pensando alto.
Alguém concorda? Discorda?  Ou muito pelo contrário?


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

OS MONSTROS DA AVENIDA PAULISTA

A cada dia torna-se mais desagradável ou doloroso ler o noticiário.
Um bando de vândalos ataca, sem o mínimo fundamento, passantes que caminham pela calçada, em plena Avenida Paulista, em São Paulo. Usam como armas lâmpadas fluorescentes. Vândalos de classe média, respaldados pelos próprios pais.

Os idiotas paternos não conseguem ver mais que uma briga de crianças na rua. São aqueles que jamais disseram não aos filhos, pensando estar tratando verdadeiros marginais com um mínimo de dignidade. Como se um não, um castigo ou umas palmadas na bunda pudessem traumatizar alguém. 

Na Bahia uma menina de 13 anos e outra de 16 foram decapitadas simplesmente porque seus pais não puderam pagar o resgate pretendido. Uma delas filha de um simples policial militar. Os bandidos queriam 50 mil reais e duas armas. Não sendo atendidos, a solução final: morte por decapitação. Simples como se fosse uma pena sendo cumprida em algum país islâmico.

O que vemos é um desprezo crescente pelo outro, pela vida alheia, justamente quando mais se fazem discursos sobre cidadania e direitos.

O excesso de proteção e a leitura errada do que seja uma punição para alguém que agiu errado está criando um mundo de pequenos monstros.