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sábado, 25 de maio de 2013

DILMA VISITA A ÁFRICA E FAZ A FESTA COM DINHEIRO DOS BRASILEIROS. Perdoa a dívida de US$900 milhões de 12 países, como se o dinheiro fosse dela. Não sei se a lei permite uma absurdo desses; mas o ato de Dilma I mais parece coisa de monarquia absolutista.



O Brasil é um país rico, mas muito rico mesmo. Aqui não há milhões de nordestinos à beira do desespero com a longa e cruel seca que mata crianças, elimina o gado faminto e destrói as lavouras e a esperança de tantos brasileiros. O canal para as águas do Rio São Francisco não custará outros tantos milhões...

Aqui não há problemas com os serviços de saúde oferecidos pelo Governo Federal, e nem há profundos problemas com o sistema educacional. 

Pelo que posso deduzir, o Brasil está assim como se entre um nível sueco, suíço ou alemão, em termos de seriedade no trato da coisa pública.

Não há problemas com a segurança pública e nem com a falta de controle do tráfico de entorpecentes, com o crack, que mata milhares de jovens brasileiros por ano.

Não. Assim como o ex-governante, Lula, a rainha Dilma I resolveu fazer média com diversos países africanos, como se desse uma lição de solidariedade ao mundo. Mas com o nosso dinheiro!!! Com o dinheiro do povo brasileiro.

Os países africanos devem dinheiro não ao governo, mas ao Brasil. E o dinheiro do Brasil é dos brasileiros. Só o Congo teve uma dívida de USS 352 milhões perdoada, e a Tanzânia, outros USS 237 milhões. 

Parece que o governo pretende fazer o mesmo papel de líder no continente africano que Hugo Chávez e seu ridículo bolivarianismo tentou fazer na América Latina com o dinheiro (petróleo) do povo venezuelano.

É muito fácil fazer bondades com o dinheiro alheio.


DE O GLOBO:

A presidente Dilma Rousseff anunciou neste sábado (25), por meio do porta-voz Thomas Traumann, a anulação de US$ 900 milhões em dívidas de países africanos. Na Etiópia, Dilma participa dos 50 anos da União Africana.

Dos 12 países que terão suas dívidas perdoadas, os principais beneficiados serão a República do Congo, com uma dívida de US$ 352 milhões cancelada, e a Tanzânia, com US$ 237 milhões.

'Manter relações especiais com a África é estratégico para a política externa brasileira" disse imprensa o porta-voz da presidente Dilma Rousseff, Thomas Traumann.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/05/brasil-anula-900-milhoes-de-dolares-em-dividas-de-paises-africanos-presidencia-2.html

JUSTIÇA MANDA MALUF DEVOLVER DINHEIRO A SP. Rede petralha vai defender o nobre aliado?

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BANDEIRA NAZISTA TREMULA SOBRE MESQUITA EM HEBRON. Nada disse deve espantar. O mundo árabe-islâmico, desde os anos 30 fez aproximações com a ideologia nazista. Este blog tem vários textos sobre essa ligação.



Palestinos colocam bandeira nazista sobre mesquita perto de Hebrom

Rachel Avraham 
25 Maio 2013

Residentes judeus da Judeia e Samaria ficaram chocados ao verem uma bandeira nazista tremulando sobre uma mesquita na vila palestina de Beit Omar perto de Hebrom na segunda-feira. A bandeira estava visível para milhares de cidadãos israelenses que passavam pela mesquita a caminho de Hebrom para trabalhar.

Uri Arnon, que viu a bandeira, disse à Agência Noticiosa Tazpit: “Senti como se eu estivesse voltando 75 anos atrás, perdendo nosso controle da terra. Os árabes não mais sentem necessidade de esconderem suas tendências assassinas, anunciando em voz alta que eles desejam nos destruir.”

Aryeh Savir da Agência Noticiosa Tazpit noticiou: “A resposta mais recente da Secretaria de Coordenação de Atividades Governamentais nos Territórios (SCAGT) das Forças de Defesa de Israel é que eles estão esperando que os membros da empresa palestina de eletricidade entrem e removam a bandeira, pois ela está tremulando nos fios de eletricidade.”


