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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

TODO POLITICAMENTE CORRETO TOTALITÁRIO É MAL-HUMORADO. Ou, detesto cravos vermelhos, mas não os elimino dos jardins. A esquerda só gosta do humor quando está na oposição.

O humor pode ser tão perigoso como o ácido sulfúrico. O humor corrói. O humor é um excelente instrumento para ajudar a demolir ditaduras, tiranias, ou enfrentar a própria vida. O humor é sempre contra alguma ordem estabelecida, ou suas deformações.

Um vida levada muito a sério, sem um pouco de humor sobre si mesmo, para limitar o território do ridículo, seria uma vida muito chata. 


Usar o humor é uma forma de falar verdades. De tal modo que, desde os tempos antigos, os gregos já utilizavam uma certa dose de ironia e graça para observar o cotidiano dos deuses e dos mortais.

Os reis absolutos, os tiranos, nunca gostaram do humor. Digo humor referindo-me à sátira, às piadas, à ironia, uma certa dose de maldade controlada e necessária à vida.

Nem tudo deve e pode ser dito às claras. Viveríamos em choques violentos, constantemente. Mas podemos fazer como diziam os russos, conscientes da porcaria de seu sistema socialista fracassado: “eles fingem que nos pagam, nós fingimos que trabalhamos”.

A leitura do livro Nome da Rosa (Il nome della rosa, Umberto Eco, 1980), ou assistir  o filme alemão do mesmo nome (Der Name Der Rose), dirigido em 1986 por  Jean-Jacques Annaud, e estrelado pelo insuperável Sean Connery, podem ser uma lição de como o humor tem sido combatido pelos que detém o poder. 


O riso, na visão do velho monge chefe de uma biblioteca medieval, e que controlava o acesso aos livros (alguns eram proibidos) era uma forma de ceder ao Diabo. Em tempos de Inquisição...Então, até matar era permitido para impedir o riso. A morte do outro (pecador) pelo bem de todos. O bode expiatório.

O jornalista e historiador inglês, Robert Darnton, em seu encantador livro “Best-sellers Proibidos” trata de uma pesquisa sobre qual teria sido o papel da literatura corrosiva no processo da derrubada da monarquia francesa nos tempos da revolução. Ele chega à conclusão a acidez da visão dos autores sobre a futilidade da aristocracia e a hipocrisia de certa parte do clero católico era algo compreensível pelo povo, mais que a obras de filósofos do período.

Estudar, mesmo superficialmente, os regimes autoritários e totalitários, baseados em ideologia de partido único ou em ideologia religiosa, como no Irã, mostra como o humor como arma de critica e de oposição é combatido duramente.

Aqui no Brasil é notório que surgiu uma imprensa alternativa que estimulou muitos chargistas a fazerem a critica do cotidiano na ditadura, o que realmente era muito interessante. Os censores marcavam de perto os humoristas. E eram muitas vezes driblados por eles.

Mas, quando a esquerda chega ao poder, é sempre assim, todo aquele humor que lhes serviu de caminho para o combate político passa a ser  combatido. Não há gente que goste menos – quando no poder, é claro – do humor corrosivo, que os esquerdistas.

Como todos os demais totalitários (são irmãos-siameses dos nazistas e primos em segundo-grau dos totalitários islâmicos) crêem que sabem o que é bom, belo e certo para o mundo. Assim, como humoristas idiotas pretendem acusar seus erros ou ridicularizar seus atos perfeitos? Uma vez no poder querem calar opositores, críticos e humoristas.

Desse modo, é curioso observar que todos os que militavam na esquerda e não cansavam de produzir suas criticas com charges, filmes, livros, músicas, ficaram esvaziados de imaginação e acidez quando a esquerda chegou ao poder. 


No Brasil, nenhum dos autores considerados “legais” pela garotada engajada nos anos 60 e 70 permaneceu, de esquerda, manteve a sua capacidade de critica após o fim da ditadura.

Respeito apenas Millor Fernandes. Continuou o mesmo critico de sempre. Mas ele jamais foi dessa esquerda militante.

Os demais, alguns até mesmo tendo enriquecido nos tempos da Ditadura, ousaram cobrar indenização por perseguição política, paga com o suor de todo o povo brasileiro. Apenas vendilhões. Seu humor era apenas um arma de aluguel. Não gosto dessa gente.

