Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador DESARMAMENTO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DESARMAMENTO. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de junho de 2014

TODAS AS MENTIRAS QUE CONTAM SOBRE AS ARMAS. A população brasileira recusou o desarmamento no referendo de 2005, com 64% dos votos contrários à proibição do comércio de armas e munições. O governo petista, em sua busca insaciável por poder absoluto, ignorou a decisão do povo e aprovou leis cada vez mais restritivas à posse de armas no Brasil. (Flávio Quintela).




ARMADOS E SEGUROS


Flavio Quintela

18 Junho 2014

Estatísticas dos Estados Unidos mostram que as vítimas armadas saem ilesas de tentativas de assalto numa proporção duas vezes maior que vítimas que se rendem completamente.


Imagine que você fosse um presidente ou primeiro-ministro de um país. Imagine também que você quisesse proteger seu poder e de seus sucessores de possíveis levantes e revoluções vindos da população. Afinal, se já aconteceu em outros lugares no passado, por que não aconteceria com você? Numa situação dessas você quer manter o uso da força letal com o Estado, através do exército e das polícias. 

E só há uma maneira de fazer isso: desarmar completamente a população.



Governos do mundo todo têm insistido na falácia de que é preciso desarmar as pessoas porque mais armas geram mais crimes. Sustentados por estudos superficiais e fraudulentos, e por uma miríade de apoiadores dos mais diversos tipos, eles seguem firmes no objetivo de monopolizar o uso da força e negar aos cidadãos o direito à defesa própria. 

Entre os que apoiam esse tipo de iniciativa estão uma maioria de pessoas sem nenhuma noção sobre o assunto, mas que acreditam nas informações disseminadas pela mídia e pelos governos, as quais acabam se tornando senso comum quando o assunto é armamento de civis; e há também os idiotas úteis que militam nos movimentos desarmamentistas, e que contribuem para dar poderes cada vez maiores e cada vez menos democráticos aos seus governantes.



Se você está entre essa grande massa de pessoas que jamais leu sobre esse assunto, mas que crê por “senso comum” que a posse e o porte de armas por civis é algo perigoso, por favor leia este artigo na íntegra. O que eu apresento aqui são apenas fatos, sem manipulações ou mentiras. Puramente fatos.



Os defensores do desarmamento de civis gostam de contar algumas mentiras, que não se sustentam com dados e estatísticas, mas somente com a repetição; afinal, como disse Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler, “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.” Para cada uma dessas mentiras há uma resposta verdadeira e lógica. Veja:

Mentira 1: a posse e o porte de armas geram cada vez mais violência

Verdade 1: o estudo da história dos países que garantem o direito do cidadão de possuir e portar armas mostra que não existe tal relação. A Inglaterra, por exemplo, teve por mais de duzentos anos uma redução acentuada de criminalidade, entre os séculos XVI e XIX, e durante todo esse período não havia restrição ao armamento da população. Foi somente no século XX, quando essas restrições passaram a existir, que a criminalidade voltou a subir. Nos Estados Unidos, onde cada estado tem sua legislação sobre o assunto, os estados que apresentam os menores índices de violência são justamente os que possuem as menores restrições à posse e ao porte de armas de fogo.

Mentira 2: as armas legalizadas que estão nas mãos da população acabam nas mãos de bandidos, que as utilizam em seus crimes


Verdade 2: menos de 1% das armas legalizadas acabam nas mãos de criminosos. As armas usadas nos crimes são, quase que em sua totalidade, armas ilegais trazidas por contrabandistas ou fornecidas por agentes corruptos da polícia e do exército, ambos controlados pelo governo. Estatísticas de lugares diversos como Brasil, Estados Unidos, Suíça, Canadá, Inglaterra e Alemanha mostram sempre a mesma realidade: criminosos não roubam armas de suas vítimas – eles roubam vítimas sem armas.


Mentira 3: uma arma nas mãos de um cidadão tem mais chances de provocar danos do que benefícios

Verdade 3: em países onde a lei permite ao cidadão possuir armas, o número de mortes anuais devido a acidentes domésticos com essas armas não chega a 5% do número de mortes de inocentes por parte da polícia. Quando os números são de crianças mortas em acidentes com armas, fato que a mídia adora explorar, a coisa é ainda mais absurda: piscinas, produtos de limpeza, fogões e mesas de centro matam, por ano, 100 vezes mais crianças do que acidentes com armas legalizadas. Pesquisas feitas com criminosos condenados e presos mostram que em 90% das vezes o mero ato de sacar uma arma afugenta o criminoso e evita o crime, pois o bandido procura sempre a vítima mais fácil e a menor chance de ser pego. Essas mesmas pesquisas registram que os criminosos têm mais receio de encontrar uma vítima armada do que um policial.

Mentira 4: a melhor maneira de reagir a um ato de violência é fazer tudo o que o criminoso manda, dar tudo o que ele deseja, e se manter em posição de rendição


Verdade 4: estatísticas dos Estados Unidos mostram que as vítimas armadas saem ilesas de tentativas de assalto numa proporção duas vezes maior que vítimas que se rendem completamente. Mais do que isso, em lugares onde a população pode se armar as ocorrências de crimes de confronto são muito menores, pois o criminoso nunca sabe se vai encontrar um cidadão armado pela frente. Ou seja, os cidadãos que não querem ter uma arma acabam se beneficiando daqueles que se armam. Comparações de dados das polícias dos Estados Unidos e da Inglaterra mostram que os criminosos americanos preferem invadir casas vazias, por medo de encontrar o morador armado, enquanto na Inglaterra, onde a população foi totalmente desarmada no século XX, o número de casos de roubo com o morador em casa é 50% maior.