Independente se a bandeira permanecerá ali ou não, o fato de que uma bandeira nazista foi colocada sobre uma mesquita palestina é um lembrete sinistro de como certos nacionalistas palestinos têm demonstrado apoio manifesto ao nazismo, assim revelando mais uma vez que eles não têm nenhuma intenção de coexistir pacificamente com Israel.
Aliás, a Fundação Walid Shoebat, que é dirigida por um palestino chamado Walid Shoebat (que no passado foi um terrorista da OLP, mas em recentes anos se tornou defensor de Israel), afirma que tais ações palestinas não deveriam surpreender nenhum de nós.

Ele diz que o fato de que uma bandeira nazista esteja tremulando sobre uma mesquita palestina “deveria ser de conhecimento público, mas é continuamente ignorado — os fundamentalistas islâmicos e os nazistas têm a mesma mente. Que uma bandeira nazista tremulando numa vila palestina perto de uma mesquita deveria realmente ser menos chocante do que o fato de que tantos estão chocados com ela.”

O grande mufti da Palestina e Hitler

Na década de 1930 o líder islâmico (grande mufti) Haj Amin Al Husseini, que estava diretamente envolvido nos tumultos de 1929 que destruíram a antiga comunidade judaica de Hebrom, desenvolveu uma aliança muito íntima com a Alemanha nazista. O grande mufti e seus seguidores gostavam tanto de Hitler que eles até adotaram as saudações nazistas, agitavam retratos de Hitler nos comícios e colocavam suásticas em seus materiais escritos, enquanto os nazistas retribuíam dando bolsas de estudos para estudantes árabes, contratando árabes em firmas alemães e convidando líderes árabes para comícios nazistas numa época em que os judeus que haviam vivido dentro da Alemanha a vida inteira eram proibidos de ter tais oportunidade.

Aliás, o mufti estava na folha de pagamento dos nazistas como um agente e propagandista, e os nazistas estavam ativamente envolvidos na formação de ligações com os meios de comunicação árabes, cujo legado anti-judeu que começou por volta da época do Holocausto dura até os dias de hoje. O grande mufti estava por trás da Grande Revolta Árabe de 1936-1939 e das inúmeras operações terroristas árabes mirando os judeus de Israel; ele estava envolvido com o massacre Farhud de membros da comunidade judaica de Bagdá em 1941; ele incentivou ativamente os governos europeus a transportarem os judeus para campos de concentração e não permitirem que os judeus deixassem a Europa; e ele estava envolvido no treinamento de forças militares bósnias pró-nazistas, que cometeram incontáveis atrocidades. Ele também contrabandeava saques nazistas para os países árabes.

Ligações atuais

De acordo com o Observatório da Mídia Palestina: “Na sociedade palestina, o nome Hitler não carrega o estigma que carrega no Ocidente. Tanto as revistas do Hamas quanto os jornais do Fatah, da Palestina, escrevem favoravelmente acerca de Hitler. Para alguns palestinos, o homem e seu nome são dignos de admiração. Embora possa provocar surpresa para observadores ocidentais ver fontes palestinas oficiais apresentando Hitler como um herói, é importante notar que a repulsa a Hitler que é comum no Ocidente não recebe a mesma reação na sociedade palestina. Há até palestinos cujo primeiro nome é Hitler.”

Por exemplo, um artigo em Al Hayat Al Jadida escrito não muito tempo atrás por Hassan Ouda Abu Zaher declarou: “Se Hitler tivesse vencido, o nazismo seria uma honra e as pessoas estariam competindo para se tornar membros dele. Ele não seria uma desonra punível por lei. Churchill e Roosevelt eram alcoólatras, e em sua juventude foram questionados mais de uma vez por brigas que eles iniciaram em bares, enquanto Hitler odiava o álcool e não era viciado a ele. Ele costumava dormir cedo e acordar cedo, e era muito organizado. Esses fatos sofreram uma desordem também, e Satanás recebeu asas de anjos.”

De fato, tremular uma bandeira nazista sobre uma mesquita palestina representa meramente a manifestação mais recente do descarado apoio do movimento nacional palestino em favor da ideologia nazista.

Da revista Charisma: Palestinians Wave Nazi Flag Over Mosque Near Hebron

Tradução: Julio Severo

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA
FONTE EM INGLÊS

quinta-feira, 23 de maio de 2013

FARTURA NA VENEZUELA 2. Governo chavista diz que importação de 50 milhões de rolos de papel higiênico foi porque os venezuelanos estão comendo muito mais agora! (Video)

A Venezuela passa por uma crise de abastecimento como nunca antes naquele país, como diria Lula. 

