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quarta-feira, 5 de junho de 2013
PASTOR MALAFAIA E EVANGÉLICOS REÚNEM MAIS DE 50 MIL, EM BRASÍLIA, PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO. TAMBÉM PROTESTARAM CONTRA O ABORTO E O CASAMENTO GAY.
Mais de 50 mil cristãos, na maioria evangélicos, ocuparam o gramado diante do Congresso Nacional, sob o comando do pastor Silas Malafaia. No final da tarde os organizadores já falavam em 70 mil pessoas reunidas para pedir liberdade de expressão e para marcar posição contra o aborto e o casamento gay.
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| FOTO ISAURA MORGANA (G1) |
Não é sempre que multidão assim se manifesta em Brasília. O que chama a atenção é o pequeno espaço dado ao encontro pela chamada mídia tradicional, além das distorções nos títulos, que procuram distorcer as reais intenções do evento. A Marcha para Jesus, no último dia 25, no Rio de Janeiro, que pode ter chegado a 500 mil pessoas, também foi quase esquecida pela cobertura da Imprensa.
Segundo o jornalista Reinaldo Azevedo, em seu blog, "Há uma clara manifestação de arrogância em relação às
opiniões e às convicções de milhões de brasileiros, ali representados por
muitos milhares. Parece que se parte do seguinte princípio: “Se eu não noticio,
então não existe”. A mera comparação pode ser devastadora para aqueles que
dizem seguir um jornalismo isento e independente.
Todos os protestos contra o
Marco Feliciano, por exemplo, que reuniam, muitas vezes, não mais do que duas
ou três dezenas de pessoas, mereceram ampla cobertura da imprensa. Até as
manifestações de pura truculência às portas de templos religiosos em que ele
pregaria ganharam ampla visibilidade."
E mais: " Os que discordam do ponto de vista dos evangélicos podem
achar que esse é, sim, um bom caminho. Afinal, como consideram “reacionária” a
pauta daqueles cristãos, acham correto que a imprensa abra mão de seu papel,
que é noticiar o que sabe, o que apura e o que vê. Trata-se de um engano fatal,
amigo! Amanhã, essa mesma imprensa pode ignorar algum outro assunto que você
considera fundamental porque está fora da sua (dela) agenda. "
Laryssa Borges (Brasília), da revista Veja, informou que: "Representantes de
grupos evangélicos fizeram uma manifestação pacífica nesta quarta-feira, em
Brasília, contra a descriminalização do aborto e o casamento entre pessoas do
mesmo sexo, e em defesa da liberdade de expressão. Segundo a Polícia Militar, o
ato reuniu 40.000 pessoas diante do Congresso Nacional.
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| FOTO VEJA |
O líder da Assembleia
de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, que convocou fiéis para
desembarcarem em Brasília, criticou o ativismo gay e disse haver o
“fundamentalismo do lixo moral”. Ele condenou o aborto e a interpretação de que
homossexuais poderiam formar um casal. “O feto não é prolongamento do corpo da
mulher”, disse. “Vamos arrumar uma ilha deserta e mandar dois gays para lá.
Quero ver se depois de anos haverá raça humana”, completou
A PM do Distrito
Federal não registrou incidentes graves na manifestação. Um princípio de
conflito foi identificado quando um pastor evangélico foi retirado à força do
palco após empunhar uma bandeira colorida. O símbolo foi confundido com a
bandeira do movimento LGBT (gays, lésbicas, bissexuais e transexuais), que tem
as cores do arco-íris. Na verdade, de acordo com os manifestantes, o pastor
tentou estender a bandeira da Igreja do Evangelho Quadrangular, que traz
listras nas cores vermelho, amarelo, azul e roxo, e uma pomba, uma cruz e um
cálice como símbolos.
Também durante a
manifestação, fiéis se fantasiaram de palhaços para protestar. "Querem
calar a igreja. É uma palhaçada”, dizia um dos cartazes.
Parlamentares
evangélicos, entre deputados e senadores, participaram do evento, que tem
previsão de continuar na noite desta quarta com a apresentação de cantores
evangélicos."
Fotos Veja e Isaura Morgana (G!)
COMO UM GOVERNO SEM RUMO E REFÉM DE MOVIMENTOS SOCIAIS CONDUZ O BRASIL AO CAOS NO CAMPO. Leia o editorial do jornal O Estado de S. Paulo.
"O conflito provocado pelos índios
terena com a invasão da Fazenda Buriti, no município sul-mato-grossense de
Sidrolândia - que no dia 31 provocou a morte de um dos invasores em
circunstâncias ainda não devidamente esclarecidas -, começa a alastrar-se por
todo o País e tende a agravar-se de maneira imprevisível. Já são mais de 60 as
propriedades rurais ocupadas. Estimulado pela repercussão do episódio, um grupo
de 20 índios caingangue ocupou na segunda-feira a sede do Partido dos
Trabalhadores (PT) em Curitiba, exigindo serem recebidos em Brasília para
tratar da demarcação de terras no Paraná. Houve manifestações de protestos de
indígenas também em Seara (SC) e em Paranaguá (PR).
