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quinta-feira, 16 de maio de 2013

NICOLÁS MADURO SALVA A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA DA MERDA. IMPORTA 50 MILHÕES DE ROLOS DE PAPEL HIGIÊNICO E DISTRIBUI AOS VENEZUELANOS.



Os venezuelanos acabam de ter ganhar o direito democrático a 1,8 rolo de papel higiênico por pessoa; significando um total de 72 metros de papel para cada um dos 29 milhões de habitantes do país.



Nicolas Maduro está mesmo decidido a mostrar que é um grande líder. Com a importação de 50 milhões de rolos de papel higiênico o homem deixa claro quem manda naquela república bolivariana.

Uma coisa se destaca, o estado de penúria, desorganização e desabastecimento a que chegou o país após as inúmeros interferências de Hugo Chávez na economia.  E Maduro colocou a culpa da falta de papel higiênico na imprensa e na oposição.



Juro que eu seria capaz de pensar que houve falta do produto por conta das tantas merdas feitas pelo governo chavista ao longo do tempo.

Mais de um milhão de venezuelanos abandonou o país nestes anos, devido aos desmandos, à perseguição a às interferências sem sentido na economia.

Chávez quase desmontou o sistema industrial e de comércio, seguindo a velha receita cubana de acabar com tudo e chegar à miséria absoluta.  

terça-feira, 14 de maio de 2013

CADEIA PARA OS CRIMINOSOS. NO BRASIL, UNS CRIMINOSOS SÃO MAIS IGUAIS QUE OS OUTROS.

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COM MEDO DA MORTE POR CÂNCER, ANGELINA JOLIE MANDA ARRANCAR OS PRÓPRIOS SEIOS E FAZ IMPLANTE. Escreveu, em artigo no The New York Times, que os médicos lhe disseram haver 87% de chance de vir a ter câncer nas mamas ou no útero. Nada escreveu sobre a possibilidade de morrer atropelada ou em uma queda de avião.



Desde que o Iluminismo, aos trancos e barrancos, ocupou espaço no nosso cotidiano e no imaginário das pessoas, afastando, inclusive, de certa forma, a noção de destino, fatalidade, ou a vontade de Deus, há a ilusão do predomínio da ciência sobre todas as outras formas de conhecimento.

Claro, usar produtos da ciência e da tecnologia pode facilitar a nossa vida; o que me assusta é como a ciência passou a uma posição central.

Médicos lhe disseram que ela tinha 87% de chance de desenvolver câncer de mama e ovário. Por que Deus não a teria deixado ficar entre os 13% sortudos?

As pessoas hoje malham, vão à academia, tomam vitaminas, deixam de fumar, não comem açucar e sal. Ainda não soube de qualquer caso de imortalidade.

Não sou contra cuidar da saúde, mas há a ilusão do afastamento da morte por meio de medidas profiláticas, digamos assim, que criam fantasia de uma couraça contra a morte. 

Pura bobagem. Morreremos um dia.

Claro, a média de vida aumentou no Século XX, em muitos países, mas o alongamento da vida  mostra surpresas: doenças que não eram notadas surgem em crescente volume, como o Mal de Alzheimer. 

De qualquer modo, nada tenho com as decisões particulares de Angelina Jolie ou qualquer outra pessoa.

Apenas acredito que há um espírito de época em que as pessoas julgam-se protegidas por estatísticas, tecnologias e ciência. 

Mera ilusão.

E há imensas contradições, pois pessoas que criticam fumantes de tabaco usam maconha e defendem a liberação de outras drogas.

Fortões de araque, que frequentam academias,  morrem do coração e de problemas no fígado por conta de anabolizantes. É o mundo das aparências superficiais. Vale parecer saudável, vale parecer forte, vale parecer feliz.

O grande sociólogo Norbert Elias trata da questão da Morte em um belo pequeno livro: “A Solidão dos Moribundos”, em que analisa o medo atual de contato com idosos terminais, o incômodo da doença, e o transtorno dos funerais. 

O ser humano, hipnotizado pelas promessas da ciência e seduzido pela ideia da imortalidade mostra-se cada vez mais fraco e medroso.

Não à toa, o filósofo Olavo de Carvalho escreve em seu livro “A Filosofia e seu Inverso”, à página 190, “O apego à autoridade da “ciência”,  tal como hoje se vê na maior parte dos debates públicos, não é senão a busca de uma proteção fetichista, socialmente aprovada, contra as responsabilidades do uso da razão”.

O Iluminismo pretendeu matar Deus, os cientistas e a crendice do povo; pretende-se ver a Ciência como um novo... Deus.

O que poderia decidir alguém, talvez Jolie, se um exame médico lhe mostrasse a possibilidade de 87% de ter câncer no cérebro?

DA IMPRENSA


A atriz Angelina Jolie, 37 anos, escreveu artigo no jornal The New York Times desta terça-feira, informando que realizou uma dupla mastectomia preventiva - cirurgia de retirada dos seios -. Isso, após descobrir que possui o gene "falho" BRCA1, o que aumenta bastante o risco de desenvolver câncer de mama e ovário.

No artigo  “My medical Choice” (Minha escolha médica) ela afirma que, por conta da mutação no gene, seus médicos estimaram em 87% o risco de câncer de mama, e 50% de câncer no ovário.

“Quando descobri que essa era minha realidade, eu decidi ser proativa e minimizar o risco o máximo possível. Eu decidi fazer uma dupla mastectomia preventiva. Eu comecei com os seios, uma vez que meu risco de câncer de mama é maior que o de ovário, e é uma cirurgia mais complexa”, escreveu.

