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quarta-feira, 6 de junho de 2012

ROMEU LANGLOIS: A TÊNUE FRONTEIRA ENTRE JORNALISMO E PROPAGANDA. Seria o jornalista francês um admirador das FARC? Aqui uma aula de Jornalismo de Eduardo Mackenzie.

O jornalista francês Roméo Langlois 'filma' durante
 sua libertação pelas Farc, na Colômbia 
(Luis Acosta/AFP)

O site Mídia Sem Máscara publicou, esta semana, um artigo especialmente importante para estudantes de Jornalismo sobre as relações entre a imprensa e os terroristas narcotraficantes das FARC, de autoria de Eduardo Mackenzie. 

O artigo trata do suposto seqüestro do jornalista francês Romeu Langlois pelos terroristas, após um choque entre estes e as forças armadas da Colômbia, há pouco mais de um mês.

Mackenzie foi convidado a participar de um programa do France 24, um canal público de TV francês, do qual Langlois era correspondente. No texto a seguir o autor critica o procedimento jornalístico de Langlois à luz da ética jornalística, pois o francês, num documentário feito por ele, antes de transformar-se em  refém, discutido no France 24, entrevista pessoas sob a mira de armas dos terroristas.

Além disso, Langlois faz uma abordagem que não passa de uma apologia das Farc, como se numa democracia como a colombiana se justificasse um grupo armado a fazer terrorismo criando o pânico na população, matando civis e militares com atentados traiçoeiros, prejudicando a economia e, o pior, seqüestrando jovens para obrigá-los a lutar, além de forçar agricultores e plantarem coca para a produção de cocaína, o que financia o terrorismo e alimenta o ciclo da violência e morte. 

É bom lembrar que a Colômbia tem 45 milhões de habitantes e  as FARC, que contam com o apoio de governos como da Venezuela, Brasil, Cuba, Equador e outros não muito democráticos, tem cerca de 6.000 mil homens armados e é um dos maiores produtores de cocaína do mundo, o que vitima milhares de jovens aqui no Brasil.

Do meu ponto de vista, arrisco e imagino que no dia do choque entre militares e terroristas, Langlois, que acompanhava as força armadas, num certo momento disse ter sido ferido e foi em direção aos narcotraficantes. Ficou mais de 30 dias seqüestrado, e os bandidos aproveitaram a oportunidade para fazer propaganda e ainda tiveram a cara de pau de propor um debate nacional sobre a cobertura da imprensa como condição para libertar Langlois.

Realmente não sei se Langlois agiu de forma pensada, mas serviu como uma luva aos terroristas. Foi libertado e, então, seu caso foi discutido no France 24. Pelo artigo de Mackenzie vê-se que Langlois tem mais o jeito de um inocente útil, um anacrônico admirador de Che, por mais mortes e sofrimento que os terroristas provoquem.  Mas a verdade sobre Langlois talvez um dia apareça.

Gutenberg J. 


O curioso jornalismo de Romeu Langlois

EDUARDO MACKENZIE            

Um jornalista pode interrogar um civil ante homens armados ameaçadores? Não. A deontologia do jornalismo condena o emprego de métodos desleais para obter uma informação.


France 24 me convidou ontem à noite para participar de um debate direto com três especialistas sobre o tema das FARC e a Colômbia [1]. Romeu Langlois, o jornalista seqüestrado há 32 dias pelas FARC e libertado ontem (30.05) no Caquetá, foi o fio condutor da discussão. Langlois era o correspondente na Colômbia de France 24, um canal público de televisão, o equivalente francês de CNN.

Agradou-me ver que, desta vez, entre os que fomos convidados, não houve um só defensor das FARC. Todos reconheceram o caráter terrorista e narcotraficante dessa organização, suas origens comunistas, suas derrotas políticas e militares recentes, e o apoio permanente que recebem da ditadura venezuelana. Houve até elogios, por parte de alguns deles, ao governo do ex-presidente Álvaro Uribe, que combateu as FARC com decisão e êxito até abandoná-las nas selvas e em zonas de fronteira.

Durante o debate, Vanessa Burggraf, a jornalista apresentadora, intercalou uma breve entrevista direto de Bogotá com Romeu Langlois e passou depois o extrato de uma reportagem dele e Chris Moore, de outubro de 2010, intitulada “A marcha sem fim dos guerrilheiros das FARC”.