Mentira 5: o cidadão que se arma acaba usando sua arma para cometer crimes que não cometeria de outra maneira, como homicídios na família e no trânsito


Verdade 5: o Brasil possui um dos menores arsenais legalizados do mundo, e todos os dias pessoas são mortas no trânsito, com armas ilegais. As estatísticas das polícias estaduais americanas mostram que os casos de tiroteio com armas legalizadas são extremamente raros, dezenas de vezes menores que os casos envolvendo armas ilegais. Mais ainda, os homicídios são, em sua grande maioria, cometidos com armas disponíveis no momento, como facas, bastões, ferramentas, vasos, ferros de passar roupa, e com os clássicos mãos e pés. O número de mortes decorrentes de armas legalizadas não chega a 0,1% do total, seja em países que permitem que o cidadão se arme, seja nos que restringem o armamento, como o Brasil. A posse legalizada da arma não é a variável importante na equação da violência.

Mentira 6: as armas matam


Verdade 6: quem mata são as pessoas. 98% das armas legalizadas são disparadas apenas em estandes e locais apropriados para o tiro, e essa porcentagem se mantém em países com e sem restrições à posse e ao porte de armas por civis. Mesmo em lugares como os Estados Unidos, com sua população de 300 milhões de pessoas, e um arsenal civil de 310 milhões de armas, pode-se contar nos dedos o número de casos de assassinatos cometidos por cidadãos com suas armas legalizadas. Governos do mundo todo, em suas estratégias contra a violência, têm deixado claro que o vilão é sempre o mesmo: o comércio de drogas ilegais. No Brasil a taxa de assassinatos entre jovens de 15 e 29 anos é o dobro da média geral, porque é nessa idade que morrem os que se envolvem no tráfico de drogas, principalmente nas favelas controladas pelos traficantes. 

Estima-se que no Brasil mais de 85% dos crimes violentos, com exceção dos estupros (assassinato, assalto e roubo), estejam relacionados com o problema das drogas. Além disso, o suprimento de armas dos criminosos brasileiros é fruto da cooperação entre nosso crime organizado (PCC e Comando Vermelho) e as FARC, que fornecem rifles de assalto e outras armas de alto calibre.

William Blackstone, grande jurista inglês, disse uma vez que “O principal objetivo da sociedade é proteger os indivíduos no usufruto dos direitos absolutos, que lhes foram investidos pelas leis imutáveis da natureza.” Esses direitos são a segurança pessoal, a liberdade pessoal e a propriedade privada. Os legisladores dos séculos XVIII e XIX entendiam que o Estado jamais poderá atender o indivíduo em todos os momentos, e que é fundamental que se garanta ao cidadão a capacidade de proteger a si mesmo, sua família e suas posses. Essa capacidade só pode existir se cada pessoa obediente à lei tiver o direito de se armar. Novamente recorro a Blackstone:



“Devemos lembrar de que há muitos lugares onde a sociedade não pode estar, ou não pode estar a tempo. Nessas ocasiões um homem tem que se defender e defender aqueles que o acompanham. Não é de muito consolo que a sociedade chegue com grande atraso, recolha os pedaços, e puna o criminoso.”



A população brasileira recusou o desarmamento no referendo de 2005, com 64% dos votos contrários à proibição do comércio de armas e munições. O governo petista, em sua busca insaciável por poder absoluto, ignorou a decisão do povo e aprovou leis cada vez mais restritivas à posse de armas no Brasil. 

Estamos caminhando para a mesma situação da Venezuela, onde a população completamente desarmada tem sido assassinada a céu aberto pelas forças policiais de Maduro. Um tirano só consegue impor sua tirania a quem não pode se defender. Ao deixarmos o uso da força letal totalmente a cargo da polícia e do Estado estamos abrindo mão do direito mais básico do homem, aquele que está em nosso próprio instinto de sobrevivência: o de se defender.


Flavio Quintela é autor do livro “Mentiram (e muito) para mim”.

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:

sábado, 9 de abril de 2011

DESARMAMENTO JÁ. POR UM BRASIL MENOS VIOLENTO (II). SEM TESOURAS ENFERRUJADAS DO ANO 400 DC.




Vejam as lindas tesouras espanholas
(desarmamento também é cultura!)
http://www.aceros-de-hispania.com/

DIGA NÃO AO DESARMAMENTO. HITLER SEMPRE FOI A FAVOR DELE. Desarmou os opositores e armou sua milícias. Sabemos como tudo acabou.

MEMÓRIA DA ÚLTIMA CAMPANHA PELO DESARMAMENTO:

1.
TEXTO DO FOLHETO PUBLICADO À ÉPOCA DA CAMPANHA DO PLEBISCITO SOBRE O DESARMAMENTO DE 2004/2005
EDITADO PELO SITE ARMARIA.   (REDE DA CIDADANIA DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROPRIETÁRIOS E COMERCIANTES DE ARMAS - ANPCA)

Um pouco de história para quem esqueceu ou nunca soube:

Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Folheto da campanha de 2005
da ANPCA 
 Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros "não arianos", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas "instruídas", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Efeito do desarmamento efetuado nos países acima no século XX: 56 milhões de mortos.
Com o recente desarmamento realizado na Inglaterra e no País de Gales, os crimes a mão armada cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo, houve 9.974 crimes com armas entre abril de 2001 e abril de 2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos. Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%. Segundo as Nações Unidas, Londres é considerada hoje a capital do crime na Europa.
Tudo isso é óbvio, pois marginais não obedecem às leis. Com o desarmamento, só gente honesta como você não poderá ter uma arma. Uma lei feita para desarmar as vítimas é burra e cruel!

