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sábado, 9 de abril de 2011

DIGA NÃO AO DESARMAMENTO. HITLER SEMPRE FOI A FAVOR DELE. Desarmou os opositores e armou sua milícias. Sabemos como tudo acabou.

MEMÓRIA DA ÚLTIMA CAMPANHA PELO DESARMAMENTO:

1.
TEXTO DO FOLHETO PUBLICADO À ÉPOCA DA CAMPANHA DO PLEBISCITO SOBRE O DESARMAMENTO DE 2004/2005
EDITADO PELO SITE ARMARIA.   (REDE DA CIDADANIA DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROPRIETÁRIOS E COMERCIANTES DE ARMAS - ANPCA)

Um pouco de história para quem esqueceu ou nunca soube:

Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Folheto da campanha de 2005
da ANPCA 
 Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros "não arianos", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas "instruídas", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Efeito do desarmamento efetuado nos países acima no século XX: 56 milhões de mortos.
Com o recente desarmamento realizado na Inglaterra e no País de Gales, os crimes a mão armada cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo, houve 9.974 crimes com armas entre abril de 2001 e abril de 2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos. Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%. Segundo as Nações Unidas, Londres é considerada hoje a capital do crime na Europa.
Tudo isso é óbvio, pois marginais não obedecem às leis. Com o desarmamento, só gente honesta como você não poderá ter uma arma. Uma lei feita para desarmar as vítimas é burra e cruel!

VEJA A IMAGEM DOS FOLHETOS DA CAMPANHA EM:
Veja a imagem do folheto completo no link abaixo:

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2.

terça-feira, 19 de junho de 2007


CAMPANHA DO DESARMAMENTO? NÃO ME ENGANARAM!















http://poemaseconflitos.blogspot.com/2007_06_01_archive.html

DESARMAMENTO CRIA DUAS CLASSES DE PESSOAS. OS SEM ARMAS, E OS COM ARMAS. Como a polícia não dará conta do recado, os bandidos armados farão a festa. Você pode pagar seguranças armados ou tem escolta especial?

Tirando a dúvida
Olavo de Carvalho

Quando um chavão pejorativo reaparece com insistência nas bocas dos vários porta-vozes de uma causa, fixando hipnoticamente a atenção do público num determinado traço odioso da figura adversária, o mínimo de prudência recomenda suspeitar que não se trata de uma polêmica normal, mas de uma campanha de propaganda enganosa.

Suspeita não é, evidentemente, certeza. Pode ser tudo uma infeliz coincidência estilística.
O método para tirar a dúvida é simples. Verifique se o rótulo tem alguma correspondência com a realidade. Se o insultado tem de fato a má qualidade apontada e se ela é tão proeminente que olhando para ele dificilmente se repare em outra coisa, a repetição do insulto talvez traduza apenas a uniformidade de uma impressão geral correta. Milhares de brasileiros repetem que o presidente Lula é campeão internacional de gafes, e não há nisso nenhuma campanha contra ele, apenas a constatação repetida de fatos notórios.

Mas, se o defeito indicado não é saliente a esse ponto, se, ao contrário, ele não é evidente de maneira alguma e, pior ainda, se sua presença no personagem acusado não pode ser comprovada por nenhum meio legítimo, então é claro que a insistência grupal em apontá-lo revela um intuito uniforme e organizado de conquistar o público para uma opinião difamatória, utilizando um cacoete de linguagem para criar um cacoete de pensamento.

A expressão “poderoso lobby da indústria de armas”, que quase infalivelmente reaparece nos discursos dos desarmamentistas para carimbar os adversários da sua campanha como paus-mandados a serviços de interesses milionários, entra nitidamente nessa categoria. Isso pode ser averiguado facilmente pelo método acima apontado.

Desde logo, os usuários desse chavão empregam-no sempre de maneira vaga e genérica, sem jamais esclarecer a quais indústrias de armas se referem nem muito menos qual a ligação delas com as entidades que reagem ao desarmamento.