O conflito provocado pelos índios
terena com a invasão da Fazenda Buriti, no município sul-mato-grossense de
Sidrolândia - que no dia 31 provocou a morte de um dos invasores em
circunstâncias ainda não devidamente esclarecidas -, começa a alastrar-se por todo
o País e tende a agravar-se de maneira imprevisível. Já são mais de 60 as
propriedades rurais ocupadas. Estimulado pela repercussão do episódio, um grupo
de 20 índios caingangue ocupou na segunda-feira a sede do Partido dos
Trabalhadores (PT) em Curitiba, exigindo serem recebidos em Brasília para
tratar da demarcação de terras no Paraná. Houve manifestações de protestos de
indígenas também em Seara (SC) e em Paranaguá (PR).
Nada disso é novidade. Os
indígenas repetem a radicalização, na forma da criação de fatos consumados,
invariavelmente ao arrepio da lei, que o Movimento dos Sem-Terra praticou
durante todo o governo Lula, sob o olhar complacente e, frequentemente, o estímulo
do então chefe do governo. Os lamentáveis episódios de agora, portanto, são
fruto do populismo irresponsável que há mais de 12 anos desmoraliza as
instituições democráticas, disseminando a crença de que a lei - ora, a lei - só
deve ser respeitada quando convém a um difuso "interesse social"
habilmente manipulado pelos poderosos de turno.
A triste realidade ilustrada pela
disputa por uma terra que uma hesitante Justiça não consegue decidir a quem
pertence é o resultado da incapacidade ou falta de coragem do Executivo de
conduzir politicamente o conflito, de modo a criar as bases técnicas e legais
de um entendimento que possibilite a acomodação dos interesses em choque - de
um lado, os da população indígena, e de outro, o dos produtores rurais.
No centro do conflito, a Fundação
Nacional do Índio (Funai), perdida entre a antropologia e a ideologia, tem seu
trabalho contestado pelos produtores rurais e as associações que os
representam, e defendido pelos "progressistas", pela CNBB e pela
Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Percebendo a
vulnerabilidade do órgão responsável pela coordenação da política indigenista,
o governo defende agora a ampliação do elenco dos responsáveis pela formulação
dessa política - e recebe críticas de quem não quer que as coisas mudem.
"As soluções existem, falta
decisão política", é a opinião insuspeita do senador petista Delcídio
Amaral, que tem participado de reuniões sobre o assunto no Palácio do Planalto
e garante que "não foi por falta de aviso" que se criou o atual
impasse a partir da ocupação da Fazenda Buriti. A opinião do senador petista é
compartilhada pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado
de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, para quem a ausência de vontade política
do governo federal "é determinante" para a falta de uma solução para
o conflito. Por sua vez, a Confederação Nacional da Agricultura e Agropecuária
(CNA) entende que "é mais do que hora de o governo federal suspender o
processo de demarcação de terras indígenas, conduzido de modo arbitrário, e
frequentemente ilegal, pela Funai, e aguardar que o STF estabeleça em
definitivo o regime jurídico de demarcações de terras indígenas no País".
A evidenciar a incapacidade do
governo de tratar competentemente a questão indigenista está o fato de que o
conflito de Sidrolândia se arrasta há 13 anos, ao longo dos quais, pela
ausência de referências sólidas do ponto de vista histórico, antropológico e
legal, se alternaram decisões judiciais contraditórias. E é nesse vácuo que a radicalização
prospera, de lado a lado, deixando atônita, no meio do tiroteio, a
ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que parece hesitar entre duas
prioridades: o cumprimento de seu dever como articuladora política e a
viabilização de sua candidatura ao governo do Paraná. Menos mal que, desde a
posse, a presidente Dilma tem evitado escrupulosamente repetir o exemplo de seu
antecessor em manifestações públicas de apoio às tropelias de movimentos ditos
sociais.
(JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO)
CNA QUER NOVA POLÍTICA INDIGENISTA. “Militantes ideológicos, que aparelharam a Funai e se associaram ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a ONGs nacionais e estrangeiras, estimulam os índios a invadir terras produtivas, devidamente tituladas – algumas há mais de um século.” (Katia Abreu)
NOTA OFICIAL
CNA denuncia tentativa de desestabilização do Estado de
Direito
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
denuncia uma tentativa de desestabilização do setor produtivo rural, tendo por
pretexto a causa indígena.