VEJA A IMAGEM DOS FOLHETOS DA CAMPANHA EM:
Veja a imagem do folheto completo no link abaixo:

*************************************

2.

terça-feira, 19 de junho de 2007


CAMPANHA DO DESARMAMENTO? NÃO ME ENGANARAM!















http://poemaseconflitos.blogspot.com/2007_06_01_archive.html

DESARMAMENTO CRIA DUAS CLASSES DE PESSOAS. OS SEM ARMAS, E OS COM ARMAS. Como a polícia não dará conta do recado, os bandidos armados farão a festa. Você pode pagar seguranças armados ou tem escolta especial?

Tirando a dúvida
Olavo de Carvalho

Quando um chavão pejorativo reaparece com insistência nas bocas dos vários porta-vozes de uma causa, fixando hipnoticamente a atenção do público num determinado traço odioso da figura adversária, o mínimo de prudência recomenda suspeitar que não se trata de uma polêmica normal, mas de uma campanha de propaganda enganosa.

Suspeita não é, evidentemente, certeza. Pode ser tudo uma infeliz coincidência estilística.
O método para tirar a dúvida é simples. Verifique se o rótulo tem alguma correspondência com a realidade. Se o insultado tem de fato a má qualidade apontada e se ela é tão proeminente que olhando para ele dificilmente se repare em outra coisa, a repetição do insulto talvez traduza apenas a uniformidade de uma impressão geral correta. Milhares de brasileiros repetem que o presidente Lula é campeão internacional de gafes, e não há nisso nenhuma campanha contra ele, apenas a constatação repetida de fatos notórios.

Mas, se o defeito indicado não é saliente a esse ponto, se, ao contrário, ele não é evidente de maneira alguma e, pior ainda, se sua presença no personagem acusado não pode ser comprovada por nenhum meio legítimo, então é claro que a insistência grupal em apontá-lo revela um intuito uniforme e organizado de conquistar o público para uma opinião difamatória, utilizando um cacoete de linguagem para criar um cacoete de pensamento.

A expressão “poderoso lobby da indústria de armas”, que quase infalivelmente reaparece nos discursos dos desarmamentistas para carimbar os adversários da sua campanha como paus-mandados a serviços de interesses milionários, entra nitidamente nessa categoria. Isso pode ser averiguado facilmente pelo método acima apontado.

Desde logo, os usuários desse chavão empregam-no sempre de maneira vaga e genérica, sem jamais esclarecer a quais indústrias de armas se referem nem muito menos qual a ligação delas com as entidades que reagem ao desarmamento.

O motivo é muito simples: não há nenhuma indústria de armas financiando a luta contra o desarmamento. O Brasil tem uma única empresa fabricante de armas, cujo maior e quase único cliente no território nacional é o governo, isto é, o chefe mesmo da campanha desarmamentista.

Quanto a empresas estrangeiras, não existe o mínimo indício de que alguma delas tenha contribuído para as escassas e pobres organizações pró-armas, nem muito menos de que tenha feito algum esforço sério para conquistar o mercado brasileiro.
Em compensação, os financiadores da campanha desarmamentista em todo o mundo são bem conhecidos: ONU, Comunidade Européia, Fundação Ford, Fundação Rockefeller e entidades similares, além do sr. George Soros, é claro.

Quem, então, é o “poderoso lobby”?
Outro dia, no Rio, as colunas sociais noticiaram uma reunião festiva de desarmamentistas chiques. A chamada “nata da sociedade” compareceu ao evento para dar seu apoio à bela causa personificada pelo Dr. Rubem César Fernandes, aquele mesmo que alardeava que o desarmamento iria diminuir a criminalidade e, uma vez obtida a persuasão geral, declarou candidamente que se tratava de um geral auto-engano.

A festa transcorreu sem o menor incidente, mesmo porque o prédio onde se realizava ficou cercado de seguranças armados, zelosos na sua tarefa de proteger as vidas e os bens dos convidados.

Como a lei do desarmamento só proíbe armas pessoais, não seguranças armados, ela terá por efeito imediato e incontornável a divisão dos cidadãos brasileiros em duas classes: a maioria desarmada, que o governo confessa não ter condições de proteger, e a minoria armada até os dentes, que não precisará de proteção oficial porque tem meios de se proteger a si mesma.

É ou não é para o beautiful people comemorar desde já?

Zero Hora, 29 de maio de 2005
http://www.olavodecarvalho.org/semana/050529zh.htm

SHOOTER KILLS 7 AT DUTCH SHOPPING MALL. IN BRAZIL, GUNMAN KILLS 12 SCHOOL CHILDREN

READ MORE HERE:
http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2064202,00.html

AND HERE:
http://www.wfaa.com/home/Man-with-machine-gun-kills-six-at-Dutch-shopping-mall-119532849.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

EXTRAÍDO DE FORMIGUEIROS  (link no pé):

Notícias de massacres como o do Rio de Janeiro se propagam como rastilho de pólvora. Muita coisa é previsível: Psicólogos e pedagogos dirão que é problema psicológico por conta de o atirador ser filho adotivo e por conta de ter sido zombado na infância (a maioria das vezes por meninas).