Falta tudo, há filas em supermercados para muitos gêneros. O governo intervencionista, como todo governo que se diz socialista, importou 50 milhões de rolos de papel higiênico. 

Eu, que procuro me informar, sei que os alimentos estão escassos na Venezuela; portanto, a importação não deve ter sido porque o povo anda comendo demais, mas, sim, por conta das inumeráveis (desculpem) cagadas do governo nos últimos tempos! 






PACÍFICO ASSASSINO ISLÂMICO DE UM SOLDADO INGLÊS EXPLICA PORQUE MATOU SUA VÍTIMA A FACADAS E MACHETADAS. "É uma imposição do Corão". (VIDEO)

A situação na Europa, com a presença cada vez maior de islâmicos, é muito confusa. Diante de crimes brutais cometidos por assassinos em nome do Islam, as autoridades religiosas islâmicas dizem que os crimes não têm motivação religiosa. 

Mas os assassinos confessam que mataram em nome do Islam. 

Com isso, cria-se uma paralisia, de tal modo que o prefeito de Londres diz não ver conexão entre a morte brutal e bárbara de um soldado a facadas e machetadas, em público, cometida por um islâmico confesso com o Islam. 

De fato, as autoridades políticas ficam com um olho no eleitorado e o outro também, temendo, mas ao mesmo tempo tentando tirar proveito do crescimento do número de islâmicos na Inglaterra e na Europa. 

Há muitos pronunciamentos de líderes religiosos islâmicos, no oriente médio,  dizendo que desta vez o Islam recuperará o terreno perdido no Século XV.
No caso do soldado morto, então, segundo alguns analistas e fontes medrosas,  o assassino do soldado deveria ser apenas um louco islâmico pelo qual a pregação contra o Ocidente, feita em muitas mesquitas inglesas, não foi responsável. 

Ele teria matado o soldado, em nome dos conflitos no mundo islâmico, onde há soldados ingleses, apenas por ser um louco. O próprio terrorista disse que a motivação seria religiosa e os ingleses pagariam com a morte!"

Vocês decidem. 






quarta-feira, 22 de maio de 2013

LONDON ATTACK. TERROR EM LONDRES. As bombas-relógio islâmicas começaram a funcionar. Boston... Londres... Não haverá paz nos próximos anos. (Videos)

O que aconteceu em Londres? Um simples maluco com uma faca e uma machette despedaçou um soldado à paisana em uma tranquila rua de um bairro fora do centro? 

ÓDIO, O COMBUSTÍVEL DO TERROR.
Ou um cidadão, não se sabe ainda de onde, islâmico, matou, como se fosse uma bomba-relógio, por controle remoto, num ato proposital para gerar o medo no ocidente?

As autoridades londrinas, como as americanas, pisam em ovos, devido à pressão politicamente correta, para chamar as coisas pelo nome que têm. Fica parecendo que ninguém quer chamar Terror de Terror, terrorista de terrorista.

Uma corajosa mulher, que viu o cadáver despedaçado na rua, desceu do ônibus e interpelou o assassino, um sujeito de origem africana, que portava uma faca e uma espécie de machadinha, com as mãos sujas de sangue, que caminhava tranquilamente pela calçada. 

Ele disse que era uma guerra aos ingleses.  

O sujeito foi preso. A polícia demorou 20 minutos para chegar.

O que chama a atenção nas fotos é que dezenas de pessoas, curiosas, próximas ao cadáver, não fizeram absolutamente nada para deter o assassino. 

Uma atitude extremamente covarde.











     

COMISSÃO DA VERDADE OUVIRÁ DEPOIMENTO DE ORLANDO LOVECCHIO, VÍTIMA DO TERRORISMO! Sabe quando você lerá esse título? N U N C A!!!!!! A tal comissão, da reconstrução da História do Brasil, não tem o menor interesse em ouvir Lovecchio, vítima do terror, e nem ouvir os anistiados que, naquele tempo, arrancaram a sua perna esquerda com uma bomba deixada em um pacote para explodir e produzir o maior dano possível a qualquer um. VEJA AQUI O DOCUMENTÁRIO INTEGRAL "



Até hoje as vítimas dos atos de terrorismo cometidos por aqueles que dizem que apenas faziam a tal “luta armada” foram absolutamente esquecidos pelo Estado Brasileiro, que paga indenizações milionárias a gente, até, que nunca foi torturada, mas que matou inocentes de forma cruel e vil, em atos terroristas.