Militantes ideológicos, que aparelharam a Funai e se associaram ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a ONGs nacionais e estrangeiras, estimulam os índios a invadir terras produtivas, devidamente tituladas – algumas há mais de um século. Provocam conflitos que, além de levar insegurança ao setor mais produtivo da economia brasileira, instalam um ambiente de ódio e confronto entre brasileiros.
Os produtores rurais não desrespeitam os direitos dos índios, mas, ao contrário, estão tendo os seus desrespeitados. As invasões têm sido sistemáticas, a partir de ação da Funai, que, ao arrepio da lei, decide de maneira autocrática que terras serão demarcadas, ignorando os direitos do produtor rural e a segurança de sua família e empregados.
O setor agropecuário tem, hoje, peso extraordinário na economia do país. Acumula recordes de produtividade, usando menos terra e unindo produção com preservação. Cresceu, no último trimestre, 9.7%, enquanto o PIB como um todo avançou 0.6%. Em relação ao mesmo trimestre de 2012, o crescimento foi de 17%.
É essa presença na vida econômica e social do país que faz com que a CNA seja recebida com frequência no Palácio do Planalto, para discutir questões nacionais, como o recém-lançado Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014. Esta agenda propositiva não se confunde com a presente crise indígena – que, inclusive, é de natureza judicial.
O clima instalado, se não for imediatamente revertido, prenuncia novos e dramáticos confrontos de consequências imprevisíveis.
O que está em pauta vai bem além de infrações pontuais à lei. É o Estado democrático de Direito que está sendo contestado, de dentro do próprio Estado. Não será com declarações que desafiam a lei, a ordem e o bom senso que problema dessa magnitude será resolvido. A lei precisa ser e será cumprida.
A posição da CNA a respeito das demarcações de terras indígenas é conhecida: total respeito às decisões da Justiça, em todas as suas instâncias. Essa é a orientação aos nossos associados. Queremos a paz no campo, o que só virá com segurança jurídica e respeito ao direito de propriedade. E ainda:
. imediata suspensão dos processos de demarcação em curso até o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal dos embargos de declaração contra a decisão em que foram fixadas as condicionantes no caso Raposa Serra do Sol, para que todos os Poderes tenham uma orientação única sobre os procedimentos de ampliação ou criação de terras indígenas;
. revalidação da Portaria AGU 303/2012, com aplicação obrigatória das 19 condicionantes do caso Raposa Serra do Sol, enquanto o STF não julga os recursos pendentes;
. indenização não apenas das benfeitorias, mas também das terras legalmente tituladas tomadas dos produtores rurais.
Militantes ideológicos, que aparelharam a Funai e se associaram ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a ONGs nacionais e estrangeiras, estimulam os índios a invadir terras produtivas, devidamente tituladas – algumas há mais de um século. Provocam conflitos que, além de levar insegurança ao setor mais produtivo da economia brasileira, instalam um ambiente de ódio e confronto entre brasileiros.
Os produtores rurais não desrespeitam os direitos dos índios, mas, ao contrário, estão tendo os seus desrespeitados. As invasões têm sido sistemáticas, a partir de ação da Funai, que, ao arrepio da lei, decide de maneira autocrática que terras serão demarcadas, ignorando os direitos do produtor rural e a segurança de sua família e empregados.
O setor agropecuário tem, hoje, peso extraordinário na economia do país. Acumula recordes de produtividade, usando menos terra e unindo produção com preservação. Cresceu, no último trimestre, 9.7%, enquanto o PIB como um todo avançou 0.6%. Em relação ao mesmo trimestre de 2012, o crescimento foi de 17%.
É essa presença na vida econômica e social do país que faz com que a CNA seja recebida com frequência no Palácio do Planalto, para discutir questões nacionais, como o recém-lançado Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014. Esta agenda propositiva não se confunde com a presente crise indígena – que, inclusive, é de natureza judicial.
O clima instalado, se não for imediatamente revertido, prenuncia novos e dramáticos confrontos de consequências imprevisíveis.
O que está em pauta vai bem além de infrações pontuais à lei. É o Estado democrático de Direito que está sendo contestado, de dentro do próprio Estado. Não será com declarações que desafiam a lei, a ordem e o bom senso que problema dessa magnitude será resolvido. A lei precisa ser e será cumprida.
A posição da CNA a respeito das demarcações de terras indígenas é conhecida: total respeito às decisões da Justiça, em todas as suas instâncias. Essa é a orientação aos nossos associados. Queremos a paz no campo, o que só virá com segurança jurídica e respeito ao direito de propriedade. E ainda:
. imediata suspensão dos processos de demarcação em curso até o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal dos embargos de declaração contra a decisão em que foram fixadas as condicionantes no caso Raposa Serra do Sol, para que todos os Poderes tenham uma orientação única sobre os procedimentos de ampliação ou criação de terras indígenas;
. revalidação da Portaria AGU 303/2012, com aplicação obrigatória das 19 condicionantes do caso Raposa Serra do Sol, enquanto o STF não julga os recursos pendentes;
. indenização não apenas das benfeitorias, mas também das terras legalmente tituladas tomadas dos produtores rurais.