Essa reportagem, que eu via pela primeira vez, mostrou bastante bem o tipo de trabalho jornalístico que o senhor Langlois fazia na Colômbia. As imagens duraram menos de dois minutos. Entretanto, isso bastou para que os quatro nos déssemos uma idéia dos métodos empregados por Langlois.

A câmera mostra uma coluna das FARC caminhando por uma montanha do Cauca. O grupo entra num povoado indígena. Os guerrilheiros se instalam e controlam o lugar. Em off, Langlois faz esta descrição:

“Em que pese a modernização do Exército, nas montanhas do Cauca a guerrilha ainda está em sua casa. Há décadas que os rebeldes percorrem estas terras miseráveis. Para os indígenas que vivem na região eles fazem parte da paisagem. Com freqüência, as FARC se instalam ao redor das casas por mais comodidade. Os camponeses não podem escolher. Mas é a ocasião para ganhar uma comida gratuita”.

Langlois mostra uma guerrilheira dando um prato de comida a um camponês. Langlois prossegue: “Certamente, os abusos das FARC são freqüentes porém aqui é o Exército quem é visto como uma verdadeira força de ocupação”.

Para corroborar o que diz, Langlois passa o microfone a um homem vestido de civil. Não sabe-se quem é, nem se é um habitante do lugar ou um miliciano.

Este declama:
“Neste governo de Uribe o Exército agrediu verdadeiramente a nós, os indígenas. Eles enviam soldados drogados que roubam as casas. Se uma moça passa por ali a violentam. Há umas senhoritas por aí que nos dizem que os guerrilheiros são maus mas para mim isso não é verdade. O que é certo é que se não obedecem às guerrilhas eles nos castigam. Aqui eles são a lei. Então, há que se sujeitar assim (sic)”.

Em seguida, Langlois, de novo em off, remata com esta frase não menos surpreendente:
“A maioria dos guerrilheiros são indígenas que ainda falam sua língua. Ingressar nas FARC, aqui, é uma maneira de melhorar sua vida cotidiana”.

Após isso a câmera dá a palavra a Marcela, uma jovem guerrilheira de uniforme. Como recitando um roteiro preparado ela lança: “Em casa não temos todas as vantagens que temos aqui; aqui nos dão saúde, educação, é como um colégio, a pessoa aprende muitas coisas”.

Langlois encerra com esta proposição: “Apesar dos riscos, os jovens, sem futuro, continuam ingressando nas FARC. Estes garotos de 14 anos dentro de um ano se converterão em guerrilheiros. No momento só estão em período de prova”.

Um jornalista pode interrogar um civil ante homens armados ameaçadores? Não. A deontologia do jornalismo condena o emprego de métodos desleais para obter uma informação [2].

O respeito à verdade vê-se comprometido quando uma fonte, um civil, neste caso, é interrogado na presença de guerrilheiros. Pois o civil - ou até um guerrilheiro - não pode dizer senão o que os chefes guerrilheiros querem ouvir. Em caso contrário, o civil, ou o guerrilheiro, sofrerá as conseqüências de sua “indisciplina”.

A reportagem de Langlois/Moore resulta assim em peça de propaganda das FARC. O que se pode esperar de uma “entrevista” realizada nessas condições? Nada diferente do que disse o civil, que provavelmente teria dito o contrário se tivesse estado rodeado de militares. Esse civil não pode ser considerado como uma fonte confiável ou fidedigna.

A mensagem subliminar que se depreende dessa combinação de imagens e frases calibradas é esta: o Exército colombiano é uma força de ocupação em seu próprio país; a guerrilha FARC, ao contrário, recebe o apoio dos camponeses, pois ela alimenta o povo, lhe dá educação e saúde e oferece aos jovens sem futuro um futuro. Os jovens guerrilheiros são voluntários, não foram recrutados à força e devem passar por um “período de provas” de um ano antes de ser admitidos definitivamente. Os jovens guerrilheiros vivem melhor no seio das FARC do que em liberdade.

Para o governo da Colômbia, para o governo dos Estados Unidos e para a União Européia, as FARC são uma força terrorista e depredadora. Durante 50 anos as FARC cometeram centenas de milhares de atrocidades contra os colombianos, de todas as condições, idades e classes sociais. As FARC não melhoram, senão que deterioram a vida dos camponeses. Fora Langlois, quem duvida a esse respeito?

