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segunda-feira, 13 de maio de 2013

DILEMA DE UM PAÍS VAGABUNDO. E sempre é possível descer mais um pouquinho.

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MALDADE EXTREMA. LÍDER REBELDE SÍRIO ARRANCA E COME CORAÇÃO DE SOLDADO LEAL AO GOVERNO. Abu Sakkar, fundador da Brigada Farouq, ameaça os soldados sírios: "Juro por Deus que vamos comer seus corações e seus fígados, soldados do cão Bashar" (Video terrível!)



Desde o início da Primavera Árabe duvidei. Boa coisa não era. Sob o manto, neblina ou fumaça de luta pela liberdade, o que se trava em muitos países árabes é uma guerra para a derrubada dos governos (ditatoriais ou não), para a implantação de ditaduras islâmicas teocráticas.

A Human Rights Watch divulgou ontem um vídeo, feito na Síria, que mostra uma cena bárbara, embora não incomum para a maldade humana: um líder de um grupo rebelde arrancando o coração de um soldado do governo sírio, morto, e dizendo que os rebeldes comerão o coração e o fígado dos soldados leais ao governo.

Isso é o mais puro ato de terror.

Não se trata de um grupo de antropófagos querendo sacrificar aos deuses, ou, talvez, absorver a força e a qualidade dos guerreiros. Não.

Trata-se, em 2013, de mostrar ao inimigo o horror de seu fim,por ser o inimigo. O inimigo, nessa perspectiva, deixa de ser humano, perde a dignidade, apenas por estar em um outro lado.

Não basta vencer a guerra, não basta matar, é preciso comer o seu coração, ou o seu fígado.

Esse é o verdadeiro recado da intolerância existente dentro do mundo islâmico. E não me venham dizer que isso não tem nada a ver com perspectivas religiosas. A Síria é governada por uma minoria alauita (islâmicos) que é detestada por outras facções islâmicas (xiitas e sunitas).

O governo da Síria é ditatorial, mas a ditadura síria serásubstiuída por outra pior e muito mais intolerante, capaz de massacrar e exterminar, radicalmente, todas as demais minorias religiosas existentes no país. Será um banho de sangue, que irá muito além das mais de 70 mil mortes somadas até agora.

E o senhor Barack Hussein após os rebeldes, e permite o fornecimento de armas para eles.

E o mundo ocidental finge que não percebe o desmonte de mais um país árabe, assim como já ocorreu com o Egito e a Líbia, entre outros.

A sombra do mais vil e primitivo radicalismo paira sobre o Oriente Médio.

Veja o vídeo se for capaz de não vomitar, ou não chorar pela falta de piedade, compaixão e respeito pelos mortos mostrada por  Abu Sakkar.

Que o verdadeiro Deus tenha piedade dos sírios. 

Para ver este vídeo é preciso um estômago forte)

  

  

domingo, 12 de maio de 2013

NICOLÁS MADURO PRESENTEIA DILMA ROUSSEF COM RETRATO DA MÚMIA DE CARACAS.

O usurpador bolivariano Nicolás Maduro visita os países que apóiam a ditadura bolivariana da Venezuela para garantir mais alguns favores, uma vez que Hugo Chávez conseguiu destroçar a economia daquele país, apesar de todo o petróleo que tem.

Talvez tenha vindo pedir para que Brasília pressione o Paraguai a não pedir a exclusão da Venezuela do Mercosul,  uma vez que a Venezuela foi guindada a sócio por meio de um golpe dos diversos membros, liderados pelo Brasil, na República do Paraguai.

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O Paraguai foi colocado na geladeira devido à cassação, absolutamente legítima e legal de seu ex-presidente Fernando Lugo, que estava promovendo a anarquia. Ao expulsarem o Paraguai, todos os vizinhos intrometeram-se nos problemas internos paraguaios, indevidamente.