O motivo é muito simples: não há nenhuma indústria de armas financiando a luta contra o desarmamento. O Brasil tem uma única empresa fabricante de armas, cujo maior e quase único cliente no território nacional é o governo, isto é, o chefe mesmo da campanha desarmamentista.

Quanto a empresas estrangeiras, não existe o mínimo indício de que alguma delas tenha contribuído para as escassas e pobres organizações pró-armas, nem muito menos de que tenha feito algum esforço sério para conquistar o mercado brasileiro.
Em compensação, os financiadores da campanha desarmamentista em todo o mundo são bem conhecidos: ONU, Comunidade Européia, Fundação Ford, Fundação Rockefeller e entidades similares, além do sr. George Soros, é claro.

Quem, então, é o “poderoso lobby”?
Outro dia, no Rio, as colunas sociais noticiaram uma reunião festiva de desarmamentistas chiques. A chamada “nata da sociedade” compareceu ao evento para dar seu apoio à bela causa personificada pelo Dr. Rubem César Fernandes, aquele mesmo que alardeava que o desarmamento iria diminuir a criminalidade e, uma vez obtida a persuasão geral, declarou candidamente que se tratava de um geral auto-engano.

A festa transcorreu sem o menor incidente, mesmo porque o prédio onde se realizava ficou cercado de seguranças armados, zelosos na sua tarefa de proteger as vidas e os bens dos convidados.

Como a lei do desarmamento só proíbe armas pessoais, não seguranças armados, ela terá por efeito imediato e incontornável a divisão dos cidadãos brasileiros em duas classes: a maioria desarmada, que o governo confessa não ter condições de proteger, e a minoria armada até os dentes, que não precisará de proteção oficial porque tem meios de se proteger a si mesma.

É ou não é para o beautiful people comemorar desde já?

Zero Hora, 29 de maio de 2005
http://www.olavodecarvalho.org/semana/050529zh.htm

CONTRA O DESARMAMENTO. RAZÕES PARA SER CONTRA O DESARMAMENTO.

Os inconseqüentes e a conseqüência
Olavo de Carvalho

Os políticos, empresários e sujeitos importantes em geral que trombeteiam alegremente as virtudes do desarmamento civil têm sua proteção garantida por seguranças armados. Quer os paguem do próprio bolso ou com dinheiro público, levam vantagem sobre o cidadão comum, que na melhor das hipóteses compra a prestações um 38 e, na hora da encrenca, tem de manuseá-lo pessoalmente.

Agora Suas Excelências querem que ele renuncie a essa modesta garantia individual, sem que elas abdiquem concomitantemente das suas, bem maiores e mais eficientes.
Qual a diferença entre ter um revólver no criado-mudo e ter meia dúzia de guardas rondando a casa? Em ambos os casos trata-se de posse de armas, mas no segundo o poder das armas é duplicado pelas habilidades da tropa adestrada. Se essa diferença já é grande, maior ainda é a que há entre ter proteção dupla e não ter sequer um revólver no criado-mudo.

Aprovado o desarmamento civil, o direito à legítima defesa estará reservado a quem tenha muito dinheiro para pagá-lo.
É a instituição de uma sociedade de castas, com a posse dos meios de defesa transformada em privilégio dos grão-senhores.

Que se passa no coração de um homem que, ladeado por guardas com pistolas Glock e metralhadoras Uzi, exige que os cidadãos comuns se exponham aos mesmos riscos de que o dinheiro o preserva? Ou esse indivíduo tem a candura inconseqüente de um perfeito idiota ou é um monstro de cinismo e amoralidade, um sociopata, uma alma de criminoso sob uma máscara de pai da pátria.

Um dos dois é o caso de Suas Excelências.

Pessoalmente, não tenho arma. Já tive, mas ficou velha, enferrujou e foi para o lixo. Se tivesse uma e, privado dela por ordem do Estado, fosse em seguida vítima de assalto sem poder me defender, não hesitaria em responsabilizar judicialmente as Excelências que, armadíssimas, me tivessem desarmado.

Vitorioso o desarmamento civil, a diferença entre protegidos e desprotegidos será tão vasta, chocante e escandalosa, que dificilmente se poderá conter o ressentimento popular contra os privilegiados da segurança pessoal.