Langlois trata de fazer passar na Europa uma visão idílica e obsoleta das FARC, um movimento armado subversivo que, além disso, durante mais de 40 anos tratou de subjugar as comunidades indígenas do Cauca mediante ameaças, assassinatos, seqüestros, incêndios e torturas, como denunciam os líderes indígenas colombianos. Essas comunidades são para as FARC um filão para reforçar suas fileiras [3].

Após ser libertado, Langlois disse que o “conflito colombiano” não está sendo coberto pela imprensa. Isso não é certo. Sua frase denigre injustamente os jornalistas colombianos que, durante 50 anos, com abnegação, audácia e não poucos sacrifícios em vidas humanas têm feito bem seu trabalho. Langlois aponta talvez para outra coisa. Seu enfado é contra a probidade dos jornalistas. Ele espera provavelmente que essa “cobertura” se faça desde o ângulo que ele expõe em sua reportagem e com esses métodos. Nesse caso, onde ficarão as regras de “liberdade, verdade, imparcialidade e pluralismo”?

Não acredito, francamente, que os jornalistas que trabalham na Colômbia vejam em Langlois o exemplo a seguir.


Notas:

[1] Eles são Michel Gandilhon, investigador do Obervatório Francês da Drogas e da Toxicomania; Jean-Jacques Kourliandsky, investigador do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas, e Jean-Pierre Ferro, membro da Inter Lira Risk Consultancy. Eduardo Mackenzie é jornalista e escritor. É autor de Las FARS fracaso de un terrorismo (Random House-Mondadori, Bogotá, 2007).

[2] Ver a Carta de Deveres Profissionais dos Jornalistas Franceses de 1918, do Sindicato Nacional de Jornalistas, completada em 1938. Ver também a Declaração dos deveres e direitos dos jornalistas. aprovada em Munique em novembro de 1917 e adotada pela Federação Internacional de Jornalistas (FIJ), pela Organização Internacional de Jornalistas (OIJ) e pela maior parte de sindicatos de jornalistas da Europa.

[3] Veja o debate em France 24 em:



Tradução: Graça Salgueiro

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:

IMAGEM DE:

FERNANDO HADDAD, O NOVO POSTE DE LULA, E OS DOIS MILHÕES DE ALUNOS SEM AULA EM 46 UNIVERSIDADES FEDERAIS. No programa do Ratinho, Lula nada falou sobre isso. Segundo a oposição, muitas escolas não passam de “cidades cenográficas”

Reprodução do site de Veja

O ex-presidente Lula levou Fernando Haddad ao programa do Ratinho e, como sempre acontece, contou muitas vantagens, além de fazer propaganda eleitoral irregular e elogiar as fantásticas obras do ex-ministro da Educação e defensor do kit-gay. Ratinho, deslumbrado pela beleza de Haddad e seu topete de bom moço, e talvez mal preparado pela produção do programa, nada perguntou sobre a greve que já dura mais de 50 dias em 46 universidades federais (80% das escolas federais do pais), prejudicando cerca de dois milhões de alunos. Em 2011 os alunos das federais ficaram mais de 40 dias sem aulas.

Lula criou uma fantasia sobre a obra de Haddad frente ao Min. Da Educação e também reafirmou mais uma vez o quanto ele criou universidades. Mas as universidades por Lula não passam de truques em que escolas foram juntadas e rebatizadas, e, boa parte com péssimo funcionamento, por falta de estrutura, segundo se lê em pouquíssimas matérias sobre o assunto.

A coisa é uma vergonha, porque parece que falar das escolas federais é um assunto proibido, como haviam assuntos proibidos no tempo da ditadura. Criticar o Ministério da Educação parece ser um grande pecado nos tempos atuais. Há escolas com esgoto correndo em valas, sem equipamentos e em edifícios mal adaptados.

CRÍTICAS

Segundo a imprensa, lideranças do PSDB unificaram nesta semana o discurso para atacar a greve que atinge cerca de 80% das universidades federais do País, deixando mais de dois milhões de estudantes sem aulas. Para os líderes tucanos, o responsável por essa crise é o ex-ministro da Educação e atual pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad.