E a esquerda, para se manter no poder, e alimentar o mito da perfeição (nada mais longe da verdade), detesta o humor. A visão politicamente correta, que é uma das variantes do esquerdismo, por meio da ação de minorias que querem impor no berro e na marra suas agendas à maioria (leiam Olavo de Carvalho, Reinaldo Azevedo), é absolutamente desprovida de humor. Pessoas ácidas e amargas.

A idiotia politicamente correta vai se espalhando e querendo criar um domínio sobre a observação livre das coisas e a sua expressão. Todo politicamente correto é um censor em potencial. Vejam as confusões criadas por ativistas e militantes do meio ambiente, saúde, homossexualismo, racialistas, que querem dominar o nosso pensamento, o nosso comportamento e a nossa liberdade de expressão.

O Brasil está se transformando em um lugar inteiramente ridículo com a propostas de controle da mídia (imprensa), novelas, campanhas publicitárias, letras de música, programas humorísticos de TV, piadas. Pensem no caso da Hope (Bundchen), Zorra Total. Os totalitários metem-se em tudo, nas mamadeiras das crianças, nos biscoitos, nos remédios, não há o que escape à sanha dos controladores. Querem impor a "felicidade" aos outros, à custa da infelicidade daqueles a quem querem impor a felicidade! 

Uma coisa são os crimes ora previstos em  Lei. Outra a tentativa de calar quem faz humor ou apenas pensa diferente (critica) com ameaças de criminalização da expressão do pensamento.

Detesto os cravos vermelhos, mas respeito os cravos vermelhos, não os elimino do jardim, eles têm o direito de existir e de se expressar.

Os cravos vermelhos jamais pensarão assim. E nem fariam a mesma coisa.

Imagem reproduzida de:

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

MINISTRA IRINY LOPES ESTÁ PREOCUPADA COM AS MULHERES DO BRASIL. É o que se espera de uma autoridade, não é? Mas não precisa exagerar, pode ficar meio esquisito.

MINISTRA IRINY LOPES. 

A Hope, fabricante de lingerires fez uma campanha com Gisele Bundchen como modelo e a ministra Iriny Lopes (Assuntos da Mulher) implicou com a campanha. Parece que ela acha que a brincadeira feita pela personagem da campanha da Hope com o marido é um tipo de doença contagiosa. 

O programa Zorra Total tem um quadro muito engraçado que se passa num vagão de metrô em que Valéria (travesti) e Janete) uma moça, dialogam com muito humor, explorando situações imaginárias, embora realisticamente caricatas, mas cheias de malícia, como costuma acontecer na cultura brasileira.

VALÉRIA E JANETE - ZORRA TOTAL
O quadro preocupa muito a ministra porque ela acha que estimularia o assédio sexual nos vagões de metrô, trens e nos ônibus de transporte coletivo. Não ficou claro, para mim, se trata-se do assédio contra valérias ou janetes. Sou contra o assédio, de qualquer modo. Assédio é crime. Mas Zorra Total é um programa de humor!

E, pergunto, e o noticiário escandaloso de  Brasília em  que quase todos os dias políticos (deputados, dona Iriny) são absolvidos de forma indesculpável pelas comissões de Ética!, e em que, até recentemente, um ex-presidente chamava gente que foi depois chamada de  quadrilha pela Procuradoria-geral da República de simples "aloprados". E a farra com o dinheiro público, obras super-faturadas, obras que não saem do papel, temas de campanha. Isso não é mau exemplo? E mais grave?

Isso é o que deveria preocupar as nossas autoridades, sempre tão preocupadas em ensinar à população os bons modos, como se fossemos todos verdadeiros idiotas que precisam ser tutelados pelo estado.  

Já imaginaram se resolvessem se incomodar com os filmes de Schwarzenegger ou Rambo, ou Sam Peckinpah, ou Clint Eastwood, ou Zé do Caixão, devido à violência e ao possível comportamento mimético das crianças? Aí não passaria nem filmes de Velho Oeste. E Tropa de Elite, pode ou não? E Chapéuzinhoi Vermelho?

Nem bem nos recuperamos da pressa da ministra em sanear as diversões públicas e já lá vem outra chapuletada, agora contra a novela "Fina Estampa". Para Iriny o marido da personagem é muito violento. Também não gosto de violência, mas desde pequeno aprendi com meus pais que a arte imita a vida e a vida imita a arte. Nada daquilo aconteceu de verdade, e o povo não é tão tonto assim. 


