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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

DILMA E CABRAL, QUANDO CHORARÃO PELOS MORTOS?

(public domain)
Trecho do texto, imperdível, de Reinaldo Azevedo, sobre a ação dos governos federal e estadual na tragédia da região serrana do Rio de Janeiro:

"Parece que a região serrana do Rio fica nos cafundós dos Judas, na região mais inacessível do planeta. Os relatos são dramáticos. A ajuda não está chegando aos desabrigados. Falta gente, falta organização, falta, ATENÇÃO!, uma ORGANIZAÇÃO DE CARÁTER MILITAR do processo de socorro. Nessas horas, é ela que tem de coordenar os esforços civis.
Não! Em vez disso, estão todos chorando.
Choram as vítimas.
Choram os voluntários.
Choram os repórteres.
Chora o bom senso.
Só o governador do Rio e Dilma ainda não choraram.

Ele só chora quando trata dos royalties do petróleo, e ela, quando fala dos “companheiros que tombaram” tentando implantar uma ditadura comunista no Brasil.
Em matéria de tragédias humanas, são durões.
Não que eu quisesse que eles também chorassem. Bastava que tentassem pôr um pouco de ordem no caos.

Para isso foram eleitos." (RA)

(grifo meu)

sábado, 15 de janeiro de 2011

AS COMPARAÇÕES OBSCENAS DE CABRAL.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse hoje em visita à região serrana que a tragédia que já matou mais de 600 pessoas" "É uma das maiores calamidades da história da humanidade, segundo classificação da ONU - afirmou."

Eu lamento uma única morte. Fico triste e revoltado com as centenas de mortes da região serrana do Rio, mas fico mais revoltado com a arte de quem pretende, inflando a culpa da tragédia natural, diminuir a responsabilidade daqueles que devem zelar pela coisa pública.Os terremotos do Haiti mataram mais de 300 mil pessoas. Os tsunamis mataram dezenas de milhares.

A pretensão de Cabral em colocar o drama de seu estado entre as piores crises da Humanidade atinge os limites do que diria o ex-presidente Lula sobre isso. Não é possível encobrir a responsabilidade de políticos, planejadores, prefeitos, governadores, e de muitos populares, simplesmente atribuíndo a culpa aos céus. A quantidade e a violência das águas e da lama foram enormes, mas isso poderia ter sido evitado.

Não à toa a imprensa internacional critica a falta de estrutura e agilidade das instâncias burocráticas. No Brasil não há prevenção. Gasta-se uma fortuna na reconstrução, a cada ano. O que se vê no noticiário é a a ajuda expontânea do povo, a ação de voluntários e o trabalho incansável dos policiais bombeiros.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

LULA E CABRAL, SEMPRE ACABA MAL


"...Lula acha que uma bunda muito agitada é sinal de pensamento inquieto e percuciência. A gente começa a entender melhor a composição do atual ministério e também do próximo.
A festa estava, enfim, à altura do anfitrião, Sérgio Cabral, que fez as vezes de apresentador do evento. É aquele rapaz que pretende erradicar o crime do Brasil legalizando-o. Já defendeu a descriminação das drogas, do aborto e do jogo e considera hipócritas e insinceros os que não concordam com ele..."
Do blog do Reinaldo Azevedo sobre a festa de Sérgio Cabral a Lula, no Rio de Janeiro.