A sociedade civil culpará governo, segurança e blá blá blá. O fato é que essa balbúrdia toda, essa busca incansável por um culpado, não trará ninguém de volta. A alma fica de luto. O pensamento oscila entre ódio e pena.

A única coisa que tenho a comentar é que a nova geração tem que estar mais atenta ao desenvolvimento dos filhos que eles deixam para a sociedade. E isso vale para todos: Pais, professores, amigos… Todo o círculo de pessoas que permeia o universo de uma mente em desenvolvimento.

Claro, muito disso não tem a ver com criação. Tem a ver com caráter. Mas isso, não cabe a mim julgar. E diante dessa tragédia toda, é impossível não mencionar ou recordar outros massacres tão chocantes que aconteceram pelo mundo. Para lembrar e registrar:
- 17 de janeiro de 1989 - EUA: um rapaz de 24 anos dispara com sua metralhadora durante o intervalo das aulas de uma escola em Stockton (Califórnia), matando cinco meninos e ferindo cerca de 30 pessoas antes de se matar.
- 6 de dezembro de 1989 - Canadá: para se vingar das feministas, um desempregado de 25 anos mata 13 estudantes e uma secretária da Escola Politécnica de Montreal, ferindo também outras 13 pessoas antes de se suicidar.

- 13 de março de 1996 - Grã-Bretanha: seis crianças de entre 4 e 6 anos e sua professora são assassinadas em um jardim de infância em Dunblane, por um colecionador de armas de fogo que se suicidou.

- 1o. de abril de 1996 - China: um homem mata sete alunos a facadas e fere outros cinco em duas escolas de Meitian (província de Hunan, sul).

- 30 de março de 1997 - Iêmen: um homem dispara com um fuzil automático contra jovens de duas escolas mistas, nos arredores de Sanaa, deixando seis mortos (quatro crianças) e cerca de dez feridos. O agressor era contra as escolas mistas.

- 1º de dezembro de 1997 - EUA: um jovem de 14 anos abre fogo em seu colégio, matando três colegas e ferindo outros cinco, em Paducah (Kentucky).

- 24 de março de 1998 - EUA: dois meninos de 12 anos disparam contra alunos e professores de uma escola de Jonesboro (Arkansas, sul), matando quatro meninas e uma professora.

- 20 de abril de 1999 - EUA: dois jovens, de 17 e 18 anos, armados com revólveres e mais de 30 bombas artesanais, abrem fogo em seu colégio, o Columbine, em Littleton (Colorado, oeste), matando 12 alunos e um professor antes de se suicidar.

- 28 de abril de 1999 - Canadá: um aluno morre e outro é ferido por um menino de 14 anos em um colégio de Taber (Alberta).

- 8 de junho de 2001 - Japão: um homem mata a punhaladas oito meninos em uma escola primária em Tóquio.

- 19 de fevereiro de 2002 - Alemanha: um jovem de 22 anos mata o diretor e fere gravemente outra pessoa de seu antigo instituto de formação profissional em Freising (sul), perto de Munique. Antes, havia assassinado dois executivos da empresa da qual havia sido demitido.

- 26 de abril de 2002 - Alemanha: 16 pessoas – 12 professores e 2 alunos – são assassinadas em um colégio de Erfurt, em Thuringe (leste), por um ex-aluno de 19 anos que se suicidou.

- 26 de novembro de 2002 - China: um homem apunhala até a morte quatro meninos e fere outros três em uma escola primária de Huaiji (província de Guangdong, sul).

- 01 de setembro de 2004 - A Crise de reféns da escola de Beslan (conhecida também como Cerco à escola de Beslan ou Massacre de Beslan) teve início quando terroristas armados fizeram mais de 1200 reféns entre crianças e adultos, na Escola Número Um, da cidade russa de Beslan, na Ossétia do Norte.
- 28 de setembro de 2004 - Argentina: um menino de 15 anos mata três alunos e machuca cinco colegas de classe no colégio Carmen de Patagones (província de Buenos Aires, sul), com a arma de seu pai policial.
- 26 de novembro de 2004 - China: oito adolescentes morrem e quatro são feridos a bala nos dormitórios de um colégio de Ruzhou (província de Henan, centro). O agressor, de 21 anos, foi entregue por sua própria mãe depois de uma tentativa fracassada de suicídio.
- 21 de março de 2005 - Estados Unidos: Pelo menos nove pessoas são assassinadas e dez feridas a bala em um colégio de Red Lake, uma reserva indígena de Minnesota (norte), por um jovem que se suicidou em seguida.

- 3 de outubro de 2006 - Estados Unidos: um homem dispara contra uma escola amish da Pensilvânia (nordeste) matando cinco meninas e deixando seis gravemente feridas.
- 16 de abril de 2007 - Um homem mata 32 pessoas e se suicida no campus da universidade de Virginia Tech, em Blacksburg (Virgínia).

- 7 de novembro de 2007 - Finlândia: um jovem de 18 anos tira a própria vida depois de abrir fogo contra um colégio de Tuusula, norte de Helsinki, matando sete estudante e a diretora do estabelecimento.

- 14 de fevereiro de 2008 - Estados Unidos: Um jovem tira a própria vida depois de disparar no campus de uma Universidade de Illinois (norte), deixando cinco mortos e 15 feridos.

- 23 de setembro de 2008 - Finlândia: Um estudante se suicida depois de protagonizar um massacre num colégio de Kauhajoki (sul), matando dez pessoas.