Segundo a Folha, a estratégia de utilizar a greve nas universidades federais para criticar a atuação de Haddad no Ministério da Educação mobilizou desde o presidente nacional do PSDB, Sergio Guerra, e o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias, até lideranças locais em São Paulo, como o vereador Floriano Pesaro. "Ele (Haddad) terá muito a explicar, até porque deixou o governo para disputar uma eleição", criticou Dias. Para o líder do PSDB no Senado Federal, durante o tempo em que Haddad foi ministro, não houve planejamento no setor e sobraram planos eleitoreiros: "Muito marketing para pouco resultado."

Em entrevista à Agência Estado, Sérgio Guerra classificou de "fraudulento" o programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), desenvolvido por Haddad quando era ministro. "(O programa) foi anunciado de uma forma que não se confirmou, é fraudulento. A universidade do ABC, com problemas de gestão e logística, teve evasão de 42% (dos alunos) no ano passado. A gestão dele não o credencia a ser prefeito nem sequer a continuar como ministro. O que ele desenvolveu, nem o ENEM nem o Reuni, não convence ninguém", disse o presidente nacional da sigla.

Sérgio Guerra chegou a fazer um comparativo das gestões de José Serra, como ministro da Saúde, e de Haddad, como titular da Educação. "Se (Haddad) tivesse sido um ministro da Educação como o Serra foi da Saúde, teria sido perfeito." E garantiu que o tucano convenceu não apenas os aliados, mas também os adversários quando esteve no comando deste ministério. E continuou nas críticas ao petista: "A greve (das universidades federais) é uma marca registrada de Haddad." Em seguida, questionou a legitimidade da candidatura do afilhado político do ex-presidente Lula: "Haddad não tem legitimidade. Não foi escolhido em prévias. (Foi escolhido pela) falta de democracia do Lula."

Conforme o Estado, o vereador Floriano Pesaro, Haddad criou “universidades de papel”, sem recursos e em locais que faltam até água. Ao listar os problemas enfrentados pelos estudantes em universidades de todo o País, o tucano destacou que a gestão de Haddad chegou a inaugurar, em Guarulhos, universidades sem salas de aula e sem infraestrutura. E questionou o projeto de vereadores do PT de condecorar Haddad com a medalha Anchieta, a mais alta honraria do município: “Tenho argumentado que isso é uma afronta aos professores das universidades federais, que estão 80% parados. Isso faz parte do marketing eleitoral do PT, sempre criando factoides, são cidades cenográficas.”

Sérgio Guerra chegou a fazer um comparativo das gestões de José Serra, como ministro da Saúde, e de Haddad, como titular da Educação. “Se (Haddad) tivesse sido um ministro da Educação como o Serra foi da Saúde, teria sido perfeito.” E garantiu que o tucano convenceu não apenas os aliados, mas também os adversários quando esteve no comando deste ministério. E continuou nas críticas ao petista: “A greve (das universidades federais) é uma marca registrada de Haddad.” Em seguida, questionou a legitimidade da candidatura do afilhado político do ex-presidente Lula: “Haddad não tem legitimidade. Não foi escolhido em prévias. (Foi escolhido pela) falta de democracia do Lula.”

(Informações de O Estado de S. Paulo e Folha de S Paulo)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

BRASIL TEM O MAIOR PIB DO MUNDO!!! (mentirinha) ... MAS A VELOCIDADE DAS COISAS POR AQUI É FANTÁSTICA!

http://www.sponholz.arq.br/html/index_charge_10.html

MARTA, AGORA, É ACUSADA DE AJUDAR O PSDB! Comentarista da Folha pensa que Marta, além de geniosa, é tonta.

HADDAD: CISCO NO OLHO DE MARTA
Raciocínio militante sempre é um problema. 


Então Marta, ao não comparecer ao lançamento da candidatura petista agora é suspeita de ajudar o candidato do PSDB! 

Outro dia eu conversava com uma professora universitária de esquerda e comentei que a Comissão da Verdade (prefiro Omissão da Verdade) deveria investigar também os crimes cometidos pelos terroristas; afinal, suas ações mataram 119 pessoas! 

Usei o exemplo do então jovem santista Orlando Lovecchio, que perdeu uma das pernas, vitima de uma explosão de bomba em São Paulo.

A professora logo contestou, dizendo que Lovecchio perdera a perna devido a problemas no atendimendo hospitalar, uma vez que, de início, foi tratado como suspeito do ato terrorista. Fiquei calado. Em casos assim é melhor ficar calado.