Mas esse risco é óbvio demais para que já não tenha ocorrido aos próprios defensores desse projeto insano. Se, a despeito disso, continuam querendo implantá-lo, ou é porque são obstinados até à insanidade, ou porque têm nisso uma segunda intenção.

Qual?
A campanha pelo desarmamento civil vem das mesmas fontes internacionais -- ONU, Comunidade Européia, fundações milionárias -- que apóiam o MST. A inevitável revolta contra a nova estratificação social dará pretexto a uma segunda campanha, desta vez pelo monopólio estatal dos serviços de segurança, pela extinção das empresas privadas que hoje protegem lojas, prédios, casas e fazendas.

Se em nome da paz e da ordem os cidadãos honestos forem entregues inermes nas mãos dos bandidos, em nome da igualdade e da democracia as grandes propriedades serão desprovidas dos meios de proteger-se a si mesmas. Principalmente as grandes propriedades rurais, que hoje têm nos seguranças armados sua única salvaguarda contra invasores apadrinhados pelo governo.

Quando todas as armas forem do governo, as propriedades serão de quem o governo quiser.

Aceitem o desarmamento civil, e aceitarão essa conseqüência incontornável.
E, se imaginam que a "opinião pública internacional" virá socorrê-los nessa hora, saibam que ela não está nem ligando para os fazendeiros da África do Sul e do Zimbábue, que vêm sendo mortos às pencas, como coelhos em temporada de caça, por governos contra os quais não se ouve uma só palavra na ONU, na CE ou na grande mídia.
Zero Hora, 13 de julho de 2003
http://www.olavodecarvalho.org/semana/030713zh.htm

sexta-feira, 8 de abril de 2011

MASSACRE NO RIO (XI). ARMAS USADAS PELO ATIRADOR LOUCO DO REALENGO ERAM ILEGAIS.

As armas do atirador foram apresentadas
pela Polícia
A polícia apresentou ontem à imprensa as duas armas utilizadas por Wellington Menezes de Oliveira para matar as crianças na escola pública do Realengo. Eram dois revólveres nacionais, um de calibre 38 de cano médio, e um de calibre 32, mais um cinturão, e carregadores de municiamento rápido. Também foram recolhidas 60 cápsulas, equivalentes aos tiros disparados contra as crianças. Wellington matou doze e feriu doze. Sua intenção era matar a todos. Conforme o delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, ele usava as duas armas ao mesmo tempo, como se vê em filmes de faroeste.

A Delegacia de Repressão a Armas e Entorpecentes (Drae) já está investigando a procedência dos revólveres utilizados pelo criminoso. Segundo Ettore, até o momento, sabe-se que uma das armas foi roubada em 1994 de um sítio. O outro revólver está com a numeração raspada. Mas ambas estavam em situação irregular.
Para o delegado, não é necessário treinamento específico para usar um revólver. “Não é complexo utilizar esse revólver, não precisa de treinamento especializado”, explicou.

Felipe Ettore, que investiga o massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, disse que segundo familiares e conhecidos do atirador, ele tinha problemas mentais.
“Segundo os relatos, Wellington era uma pessoa muito introspectiva, não tinha amigos, nunca teve uma namorada. Andava sempre de calça comprida, nunca saia de casa. A indicação é de que ele tinha problemas mentais”, explicou Ettore. Odelegado afirmou que não foram encontrados remédios na casa do atirador. 

A Polícia Civil ouviu na noite de quinta-feira (7) professores e diretores da escola, além de uma tia do atirador e dois primos. “Os relatos foram fundamentais para traçarmos o perfil dele. Queremos entender o que levou Wellington a cometer esse crime, disse Ettore. O delegado informou que a polícia aguarda o laudo pericial do local e o laudo cadavérico para prosseguir nas investigações. As informações são do G1.