- 7 de abril de 2011 - Brasil: um ex-aluno de uma escola de Realengo, zona oeste do Rio, invade a instituição e mata pelo menos 10 crianças, antes de se suicidar, no pior incidente deste tipo ocorrido no Brasil e na América Latina.

Concordo, em gênero, número e grau.
Gutenberg

http://formigueiros.com/2011/04/os-piores-massacres-em-instituicoes-de-ensino-no-mundo/

LEIA NESTE BLOG A HISTÓRIA DE JOSELY E JULIANA DE OLIVEIRA, AS IRMÃS DE CUNHA QUE SOFRERAM NAS MÃOS DE UM PSICOPATA. 

DESARMAMENTO É ESTUPIDEZ. NENHUM GOVERNO PODE CRIAR UM MUNDO SEM RISCOS. "O estado-babá terapêutico só sabe estimular os indivíduos a se enxergarem como vítimas, e a rejeitar qualquer responsabilidade pessoal por seus atos."

Armas e liberdade

Lew Rockwell, James Ostrowski e Ron Paul

Recentemente aconteceu algo em Buffalo, Nova York, que contradiz a propaganda daqueles que apóiam o "controle de armas" - isto é, o controle de cidadãos cumpridores da lei que desejam apenas ter uma arma para se proteger dos vários elementos nefastos deste mundo. Um cidadão de fato usou uma arma, uma espingarda, para defender sua casa e sua família de invasores armados. E, de acordo com a manchete, ele já havia sido vítima de outras invasões domiciliares.

Não, sua arma não lhe foi tomada e usada contra ele - essa seria a conseqüência inevitável de se possuir uma arma, dizem os defensores do desarmamento. Não, sua arma também não foi roubada. Não, ele não teve tempo de esperar pela polícia, não obstante esta tivesse chegado minutos depois, tendo também atirado nos invasores, ferindo um deles. Sim, ele foi capaz de pegar sua arma a tempo. Sim, ele apontou, mirou e acertou os alvos maléficos. De acordo com a propaganda desarmamentista, as pessoas raramente - quase nunca - usam armas para a auto-defesa.

O desarmamento é uma daquelas idéias que, na superfície, parecem fazer sentido; uma idéia a qual as pessoas sensatas inicialmente estão inclinadas a aceitar; uma idéia que parece oferecer uma solução fácil para um problema difícil. E esse é o problema com o controle de armas. Não passa de uma auto-ilusão, um pensamento baseado no desejo; é simplista, ingênuo e até mesmo infantil. É um pensamento tipicamente esquerdista: achar que problemas sociais podem ser resolvidos colocando-se palavras num papel e transformando-as em estatutos federais e estaduais.
Sempre que você ouvir que esse ou aquele tipo de arma foi banido, lembre-se que palavras escritas num papel jamais mudaram a natureza humana. Existem pessoas ruins lá fora que irão se aproveitar das pessoas boas. Elas não serão impedidas por palavras em um papel, seja onde for. As pessoas boas, por outro lado, desejosas de obedecer a lei, serão. E é por isso que assaltantes, estupradores e assassinos sabem que em paraísos desarmamentistas - isto é, qualquer lugar em que saibam que as potenciais vítimas estão desarmadas - os cidadãos estão totalmente indefesos contra eles.
Nos EUA, em particular, acontece um fenômeno interessante. Sempre que o congresso ameaça aprovar novas regulamentações anti-armas, o povo americano responde comprando e estocando a maior quantidade de armas possível.

Em 1989, o congresso aprovou restrições sobre as chamadas "armas de ataque" (assault weapons), tais como a Colt AR-15, a H&K G36E, a TEC-9, todos os AK-47s, e as Uzis. Esse fato provocou uma explosão na venda de armas. Após uma breve folga da máquina legislativa, surgiu a Brady Bill em 1993, um projeto de lei que impunha a checagem do histórico do comprador. Os políticos alegaram estar apenas atrás dos criminosos. Mas o principal efeito da lei foi o de convencer as pessoas de que o governo federal estava mesmo era determinado em desarmar o público.

Os políticos, é claro, sempre dizem que estão atrás apenas dos criminosos, e não de caçadores e de pessoas que apenas desejam a auto-proteção. Mas, por definição, os criminosos não ligam muito para regulações. Restrições legais sobre a venda de armas só servem para fazer com que as pessoas que escrupulosamente seguem a lei não consigam se defender daqueles que não a seguem.

Esse ponto pode ser demasiado complicado para os políticos entenderem, mas as pessoas comuns entendem. Após a aprovação da Brady Bill houve mais uma explosão na venda de armas, com a população aumentando seus estoques, antecipando-se a mais regulamentações futuras.

As percepções da população provaram-se certeiras. Sem perder tempo, os federais baniram a fabricação doméstica de armas de estilo militar e de pentes com capacidade para mais de 10 projéteis. O resultado foi o maior tiro pela culatra da história das regulamentações. O limitado número de "armas de ataque" ainda em circulação passou a ser vendido pelo dobro do preço pré-banimento. E como era necessário ter mais balas para poder se igualar ao poder de fogo antigo, os fabricantes de munições passaram a desfrutar de lucros recordes, de acordo com dados reunidos pelo Wall Street Journal.
http://www.votesprout.com/deluxe-gold-finish-cavalry-pistol-replica

E, por fim, o que levou o mercado à velocidade total de operação foi a ameaça de que os fabricantes de armas seriam levados à falência por conta de ações judiciais. As pessoas viram o que os tribunais fizeram com as empresas de tabaco e o que aconteceu com os preços do cigarro como conseqüência. Ao contrário dos cigarros, armas não são perecíveis, e assim as pessoas perceberam que poderiam - aliás, deveriam - começar a estocar o mais rápido possível, antes que os juízes fizessem com os fabricantes de armas o mesmo que fizeram com os fabricantes de cigarro.