A CNA apoia a iniciativa de construção de uma nova política indigenista, submetida não apenas à Funai, mas também a outros ministérios e órgãos do governo federal. É inconcebível que questão deste porte fique ao arbítrio de um único órgão, aparelhado por uma militância associada a objetivos ideológicos e comerciais, alheios ao interesse nacional.
Brasília, 5 de junho de 2013
SENADORA KÁTIA ABREU - Presidente da Confederação da
Agricultura e Pecuária do Brasil - (CNA)
APÓS TORTURA AGRICULTOR É MORTO A FACADAS E FLECHADAS EM DOURADINA, MS. E assim, entre uma morte e outra, cresce o conflitcom os índios no interior do Brasil. (Video) Atenção: vídeos chocantes)
O agricultor Arnaldo Alves Ferreira, de 68 anos, foi morto a
facadas e flechadas por um grupo de indígenas da etnia guarani-caiová do
assentamento Lagoa Rica, localizado em Douradina, a 190 quilômetros de
Campo Grande, MS, informou à imprensa o delegado de polícia de Dourados, no
Mato Grosso do Sul. Sua tortura e morte foi filmada pelos indígenas.
O delegado de Dourados, Carlos Videira, disse que ele foi assassinado
na sexta-feira por um grupo de índios.
Videira contou que o agricultor tinha uma propriedade ao
lado do assentamento indígena rodeada por uma cerca elétrica, situação que
incomodou os índios, que temiam pelas vidas de seus filhos, acostumados a
brincar próximo ao local. Segundo a imprensa, o agricultor desconfiava de que cabeças
de gado estariam sendo roubadas por indígenas.
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| JOÃO SILVA, 51, UM DOS SUSPEITOS, DETIDO PELA POLÍCIA, NEGA PARTICIPAÇÃO NA TORTURA E MORTE DO AGRICULTOR. |
Nesta semana, segundo o delegado, dois indígenas que
reclamaram da cerca elétrica teriam sido agredidos por Alves. Os agredidos
denunciaram Alves Ferreira, que foi notificado judicialmente. Com raiva, ele
teria ido armado até a aldeia.
No assentamento, Alves Ferreira foi cercado, desarmado e
morto pelos indígenas, segundo relato do delegado. A polícia foi informada da
ação e a vítima chegou a ser socorrida, mas morreu antes de chegar ao hospital.
Um índio, apontado como o líder do grupo, João da Silva, 51
anos, foi detido pelas autoridades.
(Informações da imprensa e Dourados News)
ATENÇÃO: IMAGENS EXTREMAMENTE VIOLENTAS E CHOCANTES
VIDEO UM – HOMEM TORTURADO MORRENDO
VIDEO DOIS – A POLICIA VAI BUSCAR O HOMEM AGONIZANTE
SARGENTO FAHUR, O CAÇADOR DE TRAFICANTES DE DROGAS. Com sua equipe apreendeu 83 quilos de crack (4 milhões de reais) na região de Maringá, PR. .
O policial que aparece abaixo, no vídeo, é um cidadão exemplar e um excelente profissional naquilo que faz. Como esse policial, honesto, há milhares de outros pelo Brasil afora, que lutam contra a destruição de nossa juventude e o respeito à Lei. Sua equipe, composta pelo cabo Josias e o soldado Paulo Cesar. Parabéns.
Lamentavelmente vemos deputados, ongs, e outros imbecis (até ex-presidentes) defendendo a liberação do uso de drogas. Drogas matam. E não há, em nenhum lugar do mundo, comprovação de que a legalização do tráfico elimine o problema das drogas.
A sociedade tem que impedir o avanço do tráfico e as leis deveriam ser duríssimas com relação aos traficantes. Depois que as pessoas estão viciadas (com o apoio tonto dos que apelam para a ideia de liberdade irrestrita) aí elas também apelam para o dinheiro público para seu tratamento.
A questão é evitar que as pessoas fiquem viciadas. Ninguém é dono do próprio nariz quando está alucinado. Um viciado é uma pessoa pela metade. Conheço muitos, farrapos humanos.
O mal tem que ser cortado pela raiz. Falar, demagogicamente, em políticas de contenção de danos, depois que a porteira foi arrombada não resolve porcaria nenhuma.
O mal tem que ser cortado pela raiz. Falar, demagogicamente, em políticas de contenção de danos, depois que a porteira foi arrombada não resolve porcaria nenhuma.
Como disse o sargento, são traficantes covardes, que matam crianças de 8 ou 10 anos de idade, que eles viciam, para que sirvam de exemplo caso não paguem suas dívidas.
Com informações do blog Selva Brasilis.
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