E todo mundo sabia, no passado, que Odorico Paraguaçú não estimulou a corrupção no País, mas, antes, era o retrato acabado do coronel, do político corrupto que havia na realidade brasileira. E ainda há. E tantos deles aliados hoje do Governo Federal. Senadores famosos e intocáveis, como Sarney.

Pelo que sei, a Globo tem um departamento que pesquisa problemas e sugere enfoques de Marketing Social para os autores encaixarem, se quiserem, nas novelas. E inúmeras novelas têm sido muito mais eficazes que certas campanhas tontas do governo ao tratar de temos mais delicados.

Ficção, ministra. Novela é ficção. Nunca devemos matar o mensageiro.   

FOTO IRINY (Cristiano Mariz/ Abril)

CAMPANHA DO DESARMAMENTO RECOLHEU TRÊS MIL FUZIS, METRALHADORAS E SUBMETRALHADORAS! Você acha que isso é mesmo possível?


"VIEMOS DE LONGE PARA ENTREGAR NOSSAS ARMAS!"
"É AQUI?"

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, disse ontem no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência, que a Campanha Nacional do desarmamento, iniciada em maio deste ano, já arrecadou três mil fuzis, metralhadoras e submetralhadoras.

Confesso que, ao ler a notícia, fiquei realmente estarrecido. Então três mil cidadãos brasileiros tinham em casa fuzis, metralhadoras e submetralhadoras e foram, tranquilamente, buscar uma autorização para transporte e entregar os brinquedinhos?

Que tipo de gente teria tal armamento em casa? Se aqui fosse a Suíça ou os Estados Unidos, poderia ser qualquer um mesmo, pois lá, em plena liberdade democrática, o cidadão pode ter armas em casa. Até de uso militar.

Mas, aqui no Brasil, tão politicamente correto, quem usa armas militares ou de guerra ou é agente do estado ou militar. E os bandidos. Apenas a bandidagem que compra armas ilegais vindas de alguns dos nossos vizinhos ou de um pouco mais longe ousariam ter em casa esse tipo de armas.

Afinal, bandidos não pedem licença para portá-las e nem comprá-las. Só os cidadãos honestos contribuintes se submetem à verdadeira via-crucis para tentar adquirir uma arma de defesa hoje em dia. Um revólver mixurica de apenas seis tiros.

Fico imensamente surpreso que portadores de tal arsenal, que a competentíssima policia carioca não conseguiu extrair dos traficantes em suas aventuras pelos morros do Rio, como nos mostram as narrativas ufanistas da TV, tenham devolvido de bom grado, em troca de uns trocados armas que chegam a valer alguns milhares de reais.
É  realmente espantoso.

Creio que precisamos ficar atentos à campanha, deve ter sido produzida por um gênio da Propaganda, daqueles que realmente dominam o obscuro segredo da propaganda subliminar. Isto é, aquela que nos domina por completo e nos faz fazermos coisas inimagináveis, como crêem alguns doutos uspianos. Precisamos tomar cuidado para não entregarmos carteiras, talões de cheque e cartões de crédito.

Afora esse realmente gigantesco arsenal militar, que os dirigentes da campanha dizem ter recolhido, a campanha ainda conseguiu fazer os cidadãos (talvez os mais normais) entregarem cerca de 22 mil armas, talvez prosaicas garruchas de dois canos,  espingardas feitas em fundo de quintal, revólveres antigos calibre 22, 32 e 38. Coisa em que bandido de respeito não mete a mão.

Creio que a imprensa deveria pedir para ver, fotografar e mostrar ao povo o tal arsenal. Sei que é pedir demais para os jornalistas de hoje em dia, pois acreditam em tudo o que dizem as fontes, sem nem precisar checar ou, ao menos, por dever de ofício, ficar em leve dúvida. Mas como foi o ministro que informou...

Outros tempos, outros costumes.

PS 1. Ainda acho que desarmar a população armada legalmente não é correto. O cidadão tem o direito à defesa e segurança que o estado promete mas não entrega.

PS 2. Vejam a situação da Síria. Ali funciona uma ditadura imposta por uma família, por décadas, e que reprime com forças militares os protestos da população civil. 

Um povo armado não seria submetido a uma ditadura, não? E um povo armado poderia responder melhor aos abusos do governo que coloca tropa militares para massacrar civis.

