Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador BAHIA UM DOS ESTADOS MAIS VIOLENTOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BAHIA UM DOS ESTADOS MAIS VIOLENTOS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO É MUITO MELHOR QUE A DA BAHIA. O índice baiano é de 40,7 mortos para cada cem mil pessoas; o paulista está na faixa de 12,4, segundo o 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.



O Estado de São Paulo, que tem mais de 42 milhões de habitantes, registrou 5.180 mortes violentas (latrocínios, homicídios e lesão seguida de morte) em 2012. Com pouco mais de 15 milhões (isto é, praticamente um terço de São Paulo), a Bahia teve 5.764 ocorrências. 

Assim, a taxa por 100 mil habitantes no Estado governado por Jaques Wagner (PT) situa-se entre as maiores do país: 40,7 mortos por 100 mil, contra 12,4 mortos por 100 mil em São Paulo.

Se a Segurança Pública da Bahia fosse tão boa quanto a de São Paulo, esse número teria que ficar na faixa de  1.900 mortos no ano passado. Se acompanhasse a taxa baiana o Brasil teria quase cem mil mortos por ano! 

A taxas de São Paulo, o Brasil teria perto de 25 mil mortos por ano. Fica evidente que São Paulo é um estado muito, mas muito mais seguro que a Bahia. No geral, o país ainda tem 50mil mortos por ano, o que é algo muito elevado, em termos mundiais.

Os dados são do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O site do Fórum ainda não traz o relatório completo, que estará no ar hoje (esta terça).

O levantamento traz os números da violência no Brasil em 2012. O país voltou a superar a marca dos 50 mil homicídios: 50.108, contra os 46.177  registrados em 2011. 

A taxa de mortes violentas subiu de 24 por 100 mil habitantes para 25,8. A Bahia, com menos que 8 por cento da população nacional tem a incrível taxa de dez por cento das mortes nacionais. 

O Brasil é um país bastante violento. A Bahia é muito mais violenta do que a média do Brasil; São Paulo é um dos que tem a menor taxa de violência no país.  

Assim, fica uma pergunta: será que os paulistas (e paulistanos) não fazem comparações?