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quarta-feira, 8 de maio de 2013

ZÉ DIRCEU, O CIDADÃO ESPECIAL. Todos são iguais perante a Lei... mas alguns são mais iguais que os outros. (Leiam "A Revolução dos Bichos", de George Orwell)

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LOBÃO CHUTA O BALDE, O GOVERNO, OS ARTISTAS, A CORRUPÇÃO. E cobra: "porque Lula não fala sobre o Rosegate?" Vídeo da entrevista de Lobão no programa de Danilo Gentili.

LOBÃO, COM GRANDE LUCIDEZ, FALA UMAS VERDADES QUE A OPOSIÇÃO - QUE JÁ HOUVE UM DIA NO PAÍS - NÃO FALA MAIS. 

A OPOSIÇÃO É OPORTUNISTA E ESPORÁDICA. 

É PRECISO GENTE DE CORAGEM, COMO LOBÃO, PARA GRITAR:

"O REI ESTÁ NU !!!"




PEDAGOGIA DO CRIME. Ou, os verdadeiros excluídos são os brasileiros honestos. Queixemo-nos ao bispo, se o bispo não cantar na mesma toada, sugere Percival Puggina.



PEDAGOGIA DO CRIME


Percival Puggina
05 Maio 2013

Ela já nos mostrou que não adianta reclamar: continuaremos sem policiais, sem presídios, sem uma legislação penal que sirva à sociedade e não ao bandido.


A primeira e principal lição foi sendo ministrada aos poucos. Era difícil, mas não impossível. Tratava-se de fazer com que a sociedade ingerisse enrolada, como rocambole, a ideia de que a criminalidade deriva das injustiças do modelo social e econômico. Aceita essa tese, era imperioso importar alguns de seus desdobramentos para o campo do Direito. Claro. Seria perverso tratar com rigor ditas vítimas da exclusão social. Aliás, a palavra "exclusão" e seu derivado "excluído", substituindo "pobre" e "pobreza", foram vitais para aceitação da tese e sua absorção pelo Direito Penal.

Espero ter ficado claro aos leitores que a situação exposta acima representa uma versão rasteira da velha luta de classes marxista. Uma luta de classes por outros meios, travada fora da lei, mas, paradoxalmente, sob sua especial proteção. Por isso, a impunidade é a aposta de menor risco desses beligerantes. 

Por isso, no Brasil, o crime compensa. Por isso, também, só os muito ingênuos acreditarão que um partido que pensa assim pretenda, seriamente, combater a criminalidade. Afine os ouvidos e perceberá o escandaloso silêncio, silêncio aliás de todos os poderes de Estado sobre esse tema que é o Número Um entre nós. Ou não?

Portanto, olhando-se o tecido social, chega-se à conclusão de que o grande excluído é o brasileiro honesto, quer seja pobre ou não. O outro, o que enveredou para as muitas ramificações do mundo do crime, leva vida de facilidades sabendo que tem a parceria implícita dos que hegemonizam a política nacional. Nada disso estaria acontecendo sem tal nexo.

Viveríamos uma realidade superior se o governo construísse presídios, ampliasse os contingentes policiais e equipasse adequadamente os agentes da lei, em vez de gastar a bolsos rotos com Copa disto e daquilo, trem bala, mordomias, comitivas a Roma e por aí vai. Viveríamos uma realidade superior se o Congresso produzisse um Código Penal e um Código de Processo Penal não benevolentes, não orientados para o descumprimento da pena, mas ordenados à sua rigorosa execução.

Viveríamos uma realidade superior se os poderes de Estado incluíssem entre os princípios norteadores de suas ações a segurança da sociedade e os direitos humanos das vítimas da bandidagem. Viveríamos uma realidade superior se o Direito "achado nas ruas", que inspira ideologicamente a atuação de tantos magistrados, fizesse essa coleta nas esquinas, mas ouvindo os cidadãos, os trabalhadores, os pais de família, em vez de sintonizar a voz dos becos onde a criminalidade entra em sintonia com a ideologia.

O leitor sabe do que estou tratando aqui. Ele reconhece que, como escrevi recentemente, já ocorreu a Tomada do Brasil pelos maus brasileiros. Perdemos a guerra. O crime já venceu. Estamos na fase de requisição dos despojos que devem ser entregues aos vencedores. Estamos pagando, em vidas, sangue e haveres, a dívida dos conquistados. Saiba, leitor, que a parcela da esquerda que nos governa há mais de duas décadas, mudando de nome e de pêlo, mas afinada, em tons pouco variáveis pelo mesmo diapasão ideológico, está convencida de que se trata disso mesmo. É a luta de classe por outros meios e com outros soldados. Queixemo-nos ao bispo, se o bispo não cantar na mesma toada.