Fanáticos anti-armas viram toda essa estocagem como uma catástrofe, uma vez que sua meta era o desarmamento completo da população. Mas eles estavam em um dilema. Costurar o processo legislativo para implantar o desarmamento completo toma mais tempo do que os períodos de espera e as barreiras regulatórias já aprovadas e transformadas em lei. As janelas de liberdade existentes permitiram às pessoas desafiar as intenções dos desarmamentistas enquanto ainda havia tempo.

A estocagem que passou a ocorrer em todo o país provavelmente animou até mesmo as pessoas que não tinham interesse em ter uma arma. Isso porque uma posse de armas amplamente difundida por toda a sociedade confere aquilo que os economistas chamam de "externalidades positivas" sobre as pessoas que não planejam ter armas. Por exemplo, mesmo que você não possua uma arma, ainda assim você se beneficiará da percepção de que você ainda pode vir a ter uma, uma percepção que só vai durar enquanto a realidade da posse difusa de armas continuar existindo. O temor de que as pessoas estejam dispostas a reagir é o que mantém os criminosos acuados.

Uma literatura maciça e detalhada já comprovou, seguidamente, que quanto mais armas uma comunidade possui, menor é a criminalidade que essa comunidade tem de aturar. Os dados são tão devastadores que nenhuma pessoa sensata poderia negá-los. (A "planilha de fatos das armas de fogo" deveria estar na lista de favoritos de cada ser pensante). Por que, então, o lobby desarmamentista continua a dizer que as restrições às armas são a chave para diminuir a criminalidade?

Um livro altamente elogiado pelos desarmamentistas - o Arming America: The Origins of a National Gun Culture, escrito por Michael A. Bellesiles, professor da Emory University - foi inteiramente desacreditado por ser baseado em fatos fajutos - para não dizer fraudulentos -, e o autor foi forçado a se demitir de seu posto. Bellesiles tentou contestar a sabedoria convencional e argumentou que no período colonial os americanos tinham poucas armas e muitas delas não funcionavam. (Joe Stromberg já refeutou devidamente tal asserção).

Ele parecia não estar ciente de que a Revolução Americana foi originada por uma tentativa de desarmamentistas britânicos de confiscar armas americanas em Concord. Na batalha de Lexington e Concord, esses americanos supostamente mal armados de alguma forma conseguiram infligir 273 baixas no mais bem treinado exército do mundo, os Redcoats.
Um bom antídoto para o livro de Bellesiles é o livro Guns and Violence, escrito por Joyce Lee Malcolm, professor de história do Bentley College. Malcolm argumenta que na Inglaterra a taxa de crimes violentos vinha declinando por séculos à medida que mais armas iam se tornando disponíveis. Foi só começarem a aprovar leis anti-armas e a taxa começou a subir.

Já um estudo do economista John R. Lott, Jr. - Ph.D. e autor dos livros Mais Armas, Menos Crimes e O Preconceito Contra as Armas - mostra que em 1985 apenas oito estados tinham leis que permitiam às pessoas andarem armadas livremente - as leis permitiam que uma pessoa automaticamente conseguisse uma licença, desde que ela tivesse seu histórico aprovado e completasse um curso de treinamento. Atualmente existem quarenta estados que apresentam alguma versão dessas leis. O exame que Lott fez dos dados mostrou que "de 1977 a 1999, os estados que adotaram leis que permitiam o porte livre de armas apresentaram uma queda de 60% nos ataques contra indivíduos e uma queda de 78% nas mortes em conseqüência de tais ataques".

Já é hora de a orientação ideológica desses confiscadores de armas ser examinada mais minuciosamente. Observe que a teoria deles sobre a posse de armas não aparece isolada; ela é parte de um pacote maior, um pacote de crenças políticas sobre o papel do governo na sociedade. Quase sem exceções, eles defendem toda a agenda estatista típica do politicamente correto. O que eles querem não é uma sociedade desarmada, mas uma sociedade onde o governo tem o monopólio da posse de armas.

O que nos leva ao dia 11 de setembro de 2001. Nesse dia, descobrimos que todo o aparato de $400 bilhões do governo federal não foi capaz de nos proteger contra um catastrófico ataque terrorista, ao passo que uns poucos revólveres nas cabines de comando dos aviões, o que há muito havia sido desencorajado pela polícia federal, poderiam ter salvado o dia. E, apesar disso, a idéia de que pilotos tenham permissão para estar armados contra invasores ainda é controversa, após quase 7 anos e duas guerras sangrentas que já mataram muitos milhares.

O propósito principal da Segunda Emenda é fornecer a todos os cidadãos os meios para se defenderem contra a tirania governamental. No século XX, muitos governos por todo o mundo mataram milhões de seus próprios cidadãos, que estavam desarmados espontânea ou compulsoriamente. Isso ocorreu na União Soviética, na Alemanha Nazista, na China Comunista, na China Nacionalista, no Camboja, na Coréia do Norte, em Cuba e em vários outros lugares.