No dia 27 de abril terminou o período de três meses de procedimentos médicos envolvidos com a mastectomia - durante o período, Jolie disse que conseguiu manter sua vida pessoal e profissional. A sua mãe, Marcheline Bertrand, moreu em 2007, aos 56 anos, após dez anos de luta com um câncer de mama.

Angelina Jolie diz no artigo que está escrevendo sobre o procedimento na esperança que outras mulheres possam se beneficiar de sua experiência: “câncer ainda é uma palavra que provoca medo no coração das pessoas, produzindo um profundo senso de impotência. Mas hoje é possível descobrir por meio de um teste de sangue se você é altamente suscetível ao câncer de mama e ovário, e então agir”.

Segundo o artigo, tomar a decisão de fazer a mastectomia não é fácil, mas ela está feliz por ter feito – suas chances de desenvolver câncer de mama caíram de 87% para menos de 5%. “Eu posso dizer aos meus filhos que eles não precisam ter medo de me perder por causa do câncer de mama”, escreveu.

Jolie explica que seu procedimento começou em 2 de fevereiro, com uma intervenção que exclui doenças nos dutos mamários, atrás dos mamilos, e atrai um fluxo maior de sangue para a região.

Duas semanas depois teve início a cirurgia principal, que é a remoção do tecido do seio, com o preenchimento temporário da mama. Passadas nove semanas, a operação foi completada com a reconstrução dos seios com um implante. “Houve muitos avanços neste procedimento nos últimos anos, e os resultados podem ser lindos”, afirmou a atriz.

(Com informações publicadas na imprensa)

IMAGEM DE ANGELINA JOLIE DE:


segunda-feira, 13 de maio de 2013

ABORTO: ABISMO ATRAI ABISMO. Ou, a macabra clínica do Doutor Morte, Kermit Gosnell. No escritório uma coleção de centenas de mãozinhas e pezinhos de bebês em formol servia de decoração.


 ABISMO ATRAI ABISMO 

Carlos Ramalhete
13 Maio 2013


A vida humana tem valor infinito. Cada ser humano carrega, em si, a humanidade inteira. À medida que o tempo passa, contudo, vamos perdendo potencialidades; quem poderia tornar-se campeão de ginástica olímpica aos 3 anos de idade não tem mais essa possibilidade aos 30.

Cada criança carrega em si mesma a potencialidade de toda a espécie humana. Ela pode vir a ser um gênio, um artista, um santo, um rei. É um pouco por isso que nos percebemos incapazes de ver um bebê sem sorrir, de ouvir uma risada de criança sem nos alegrarmos com ela.

O mesmo vale com sinal trocado: nada é mais entristecedor que a morte de uma criança. É por isso que os ativistas pró-aborto procuram esconder a realidade do que pregam; é por isso que antipatizam tanto com o ultrassom, que permite ver o bebê ainda no ventre da mãe.

(Baby Boy B, with slit neck, discovered by police at the abortion office of Dr. Kermit Gosnell, the Women's Medical Society in West Philadelphia, Pa. (Photo: Grand Jury Report.)

CRIANÇA MORTA COM CORTE NO PESCOÇO, NA CLÍNICA DO DOUTOR  GOSNELL

Os aborteiros, contudo, convivem cotidianamente com a realidade do morticínio de inocentes, e logo perdem o pejo.

Nos EUA, onde o aborto é permitido por lei, está sendo julgado por infanticídio e pela morte de uma paciente o Dr. Kermit Gosnell, especializado em abortos tardios, de bebês de 7, 8 ou 9 meses.

Bebês prontos para nascer e mamar, ir para casa e passear de carrinho. 

A SOMBRIA FACE DA MORTE
(Abortionist Joked: 'This Baby Is Big Enough to Walk Around With Me or Walk Me to the Bus Stop') (O abortista brincou: "esta criança é grande o suficiente para andar por aí comigo ou ir comigo ao ponto de ônibus)

Para poupar tempo e veneno, o Dr. Kermit desenvolveu um método diferente. Em vez de injetar veneno no coração da criança e depois tirar o cadáver da barriga da mãe aos pedaços, como seria o procedimento padrão, ele preferia induzir o parto e cortar, com uma tesoura, a coluna da criança, deixando-a para morrer numa bandeja.

Como eram muitos os “pacientes”, era uma verdadeira linha de montagem da morte; alguns bebês chegavam a ficar chorando dez ou vinte minutos antes da tesourada mortal.

No escritório dele, uma coleção de centenas de mãozinhas e pezinhos de bebês em formol servia de decoração. Cadáveres de nenéns jaziam na geladeira com a comida dos funcionários, e entupiam os vasos sanitários.

É, como o Gulag e Auschwitz, uma antevisão do inferno.

Mas é apenas a consequência natural da perda de sensibilidade que fatalmente acomete quem se dedica à morte como ofício. Matar alguém é morrer um pouco; é matar um pouco da própria alma.

Todo carrasco se torna um monstro, e um carrasco de crianças é tão mais monstruoso quanto maiores são as potencialidades que corta pela raiz, como uma tesoura corta o pescoço de um bebê.

Parece bonito falar de “escolha” e de “direitos reprodutivos”, escondendo-se a realidade da morte. Quando ela chega, contudo, cessam os eufemismos. Abismo atrai abismo.

Carlos Ramalhete é professor.

Publicado no jornal Gazeta do Povo.

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:

IMAGEM DO DOUTOR KERMIT GOSNELL:


DILMA PRESENTEIA NICOLÁS MADURO COM UM RETRATO VERDADEIRO DO BRASIL: REPÚBLICA DE BANANAS

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