Agora, de forma cínica, a presidente Dilma diz que ninguém se intrometerá com os problemas internos da Venezuela.

A Venezuela teve uma eleição fraudulenta, e tudo foi arranjado para garantir a eleição de Maduro. Nesse caso, por ser ele um aliado do Foro de São Paulo, faz-se o silêncio. 

Estamos em tempos muito estranhos, realmente. 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

GUILHERME AFIF E O BEIJO NA MÃO DE DILMA ROUSSEFF. OU, O MUNDO DE PONTA CABEÇA. Ou, quem vai virar sapo? (VIDEO)

Situação e oposição são posições clássicas, e banais. Até mesmo clubecos de várzea têm oposição e situação.


No Brasil, no campo da política, ao contrário, por mais estranho que pareça, no passado, nos tempos da ditadura era bonito, desejável e esperado que se fosse de oposição.

Quando a esquerda chegou ao poder, com FHC (e também nos tempos de Sarney, Collor e Itamar Franco, lembram-se?), parecia ainda existir oposição no Brasil.


Oposição era quem estava ao lado contrário de quem estava no poder. Simples.

Mas depois, na abertura da era iluminada petista, ou luliana, por falta de prática de oposição, ou por mera conveniência, o que era situação desceu, e o que era oposição subiu.

E o Brasil virou de pernas para o ar.



Aqui, antes da virada, oposição era quem tinha propostas alternativas à situação, como ocorre nas democracias.

Agora, com a ex-oposição na situação, ser da oposição é ser criticado como criminoso lesa-pátria, e a moda pegou de tal maneira que no Brasil não há mais oposição.

Tudo é uma geléia geral consensual, segundo Afif, o 39º ministro de Dilma Rousseff. 

Essa salada mista me faz lembrar os tempos da ditadura, em que se dizia "Brasil, ame-o ou deixe-o", isto é, só deveria ficar quem não criticasse o governo.

E a mentalidade agora é diferente? Ninguém parece ser capaz de ser feliz sendo oposição, todos parecem precisar, há uma necessidade vital, aderir. 

Prefiro os timinhos de várzea com suas brigas de situação e oposição! 

GUTENBERG J.



AGORA AFIF FALANDO E VEJAM SE NÃO TENHO ALGUMA RAZÃO



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A FANTÁSTICA INVENÇÃO E AVENTURA DAS CAXIROLAS. Um negócio em que nem Eike botaria defeitos.


"Junte a granada com o soco-inglês. Depois acrescente doses generosas de folclorização do subdesenvolvimento disfarçada de Metafísica Afro-Americana Transcendental. Submeta o conjunto a uma empresa de marketing para ver no que é que dá.

"Eis que surge, então, a caxirola, um suposto instrumento supostamente inventado pela suposta genialidade de Carlinhos Brown. 

"Ele patenteou o que não passa de uma variação do caxixi, aquele chocalho de palha que acompanha o berimbau.

"Privatizou o apetrecho dos “irmãos” e firmou um contrato com a multinacional The Marketing Store. 

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"Tudo para emprestar cor local à Copa do Mundo.

"A ideia era produzir 50 milhões de caxirolas, a R$ 29,90 cada. Isto mesmo: algo, assim, como R$ 1.490.000.000,00. Um bilhão, quatrocentos e noventa milhões de reais. Brown receberia uma porcentagem a título de colaboração intelectual. 

"A Brasken forneceria o plástico. Não estudei o caso a fundo para saber como a criação de Brown se diluiria, depois, na natureza. Eu agora estou nesta: só defendo produtos e ideias biodegradáveis, hehe. Fico cá a imaginar se a ideia pega… Imaginem o mundo vendo aquele monte de brasileiros chacoalhando aquela coisa nos estádios: “Ai, que coisa bonita! Que gente feliz! Mais feliz do que o povo do Butão!” . Só que deu tudo errado. (Reinaldo Azevedo)

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