Desde o início dos protestos,  na Síria (regime amiguinho do nosso), já morreram mais de duas mil pessoas. Verdadeira sacanagem. 

Exemplos apenas para pensar!   

"O BRASIL É LOGO ALI, Ó"

  

STEVE JOBS, O GÊNIO VISIONÁRIO QUE SOUBE ACEITAR A MORTE.

iTunes, iPod, iMac, iPhone (smartphone), iPad (tablet), e muitos outros avanços tecnológicos de gerenciamento de informação e comunicações decorrem da genialidade visionária de Steve Jobs. Bilhões de pessoas lamentam sua morte, ocorrida ontem, aos 56 anos.

O fato, além da serenidade de Jobs diante da morte, serve à reflexão sobre como as pessoas estão infantilizadas hoje em dia, com as notícias sobre viver um milênio, querer manter uma aparência de 20 anos aos 85 de idade, como algumas artistas idosas sem noção de Hollywood e outras cidades (no Brasil temos algumas), ou agarram-se ridiculamente ao poder terreno.

O patético uso de sua própria doença para querer eternizar-se no poder é algo que Hugo Chávez faz, inutilmente, todos os dias pela imprensa. Para nada. Sua vida não depende de fanfarronices e de suas armas, mas de Deus - no qual finge agora acreditar. 

A lamentável morte de Steve Jobs indica o quanto o mundo dos antigos, com sua imaginação,  nos colocava nas mãos do destino, da Sorte, de Fortuna, de Deus. Jobs morreu em família, junto aos seus amados, sem expressar pela imprensa amargor ou falar de si.

Como os antigos, retirou-se e morreu dignamente, em paz. Ficará para sempre em pouco de Jobs em tudo aquilo que criou. Sua empresa tem a marca mais valiosa do mundo, alcançando mais de 300 bilhões de dólares.

No passado, uns, mais sortudos que outros, talvez pudessem viver mais, e nem vivessem pensando nessas coisas. Um dia chegava a morte, a Grande Ceifadora e os levava. A alguns com algum sofrimento, a outros de imediato. Os ricos e os pobres. Mas as pessoas falavam sobre isso e aceitavam com resignação. A Ciência, não pelo seu próprio método ou natureza intrínseca, mas pela ilusão tola dos que fizeram dela um tipo de panacéia, permitiu surgir a esperança de uma vida sem sofrimentos e eterna. 

O século XX trouxe a arrogância dos cientistas e políticos, com a pretensão de dominar a Natureza, com os homens brincando de deuses. O totalitarismo comunista e o nazista são a expressão mais horrível dessa pretensão tola de reconstruir o homem, negar a Natureza Humana, negar Deus e reconstruir a sociedade.

Nada produziu mais mortes que o século passado, em que o homem pretendeu usar a ciência para brincar de Deus.

Só arrogância.

A ciência e o dinheiro certamente ajudaram Jobs a sobreviver, por algum tempo, mas não a torná-lo um imortal e nem a ser um híbrido, ou cyborg meio circuitos eletrônicos, e meio silicone, ou algo assim. 


Jobs, ao menos em público, nunca mostrou a arrogância dos tolos (e creio que mesmo em sua vida privada, a julgar pela sua expressão sempre tranquila). 

A ciência cabe no Mundo, mas o Mundo não cabe na Cência.

Nada, mas nada mesmo, poderia impedir que Jobs fosse para junto do Criador.

RIP. 

FOTO AFP

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

AFINAL, QUE DIABOS É HOMOFOBIA? Uma pessoa criticar uma religião é religiofobia? Criticar um comportamento é comportamentofobia? Até onde os ativistas querem chegar com a novilíngua?

Ditadura gay: cortesia da OAB

O termo "homofobia" é a pérola do jargão de um grupo organizado cuja base de ação consiste na intimidação psicológica e na autovitimização histérica.

Além de terem instituído a disseminação do analfabetismo como meta do sistema educacional, os esquerdistas que nos governam estão trabalhando para enfiar a doutrinação gay no currículo escolar, a pretexto de fomentar a "tolerância" e combater a "homofobia", entre outros termos da novilíngua usada para iludir o público externo.