Você tem algum parente que foi morto em algum atentado terrorista?

Você conhece alguém que perdeu o pai, a mãe, um irmão, irmã, filho, filha, sobrinho em algum atentado terrorista nos anos 60 e 70? Já parou para pensar sobre isso?

Sabe o que é um atentado terrorista? É a geração do caos. Um terrorista age sem qualquer afetividade pelo próximo. É um monstro perverso. Em nome de uma luta, de uma meta política, ele sente-se poderoso para deixar uma bomba em um local qualquer.

Uma bomba terrorista, quase sempre que explode, atinge inocentes. Crianças que passam, idosos, mães de família, trabalhadores. É isso mesmo que pretende um terrorista, o medo geral, o pânico, a instabilidade.

Se um atentado terrorista mata e despedaça pessoas, então um terrorista fica feliz.

Assim como torturar um preso é um ato desprezível, explodir um inocente desconhecido, para conseguir desestabilizar um governo, ou gerar o caos social, é mais desprezível ainda.

O que justifica explodir um ônibus cheio de crianças de cinco ou seis anos?
O que justifica enfiar um carro-bomba em uma igreja cheia de fiéis que estão rezando?

O que justifica matar um jovem de 18 anos na porta de um quartel, que cumpre seu serviço militar obrigatório e não entende nada de política?

O que justifica matar um coitado na rua para tomar seu veículo para praticar atentados terroristas?

O que justifica despedaçar alguém que passa a caminho do futuro e, repentinamente, encontra a morte, transformando-se em mil pedaços de carne queimada?

Os terroristas e torturados nos chamados porões da ditadura são capazes de chorar quando lembram das torpezas que sofreram, mas nunca qualquer terrorista mostra um mínimo resquício de humanidade, senso de culpa ou diz: “errei, matei e não devia ter matado, atribuo meus erros à minha pouca idade, a ilusões, etc...”. Tenho mais de 60 anos de idade, sou testemunha daquele tempo e nunca tive a oportunidade de ler um simples pedido de desculpas por qualquer ex-terrorista.

Não, ainda hoje alguns são capazes de falar de como praticaram seus atentados com orgulho, com frieza, sem demonstrar piedade ou compaixão pelas suas vitimas inocentes. Há vídeos no Youtube que provam isso. Há gente que gravou depoimentos nojentos para uma novela recente sobre o tempo da ditadura, uma grande mentira ficcional sobre aquele tempo, que explicou como era matar alguém. Uma verdadeira perversão, como se o outro fosse um inseto desprezível que pode ser pisa para morrer.

Esses mereceram grandes indenizações e gordas pensões pagas pelos contribuintes.

As vitimas do terrorismo, por suas vez, jazem esquecidas, quase tendo que pedir desculpas aos seus assassinos por servirem de lembrete de que o Mal existe, e ele se chama Terror.

Gutenberg J.

Este documentário "Reparação", da Terra Nova Filmes, é um dos mais importantes já produzidos no Brasil, porque se propõe a mostrar como funciona a mentalidade de esquerda. Todos os atos mais cruéis e inomináveis produzidos por terroristas acabam jogados para debaixo do tapete, como se fosse acidentes de percurso, enquanto os males e o sofrimento de seus militantes são transformados em única verdade.

Reparação mostra o drama de Orlando Lovecchio, de Santos, SP, que perdeu uma perna em uma explosão terrorista. Um ato terrorista é sempre um ato de ódio ao humano. Todo ato terrorista é perverso por natureza, pois é dirigido a ninguém ou a qualquer um, tanto faz; o desejo do terrorista é criar o dano de preferência pela morte do outro, sem justificativa mesmo, por causa disso é terror, para assombrar as pessoas e desmoralizar o Estado e as forças de segurança.

Lovecchio deveria ser ouvido pela Comissão da Verdade. Mas não será, tenho quase absoluta certeza disso. Se for, um dia, seria a suprema surpresa, confesso. Essa gente jamais assumirá que matou, que explodiu, que feriu, que fez centenas de famílias sofrerem, da forma mais hedionda, porque, no fundo, ainda acreditam que as coisas não terminaram. 

Nunca ouvirão suas vítimas e nem falarão sobre elas, porque ainda estão em guerra, agora com a Democracia, admitam isso ou não. (GJ)