Nesse quesito, devemos ser muito gratos ao que restou do livre mercado de armas, que tornou possível às pessoas responderem à ameaça de regulamentação de armas comprando e estocando. Se realmente valorizamos a liberdade e a segurança, precisamos não de mais restrições sobre a propriedade privada, mas da revogação das restrições existentes. E com os recentes eventos no Iraque, já deveria estar claro que o congresso precisa aprovar restrições muito severas é na liberdade de burocratas e políticos belicistas adquirirem e usarem armas.

O perigo para a existência de uma sociedade livre não está nas armas em posse dos cidadãos, mas em um governo que é livre para agir, especialmente um que está mais bem armado do que o povo. Uma sociedade armada é uma sociedade autônoma e independente, assim como um povo desarmado está vulnerável a poderes arbitrários de todo tipo.
Cidadãos armados resultam em menos crime e mais segurança, e ainda faz com que o governo seja constantemente lembrado de que seus burocratas não são os únicos com poderes.

E é exatamente por isso que a matança horrível e sem sentido ocorrida em abril de 2007 na Universidade de Virginia Tech serviu para reforçar esse sentimento inquietante ao qual muitos americanos se acostumaram após o 11 de setembro: o sentimento de que o governo não pode protegê-los. Não importa quantas leis sejam aprovadas, não importa quantos policiais ou agentes federais sejam colocados nas ruas, um indivíduo ou um grupo de indivíduos decididos ainda podem causar grandes danos. Talvez o único bem que ainda pode advir dessa matança terrível é um reforço na compreensão de que nós como indivíduos é que somos responsáveis por nossa segurança e pela segurança das nossas famílias.

Apesar de o estado da Virginia de fato permitir que indivíduos possam portar armas ocultas caso eles tenham antes obtido uma licença, os campi universitários do estado estão especificamente excluídos dessa lei. A Virginia Tech, assim como todas as outras faculdades da Virginia, são zonas livres de armas, ao menos para civis. E como pudemos ver, não importou quantas armas a polícia tinha. Apenas os indivíduos presentes na cena poderiam ter impedido ou ao menos diminuído a tragédia. A proibição de armas no campus fez com que os estudantes da Virginia Tech ficassem menos seguros, e não mais.

Você se sentiria seguro se pusessem um aviso na frente da sua casa dizendo: "Essa casa é uma zona livre de armas, seus moradores NÃO possuem arma de fogo"? Cidadãos cumpridores da lei poderiam ficar satisfeitos com tal aviso, mas para criminosos ele seria um convite irresistível. Aliás, por que será que ninguém entra atirando nas reuniões da National Rifle Association?

Também de acordo com John Lott, antes de 1995 era permitido a professores levar armas para as universidades em vários estados e "a erupção de tiroteios estudantis nas escolas começou em outubro de 1997, na cidade de Pearl, Mississipi, após a proibição".
Já dá pra ouvir a gritaria: "E se um professor for psicótico e decidir atirar nos seus alunos?" Ora, se um professor for emocionalmente instável não há absolutamente nada que o impeça de levar uma arma para a universidade e cometer este ato covarde e patético hoje.

Ademais, se tivéssemos um livre mercado para a educação e se a Segunda Emenda fosse respeitada, aqueles pais que não confiassem em professores armados mandariam seus filhos para escolas livres de armas e aqueles que sentissem que uma escola com professores armados pudesse fornecer um ambiente mais seguro iriam recompensar com seu dinheiro as escolas que oferecessem esse serviço. O treinamento e a avaliação dos professores poderiam ser feitos por instituições do setor privado.

É válido também mencionar que Israel e Tailândia têm sido citados como exemplos de como armas nas escolas podem salvar vidas.
A tragédia da Virgina Tech pode não necessariamente levar a mais controles e regulamentações sobre a venda de armas, mas provavelmente irá levar a mais controle sobre as pessoas. Graças à mídia e a muitos funcionários do governo, os americanos ficaram acostumados a ver o estado como seu protetor e como a solução para todos os problemas. Sempre que algo terrível acontece, principalmente quando se torna notícia nacional, as pessoas reflexivamente exigem que o governo faça alguma coisa. Esse impulso quase sempre leva a leis ruins e à perda de mais liberdade. Isso está em completo desacordo com as melhores tradições americanas, como a auto-confiança e o individualismo austero.

Será que realmente queremos viver em um mundo repleto de postos policiais, câmeras de vigilância e detectores de metal? Será que realmente acreditamos que o governo pode fornecer segurança total? Será que queremos involuntariamente encarcerar todo indivíduo descontente, perturbado ou alienado que tenha fantasias sobre violência? Ou será que podemos aceitar que a liberdade é mais importante do que a ilusão de uma segurança fornecida pelo estado?

É bem possível que o congresso ainda venha a usar esse evento terrível para tentar implementar mais programas obrigatórios de saúde mental. O estado-babá terapêutico só sabe estimular os indivíduos a se enxergarem como vítimas, e a rejeitar qualquer responsabilidade pessoal por seus atos. Certamente existem doenças mentais legítimas, mas é função de médicos e da família, não do governo, diagnosticar e tratar tais doenças.

A liberdade não é definida pela segurança. A liberdade é definida pela capacidade que os cidadãos têm de viver sem interferência governamental. O governo não pode criar um mundo sem risco, e nem nós iríamos querer viver em ambiente tão fictício. Apenas uma sociedade totalitária poderia alegar a segurança absoluta como um ideal válido, porque isso iria requerer um controle total do estado sobre a vida de seus cidadãos. A liberdade só tem sentido se ainda acreditamos nela quando coisas terríveis acontecem e um falso manto de segurança governamental nos acena.