Veja leitor, a culpa de Lovecchio ter perdido a perna foi do atendimento médico ruim! Isso até pode ter acontecido. Parece lógico? É a verdade? 


Não é nem um pouco: caso ele não tivesse sido apenas ferido, mas estraçalhado, feito em pedaços, morto pela bomba, o que diria a tão zelosa professora sobre isso?: “Quem mandou ele passar por lá numa hora daquelas...?”  

Fiz esse baita nariz de cera para falar sobre o texto de Gilberto Dimenstein, de hoje (4/6) na Folha de São Paulo, cujo titulo é “Marta é a nova estrela do PSDB?” E por que seria?

Segundo Dimenstein, Marta, agindo pelo coração, movida pela emoção, estaria favorecendo o PSDB. Ele a vê, apenas, como uma militante, uma soldada do partido, como costumam falar os militantes, uma cumpridora de ordens, uma sem-vontade. 

“Lula quer que você apoie o  Haddad”; “O PT exige que você circule na periferia e apresente os pobres ao Haddad”; “o Haddad quer que você use a sua grande experiência, de mais de 30 anos, para elegê-lo. Porque ele é novo e bonitão, como disse o Ratinho”. Poderiam estas ter sido frases ditas por comandantes petistas a Marta Suplicy.

Militante é pau mandado, assim não cabe na cabeça de muitos que uma pessoa possa ter brios, vergonha na cara, vontade própria, independência. Em suma, uma pessoa que está há mais de 30 anos na política, é deixada de lado pelo deslumbramento do "novo" e não pode ficar aborrecida? Zangada? Além de birrenta, o comentarista sugere que ela poderia estar de olho em alguma barganha. 

Não me simpatizo com Marta, autoritária, ainda me lembro bem do vídeo dela discutindo com uma pobre senhora com a casa invadida até o teto pelas águas de uma enchente. Marta é uma mulher arrogante, sim. Mas, no caso de São Paulo, foi passada para trás, com a maior cara de pau por parte de Lula, o rei, o dono do partido, o “coroné” dos petistas. 

E com a cumplicidade da cacicada, que disse amém e acabou se esquecendo da tal democracia interna partidária. Aliás, Lula parece cada vez menos democrático e mais autocrático, mandão, "eu quero isso e aquilo", etc... basta verificar o caso da candidatura à prefeitura de Recife: outro dedaço de Lula. 

Tudo isso foi esquecido por Dimenstein que, como se lidasse com uma adolescente (que Marta certamente não é) tonta (que certamente também não é) quer usar de um argumento infantil para obrigá-la, ou convencê-la, a apoiar Haddad; a fazer aquilo que é tarefa do partido, não dele, comentarista.

“Marta, se você não apoiar o Haddad vou dizer na Folha que você é uma estrela do PSDB”! Gugu dada!!!  

Em suma, Lovecchio perdeu a perna por estar na hora errada no lugar errado! 


LEIA O TEXTO DE DIMENSTEIN:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/1099903-marta-e-a-nova-estrela-do-psdb.shtml


FOTO DE MARTA:
http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2008/07/marta-suplicy-na-lista-suja.html

QUE “FARTA” FAZ A MARTA! PT DE SÃO PAULO VAI TER QUE RALAR PRA BOTAR O POSTE DO FERNANDO HADDAD EM PÉ DE COMPETIÇÃO. Desrespeitada por Lula no programa do Ratinho (“momento de apresentar para SP uma coisa mais nova”), Marta não compareceu, sábado, ao lançamento da candidatura do ex-ministro.

HADDAD PODERÁ CRESCER NAS PESQUISAS,
MAS POR ENQUANTO ESTÁ DESTE
TAMANINHO!

Certamente Marta Suplicy viu e não gostou nem um pouquinho do programa do Ratinho em que Lula, além de voltar a falar tudo o que lhe dá na telha, exagerar sobre as próprias obras, ainda apresentou o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, como se fosse uma grande novidade, mesmo apos os desastres verificados no min. Da Educação. Lula escolheu Haddad a dedo, o que significa que não respeitou os militantes paulistanos que queriam Marta Suplicy.

Ex-prefeita, a senadora tem uma grande quantidade de votos na  capital paulista, e parece não ter ficado, desde a escolha nada democrática de Haddad por Lula, muito contente por ter sido posta de lado como se fosse um objeto velho, sem serventia alguma, valendo a sua experiência apenas para carrear votos para o ex-ministro.