Suspeitos de vender arma prestam depoimento

Policiais do 21° BPM (São João de Meriti) encontraram, ontem (sexta), dois homens suspeitos de vender uma das armas usadas por Wellington de Oliveira, no ataque desta quinta-feira na escola Municipal Tasso de Silveira. A dupla está na Delegacia de Homicídios, na Barra da Tijuca, também na Zona Oeste, prestando depoimento.
Fontes G1, O Estado de S Paulo, O Dia

comento

Evidentemente, a Polícia não encontraria nenhum documentodas armas, relativas à sua legalização.
Wellington não tinha 25 anos, não poderia comprá-las nas casas de venda de armas. Claro que comprou por contatos feitos no mundo do crime. A Polícia ainda está investigando isso.
Da mesma forma, ele não poderia ter porte de arma.

Assim, não passa de demagogia rasteira a intenção de voltar com a Campanha do Desarmamento e revisão do Estatuto do Desarmamento, uma vez que criminosos não costumam comprar armas em lojas autorizadas.
As armas do mundo do crime são produto de contrabando, de roubos a policiais e guardas de segurança, ou alugadas por bandidos. A imensa parte das armas em maõs do crime são armas sem registro ou adulteradas.

Gostaria de saber como o Governo vai apelar aos bandidos para entregarem suas armas, com as quais ganham a vida. Tirando, infelizmente, a de muitos de nós.
Demagogia barata, pois todo mundo sabe que um cidadão não pode andar por aí com uma arma, mesmo legalizada.

Então, querem desarmar a quem?
Por que não equipar melhor as polícias para que estas possam enfrentar melhor os bandidos?
Será que o Governo Federal, que parece nadar em dinheiro, em alguns setores, não poderia reforçar as equipes da PF para melhorar o patrulhamento das fronteiras.

Todo mundo sabe que uma das portas de entrada de armas ilegais ao Brasil é via Paraguai, embora não sejam provenientes apenas de lá. Há armas no Brasil iguais as utilizadas pelas Farc, da Colômbia, e provavelmente tal grupo seja um dos grandes fornecedores de drogas (cocaína, principalmente) e armas militares aos criminosos do Brasil, especialmente do Rio de Janeiro, que de pacificada está a uma enorme distância, a despeito da propaganda ridícula feita pelo governo do estado sobre isso.  

DESARMAR BANDIDOS JÁ.
GOSTARIA DE SABER COMO TENTARIAM.
É MAIS FÁCIL TOMAR AS ARMAS LEGAIS EM POSSE DA POPULAÇÃO.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O MASSACRE DOS CATÓLICOS EM BAGDÁ. Ou: o que torna a nossa imprensa tão covarde?

Reproduzo integralmente esta nota do blog Vera Dextra ( http://veradextra.blogspot.com/) porque acho que todos devemos ter acesso e refletir sobre a estúpida violência dos grupos fanáticos que exerminam cristãos, em nome de Alá. 

Saibam, com certeza, que a matança, verdadeiro extermínio de cristãos, em geral, tem sido uma constante em muitos países, mas não consigo entender o porquê disso nunca ser seriamente abordado pela imprensa dos países ocidentais, especialmente a de um país católico como o nosso. Na verdade, tenho minhas impressões, mas prepararei algo mais para a frente.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Vídeo Legendado: O testemunho terrível de uma das reféns presentes no massacre ocorrido na igreja de Bagdá, em 31 de outubro de 2010

Em 31 de outubro deste ano, um grupo de MUÇULMANOS terroristas invadiu um igreja católica em Bagdá, manteve reféns todos os fiéis por cerca de cinco horas e massacrou várias dezenas de pessoas. Nós postamos várias matérias a respeito da atrocidade (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

Dias depois, apareceram no youtube 3 vídeos, em árabe, feitos com uma das famílias que foi vitimada pela tragédia. Os depoimentos são do pai e de suas duas filhas.

Agora que os vídeos foram recentemente legendados em inglês, nós apresentamos aqui o terceiro e último deles, legendado por nós em português. O nome da testemunha que dá seu depoimento aí (e que não aparece nesta edição) é Shahad Zuhair Marzina, estudante universitária. ( O vídeo original em inglês está aqui).

O inglês em que a legendagem foi feita é sofrível. Tentamos traduzi-la  o mais fielmente possível.