Depois de ficarem ar-ra-sa-dos com o revés do kit gay, os serelepes militantes planejam agora impor seu proselitismo sexual nas salas de aula com a colaboração da Ordem dos Advogados do Brasil, que pretende reescrever a Constituição Federal segundo as mais tirânicas, ofensivas e absurdas exigências de um pobre e perseguido lobby que conta apenas com o apoio do governo federal, dos meios de comunicação de massa, da ONU, da Fundação Ford, do George Soros e por aí vai.
A OAB fez chegar ao Senado uma proposta de Estatuto da Diversidade Sexual. Conforme suas disposições gerais, "visa a combater a discriminação e a intolerância por orientação sexual ou identidade de gênero e criminalizar a homofobia, de modo a garantir a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos individuais, coletivos e difusos". Quem praticar "condutas discriminatórias ou preconceituosas previstas neste estatuto em razão da orientação sexual ou identidade de gênero" estará sujeito a prisão de dois a cinco anos. A petista Marta Suplicy já vem maquinando pela aprovação do projeto.

E o que é "homofobia" exatamente? A OAB não explica. Nem a Marta Suplicy. Nem as novelas da Globo. A vaguidão é proposital. "Homofobia" é um conceito elástico onde cabe qualquer opinião contrária ao discurso militante. É a pérola do jargão de um grupo organizado cuja base de ação consiste na intimidação psicológica e na autovitimização histérica.

Ficam ameaçados de prisão, portanto, os pais que se opuserem ao artigo 60 do estatuto: “Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito”.

Outro artigo do estatuto afirma: “Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero”. Já podemos imaginar os livrinhos didáticos da nova era: "Estou apaixonada pela Cláudia, mas ela prefere meninos"; "Descobrindo a sexualidade no jardim de infância"; "Superando barreiras: desafios de uma drag queen mirim". E os clássicos adaptados? "Romeu e Romeu"; "Dom (na) Casmurro (a)"; "Odisséia - versão homoafetiva".

Os que estiverem rindo devem ficar precavidos. Se o cavalo de Tróia da OAB atravessar o portão, piada e riso viram crimes de ódio, e teremos sorte se a ditadura gay nos deixar rir no interior da cela.

Publicado no jornal O Estado.
Bruno Pontes é jornalista http://brunopontes.blogspot.com

TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIA SEM MÁSCARA:
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12461-ditadura-gay-cortesia-da-oab.html

BREVE HISTÓRIA DO BRASIL, EM TRÊS CAPÍTULOS

 CAP. I - ENSINANDO O MUNDO COMO SE FAZ



CAP. 2 - CONTANDO TODA A VERDADE


CAP. 3 - MOSTRANDO COMO GANHAR ELEIÇÕES  
http://www.sponholz.arq.br/

VALÉRIA E A JANETE, DO ZORRA TOTAL, IRRITAM OS POLITICAMENTE CORRETOS. O Brasil está ficando cada vez mais um país azedo e mal-humorado, vítima da idiotia politicamente correta e totalitária.




VALÉRIA E JANETE
http://mybook.amizadevirtual.com.br/2011/valeria-e-janete-zorra-total-13082011-metro-do-zorra-brasil-melhores-momentos/
REPRODUZO ABAIXO TEXTO DO BLOG DE REINALDO AZEVEDO SOBRE A FALTA DE HUMOR NO BRASIL ATUAL.

NASCIDOS PARA CENSORES, QUE VIVERAM CRITICANDO A CENSURA NOS TEMPOS DA DITADURA MILITAR, AGORA QUEREM DIZER AO PÚBLICO O QUE É CERTO E O QUE É ERRADO.

NÃO CONSEGUEM CONVIVER BEM COM A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E ACHAM QUE A REALIDADE É UM PRODUTO DA FICÇÃO.

SENDO ASSIM, POR QUE NÃO PROIBIR DE VEZ TODAS AS ARTES? FICARÍAMOS APENAS COM A TRISTE REALIDADE QUE OFERECEM. 

QUANTA ESTUPIDEZ EMBALADA EM "CUIDADO" COM O OUTRO.  TIPOS ASSIM BANIRIAM A BÍBLIA, SHAKESPEARE, DOSTOIEVSKI, MACHADO DE ASSIS, NELSON RODRIGUES, BORGES, E TODOS OS AUTORES DE OUTRAS ARTES. 

RESTARIA APENAS O INSÍPIDO REALISMO SOCIALISTA, PROPAGANDA VAGABUNDA MAL DISFARÇADA EM PÉSSIMA ARTE.