Marta não apareceu ao lançamento da candidatura e ainda deixou seus telefones desligados. Os dirigentes petistas ficaram frustradíssimos, pois acostumados a agir como gente obediente, cumpridora de ordens, “soldados do partido”, militantes, afinal, não engoliram a falta, e sem justificativas, da ex-prefeita. Lula ficou visivelmente contrariado.

Após o lance inesperado de Marta, o PT revisou seus planos e passou a projetar a campanha sem a presença da senadora. A ideia era escalar a ex-prefeita para acompanhá-lo nas visitas à periferia, onde ela usaria sua popularidade para mobilizar militantes e tornar o pré-candidato mais conhecido.

Segundo a imprensa, “Agora vamos tocar o barco sem ela. Não podemos mais parar a campanha à espera de uma ajuda que não vem”, disse o deputado estadual Enio Tatto, integrante da coordenação de Haddad.

Para outros, “O gesto dela foi recebido como um desrespeito ao partido e à militância” (deputado estadual Simão Pedro, que comanda a agenda do pré-candidato). Agora, parece que o suplício de Marta transformou-se no suplício de Haddad, o poste que Lula terá que colocar em pé sem a ajuda da senadora. Ao menos por enquanto, ao que parece.

LULA NO RATINHO SOBRE HADDAD:

“Olhe, por uma razão muito simples: convivi com Haddad durante o tempo que eu fui presidente da República; convivi com a Marta durante 30 anos… A Marta já foi prefeita, uma belíssima prefeita em São Paulo, mas eu achava que era o momento de a gente apresentar uma coisa nova para a cidade de São Paulo. Porque um prefeito de São Paulo, qualquer que seja ele, ele começa a nascer é já é um pouco velho. Eu falei outro dia isso… Porque veja: o Fernando Haddad, com essa cara boa, bonita aí…”


PARADA GAY



Marta Suplicy disse que não foi ao evento do lançamento da candidatura de Haddad, no sábado, por motivos privados.

Fernando Haddad, por sua vez, o apoiador do projeto do Kit-Gay, do Ministério da Educação, assunto do qual parece não gostar de tratar muito, pode perder uma boa oportunidade de fazer campanha entre o público em geral, e a militância gay, em particular, deixando de participar da Parada Gay, no domingo, 10 de junho.

Disse que viajará no feriado com a família. Na Avenida Paulista ele, certamente, estaria num território dominado por Marta Suplicy.





FOTO MARTA SUPLICY:
Agência Senado
CHARGE:

http://juliosevero.blogspot.com.br/2011/05/kit-gay-estara-nas-escolas-ate-fim-do.html

HUGH HEFNER E CRYSTAL HARRIS, “THE NUMBER ONE” RIDES AGAIN. Volta a paz ao reino de Playboy.


O dono da Revista Playboy, Hugh Hefner, 86 anos de idade, aparou o par de chifres, colocou um boné de Comodoro, e esqueceu o passado.


Hefner aceitou a ex-noiva Crystal Harris, 26 anos de idade, de volta, uma das mais famosas coelhinhas da Playboy.


No ano passado ela o abandonou praticamente no altar, o que o deixou furioso.


Ela, dona da situação, disse no Twitter que está tudo bem entre eles e que ela é a “Número um”. 


Quando ela o abandonou foi cruel, e disse que havia mantido apenas uma relação sexual com Heffner, e que foi tão rápido que “durou apenas dois segundos”. 


Acho que não vai adiantar nadinha ele haver arranjado o quepe de Comodoro.  
  
Reunited and it feels so good.

The one-time couple of Playmate Crystal Harris, 26, and Playboy founder Hugh Hefner, 86, are dating again, this according to Harris herself. She broke the news on Twitter that she's back with Hef and living in the Playboy Mansion.

"Yes Hugh Hefner and I are back together," she writes. "Yes I am his #1 girl again. Yes we are happy."

The May-December couple was scheduled to get married in June 2011. But after what was called a "change of heart" on Harris' part, the wedding was nixed and Harris split.

But the couple apparently can't stay apart.

"Happy to be back home at the Playboy Mansion with Hugh Hefner and our puppy Charlie. I missed all the love and laughs," she adds.

The octogenarian agrees with his lady love. Hefner shares, "Getting back together with Crystal Harris shouldn't be a big surprise, since I have a history of remaining close to former girlfriends."


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