É a pedagogia do crime. Ela já nos ensinou a não reagir. Ela já nos disse que a posse de armas é privilégio do bandido. Ela já advertiu os policiais sobre os riscos a que se expõem ao usar as suas. Ela já nos mostrou que não adianta reclamar: continuaremos sem policiais, sem presídios, sem uma legislação penal que sirva à sociedade e não ao bandido. Isso tudo já nos foi evidenciado. 

Trata-se, agora, de entender outras ordens do poder fora da lei. Devemos saber, por exemplo, que esse poder se enfurece quando encontra suas vítimas com tostões no bolso.

O suposto direito nosso de carregarmos na carteira o dinheiro que bem entendermos confronta como o direito dos bandidos aos nossos haveres. Por isso, cada vez mais, agridem, maltratam e executam, friamente, quem deixa de cumprir seu dever de derrotado.  

Tornamo-nos súditos, sim, não do Estado brasileiro, mas daqueles que tomaram a Nação para si. Seja um bom discípulo da pedagogia que a esquerda nos proporcionou. Não desatenda as demandas dos bandidos. O leão da Receita é muito mais manso.


terça-feira, 7 de maio de 2013

TÁ NA ONDA SER "DI MENOR" INFRATOR. NÃO PEGA NADA. ATÉ AS AUTORIDADES DEFENDEM OS JOVENS CRIMINOSOS. Ou, o paradoxo do Brasil: quanto mais bárbaro o crime, mais defensores têm as "crianças" bandidas.

Elas sabem matar. E matam com prazer. Quando com uma arma de fogo na mão, os dedos ficam logo nervosos e agitados. E lá vai bala. Uma vida a mais, uma a menos...

Elas sabem usar drogas. Usam crack, maconha, álcool, cocaína. É um dos direitos naturais das crianças brasileiras.

E há uma caminhão de idiotas tentando facilitar o acesso às drogas e acabar com qualquer ideia de punição pelo uso. 
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São crianças birrentas, não gostam de ser contrariadas. Quando querem um celular de alguém, tomam e pronto. 

E se a vítima coitada imaginar demorar um pouco para entregar o objeto, lá vai bala na cabeça. Assim morreu Hugo Deppman, em SP.

São da geração que nunca ouviu não pela frente. Só tem direitos. deveres, para eles, são coisa para idiotas, imbecis. De tal modo que quando uma pessoa não tem 30 reais na conta do banco, pode ser queimada viva. Para isso basta um litro de álcool, um isqueiro, e pronto, o serviço está feito. Assim morreu a dentista de São Bernardo do Campo.

Penso que os tais incendiários deveriam ser adotados por algum banco estatal para fazer propaganda de caderneta de poupança. Poupe hoje, para não ser queimado amanhã!

É uma geração impaciente. Uma senhora de 70 anos de idade, que não queria ser roubada, em Cunha, foi morta a facadas e pauladas por dois menores de 14 e 15 anos. 

Aprendizes! Ainda não tinham uma arma de fogo. Mas não titubearam. Não pega nada!!!

Em Praia Grande uma garota de 14 anos, com várias passagens pela polícia matou, com um tiro no peito, um pai de família que parou para pedir informações perto da estrada para São Paulo. Garota cheia de futuro. 

Com quatorze anos já matou um. Ao menos é o que se sabe. Com a recuperação exemplar das fundações do Estado, logo poderá matar mais alguns, antes de completar 18 anos de idade. Não pega nada!!!

No Rio de Janeiro, como não poderia deixar de ser, um rapaz, armado com revólver imobilizou diversos passageiros de um ônibus, com o veículo trafegando, e estuprou uma mulher na frente de todos. 

16 anos de idade. Um sujeito cara de pau! Porreta. Não pega nada!  

Poderá estuprar muitas outras até completar 18 anos.

E um monte de ongs e imbecis não quer que haja, ao menos, uma discussão sobre a redução da maioridade penal no Brasil. Ou, então, que as penas para menores não sejam tão brandas.

Menores infratores, matadores, traficantes, estupradores devem ser protegidos. Ficam no anonimato, não se recuperam e ainda têm a ficha dos seus feitos apagada quando atingem 18 anos.

Temos muita sorte por muitos mais jovens não entrarem para o crime no Brasil.

Aqui o crime compensa! Não pega nada!

 

 
 

GOVERNO BRASILEIRO QUER IMPORTAR SEIS MIL MÉDICOS CUBANOS. NA VENEZUELA ELES FAZEM EXCELENTE DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA. Medicina boa? Bem, vamos perguntar a opinião dos parentes do finado Hugo Chávez. Lembram-se dele?

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