05/10/2011
 às 15:55

Agora querem proibir a Valéria e a Janete. Em breve, só será permitido fazer mesas-redondas sobre piadas. Ou: A ditadura dos militantes militontos

Vão brincando com fogo, vão, só para ver aonde vamos parar. A piada está prestes a ser proibida no Brasil, a menos que passe antes pelo Comissariado do Povo para Assuntos de Humor para verificar se ela é limpinha e não ofende ninguém. O Brasil, na média, já foi mais inteligente, e isso vale para a televisão também.
A maioria de vocês, mesmo os mais sofisticados, deve conhecer as personagens “Valéria” e “Janete”, do humorístico Zorra Total. Leiam o que informa Alberto Pereira Junior, do site F5. Volto em seguida:
O sucesso da transexual Valéria (Rodrigo Sant’Anna) e de Janete (Thalita Carauta) no “Zorra Total”, da Globo, pode estar com os dias contatos. A Secretaria de Assuntos da Mulher do Sindicato dos Metroviários de São Paulo deve formalizar hoje, na Globo, uma carta em que exige que a emissora retire do ar o quadro “Metrô Zorra Brasil”. O órgão afirma que a atração é um incentivo ao assédio sexual, já que mostra no final dos seus episódios um homem encostando e abusando de Janete. “O que é piada no programa acontece todos os dias com milhares de mulheres em nosso país”, reforça o sindicato. Procurada pela coluna, a Globo disse que o quadro busca entreter e não incitar comportamentos, muito menos a violência contra a mulher, e que se orgulha de ter sempre defendido os direitos femininos.
Voltei

Os mais jovens não tiveram a chance de assistir aos quadros da TV Pirata, a melhor coisa que já aconteceu na TV Brasileira, já lá se vão mais de 20 anos. Abaixo, publico um vídeo do programa que vale por uma premonição.  Ao perceber que uma das passageiras vomita os bofes no avião, a comissária de bordo pergunta à mãe da moça:
- Foi comida?
Ao que responde a senhora:
- Foi, mas casa amanhã.
- No civil ou no religioso?
- Na delegacia!
O que se dá em seguida? Forma-se uma mesa redonda para discutir a piada, de que participam uma feminista da Unicamp, um professor da FGV, um torcedor do Botafogo e, claro!, o papagaio. Assistam. Volto em seguida.

Voltei
Era o ano de 1988. O Brasil discutia a Constituinte. As “minorias”, incitadas pelo PT, estavam organizadíssimas para garantir seus direitos no novo texto constitucional. Até aí, ótimo, é mesmo parte do jogo. Mas havia também um valor a ser preservado, que não atendia ao grupo A, B ou C e dizia respeito a todos: a liberdade de expressão — que, felizmente, foi garantida na Carta e, a depender dos militantes militontos, será em breve revogada.
Os programas de humor deixarão de fazer graça, chistes etc. para se transformar em minitratados sociológicos. Como inexiste graça que não tenha um tanto de generalização, será preciso definir as categorias que podem e as que não podem ser personagens de piadas.
O país não deixa de ser engraçado, mas de outro modo. A TV Pirata era uma atração da TV Globo. Ontem, vi um mensagem institucional, com apoio da emissora, sobre uma associação de fonoaudiólogos ou algo assim. A mensagem tinha um quê de pito moral— o texto não é literal, mas é mais ou menos isto: “A gagueira não é engraçada, é um problema a ser corrigido”. Pensei no humorista José Vasconcelos, o primeiro a fazer stand up no Brasil, e seus gaguinhos. Hoje seria proibido. Costinha, então, nem pensar. Boa parte das personagens de Chico Anysio teria de ser banida.
De fato, quando penso em todo mal que o humor já fez ao Brasil, fico chocado. Bem, mesmo, nos fizeram patriotas como José Dirceu, Delúbio Soares — que ontem mereceu uma festança promovida pela CUT —, a própria CUT, José Genoino, Marilena Chaui (a quem obviamente remete a feminista do quadro da TV Pirata)… Essa gente, sim, contribuiu para a nossa grandeza.
Essa gente, sim, mostrou como se faz um PAÍS SÉRIO!
Por Reinaldo Azevedo


TEXTO REPRODUZIDO DO BLOG DE REINALDO AZEVEDO :
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/agora-querem-proibir-a-valeria-e-a-janete-em-breve-so-sera-permitido-fazer-mesas-redondas-sobre-piadas/


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