Lew Rockwell

Publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil.
é o presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.

James Ostrowski é advogado e mora em Buffalo, New York.

Ron Paul é um congressista republicano do Texas e foi candidato à nomeação para as eleições presidenciais de 2008.

Tradução: Leandro Augusto Gomes Roque
http://www.midiasemmascara.org/artigos/desarmamento/11986-armas-e-liberdade.html

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A CAMPANHA PARA O DESARMAMENTO DO SENHOR MINISTRO JOSÉ EDUARDO CARDOZO. Desarmem os bandidos, se forem capazes!


..."A vigilância das nossas fronteiras é uma piada. A cocaína que o Brasil cheira  vem da Bolívia — onde o BNDES financia uma estrada para transportar folhas de coca. A maioria das armas que circulam por aqui e boa parte da maconha — a produção local não dá conta da vontade que nossos “progressistas” têm de queimar esse mato ao menos — vêm do Paraguai, com quem o Brasil também tem mantido uma relação paternalista, de “rico” bonzinho. 
As iniciativas hoje mais incensadas pela imprensa de “pacificação” têm como política deliberada não prender os bandidos — adoraria que tentassem me provar com números que estou errado. Dado esse quadro, vão convidar a população a se desarmar? Qual população? Aquela que não oferece risco nenhum!
Não dá! Parem de fazer proselitismo chulo sobre os cadáveres! Respeitem a dor das famílias. Infelizmente, ninguém poderia ter feito nada para evitar o que aconteceu ontem.
O país pode, sim, é fazer muita coisa para diminuir o espantoso número de homicídios que ocorre por ano no país: 50.113 em 2008. Que guerra civil mata isso?
José Eduardo Cardozo tem uma idéia: o desarmamento de 
quem não mata, mas morre."
Por Reinaldo Azevedo
Leia o texto completo de Reinaldo Azevedo:

quinta-feira, 7 de abril de 2011

MASSACRE NO RIO (VII). Agora volta a conversa furada do desarmamento.

Ouvi na Jovem Pan o deputado Marco Maia, PT-RS, voltar com a lenga-lenga do desarmamento. Li também sobre as falas do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Não creio em nada daquilo. A sociedade brasileira é bastante desarmada. O cidadão comum já encontra imensa dificuldade para comprar um simples 38 em uma loja de armas. A burocracia é imensa. Não gosto da conversa de desarmar a população mais do que já está desarmada, pois desarmar a população pode ter outras implicações, de natureza política.

De início, em relação ao atirador do Rio de Janeiro, Wellington Menezes de Oliveira, algumas perguntas:

1. Wellington tinha armas autorizadas pela Polícia? Isto é, adquiridas em seu nome e registradas na Polícia Federal? Isso as investigações dirão em pouquíssimo tempo.

2. Wellington tinha porte de armas? Isso é  fácil de saber, pois a maioria das pessoas que têm armas registradas não podem ter porte. Porte é dificílimo de obter.

3. SE WELLINGTON NÃO TINHA REGISTRO DE ARMAS E NEM PORTE, COMO ELE TINHA DOIS REVÓLVERES E FARTA MUNIÇÃO?

4. É óbvio que ele comprou ou alugou (como fazem alguns bandidos - e não estou dizendo que ele fosse um bandido, só que poderia ter alugado) as armas.

5. É fácil alugar armas? Creio que sim, visto a quantidade de armas que as polícias apreendem pelo Brasil. Muitas resultantes de alguel (tal a dificuldade em comprá-las!).

6. O pessoal chegado ao desarmamento (muitos deles a favor da luta armada para derrubar governos) costuma dizer que as armas nas mãos dos bandidos são de cidadãos roubados! Como se as pessoas pudessem andar com suas armas por aí para serem roubadas por ladrões e assaltantes. Como bocós.

7. Uma boa parte das armas apreendidas pertence às polícias militares (policiais roubados), armas desviadas (roubadas) de quartéis e arsenais policiais e militares (há inúmeras notícias sobre isso), armas contrabandeadas. Em grande número, pelo que se lê na imprensa, e pelas fotos, impressionantes! Há alguns anos um comandante da PM carioca, chefe do arsenal, esteve envolvido em um processo de desvio de armas!

8. Bandidos precisam registrar suas armas? Já viram algum bandido na fila da PF com as pastinhas vermelhas? (e a burocracia ainda sinaliza quem têm armas!)

9. Contrabandistas registras as armas que "importam"?

10. Bandidos e contrabandistas deixaram de roubar e contrabandear por causado desarmamento? O desarmamento já existe no Brasil.  E é bem rigoroso.

A Suíça acabou de realizar um plebiscito sobre poder ter ou não armas militares em casa. Resultado: vão continuar podendo tê-las. Melhor assim, ninguém vai querer brincar com eles de tomar o governo na marra, não é mesmo?

Esse proibicionismo idiota que impera na imprensa emburrecida, e no discurso político, e no bom mocismo do Bem,  nada resolve.
Quando passaremos a proibir palitos de dentes, canetas bic, facas de sushi, facas de cozinha, talherres de prata, taco de golfe, taco de bêisebol? Furar o olho com um dedo?

Pelo amor de Deus!

O Brasil desarmado mata muito mais gente por ano que os americanos que têm um estoque de 200 milhões de armas em suas casas!
DUZENTOS MILHÕES!!!